Empreendedorismo-Paulo-Sertek-pdf
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entrega, manutenção, descarte de produtos, entre outro serviços.
Este capítulo também abordou a necessidade do envolvimento 
dos colaboradores para o aprimoramento contínuo de processos, 
produtos e serviços. As empresas atuais desenvolvem programas 
para a maior participação dos colaboradores nos resultados e de-
cisões nas organizações.
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QueStõeS pArA reViSão
1. O que significa o termo \u201ccomoditização\u201d? Dê exemplos em 
pelo menos três setores industriais.
2. Que exemplos práticos nos fornece o estudo de caso da WEG?
3. Quais os principais efeitos produzidos pela globalização nas 
empresas brasileiras?
a) O aumento da concorrência mundial.
b) A busca por estratégias de diferenciação.
c) A redução dos custos de fabricação.
d) Somente as alternativas a e b são corretas.
e) As respostas a, b e c são corretas.
4. Segundo Porter (1980), quais são as estratégias que as em-
presas podem desenvolver?
a) Liderança em publicidade.
b) Padronização de operações.
c) Liderança em custos, diferenciação e foco.
d) Desenvolver vários produtos.
e) Nenhuma das alternativas anteriores está correta.
5. O que é uma estratégia de diferenciação?
a) Fazer algo interessante.
b) Ter boas ideias.
c) Aplicar-se no dia a dia da empresa.
d) Averiguar o que faz o concorrente.
e) Nenhuma das alternativas anteriores está correta.
QueStão pArA refLexão
Identifique qual foi a estratégia empregada pela Embraer a partir 
do estudo de caso apresentado neste capítulo. 
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Conteúdos do capítulo
 » Poder e estilos das organizações;
 » Delegação;
 » Emporwerment;
 » Equipes inovadoras.
Após o estudo deste capítulo, você será capaz de:
1. saber identificar o sistema formal e informal nas organiza-
ções;
2. conceituar autoridade de linha e de apoio;
3. empregar os princípios de delegação;
4. conhecer e aplicar processos de empowerment;
5. aprender a aplicação das cinco disciplinas de Ppeter Senge;
6. aplicar conceitos de gestão do conhecimento em equipes 
inovadoras.
GeStão 
deSCentrALiZAdA: 
enVoLVimento
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Neste capítulo, abordaremos a situação das pequenas e médias 
empresas brasileiras e o fato de estarem despreparadas para a 
gestão em situações de mercado extremamente mutáveis e voláteis. 
Como analisamos no capítulo 1, os novos modelos de estruturas 
administrativas são mais descentralizados e flexíveis, os quais 
exigem maior delegação de autoridade em todos os níveis, a fim 
de favorecerem o empreendedorismo, o comprometimento, a 
criatividade e a inovação, fatores-chave da competitividade.
Podemos imaginar que seria muito difícil ou impossível para 
uma pessoa adquirir determinado produto ou serviço se não 
existisse uma organização que o fizesse. Isso porque um processo 
pode envolver inúmeros atores sociais. Por exemplo: em nossa 
empresa, podemos, a qualquer momento, em condições normais, 
utilizar uma caneta esferográfica. Contudo, por trás desse 
produto tão simples há uma longa cadeia de produção que vai da 
extração de matéria-prima até a fabricação de cada uma das suas 
partes. É graças a esse processo que podemos dispor de tais pro-
dutos e serviços: interatividade e cooperação conjunta.
Atender as demandas humanas não é fácil. Nem tampouco 
resol ver os problemas cotidianos. É por isso que um conjunto de 
colaboradores com fins comuns e com um nível de cooperação 
excelente é fundamental (Pérez Lopez, 1994, p. 15).
Como podemos ver na Figura 3.1, as ações humanas, as 
necessidades, a coordenação de ações e a satisfação são os ele-
mentos essenciais das organizações.
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Ações humanas Necessidades
Coordenação de ações
Satisfação das necessidades
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Toda empresa tem que atingir resultados ou fins externos, isto 
é, de outros interessados que não sejam os seus membros. No entan- 
to, os funcionários estão na organização para conseguir também 
seus fins pessoais, familiares, sociais etc. Desenhar adequadamente 
as estruturas e as tarefas passa a ser o elemento-chave para o en-
volvimento e desenvolvimento social. Não se trata apenas de con-
seguir metas e resultados, mas também definir sobre como os 
resultados serão obtidos.
O aperfeiçoamento dessas questões revela maior ou menor 
comprometimento com a missão da organização.
A arquitetura do sistema de gestão deve estar perfeitamente 
ajustada ao modo de coordenar as ações das pessoas para satisfa-
zer às necessidades de caráter externo e interno. Uma organiza-
ção que conta com o fator humano terá em conta as suas necessi-
dades de crescimento pessoal e profissional, bem como aspectos 
que têm em conta a qualidade de vida dos seus colaboradores. 
Temos que ressaltar dois tipos de sistema dentro das organiza-
ções: o formal e o informal. O primeiro abrange uma previsão do 
que os indivíduos devem fazer e como e quanto serão remunera-
dos por isso. Por meio do sistema formal, podemos visualizar toda 
a estrutura da organização, destacando-se a produção e a distri-
buição (o que é feito para a empresa) e os incentivos (o que será 
recebido), o que nos permite, assim, analisar a sua configuração. 
A empresa real deve ser entendida como o resultado da inte-
ração de indivíduos que
Alexandro
Alexandro fez um comentário
Bom dia Paulo, por favor poderia me enviar o livro em pdf. obrigado
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Jefferson
Jefferson fez um comentário
Oi Tem como enviar por email ? Vc tem esse livro?? Desde ja agradeco
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