simulados do quinto período letras-Inglês
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simulados do quinto período letras-Inglês


DisciplinaEnsino e Aprendizagem de Inglês com Língua Estrangeira201 materiais616 seguidores
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do poeta.
		
	
	
	 6a Questão (Ref.: 201301042999)
	Pontos: 1,0  / 1,0
	S.O.S.
   não houve sim que eu dissesse
que não fosse o começo
    de um esse o esse
                      Paulo Leminski
O poema acima é um poema concreto. A opção que não caracteriza o concretismo,é :
 
 
		
	
	uso do inesperado
	 
	em forma de soneto.
	
	jogo com as palavras.
	
	com apelo visual
	
	jogo com as letras.
		
	
	
	 7a Questão (Ref.: 201301037037)
	Pontos: 0,0  / 1,0
	A poesia marginal é marcada:
		
	
	pela ausência de temas sociais ou políticos e a ênfase no aspecto subjetivo.
	 
	por uma linguagem agressiva e subjetiva em relação à política brasileira dos anos 70
	 
	pela expressão dos marginalizados sociais no contexto popular dos anos 60.
	
	por uma linguagem popular, de caráter marcadamente exótico e folclórico.
	
	pela negação da cultura de elite e afirmação da superioridade de suas produções.
		
	
	
	 8a Questão (Ref.: 201301027963)
	Pontos: 0,0  / 1,0
	Ao reeditar seu primeiro livro \u2013 Alguma poesia \u2013, Carlos Drummond de Andrade suprimiu dois poemas, a saber, \u201cEu também já fui brasileiro\u201d e \u201cEuropa, França e Bahia\u201d, mas incluiu \u201cSentimental\u201d. Leia os trechos dos poemas abaixo para responder o que se pede:
Eu também já fui brasileiro: "Eu também já fui brasileiro/ Moreno como vocês./ Ponteei viola, guiei forde/ e aprendi na mesa dos bares/ que o nacionalismo é uma virtude/ Mas há uma hora em que os bares se fecham/ e todas as virtudes se negam./ [\u2026]" Europa, França e Bahia: " [\u2026] Meus olhos brasileiros se enjoam da Europa./ [\u2026]/ Chega!/ Meus olhos brasileiros se fecham saudosos./ Minha boca procura a "Canção do Exílio"./ Como era mesmo a "Canção do Exílio"?/ Eu tão esquecido de minha terra.../ Ai terra que tem palmeiras/ onde canta o sabiá!" Sentimental: "Ponho-me a escrever teu nome/ com letras de macarrão./ No prato, a sopa esfria, cheia de escamas/ e debruçados na mesa todos contemplam/ esse romântico trabalho.// Desgraçadamente falta uma letra,/ uma letra somente/ para acabar teu nome!/ Eu estava sonhando.../ E há em todas as consciências este cartaz amarelo:/ \u201dNeste país é proibido sonhar.\u201d" 
Assinale a alternativa que traz uma declaração de Drummond, em carta a Mário de Andrade, que tenha relação com mudança na estrutura do livro.
		
	 
	\u201cNão me sinto capaz de grandes coisas, por isso também não sinto dificuldade em renunciar a executá-las. [\u2026] E não me queira mal, se um dia eu te escrever que rasguei o meu caderno de versos.\u201d (ANDRADE, Carlos Drummond de & ANDRADE, Mário. Op. cit. p.208)
	
	\u201cO resto falhou, mas a boa vontade continua. Tem muitíssimos defeitos, a colaboração é o que há de mais arca-de-Noé, a parte material não agrada, mas em Minas é isso mesmo, não se pode fazer muito melhor do que fizemos. Teu magnífico \u2018Capítulo\u2019 salvou a nossa honra literária, comprometida pelo inevitável passadismo de alguns colaboradores. Obrigado pelo inestimável apoio que você nos deu.\u201d (ANDRADE, Carlos Drummond de & ANDRADE, Mário. Op. cit. p.133)
	
	\u201cÉ sobre o Osvaldo, e não pode prestar porque, além de eu não fazer crítica que preste, foi feito em condições particularmente penosas. Brinquei um pouco com Osvaldo; diga se fui injusto. Não quis sê-lo, isso não. O povo talvez não compreenda, mas ele, você, alguns mais compreenderão.\u201d (ANDRADE, Carlos Drummond de & ANDRADE, Mário. Op. cit. p.165)
	
	\u201cTímido e inexperiente como sou, acompanho com interesse as suas pesquisas e tentativas no sentido de \u2018\u201cestilizar o brasileiro vulgar\u2019; não me meto nelas porque, para mim, ainda é cedo. Não fiz a volta à língua, nem me libertei de todo da carga filológica que todos nós trazemos do grupo escolar.\u201d (ANDRADE, Carlos Drummond de & ANDRADE, Mário de. Correspondência de Carlos Drummond de Andrade e Mário de Andrade. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2002. p.108)
	 
	\u201cTambém eu já estou aporrinhando de brasileirismo confessado. Meu brasileirismo agora já está assimilado, já faz parte de mim, não me preocupa mais. Se não enxergo errado em mim mesmo, estou percebendo que meus versos agora pendem para um sem-vergonhismo dos sentidos quase ingênuo de tão cínico, e se preocupam cada vez mais em falar de mulher, de amor, de besteiras universais, não de Brasil, de palmeiras, onças, papagaios, Ouro Preto etc..\u201d (ANDRADE, Carlos Drummond de & ANDRADE, Mário. Op. cit. p.325-326)
		
	
	
	 9a Questão (Ref.: 201301027617)
	Pontos: 0,0  / 1,0
	Leia o seguinte fragmento de I-Juca-Pirama, de Gonçalves Dias:
Meu canto de morte,/ Guerreiros, ouvi:/ Sou filho das selvas,/ Nas selvas cresci;/ Guerreiros, descendo/ Da tribo tupi.// Da tribo pujante,/ Que agora anda errante/ Por fado inconstante,/ Guerreiros, nasci;/ Sou bravo, sou forte,/ Sou filho do Norte;/ Meu canto de morte,/ Guerreiros, ouvi.// Já vi cruas brigas,/ De tribos imigas, / E as duras fadigas/ Da guerra provei;/ Nas ondas mendaces/ Senti pelas faces/ Os silvos fugaces/ Dos ventos que amei."
 Sobre esse poema, Antonio Candido afirma que:
\u201cO I-Juca Pirama\u201d é dessas coisas indiscutidas, que se incorporam ao orgulho nacional e à própria representação da pátria, como a magnitude do Amazonas, o grito do Ipiranga ou as cores verde e amarela.\u201d(CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. 8.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1997. v.2. p.75.)
Com base na citação de Antonio Candido, é possível afirmar que nos versos acima citados ocorre:
 
 
 
		
	 
	Culto da simplicidade e da modéstia, vistas como bases morais inspiradoras para o desenvolvimento da vida burguesa.
	
	Crítica às virtudes naturais dos indígenas, interpretadas num código que as identificava com a coragem e a fidalguia cavalheirescas.
	
	Enaltecimento dos padrões aristocráticos de conduta, comprometidos com os desdobramentos da luta popular pela Independência.
	 
	Valorização do lendário e do folclórico, tomados como inspiradores de uma arte nacional de estilo primitivista.
	
	Condenação do processo colonial, responsável pela descaracterização da cultura indígena e dos valores populares.
		
	
	
	 10a Questão (Ref.: 201301027556)
	Pontos: 1,0  / 1,0
	Assinale a opção abaixo que NÃO apresenta um traço característico da poesia concreta:
		
	 
	Adesão a um nacionalismo ufânico e exarcebado.
	
	Utilização de elementos visuais e sonoros na construção poética.
	
	Valorização do espaço gráfico como elemento significante.
	
	Disposição não convencional dos vocábulos na página.
	
	Oposição à poesia lírica, subjetiva e discursiva.
	1a Questão (Ref.: 201301027604)
	
	Descreva o modo como se constrói a oposição sertão/cidade no poema abaixo:
Luar do Sertão ( Catullo da Paixão Cearense / João Pernambuco)
Ah que saudade 
Do luar da minha terra
Lá na serra branquejando
Folhas secas pelo chão
Este luar cá da cidade tão escuro
Não tem aquela saudade
Do luar lá do sertão /.../
A gente fria
Desta terra sem poesia
Não se importa com esta lua
Nem faz caso do luar
Enquanto a onça
Lá na verde da capoeira
Leva uma hora inteira
Vendo a lua derivar
Não há oh gente oh não
Luar como este do sertão /.../
		
	
Sua Resposta: SD
	
Compare com a sua resposta: Sugestão: O poema idealiza o sertão como espaço de contemplação e à beleza e identifica a cidade à escuridão.
		
	
	
	 2a Questão (Ref.: 201301053959)
	
	 
 
Amor, então,
também acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima
(Paulo Leminski)
 
 
Como o poema de Leminski representa o amor?
 
 
 
 
 
 
 
 
		
	
Sua Resposta: SD
	
Compare com a sua resposta: O poeta mostra o amor realista, contemporâneo,passível de se transformar em ódio ou em poesia e não em separação,