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O QUE É A CIRROSE HEPÁTICA?
O fígado é um órgão grande, que pesa cerca de 1,5 quilo, e está localizado na parte superior direita do abdômen, por baixo das costelas. O fígado executa muitas funções que são essenciais à vida, tais como produção de proteínas, metabolização de toxinas, armazenamento de glicose, produção de colesterol, produção de bile, síntese de fatores da coagulação, armazenamento de ferro e vitaminas, etc.
O fígado é capaz de reparar-se quando agredido. No entanto, se a agressão ocorrer de forma persistente ao longo de vários anos, o processo de reparação passa a envolver a criação de tecido cicatricial em vez de tecido com células hepáticas capazes de executar suas funções. Assim, situações nas quais há contínua agressão do fígado, como ocorre, por exemplo, com o consumo crônico e abusivo de álcool, podem causar cicatrizes em áreas significativas no fígado, processo no qual damos o nome de cirrose.
A cirrose hepática é o resultado final de anos de agressões ao fígado, o que provoca a substituição do tecido hepático normal por nódulos e tecido fibroso. No fundo, a cirrose nada mais é do que a cicatrização do fígado. Onde deveria haver tecido funcionante, há apenas fibrose (cicatriz).
Como era de se esperar, quanto mais extensa for a cirrose hepática, menor é o número de células hepáticas funcionantes e, portanto, maior é o grau de insuficiência hepática. Em última análise, a cirrose é um estado de falência do fígado, um órgão nobre sem o qual não conseguimos sobrevive.
QUAIS SÃO AS CAUSAS DE CIRROSE?
A cirrose surge em qualquer situação na qual haja agressão para o fígado. O consumo excessivo de álcool e as hepatites virais crônicas são as principais causas, mas não as únicas.
 Cirrose alcoólica
 O consumo diário de álcool leva ao desenvolvimento de lesões permanentes no fígado.
Se resulta uma cirrose hepática qnd a pessoa consome cerca de 3 copos de cerveja ou 2 taças de vinho diariamente. Principalmente nas mulheres, que são mais susceptíveis às lesões hepáticas do álcool.
O consumo regular de álcool leva à esteatose hepática, também conhecido como fígado gorduroso, que pode evoluir para hepatite alcoólica e, por fim, para cirrose e falência hepática.
b) Hepatites virais
As principais hepatites virais crônicas, são: as hepatites B e C. São causas comuns de lesão do fígado, que podem levar à cirrose após anos de doença ativa. Normalmente, o paciente não tem sintoma do vírus, só vindo a descobrir muitos anos depois, quando eles começam a se manifestar.
Hepatite autoimune
A hepatite autoimune é uma forma de lesão do fígado na qual o nosso organismo começa a produzir de forma inapropriada anticorpos contra as células próprio fígado, como se este fosse um ser invasor, um corpo estranho que não nos pertencesse.
Esteatose hepática não alcoólica
O consumo excessivo de álcool é uma das causas mais comuns de esteatose hepática, mas não é a única. Obesidade, diabetes, desnutrição e alguns medicamentos podem também provocar esteatose, que em graus mais avançados pode evoluir para esteato-hepatite e, posteriormente, para cirrose
Cirrose biliar primária
A cirrose biliar primária, que também é doença de origem autoimune, é uma forma de lesão do fígado na qual o processo inicia-se pela destruição das vias biliares.
outras doenças que podem provocar cirrose
Hemocromatose.
Doença de Wilson.
Deficiência de alfa 1 antitripsina.
Fibrose cística.
Colangite esclerosante primária.
Hepatite por drogas ou medicamentos.
Sintomas[editar | editar código-fonte]
Cirrose.
No início não há praticamente nenhum sintoma, o que a torna de difícil diagnóstico precoce, pois a parte ainda saudável do fígado consegue compensar as funções da parte lesada durante muito tempo. Numa fase mais avançada da doença, podem surgir desnutrição, hematomas, aranhas vasculares, sangramentos de mucosas (especialmente gengivas), icterícia("amarelão"), ascite ("barriga-d'água"), hemorragias digestivas (por diversas causas, entre elas devido a rompimento de varizes no esôfago,levando o doente a expelir sangue pela boca e nas fezes) e encefalopatia hepática (processo causado pelo acúmulo de substâncias tóxicas que leva a um quadro neurológico que pode variar entre dificuldade de atenção e coma).

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