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exercicio antropologia sociologia 25-04-2019

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ter mo c ult ura es tá ligado :
á estr ut ura s ica
á mat ur ação or gâ nica.
às e moções
aos costumes. V
à perso na lidade.
2.
N o ente nd ime nto de Thio lle nt, (ap ud Barro s; Le hfe ld, 2000, p. 77) pode mos
ente nder es se t ipo de pesq uisa co mo "um t ipo de pesq uisa soc ia l co m base
e mp ír ica q ue é co nc eb ida e rea lidade e m est re ita assoc iação co m a reso lução de
um p rob le ma no q ua l o s pesq uisadore s e os par t ic ipa nte s da s ituação e stão
envo lvidos ". Essa de finiç ão est á vinc ulada a q ua l t ipo de p esq uisa?
H is tór ia de V ida
Pesquisa ão
Pesquisa b ib lio grá fica
Pesquisa Par t ic ipa nte
Pesquisa e t no g fica
3.
P a ra Augu st e Co m t e , ser ia n at ural que a so cieda de, em t o da pa rt e, evoluísse da m esm a m an eir a e n o mesm o
sent ido , r esult an do da í q ue a h um an ida de e m ger al ca min h a p ara um m esmo t ip o de soc ieda de , m ais av a ada. De
t ais ideias s urg iu a cla ssificaçã o da s so cie dade s, de n om in ada a Lei do s T r ês Est a do s, n a qual as socie da des
p assar iam p o r est ágios de ev o lução . Esses e st ágio s p ar t ir iam de co nc ep çõ es m íst icas, co n str uç õe s t e ó ricas de
n at ur eza filo sóf ica e deliber açõ es p aut a das n a ciên cia, que seria m re sp ect iv am ent e:
Pos it ivo , Teo ló gico e Meta s ico.
Teo ló gico, Pos it ivo e Meta s ico.
Pos it ivo, Meta s ico e Teo ló gico.
Teo ló gico, Me ta s ico e Po s it ivo.
Meta s ico, Po s it ivo e Teo ló gico.
4.
Sobre o cult ura pode- se a fir ma r : I. O t er mo te ve or ige m no vo cáb ulo lat ino
co lere e pos s a de no tação de c ult ivo das p la ntas, de c uidado co m os a nima is e a
terra. II. É o q ue d ifere nc ia o ho me m dos a nima is. I II. é o tod o co mp le xo q ue
inc lui co nhec ime nto, c re nça, ar te, mo ra l, le i, co st ume e q ua isq uer o ut ras

capac idades e háb ito s adq uir idos pe lo ho me m. I V. R eprese nta as ca racte r ís t ic as
fís icas co mo cor da pe le, te xt ura de cab e lo, fo r ma to da cabeça e do s láb ios dos
ho me ns. A ss ina le a a lter nat iva q ue co nté m as r espos tas cor reta s.
I, II, I II e I V es o cor reta s
Ape nas I I e II I es tão corr etas.
Ape nas I e II es tão cor reta s.
Ape nas I, II e I II es tão cor reta s
Ape nas I, III e IV e stão co rre tas.
Que s t.: 5
5.
Segundo Durkheim, qual é o objeto de es tudo da Soc iolog ia?
Somente o indivíduo.
Capit alis mo.
Marxis mo.
Fatos s oc iais .
O c omunis mo.
6.
Ent ro u para a Éco le Nor ma le S upér ie ure , q ua ndo co nhec e u as obra s de
pensado res co mo Augus te Co mte e H erber t Spe ncer, inte lect ua is q ue o
influe nc iara m na b usca po r dota r a Soc io lo gia de um cará ter c ie nt íf ico. La nço u
As Regras do t odo Socio ló gico. V ia a soc iedade co mo um o r ga nis mo
cons t ituído por ó r gãos q ue de ve m se inte grar ga ra nt indo um func io na me nto
har mô nico. Pa ra ta nto, ne nhuma das par tes pode a gir co mo se fo sse o todo, sob
pena de fa zer ado ecer o co rpo soc ia l.
Essa s carac ter íst icas pe rte nce m ao pe nsado r :
A nto nio Gra msc i
Max W eber
Lé vi- S tra uss
Émile D urk he im
K arl Mar x

7.
Comba ter o ind ivid ua lis mo, a tra vé s da de fes a dos interes ses da
co let ividade e da s necess idades soc ia is;
Preparar a s geraçõe s ma is jo ve ns, atr a vés da t ra ns miss ão de va lo res e
trad içõ es, por pa rte das gerações ad ult as;
Manter a s re gra s imposta s, gara nt indo a fo r ma tação dos ind ivíd uos de
acordo co m o pad rão soc ia lme nte de finido ;
Const r uir va lore s co mo a c idada nia e o nac io na lis mo ;
Pro mo ver a for ma ção de ind id uos c apa zes de re vo luc io nar a so c iedade,
ques t io na ndo a s s uas ba ses de d istr ib uição de r iq ue zas ;
8.
A no mia soc ia l;
Rupt ur a soc ia l.
D ivisão soc ia l
A uto no mia soc ia l;
Har mo nia soc ia l;
9.
N o núc leo do pe nsa me nto de Kar l M ar x e nco ntra mos a ide ia de co nflit o; no
c leo do pe nsa me nto de Émile D urk he im e nco ntra mos a ide ia d e co nse nso ; os
ca minhos de a ná lise propos tos pe los do is a uto res nos le va m a d ua s d is t intas
visões de co mo se dá o func io na me nto so c iedade e do q ue repre se nta m os
fe nô me nos q ue a í se ap rese nta m. C o ns idera ndo isso, q ua l das d uas p roposta s
merece s er co ns iderada co mo prod ução c ie nt ífica?
O s dois traba lhos merece m o stat us de p rod ução c ie nt ífic a porq ue, e m
c iê nc ia, o q ue impo rta é a b usca de co mpree nsão d a rea lidade e não a
obte nção de uma verdade abso luta.
N enhum dos traba lhos merece o s tat us de prod ução c ie nt ífica porq ue
aprese nta m d ifere ntes visões de soc iedade, impos s ib ilit a ndo q ue se c he gue
ao que pode r ía mos c ha mar de ¿ ve rdade¿.
A obra de Ma r x pode se r co ns ide rada c ie nt ífic a porq ue de mo nst ra a
nece ss idade d e le va r mos e m co nta a d ime nsão po lít ica das re laçõe s soc ia is,
a lgo q ue Durk he im ignora.