Aula prática princípios básicos de eletricidade
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Aula prática princípios básicos de eletricidade


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Aula prática princípios básicos de eletricidade (vivência com a monitora) 
Localização dos melhores pontos de estimulação com a \u2018Técnica do Dedo\u2019 e 
Determinação da melhor freqüência e modo de estimulação clínica. 
1. Selecione qualquer gerador TENS e ajuste nos seguintes parâmetros: (T = 100 ms; F = 75 Hz, por exemplo). 
2. Usando um canal de estimulação, dê um eletrodo auto-adesivo ou de borracha de silicone-carbono para o paciente segurar; segure o outro na palma de sua mão. 
3. Faça contato de seu dedo indicador com o corpo do paciente e aumente a intensidade da corrente até você sentir um pouco do formigamento da corrente passando pelo seu dedo (nível sensorial fraco). 
4. Com seu dedo, faça uma \u201cpalpação elétrica\u201d das áreas de dor referidas pelo paciente, buscando nelas pontos gatilhos (ou pontos de acupuntura, ou pontos motores, ou áreas de inervação sensorial relacionadas à dor referida). Você saberá que encontrou esses pontos de maior sensibilidade elétrica ao perceber mais corrente passando pelo seu dedo, ou com o paciente referindo sensações de corrente a distância do ponto que está sendo palpado, ou ambas as coisas, sem que a amplitude da corrente do aparelho tenha sido aumentada. Esses pontos são \u201cpontos de baixa impedância elétrica\u201d, por onde a energia da corrente flui com maior facilidade e que, por isso, são pontos ótimos de estimulação, devendo ser usados preferencialmente como alvos de estimulação. 
5. Localize e marque até 4 pontos, pois o aparelho tem dois canais, permitindo o uso de quatro eletrodos de estimulação na aplicação terapêutica posterior. 
6. Peça ao colega para que ele perceba qual é a impressão sensorial deixada pela corrente (\u201cPrestar atenção no tipo de formigamento, se é agradável ou desagradável.\u201d) 
7. Feito isso, diminua a freqüência da estimulação para o mínimo que o aparelho permitir (no caso, 10 Hz). 
8. Peça para o colega comparar a sensação com a anterior (Melhor? Pior?) 
9. Aumente a freqüência para o máximo que o permitir (no caso, 166 Hz) e repita o passo 8 (Melhor ou pior que as anteriores?) 
10. Teste pelo menos mais duas ou três freqüências (por exemplo, 25, 80 e 125 Hz). 
11. Quando o colega decidir qual é, para ele, a melhor freqüência, passe a estimulação para o modo Burst e pergunte novamente (\u201cMelhor ou pior?\u201d). 
12. A estimulação terapêutica posterior à Técnica do Dedo deve ser feita com os eletrodos convencionais, colocados sobre os pontos que foram localizados (dois ou quatro), na freqüência e no modo que o paciente preferiu e com uma intensidade fixada num nível sensorial forte. 
Observações: 
1. Como a estimulação é sensorial fraca, quando você diminuir a freqüência, pode ser que a estimulação fique muito fraca e o paciente não sinta a corrente: aumente um pouco a intensidade. Por outro lado, quando a freqüência for aumentada, pode ser que a estimulação fique muito forte e incomode o paciente: diminua a intensidade. 
6. Peça ao colega para que ele perceba qual é a impressão sensorial deixada pela corrente (\u201cPrestar atenção no tipo de formigamento, se é agradável ou desagradável.\u201d) 
7. Feito isso, diminua a freqüência da estimulação para o mínimo que o aparelho permitir (no caso, 10 Hz). 
8. Peça para o colega comparar a sensação com a anterior (Melhor? Pior?) 
9. Aumente a freqüência para o máximo que o permitir (no caso, 166 Hz) e repita o passo 8 (Melhor ou pior que as anteriores?) 
10. Teste pelo menos mais duas ou três freqüências (por exemplo, 25, 80 e 125 Hz). 
11. Quando o colega decidir qual é, para ele, a melhor freqüência, passe a estimulação para o modo Burst e pergunte novamente (\u201cMelhor ou pior?\u201d). 
12. A estimulação terapêutica posterior à Técnica do Dedo deve ser feita com os eletrodos convencionais, colocados sobre os pontos que foram localizados (dois ou quatro), na freqüência e no modo que o paciente preferiu e com uma intensidade fixada num nível sensorial forte. 
Observações: 
1. Como a estimulação é sensorial fraca, quando você diminuir a freqüência, pode ser que a estimulação fique muito fraca e o paciente não sinta a corrente: aumente um pouco a intensidade. Por outro lado, quando a freqüência for aumentada, pode ser que a estimulação fique muito forte e incomode o paciente: diminua a intensidade.