APOL 01
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DisciplinaAdministração Financeira e Gerenciamento do Capital73 materiais100 seguidores
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Questão 1/9 - Cálculo Aplicado
Qu al se o va lor dos juros a ser pag o, c orr esponden tes a u m e mprésti mo de R$ 40.000, 00, sendo a ta xa de jur os de 2,4%
ao mê s, por um per íodo de 5 meses, no r egime de c apitaliz aç ão simp le s?
Nota: 20. 0
A
J = 4.000,00
B
J = 4.800,00
Vo cê ace rto u!
J = C. i .n
J = 40000 . 0,024 . 5
J = 4.800,00
C
J = 4.240,00
D
J = 4.120,00
E
J = 4.666,67
Questão 2/9 - Cálculo Aplicado
Se gundo C asta nhei ra e Serena to (2008, p.39) ci tados por C asta nhei ra e Macedo (2010 ) D esconto é o aba ti me nto co ncedi do
sobre um t ítu lo d e crédi to em vi r tude de seu resgate anteci pado.
Analise as p roposi ções e marq ue a co rre ta :
Pa ra se calc ular o desconto comerci al (o u bancário ) si mpl es é necessário conhe cer :
Nota: 20. 0
A
A taxa de desco nto, o p razo e o va lor prese nte do título .
B
A taxa de desco nto e o va lor nomi nal do t ít ulo.
C
A taxa de desco nto, o va lor no minal e o valor p rese nte do t ít ulo.
D
A taxa de desco nto e o va lor p resente do t ít ulo.
E
A taxa de desco nto, o p razo e o va lor nomina l do t ít ulo .
Vo cê ace rto u!
Ve ja a fórmula do D esc onto c ome rcia l simples
DC = M.i. n
Onde
DC = De sc onto Comerc ial
M = o va lor no m ina l do t ítu lo
i = a ta xa de de sconto dotu lo
n = o pra zo (o te mpo que falta pa ra ve nce r a v ida ).
CASTANHEIRA, N . P . ; MACEDO , L. R. D; M ATEM ÁTICA FINA NCEIRA A PLICADA . 3° Ed. Curitiba : Intersa bere s, 2010 , p.38 39.
Questão 3/9 - Ad ministração Financeira e o Gerencia mento d e Capital
Sabe mos q ue na Adminis tr aç ão Financ ei ra a par te de Custos é de impor tâ nc ia fundamental. Sabemo s ta mb é m que não se
tr ata d e uma c i ênc ia si mples me nt e e xa ta, onde ques tõe s de be m-es tar estão c orrelac ionad as di reta ou indir eta men te.
Dessa man eir a, anali se as af irma ti va s que segue m e as si na le a alter na ti va que, em ter mo s de dec isões ad mi ni strati vo -
fi nanc ei ras, c ausa, no long o prazo, me nor impac to no r esulta do f inanc ei ro.
Af irmaç ões:
I - Em termos de aument o dos luc ros, é necessári a uma re vi sã o no quadro de pess oa l. No s sos c u sto s com r ec ur sos humanos
est ão mui to a ltos.
II - Pr ec isamos re vi sar nos sas e str a tégia s e inves tir em no vo s equi pamen tos, para des en volvi men to d e pr odut os mai s at uais.
III - Pr ec isamos re ver os proc essos de quali dade na fabr ic aç ão dos pr odutos. É nec essá r io que os custos com es terili zação
sejam redu zidos, u ma ve z que, es ta tisti camen te es ta mo s be m ac i ma das mar gens mí ni mas de segur ança.
IV - Existe m mui to s for nec edor es da nos sa mat ér ia pri ma, e muito s de les aind a c om melhor qualida de e pr eç o c ompe titi vo.
Isso nos trará u ma bo a redução de custos, ap esar do tr ab alh o de or çamen to d os mes mo s.
São corr etas as af irmati vas:
Nota: 20. 0
A
A fir ma t ivas I, II e II I, ape nas.
B
A fir ma t ivas I, II I e I V, ape nas.
C
A fir ma t ivas I e I II, ape nas.
D
A fir ma t ivas II e IV ape na s.
Vo cê ace rto u!