1135242_TCC DESENVOLVIMENTO alfabetização
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A LFABETIZA Ç ÃO E L ETR AM ENTO
MUN IZ, S i mone Sant os.
R U= 113 5242
R ESU MO
P ara que poss amos t er um a i de i a da im portância da A l fabetiz aç ã o e do Let ram ento
na forma ç ão educ acio nal , nas s éries i nic i ais do E ns i no Fundam ent al faz -s e
nec ess ário i nves t i gar al gum as prát ic as ut iliz adas no di a -a-dia para que s e f a a
aprendiz a gem na Educ aç ão Infantil. Letrar é ma is que Al fabetiz ar, é ens i nar a ler e a
esc rever dent ro de um c on t ext o de i ns erç ão de c a da c rianç a, t rans f orm ando ess e
c onheciment o em aprendiz ag em s istemática, at ravés de R ec urs os Pedag ógic os que
podem s er ati vi dade s de brinc ade i ra o u aind a na utiliz aç ão d e j ogos e bri ncad ei ras
educ ati vas . P ara mel h or escl arecim ent o busc am os um p ouc o do históric o da
Al fabetiz aç ão e do Letram ent o na his tória do des envol vi m ent o e duc aci ona l n o B ras i l.
O us o de t écnic as di ferenci adas nos proporç ão do qu ant o os educ andos po dem
aprender c om m ét odos n ovos princ i pal m ente de val ori z aç ão do c onhec im ento que a
c rianç a j á p oss u i e a parti r daí des envol ver um t rabalho no qual terá m aior ê nfas e na
m edi aç ão dos c ont eúdos / al un os no des envol vim ent o de habilidad es de leitura e
esc rit a, al ém da c om preens ão dos tex t os t rabal ha dos. A propos t a obj etiva
des envol ver prát i c as de leit ura e esc rita c om di ferentes di dátic as dentro de um
c ontex t o o nde a esc rit a e a leit ura t enham s enti do e faç am part e da vi da do al un o. O
m ét odo de pes quis a é à abordage m qualitati va, ut i liz and o os princ ípi os teóric os e
m et odol ógic os d e pes quis a et nográfi c a. N ão podem os t rab al ha r Al fabetiz aç ã o e
Let ram ento s ep aradam e nte, pois am bas s e dão c onc om it ant emente por m ei o
dess es dois proc ess os num a depend ênc i a um a d a out ra t end o am bas a funç ã o de
i nt roduz i r o al uno no m un do l etrado. A ssim proc ura-se s em pre um a forma de
oferec e r à c rianç a a bas e de sus t ent aç ão da alfabet iz aç ão: a l e it ura, para que haj a
um a alfabetiz aç ão c onc reta e sig ni fic ativa p ara o al uno.
P al avras -c ha ve: A l fabet iz aç ão e L et ram ento. Jogos e B rinc ade i ras . D es e nvol vi m en t o
educ acio nal . E duc aç ão Infa nt il. R ecu rs o P edagógic o.
1 Al un o(a) do C urs o de P eda gogia d o C e nt ro U niv ersit ário I nt ernacional UN I N TER. Art i go apr esenta do com o
Tr a bal ho d e C oncl usão de C urso
C omment [UdW1 ]: AS FUN ÇÕ ES
.1 - INT RO DU Ç ÃO
O objetivo des t e t rabalh o tem por bas e disc orrer s obre a i m portâ nci a em
al fabetiz ar l et rando, qua is as i nflu ênci as educ at i vas que podem os utiliz ar para
alc anç ar noss os ob jeti vos e quais os rec urs os que podemos us a r pa ra t er s uc ess o
no aprendiz ado do alu no ness a fas e t ão import an t e de s ua vid a esc ol ar, qu e é o
aprender a ler e a esc rever.
B usca-s e c om ess e trabalho de al fabet iz aç ã o e l et ram en t o m ost rar q ue
podem os i ns erir Jogos e brinc adeiras no des envol vi m ent o educ ac i onal e que est e
en vol ve de m anei ra s i gnific at i va c om o rec urs o pedagógic o, quando s e fala de
educ aç ão de c rianç as , pois c ontri bui para a s oc i al iz aç ã o e para o ensi no
aprendiz a gem . N a educ aç ã o ao t rabal har c om o l údic o para al fabetiz ar em t odo
proc ess o educ acio nal propicia c om que a c ria nça s ej a s uj ei t o ati vo e re flex i vo, onde
c onstrói c onhec im ent o e es t a bel ec e relaç ões s oc iais e des en vol vem -s e
i nt egralm ente.
S abem os que as brinc adei ras e os j ogos es t ão present es no di a a di a das
c rianç as e para iss o prec is am os s a ber o que é m ais impo rta nt e e o que deve s er
rele vad o. At ravés dos jo gos e das brincadei ras a c ri anç a des en vol ve s ua
c riati vi dade , m elhora s eu dese nvol vi m en t o m ot or, s e s oci aliz a com m ai or
des envol t ura e aprende de um a fo rma gos t os a e divert i da a reter c on h ec im ent o
brinc ando.
N a al fabet iz aç ão a propost a pedagógica de prom over o l ú dic o é qu e o m esm o
des envol ve i n t egralm ente a c rianç a nos as pectos s ic o, c ogniti vo, s oc i al e afeti vo, e
s endo orien t ado pel o profess or p ara facil it ar em m ai or âmb it o a aprendiz a g em das
c rianç as de m aneira cons t rutiva.
O t rabalh o s e i nc i dirá em pes qu is a bi bl i og ráfic a, ond e buscarem os aut ores
que ab ordam o l údic o na educ aç ão i nfantil, para ampl iar a vi s ão de quanto est e
i m port ant e rec urso pedagó gic o faz di ferenç a nesta et apa da educ aç ão. O p eríodo é
j us tific ad o por tratar -se de um es t u do i nicial o qual deve t er c ont i nui d ade,
ent ende ndo -s e que no c enário da História da Educ aç ão bras ilei ra, foram grandes as
t rans formações oc o rridas ao l ongo dos s éc ul os at é os dias a t uais , m om ent os em
que oc orreram grandes reform as no c enário da educaç ã o brasi l eira, no c ontex t o da
al fabetiz ação e as disc uss ões ent re o t radic i on al e o m oderno pers ist em at é os di as
at uais.
2- A L FAB ETI ZAÇÃO E LETRAMENTO.
2. 1 Al fa be tiza çã o e Le trame nto no C on tex to Hi stóri co.
P ara m el ho r c om preender as dive rs as dim ens ões que permei am a leitura e a
esc rit a, busc a-s e a t ravés des t e um a bas e de c o nhec im ento t eóric o que venha
ex plic ar a val i d ade o u não da u ni vers al i dade l i near da Psic ogên ese e da Língua
esc rit a, ess a c ontrib u ão am plia as t éc n ic as de reflex ão para aqu el es que s e
i nt eress am verdadei rame nt e na a quis ão de c onhec ime nt os e t am m renova r s u as
ex pectativas relac i onadas ao proc ess o d e aprendiz agem c om o a l eit ura e a esc rit a.
N os tem pos mais an ti gos o process o de A lfabet iz aç ão e Letram ent o era algo
ac ess ível à c l ass e mais ric a da s oc i edade, s om ente a elite tinha di reit o de aprender,
m as m esm o naque l e tem po a l ei tura vi nha prim e i ro pel o proc ess o de d i fic ulda de de
aprender a esc rever. B arbos a (1990, p. 1 7) i lus t ra com m ais cl arez a ess a téc nic a.
(.. .) im agin e um a cria n ça tent an do t ra ça r ca ra cte re s ch e i o s d e a ra be sco s
co m u ma p en a de gan so e n t re o s d e do s (a p e na d e f e rro o u de a ço só foi
in ve n tad a em 18 30 ). A esc ri ta e ra en tã o con si de ra da um a a rte um a
co re o g rafi a da p en a qu e im pli ca va um a po si çã o co rre ta d o corpo , o
m anej o de m at e riai s d e li cad o s, um a da n ça da s m ão s (1 9 9 0 , p . 17 ).
P ara M aciel (2008), o obj eti vo dess a t em ática de c onhec er ess e proc ess o
his t óric o de c om o s e apres e nt avam as prim ei ras letras e c om o e las eram esc ri t as,
at é o proc ess o de uni vers al iz aç ão de esc o l as e a i ns erç ão do est u do da
Psic ogê nes e. O probl em a de anal fabet ism o no B rasi l é c o ns i derado um a c ha ga
(doenç a) que s empre fa vorec eu para q ue o m esm o foss e c onsiderado
s ubdes envol vi do, s em c ons eguir evol u i r, em detrim ent o do his t óri co educ aci onal que
vi vem os s e preocupavam em ana l is ar as es t at ístic as do m ero de an al fabetos
exis t entes no país, não s e preoc upa vam em c om o m udar e ss a reali da de
vergonhos a. Segu ndo as a nális es de M ac i el (2008).
A s úl tim a s d é cad a s d o sé cul o XX ma rca ra m um cre sci m en to bibli og fi co e
a ca dêmi co na á rea d a alf ab eti za çã o . Até m ead o s d a ca da d e 19 80 ,
e stu d o e pe sq ui sa s so b re e ssa t e m áti ca, vol ta vam -se q u a se e xcl u si va me nte
p a ra o s a sp e cto s p si co l ógi co s e p e da gi cos, o u se j a, qu a se
e xcl u si va me n te p a ra o s p ro ce sso s p o r mei o do s q u ai s o i ndi vídu o ap re nd e a
le r e e scre ve r, o s a sp e cto s fi si oló gi co s e n eu roló gi co s, o s p -re q ui si t o s
p a ra a al fa be ti zação e pa ra o s m é t odos d e a l fab e ti za ção . (M A CIEL , 20 08 ,
p . 229 )