Revisão AV2 - Ensino Clínico II
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Revisão AV2 - Ensino Clínico II


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de massa palpável
isolada.
Expressão da aréola
e papila mamária
\u2022 A cliente permanece deitada. Espremer suavemente a
aréola e a papila mamária.
\u2022 Observar: saída de secreção.
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Alterações benignas das mamas
Mastalgia
\u2022 Uma queixa muito comum nas consultas
ginecológicas é a dor nas mamas;
\u2022 Esta pode ser transitória, mais frequentemente
no período pré-menstrual, tornando-se mais
prolongada e intensa e persistindo por todo o
ciclo menstrual;
\u2022 Não há alterações morfológicas.
Adenose
\u2022 O principal sintoma é a mesma do quadro
anterior;
\u2022 À palpação, percebe-se um espessamento
do parênquima mamário (tecido
mamário) que se apresenta granuloso,
como um punhado de arroz;
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Doença cística ou fibrocística
\u2022 Dor;
\u2022 Podem aparecer um ou mais cistos;
\u2022 À palpação, sente-se uma massa densa,
arredondada, ligeiramente MÓVEL;
\u2022 Pode ocorrer fluxo papilar de coloração variável:
amarelada, esbranquiçada, acastanhada,
esverdeada; quase sempre BILATERAL;
\u2022 O fluxo não é espontâneo, sendo necessário a
expressão.
Fibroadenoma
\u2022 Apresenta-se como nódulos de tamanhos
variados firmes e bastante móveis;
\u2022 Predomina em mulheres;
\u2022 Tumor benigno mais comum da mama;
\u2022 Crescem de forma local e seu tratamento
geralmente é cirúrgico.
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Papiloma intraductal
\u2022 É um tumor benigno, semelhante a uma verruga,
encontrado nos ductos mamários, geralmente
perto do mamilo;
\u2022 Tumor menos freqüente da mama feminina;
\u2022 Causado pela proliferação e crescimento excessivo
de tecido epitelial ductal;
\u2022 Tem menos de 1 cm de diâmetro e não pode ser
palpado;
\u2022 Produz secreção mamilar espontânea serosa,
serossanguinolenta ou aquosa.
ECTASIA DE DUCTO MAMÁRIO
\u2022 Consiste na dilatação e inflamação dos ductos por 
trás do mamilo;
\u2022 É mais comum na perimenopausa;
\u2022 Na menopausa e as mamas envelhecem, os ductos 
sob o mamilo tornam-se mais curtos e largos 
(ectasia); 
\u2022 A ectasia não aumenta o risco de câncer 
de mama;
\u2022 Esse distúrbio resulta em dor mamária e secreção.
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Características de massas mamárias benignas 
versus malignas
Benignas Malignas
Frequentemente dolorosas Indolores
Firme, de consistência elástica Forma irregular ( mal delineadas)
Bilaterais Unilateral
Secreção mamilar induzida Secreção mamilar espontânea
Margens regulares (bem delineadas) Endurecidas à palpação
Sem retração cutânea Depressão cutânea
Sem retração mamilar Retração mamilar
Móvel, não se mostra aderida à parede 
torácica
Imóveis, aderidas à parede torácica
Sem secreção sanguinolenta Secreção mamilar sanguinolenta, 
serossanguinolenta e serosa.
MASTECTOMIA
\ufffd Lumpectomia: remoção apenas do nódulo mamário e uma
margem adjante de tecido normal.
\ufffd Mastectomia parcial/segmentar/quadrantectomia:o cirurgião 
retira apenas o tumor e uma pequena quantidade de tecido 
mamário ao redor. 
\ufffd Mastectomia total: consiste na retirada da glândula
mamária, incluindo o complexo areolar e aponeurose do
músculo peitoral.
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\u2022 Mastectomia Radical:
consiste na retirada da
glândula mamária,
associadas à retirada dos
músculos peitorais e a
linfadenectomia axilar
completa.
Exame físico ginecológico:
Inspeção da região 
vulvar
Observar:
\u2022 presença de lesões cutâneas da região ano-vulvar,
eritema, lesões verrugosas (condiloma); lesões
atróficas acentuadas; processos inflamatórios
reacionais difusos.
\u2022 distribuição dos pelos e do tecido adiposo e a
morfologia do Monte de Vênus.
\u2022 o vestíbulo, presença de hipertrofia do clitóris;
\u2022 o meato uretral um busca de anomalias de
desenvolvimento, presença de secreções;
\u2022 o orifício vaginal em busca de secreções, presença de
prolapso dos órgãos genitais internos;
\u2022 presença de abscesso da glândula de Bartholin.
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Exame 
especular
\u2022 Inspecionar o colo uterino anotando: cor,
lacerações, úlceras;
\u2022 Inspecionar o orifício cervical anotando:
tamanho, forma, cor, presença de
secreções e/ou pólipos;
\u2022 Inspecionar as paredes vaginais
anotando: presença de lacerações,
alterações (deve ser feito no momento
da entrada do especulo).
Relação das principais afecções que podem ser 
diagnosticadas pela simples inspeção da genitália 
externa e interna:
Processos infecciosos Vulva
Vagina
Colo 
uterino
Vulvite inespecífica, foliculite,
abscesso dos lábios, bartolinite,
condilomas duros (sífilis), condilomas
acuminados (HPV), herpes genital.
Vaginite (colpite); colpite senil (atrofia
do epitélio).
Cervicite; erosão do colo de origem
infecciosa.
Neoplasias Vulva
Vagina
Colo 
uterino
Câncer; tumores benignos.
Câncer; cistos para-vaginais.
Câncer; pólipos.
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O exame colpocitopatológico:
\u2022 Efetividade da detecção precoce do câncer do colo
do útero: quando associada ao tratamento do
câncer em seus estádios iniciais, tem resultado em
uma redução das taxas de incidência de câncer
cervical invasor que pode chegar a 90%, quando o
rastreamento apresenta boa cobertura (80%,
segundo a Organização Mundial da Saúde - OMS) e
é realizado dentro dos padrões de qualidade.
\u2022 Periodicidade recomendada no Programa Vivia
Mulher \u2013 Programa Nacional de Controle do
Câncer do Colo do Útero e Mama: em mulheres de
25 a 60 anos de idade, ou que já tenham tido
atividade sexual mesmo antes desta faixa de idade,
uma vez por ano e, após 2 exames anuais
consecutivos negativos, a cada 3 anos (de acordo
com a OMS, desde 1988).
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Material:
\u2022 Espátula de Ayres
\u2022 Escovinha endocervical
\u2022 Lâmina de vidro
\u2022 Frasco
\u2022 Conservante \u2013 álcool a 96% ou citospray (Propinilglicol).
\u2022 Especulo
\u2022 Formulário de requisição (preenchido a lápis grafite)
\u2022 Luvas de procedimento
\u2022 Gaze
\u2022 Máscara
\u2022 Gorro
\u2022 Foco
Etapas:
\u2022 Local: ectocérvice (junção escamocolunar \u2013 JEC)
\u25ab Com a extremidade arredondada da espátula, fazer um raspado
da ectocérvice em mosaico, periorificial.
\u25ab Esse movimento deve ser firme, semelhante ao realizado numa
biópisa de superfície, para destacar as células da mucosa.
\u25ab Em seguida colocar o material retirado sobre a lâmina, num
movimento perpendicular à maior medida desta (vertical).
\u25ab Coletar material da parede vaginal e colocar ao lado do
material coletado da ectocérvice, também na vertical.
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\u2022 Local: endocérvice (canal cervical)
\u25ab Introduzir no canal cervical a escovinha e colher o
material com movimento rotativo (360º).
\u25ab A seguir colocá-lo na lâmina, num movimento paralelo
à maior medida desta.
\u2022 * O esfregaço deve ser uniforme e fino no sentido
horizontal.
O câncer do colo do útero: 
\u2022 Inicia-se a partir de uma lesão pré-invasiva, curável
em até 100% dos casos (anormalidades epiteliais
conhecidas como displasia e carcinoma in situ ou
diferentes graus de neoplasia intra-epitelial cervical
[NIC]), que normalmente progride lentamente, por
anos, antes de atingir o estágio invasor da doença,
quando a cura se torna mais difícil, quando não
impossível.
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Sequência típica de eventos na história natural do 
câncer do colo do útero (Fonte: WHO, 1988)
Epitélio normal do colo do útero:
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Progressão do câncer:
PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS PARA O CÂNCER 
CERVICAL
\u2022 Histerectomia total: retirada do útero, colo e
ovários;
\u2022 Histerectomia radical: retirada do útero,
anexos, pequena porção da parte superior da vagina
e linfonodos bilaterais através da incisão
abdominal;
\u2022 Histerectomia vaginal radical: retirada vaginal
do útero, anexos e vagina superior.
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\u2022 Linfadenectomia pélvica bilateral: retirada
dos linfonodos e vasos linfáticos ilíacos comuns,
Ilíacos externos, hipogástricos e obturador;
\u2022 Exenteração pélvica: retirada
maria
maria fez um comentário
excelente!
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