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Avaliação 2 - Nota 10 (abril-19)

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Aca dê mi co:
Crist ia ne Go ud inho
D is cipl ina :
D ire ito E mpresa r ia l e do C ons umidor (C M A01)
Avalia ção:
A va liação I I - Ind ivid ua l Se miprese nc ia l ( Cod. :447480) ( peso. :1,50 )
Prova:
10187355
N ota da P rova:
10,00
Le ge nda: R es pos ta Ce rta Sua R es pos ta Errada
1.
A reso lução 32/248 /85 da O N U tro uxe uma co ntr ib uição muito gra nde par a os co ns umidore s,
a qua l reco nhec e u mund ia lme nte se te d ire itos bás icos. Sobr e esses d ire itos, c las s ifiq ue V p ara
as se nte nça s verdade iras e F para as fa ls as :
( ) O for necedo r poderá, desd e q ue e nte nda necessá r io, inser ir dados q ue j ulgue esse nc ia is
nos rót ulo s dos prod utos.
( ) As se gura q ue o co ns umidor t e nha ma is opções de p rod utos e ser viços, co m q ua lidade e
preço sat is fa tór io.
( ) O cons umido r tê m d ire ito à inde nização e m caso de de fe ito no prod uto.
( ) O cons umido r poss ui se us d ire itos res guard ados pe lo C DC, desde q ue o fo r necedor se ja
pessoa j ur íd ic a.
A gora, as s ina le a a lter na t iva q ue aprese nta a seq uê nc ia C O RRE TA :
a)
b)
c)
d)
2.
A Le i n. 8.078/90 fo i pr o mulgada e m 11 de sete mbro de 1990, d ispõe sobr e a prot eção do
cons umido r, a lé m de o ut ras pro vidê nc ia s, e é reco nhec ida co mo C ód igo de De fes a do
Cons umidor. A cr iação do cód igo fo i p ress upos to inst it do pe la Co nst it uição Feder a l de
1988. Le va ndo e m co ns ide ração o Cód igo de De fe sa do Co ns umidor, c lass ifiq ue V par a as
sente nças ve rdade iras e F pa ra as fa lsas :
( ) T e mos na infor mação dos d ire itos e de veres vinc ulados às re laçõe s de co ns umo uma das
fina lidades do Cód igo de De fesa do Co ns umidor.
( ) O C DC é reco nhec ido co mo nor ma p úb lica e igua lme nte co mo le gis laçã o
mult id is c ip linar, re lac io na ndo - se co m o utros ra mos do d ire ito.
( ) A ca ract er íst ica de nor ma de interes se soc ia l tra z a pos s ib ilid ade do C DC ser co ntra r iado
pe lo acordo e ntre fo r necedor es de prod utos e se r viços e o co ns umidor.
( ) A p roteção do co n s umidor pe la dete r minação de proced ime ntos e fixação de sa nções é
fina lidade do Cód igo de De fe sa do Cons umidor.
Ass ina le a a lte r nat iva q ue apre se nta a seq uê nc ia C O RR ETA :
a)
b)
c)
d)

3.
O s dire itos do co ns umidor co nte mp lados no C DC fora m cr iado s co mo for ma d e prote ger uma
figura (co ns umidor) q ue se se nt ia a medro ntada pera nte gra nd es e mp resas, q ue, muitas ve zes,
dita va m as re gras e m uma r e lação de co ns umo. De nt re os d ire itos bás icos e le ncados no a rt. 6º
do Código de De fe sa do Cons umidor, e nco ntra m- se a p roteção co ntra t ua l e o d ire ito à
ind e nização. Sob re esse s d ir e ito s c itados, c lass ifiq ue V pa ra as se nte nças ve rdade iras e F pa ra
as fa ls as :
( ) A p roteção co ntra t ua l co ntra c us ulas desp roporc io na is é res tr ita para p essoas s icas,
pois as pes soas j ur íd icas não s ão a mpa radas pe lo CDC .
( ) As c lá us ulas co ntra t ua is o ne rosas o u d espropor c io na is poderão ser a nuladas.
( ) A inde niza ção só é de vida no caso de reco nhec ime nto d a miserab ilidade do co ns umidor.
( ) O s da nos ca usado s por de fe ito s nos prod utos o u se r viços serão inde nizado s pe lo
fo r necedor o u p rest ador dess es.
A gora, as s ina le a a lter na t iva q ue aprese nta a seq uê nc ia C O RRE TA :
a)
b)
c)
d)
4.
A Cons t ituição Fed era l d e 1988 fo i um ma rco impor ta nte na de fesa do co ns umido r, o nde
dispôs, no ar t. 48 dos Atos da s D ispos ições Co nst ituc io na is Tra ns itór ias, sob re a cr iação do
Código de De fe sa do C ons umidor ? CDC. D e ntre as fina lidade do CDC, ass ina le a a lt er nat iva
CO RRE TA :
a)
Inap lic ab ilidade da inversão do ô nus da pro va.
b)
Respo nsab il izar ta m m o co ns umidor p e lo ma u uso do prod uto.
c)
Evitar os p rejuízos ca us ados aos co ns umido res.
d)
M inimiza r o ingre sso das de ma ndas j ud ic ia is.
5.
A na lisa ndo a e vo lução his tór ica do d ire ito do co ns umidor, pe rce be mos q ue, desde o Cód igo
de Ha murab i, já ha via m re gras q ue obj et iva va m pro te ger o co ns umidor. Sobre a impo rtâ nc ia
do pape l das N ações U nidas nesse co nte xto, c lass if iq ue V pa ra as s e nte nça s verdade iras e F
para as fa lsas :
( ) A ON U ed ito u re so lução na q ua l es tabe le ce u pr inc íp io s, obje t ivos e nor ma s para q ue o s
go ver no s dese nvo lvesse m po lít icas de pro teção ao co ns umidor.
( ) C o m a re so lução ed itada p e la O N U, os d ire itos bás icos do co ns umido r for a m
reco nhec idos a níve l mund ia l.
( ) A ON U, co m a reso lução 39/248 /85, influe nc io u os pa íses, inc luindo o B ras il, q ue fe z
expr essa pr e vio le ga l na Cons t it uição F edera l sobre a de fesa do co ns umido r.
( ) A reso luç ão ed itada pe la ON U não influe nc io u e m nada a pro teção co ns umer is ta no
Bras il, ha ja vista q ue nos sa C o nstit uição Federa l é a nt er io r a ta l reso lução e já co nte mp la va
regras de p roteção ao co ns umidor.

A gora, as s ina le a a lter na t iva q ue aprese nta a seq uê nc ia C O RRE TA :
a)
b)
c)
d)
6.
A Re so lução da ON U n. 39 /248/85 re co nhece u a ve l mund ia l o s d ir e ito s bás icos do
cons umido r e est abe lece u ob jetivos pa ra q ue os pa íses me mb ros dese nvo lvesse m po lít icas de
proteção ao co ns umido r. Sobre es ses ob jet ivos, c la ss ifiq ue V para a s se nt e nças verd ade ir as e
F para as fa lsas :
( ) Ge rar uma cooper ão int er nac io na l, no q ue ta nge ao d ire ito do co ns umidor.
( ) F a zer co m q ue o me rcado o fe reça ma ior es opções de e sco lha co m preço s ma is ba ixo s.
( ) A uxil iar os pa íses no se nt ido de s us te nta r uma p roteção ap ropr iada para o s
cons umido res.
( ) M inim izar a s de ma nda s j ud ic ia is, de le ga ndo a a uto no mia do j ud ic r io para os P roco ns.
A gora, as s ina le a a lter na t iva q ue aprese nta a seq uê nc ia C O RRE TA :
a)
b)
c)
d)
7.
O conce ito de fo r necedor ap rese ntado pe lo C ód igo de De fesa do Co ns umidor é be m
co mp le to, po is aba rco u pra t ica me nt e todas a s for mas de a t uação no mercado de co ns umo.
Part indo de sse pre ss upos to, a na lise as se guintes se nte nças :
I- Pode ser cons ide rado for ne cedor so me nte q ue m prod uz o u fabr ica a lgum prod uto.
II- P ode- se citar co mo e xe mp lo de pre stador d e ser viço as e mpresa s de te le fo nia e os
corre io s.
III- A lé m de prod uzir e fabr icar, q ue m co me rc ia liza o p rod uto ta m m é co ns iderado
fo r necedor.
IV- So me nte a s pessoas j ur íd ica s são reco nhec ida s co mo fo r necedore s pe lo C ód igo d e De fesa
do Cons umidor.
A gora, as s ina le a a lter na t iva C O RR ET A :
a)
As se nte nças I I e I II es tão cor retas.
b)
As se nte nças I e IV estão co rre tas.
c)
Some nte a se nte nça IV es tá cor reta.
d)
As se nte nças I, III e IV estão co rre tas.
8.
O C ódigo de De fesa do C o ns umidor é nor ma d e orde m p úb lic a e de interes se soc ia l, q ue
objet iva prote ger o co ns umidor na s ua co nd ição de hipo ss ufic iê nc ia no me rcado de co ns umo.