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ARQUITETURA HOSPITALAR docx 01

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ARQUITETURA HOSPITALAR
SDE0629_A1_201703101367_V1 
	
		Lupa
	 
	Calc.
	
	
	 
	 
	 
	
Vídeo
	
PPT
	
MP3
	 
		Aluno: 
	Matrícula: 207
	Disc.: ARQUITETURA HOSPIT. 
	2019.1 EAD (GT) / EX
		Prezado (a) Aluno(a),
Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não valerá ponto para sua avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.
Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma. Aproveite para se familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.
	
	 
		
	
		1.
		São exemplos do resultado da evolução dos edifícios de saúde no Brasil:
	
	
	
	a implantação do modelo do sistema de saúde trazido pela rainha D. Leonor de Lencastre.
	
	
	a Santa Casa de Misericórdia de Santos.
	
	
	a reorganização das normas para edificação hospitalar pelo Ministério da Saúde desde a década de 70 e a fundação da Associação Brasileira para Desenvolvimento do Edifício Hospitalar (ABDEH).
	
	
	o primeiro desinfectório em Botafogo e o Instituto Oswaldo Cruz.
	
	
	o estabelecimento de normas de construção hospitalar após a revolução de 30, com reestruturação de conceitos e a criação da Escola Nacional de Belas Artes (ENBA).
	
	
	
	 
		
	
		2.
		Assim como o Hospital moderno, o Hospital antigo também era considerado um local para tratar doentes. As pessoas procuravam o lugar para morrer de forma mais digna. A nomenclatura usada para esse tipo de estabelecimento na Antiguidade era:
	
	
	
	Clínica.
	
	
	Nosocômio.
	
	
	Necrotério.
	
	
	Sanatório.
	
	
	Thelema.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		Um projeto que rompeu com o sistema pavilhonar baseado na teoria dos miasmas e adotou um partido em blocos mais funcional, menos oneroso e com circulações internas bem definidas foi:
	
	
	
	o Hospital Getúlio Vargas de Brasília, de Oscar Niemeyer.
	
	
	o Hospital da Brigada Militar de Recife, de Luis Carlos Nunes.
	
	
	o Hospital Geral de Maceió, de Carlos Alberto Braga.
	
	
	o Hospital de Cardiologia de São Paulo, de Nuno Borges.
	
	
	o Hospital do Amparo de Salvador, de Lucio Costa.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		A reorganização das normas para edificação hospitalar pelo Ministério da Saúde desde a década de 70 e a fundação da Associação Brasileira para Desenvolvimento do Edifício Hospitalar - ABDEH é um exemplo de:
	
	
	
	resultado de um esforço único para melhoria das instalações prediais no Brasil.
	
	
	resultado da evolução dos edifícos de Saúde no Brasil.
	
	
	resultado de uma compilação de dispositivos legais acerca da qualidade das edificações brasileiras.
	
	
	resultado de uma legislação mais focada na saúde brasileira.
	
	
	resultado de um amadurecimento da sociedade brasileira acerca dos aspectos epidemiológicos.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		Lugar para tratar doentes, asilo, é:
	
	
	
	Nadocomium, na terminologia russa ou italiana.
	
	
	Nasocomium. na terminologia egípcia ou árabe.
	
	
	Nasecomium, na terminologia árabe ou latina.
	
	
	Nosomium, na terminologia grega ou egípcia.
	
	
	Nosocomium, na terminologia grega ou latina.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		O caráter assistencial e a relação igreja-hospital são elementos presentes até os dias de hoje no meio hospitalar. Sabe-se que os pilares financeiros do Hospital Medieval eram:
	
	
	
	Oferendas, doações e aplicações financeiras.
	
	
	Doações, legados e ofertas.
	
	
	Doações, repasse de verbas do governo e aplicações financeiras.
	
	
	Legados e verbas da iniciativa privada.
	
	
	Legados, repasse de verbas do governo e verbas da iniciativa privada.
	
	
	
	 
		
	
		7.
		Nosocomium, na terminologia grega ou latina, é:
	
	
	
	templo da Idade Média.
	
	
	doença, peste.
	
	
	igreja.
	
	
	médico, profissional da saúde.
	
	
	lugar para tratar doentes, asilo.
	
Explicação:
O termo desgnou inicialmente o local para isolar o individuo da sociedade enquanto nao terminar seu tratamento. Se critica muito inclusive que na pratica viravam depositos de doentes, o que  no mundo contemporâneo não se considera mais assim a bastante tempo.
	
	
	
	 
		
	
		8.
		Na sua origem, o hospital tinha essencialmente um caráter assistencial, filantrópico e de auxílio aos necessitados.
	
	
	
	Errado, pois os hospitais recebiam como contrapartida de cada paciente a respectiva doação ou oferenda como moeda de pagamento.
	
	
	Certo, pois apesar do pilar financeiro do hospital medieval ter sido por meio de doações, legados e oferendas, estes não eram exigidos como contra-partida para o atendimento do enfermo.
	
	
	Certo, pois a legislação da época não permitia que este tivesse fins lucrativos.
	
	
	Errado, porque Carlos Magno exigiu que as igrejas tivessem livre arbítrio para implantar seu modelo de gestão financeira.
	
	
	Certo, pois o IV Concílio de Cartagena determinou regras para que, sob o comando da igreja, os hospitais assumissem caráter exclusivamente filantrópico.

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