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Atividade de Portfólio Lutas

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D is cipl ina : L utas
Ta re fa : At ividade por t fó lio c ic lo 1
N ome :
RA:
Tu rma :
Pa re ce r do T uto r:
At ividade no Por t fó lio O bje t ivos :
Compr ee nder o s ignif icado de C ult ura C orpo ra l de Mo vime nto. Se r capa z de a na lisar e e laborar
um t e xto d isse rta t ivo a part ir dos conte údos estud ados. Desc r ição da At ividad e A part ir do
est udo da U nidade 1 ob ra Lutas, e labor e um te xto d isser tat ivo co m no má ximo, 30 linhas,
sobre o s ignificado do co nce ito d e Cult ura Corpor a l de Mo vime nto, aprese nta ndo s uas p r inc ipa is
caracte r ís t ica s, ass im co mo ar gume ntos q ue de mo ns tra m a import â nc ia da utilizaç ão de se us
e le me ntos (da nça, jo gos , lutas, espo rtes e giná st ica s) na d isc ip lina Ed ucação F ís ic a no Ens ino
Bás ico. Todo s os se us ar gume nto s de ve m e sta r pa utado s no es t udo do ma ter ia l d idát ico c itado o u
e m o utro s te xtos da á rea acadê mic a ( livros e ar t igos c ie nt íf icos) de sde q ue de vida me nte c itados
ao lo ngo do te xto e co m s uas re fe nc ias co mp le tas ao fina l do traba lho.
Int rodução
O prese nte te xto obje t iva apres e ntar o s ignif icado do co nce ito de c ultura co rpora l de mo vime nto,
aprese nta ndo s ua co mp le xidade, q ue ab ra nge de vár io s s inô nimos de c ult ura corpora l. E de ixar
c laro a impor tâ nc ia da me s ma na Ed ucaç ão F ís ica Esco la. E ta mb é m, most rar não s er prec iso q ue
o profe ssor t e nha va sto co nhec ime nto e m lut as po is, é poss íve l t raba lha r de ma ne ira co mpe te nte
mes mo q ue o pro fe ssor não po ss ua uma for mação ap ro fundada sobre o q ue irá e ns inar. E mos trar
os bene c ios ad vindos da C ult ua de Mo vime nto p ara co m o a luno.
Cult ura de M ovime nto

A e xpres são c ult ura corp ora l pa ra um co nj unto de a utore s (1992) te m vár ios t ipos ma nife stação
co mo, Cultura Motora ; C ultura F ís ica; C ultura de Mo vime nto; C ult ura C orpora l de Mo vime nto.
Dos qua is não deve m ser co mp ree nd ido s da me s ma for ma e m dete r minados co nte xtos po is, va le
ressa ltar q ue são at r ib uídas, pa ra C ult ura Corpo ra l, as d ife re ntes ma nifes tações da luta, da da nça,
do jogo, da ginást ica e, nest e conte xto, cad a ma nifes to terá se nt ido e s ignificado depe nde ndo da
cult ura na q ua l oco rre.
Cult ura x Educação Fís ica Es cola
At ua lme nte, a co mp ree nsão e ap licação de p ro fesso res de ed ucação s ic a na esco la se e nco ntra
equivocada, e m r e lação ao e ns ino de c ult ura de mo vime ntos, o nde o mes mo se limit a po r não ter
um espaço espec ific o o u, a mes mo, por fa lta de eq uipa me nto. Em a lguns c asos o pro fessor
passa a se r a ge nt e pass ivo e m me io aos a lunos, ape nas c umpr indo o t e mpo de ter minado de
aula e ass im acaba não obte ndo a p art ic ipa ção de todos. De ste modo o dese nvo lvi me nto lúd ico e
re fle xivo dos par t ic ipa nt es dessa at ividade não fo i es t imulado.
Segundo e st udos C RC (2019 ) a co nc epção na ap licação de a ulas de Ed ucação F ís ica Esco lar te m
o pape l de p roporc io nar no vas propos tas de e ns ino ao pro fe ssor, no q ue ta nge o dese nvo lvi me nto
de post uras, co mpor ta me ntos, atit ude s e ações ed ucac io na is para a Ed ucação F ís ica no Ens ino
Funda me nta l. Mas, na prá t ica, e la não ve m se ndo ap licada da ma ne ira corre ta, cr ia ndo a t ese de
que não é po ss íve l e ns inar c ult ura de espo rte nas e sco la s se m t er de vido co nhec ime nto sobre o
te ma, co mo luta s, por e xe mp lo, a c ult ura do s pa íses d e or ige m das luta s, co mo se d e u o p rocesso
histór ico das lutas, co mo são interp retada s as lutas no cot id ia no, a s lut as sob a ót ica da d ia
entre o utr as questõe s re le va ntes, as q ua is pode m ser interpre tadas por me io de a ná lise de filmes,
pesquisas, deb ates e tc.
I mpo rtâ ncia da c ult ura de mov i me ntos na e d ucação f ís ica e s colar
Para Be tt i (1992) a import â nc ia da c ult ura de mo vime nto s na ed ucação fís ica e sco la r, ap licada de
ma ne ir a coere nte pe lo pro fes sor, te m co mo o obje t ivo ser ferra me nta impar no dese nvo lvi me nto
huma no, e pr inc ipa lme nte e m inte grar, introd uzir, us ufr uir, par t ilhar, p rod uzir, reprod uzir e
tra ns fo r ma r as for mas c ult ura is da atividade s ica se ja e la no jo go, o espo rte, na lut a, na da nça
ou ginást ica.
Cons i de raçõe s Fi nais

A Ed ucação F ís ica Esco lar guarda le mbra nça s a todos que a freq ue ntar a m, uns a le mb ra m co mo
uma e xper iê nc ia p ra zero sa, o utro s co mo a lgo r uim, não de ixar uma ed ucação fís ica co m
sent ime ntos de fraca sso, mes mo co m vár ios erro s e ince rte za s te mos q ue b uscar o me lhor para
rea lizar um t raba lho r io, co ns tr uto r de conhec ime ntos e ca ter. D ura nte as a t ividades per mit ir
a vivê nc ia de mo vime ntos, b usca ndo e st imula r a c r ia t ividade e o se nso cr ít ico dos a lunos, na
reso lução d e prob le mas e me lhora me nto no co nvívio soc ia l da ndo a licer ces par a a for mação do
senso cr ít ico e a le itura da rea lidade. Vár ios fato res soc ia is co ntr ib ue m para e ssa s itua ção, o
contato d ire to co m o o utro, a po ss ib il idade da percepção corpor a l todos e sses fato res q ue
ocas io na m ma ior liberd ade e inte gr ação co m se u co rpo, co m o do o ut ro e a re l ão de le co m o
a mb ie nte. O processo ed ucac io na l é rec íproco, há um interc â mb io d e info r maçõe s e fo r mação
muito gra nde, o apre nd izado é cot id ia no. S abe mos a impor nc ia no trab a lho c ultura l, corpo ra l
de mo vime nto e dos va lo res soc ia is a se re m at ingidos, mas a rea lidade do trab a lho co mo t uto r se
tor no u ma is d ifíc il, po is há cada ve z ma is co mp licações nas esco las de vido a ra zões ma ter ia is,
não há o co mpro metime nto po t ico, as co nd ições e nco ntradas at ua lme nte na rede de e ns ino
b lica é ss ima mas, ne m por isso os t utores de ve m d e ixar de e xec utar um bo m trab a lho co m
a lunos, a fa lta de r espo nsab il idade (Po lit ica ) não pode s er just if icada. Acr ed ito no p rocesso
educac io na l b usca ndo at ividade s d ifer e nc iada s, se mpre estar d ispos to a o uvir, d isc ut ir e inter a gir
te ntado as s im dese nvo lver e fo r ma r pessoas.
R e fe rê ncias :
CRC - Lutas. Betti. 1992. L ut as . Batatais : Cl ar eti ano, 2019.
CRC - Lutas. Co nj unto de A utores . 1992. Lutas . Ba tatai s: Cla retiano,
2019.
CRC- Lutas. CRC - Lutas. CRC Lutas. L utas . Ba tatai s: Cla retiano, 2019.