GESTÃO DE BENEFÍCIOS
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GESTÃO DE BENEFÍCIOS


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Di s c.: GESTÃ O D E B ENEFÍ CIO S
Al uno (a): GEI ZI ELI NO B ERTO D E SO UZA SI LVA
Ma trícu la: 201801231346
Ace rto s: 9, 0 de 10,0
I nício : 21/04/2019 (F ina li z.)
1a Q ue stã o (Re f.:2 018 04211 762 )
Ace rto : 0, 0 / 1, 0
No â mbito d as o rga niza çõ es , os be nef ício s o me ios ind ispe nsá v eis de sup rim ento e a poio que
v isa m pr om ov e r a a tr ão , r ete nção e a sa tisfa çã o do s s eus r ec urs os hum ano s, a ssim co mo o
a ume nto de pr odu tiv ida de da s e mpr e sa s. C o m is so po demos a firm ar que :
A s e mpr es as que of er ec em be ne fício s po r me r a libe ra lida de , po de rã o a bate -lo s do
v alo r r ec olhid o a pr ev idê ncia so cia l.
Os be ne fício s s ó po de m s er co nce dido s a os e mpr eg ado s na fo rm a d e pro duto , pois iss o
é que atra i no vo s c ola bo ra dore s.
A s e mpr es as es tã o ob riga das a c once de re m b ene fício s a os e mpr eg ado s q ue
e xe rc em ca rg os de níve l s uper ior .
Os be ne fício s po de m se r o fe re cid os s ob a fo rm a de um s erv iço c om o, po r e xe m plo, a
a ssis tê ncia dica o u jur ídica .
Os be nef ício s co nce dido s pe la s e m pre sa s nã o v isam a m elho ria da qualid ade de v ida
do s tra ba lhado re s.
2a Q ue stã o (Re f.:2 018 04242 415 )
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No pa ss ad o os bene fíc ios es ta va m f or te me nte atre la dos ao pa te rna lism o ex istente,
pr incipa lme nte na s o rg aniz açõ e s e m q ue as con diçõe s er am rud es e a dversa s. A tualm ente , os
be ne fício s fa ze m p ar te d os atra tiv o s c om que as or ganiz õe s utiliza m c om o e stra té gias na
funç ão de ma nte r a c omp etiçã o e mp re sar ia l e na d isputa d e m ante r o u a tr air tale ntos huma nos ,
de ntr e o utro s f ator es , tudo iss o b usca ndo pro dutivid ade e a sse gur ando luga r no m er ca do
(S ILV A, 2017). Ne sse c ontex to é impo rtante des ta ca r, c omo pa me tr o pa ra a co nce ssã o dos
be ne fício s:
A te or ia d a hie ra r quia das nece ss ida des , tendo e m v ista as dife re nte s ne ce ss idad es
huma na s que po de m s er a te ndid as co m o s dif er entes be ne fício s con ce didos po r m uita s
e mpr es as ;
O princ ípio da irre dutibilida de sa lar ia l, te ndo e m v ista as dife re nte s f orm as de
re m uner ão ad otada s po r e mp re sa s br as ileir as ;
A x ima de que é dan do q ue se re ce be , uma v ez que a s difere nte s ne ce ss idad es
huma na s po de m s er a te ndida s com o pró prio tra balho do e mpre gad o, s ua c ria tiv idad e e
e ntus ias mo ;
A te or ia d os juro s c om pos tos , se gundo a qua l os be ne fício s, som ad os, de ve m
re pr es enta r - pe lo m eno s - 1/3 do v alo r d os sa rios pa gos ao s e m pre ga dos,
inter nam ente ;
O es ta be le cime nto de be ne fício s f inanc eir os que , uma v ez apr ov a dos , pe rmite m que o
e mpr eg ado a dquira todo s o s d em ais be ne fício s, d ire ta me nte, o u a tra v és da co -
pa rticipa çã o;
3a Q ue stã o (Re f.:2 018 01956 595 )
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Qu ais o o s p rincip ais fa to re s q ue d eter mina m a c ondiç ão de um em pré stimo e spe cia l, a nalis e
a s a lte rna tiv a s a ba ixo e es colh a um a das op ções:
I - É mo tiv ad o po r ques tõe s ma is gr av e s, q ue im plic am em ga sto s de gr and e m onta,
que po de m s er pa gos co m a dila ta çã o do pra zo de pa ga me nto.
II - Re e mbo lso : entre 6 e 12 m e se s.
III- C o bra m juro s de m er ca do.
A s a lte rna tiv a s I e III e stão co rre ta s.
A s a lte rna tiv a s I I e III es tã o c orr etas .
A s a lte rna tiv a s I e II e stão co rre tas .
A pe nas a a lter nativa I I está c or re ta .
A pe nas a a lter nativa I e stá co rre ta.
Gaba rit o
Come nt .
Gaba rit o
Come nt .
4a Q ue stã o (Re f.:2 018 01462 719 )
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A s e mp re sa s que co nce de m e mp stimo s e , e m q uas e totalid ade de le é co ber ta pe lo pró prio
e mpr eg ado . Ess es e mpré stim os ger alm e nte s ó s ão co nce didos e m c as o de e me rgê nc ia. P ar a
e vitar r isco s, q uais o o s c ritér ios pa ra a co ncess ão de sse be ne fício que a s e mpr es as
e stabe le ce m pa ra tal a jud a?
O co mpr om etime nto do s alá rio no pa gam ento das pr es ta çõ es dev e limitar -s e a 50%
do sa lár io n omina l. Es se cr ité r io, c om binad o c om o p ra zo de p aga me nto , irá
de te rm inar ta mbé m o v alo r m áx im o d os e mp stimo s.
C o brir so me nte de spe sa s m é dica s pr ev is ta s
C o nce de r e mpr é stim os par a pa gam e nto de dív ida s.
A s e mp re sa s e ste nde m tam m e ss es e mpré stimo s p ar a d es pesa s c om ed ucaç ão e /ou
me lho ria s ha bitacio na is.
Não po de contra ta r um e mpr és timo o funcio nár io que não te nha q uita do um
e mpr és timo a nte r ior.
Gaba rit o
Come nt .
Gaba rit o
Come nt .
5a Q ue stã o (Re f.:2 018 01892 284 )
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Qu al de s ta s o pçõ e s nã o e stá vinc ulad a a pre vid ênc ia c om ple me nta r?
Manter a em pre sa c om petitiv a no m er ca do;
R ec omp ens ar a per ma nênc ia dos funcio rios po r um lo ngo te mpo na em pre sa ;
G er ar op or tunid ade s de de se nv olv ime nto pe ss oa l;
D em ons tra r re spo nsa bilida de so cia l e v alo rizaçã o do s e mp re gad os.
A tr air e fix ar o s re cur so s hum ano s;
Gaba rit o
Come nt .
Gaba rit o
Come nt .
6a Q ue stã o (Re f.:2 018 04239 099 )
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A e mpre s a T REVI fi rmou cont ra t o com uma i ns tit ui ção fi nancei ra
pa ra concede r e mpré s t i mo aos se us e mpre gado s com j uro s be m
a bai xo do me rcado e des cont o e m fol ha de pa gament o . O val o r pa ra
de s co nt o e m f ol ha o po derá ul t ra pas sar 30% da re nda do
e mpre ga do. Qual tipo de e mpré s ti mo a e mpre s a T REVI ofe re cerá
co mo be nefí ci o aos seus e mpre gado s?
C onsi gnado
Rá pi do
C omum
Si mpl e s
Esp eci a l
7a Q ue stã o (Re f.:2 018 02342 118 )
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O gra nde de sa fio das e mpre sa s atualm ente , qua ndo f ala mo s de be ne fício s é a ma nute nçã o
de stes co mo fo ra m o rigina lme nte c onc ebid os , nes te ca so não po de mo s de ix ar de citar o ma is
of er ec ido, o m ais v a lor iza do e o m ais utiliza do de tod os os ben efíc ios que é se m dúv ida algum a
o Pla no d e S a úde ou A s sistê ncia Mé dica . A tua lme nte p ar a tod as as e mpre sa s os custos
de co rr entes do s pla no s de sa úde co nstitu em um d es afio e nor me pa ra a ma nute nçã o de ste
be ne fício . C o mo s e deno mina o nom e do índ ice de utiliz açã o do plano de sa úde ?
Í ndice de C us tab ilidad e
Í ndice de Usa bilida de
Í ndice de S inistra lida de
Í ndice de O ner os idad e
Í ndice de R as tr ea bilida de
8a Q ue stã o (Re f.:2 018 01329 990 )
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