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_$IVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

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U N IVER S ID ADE ES C IO D E
(Campus Nova Friburgo)
CUR SO DE ENGENH AR IA CIVIL
Nome: Al an Alberto O uvern ey
Leonardo da S ilva Carv alho
Em ail: alanouvern ey@gm ail.c om
L9_leonar d o@hot m ail.c om
Med idas de volume e transferência d e reag entes
Relat ório apr es ent a do à pro fes s o ra V al éria Dutr a Ra mos , do c urs o d e
Gra duaç ão em E n ge nha ria, da Uni ve rs ida de E s t áci o de c amp us No va F rib urg o, req uis it o
da dis c iplina de Qu ími c a G er al.
Introd ão :
A água ( H2 O) é i ndis pe ns á vel p ara a s a úd e hum ana, n a qu ímic a é um s ol ve nt e uni ve rsal
indis pe ns á vel pa ra dis s ol ve r c ompos t os qu ímic os . Hoj e irem os apr en de r c omo a fe rir e
manus e ar as vi dr ari as utili z ando es t e l íqui do t ão preci oso.
Objetivo:
Con hece r a fe rição, medi das de vol ume, t rans fe nci a de r ea gent es de lí quid os , vidr ari as ,
t écnic as ut iliz adas e menis c o.
Materia is:
1 Béc he r (5 0ml );
2 - P ipetas volumét ric as ;
3 - B alão volum étric o ( 50ml );
4 - P ipeta g ra dua da;
5 Pro vet a;
6 Buret a;
7 - Cilin dro gra du ad o;
8- P er a de b or rac h a.
R eag entes:

Proc edimen to:
- Utili z amos o béch er d e 50 ml p ar a rece be r 28 ml de H2 O.
-Medim os em pr o vet a a deq ua da as s egui nt es qu antid ad es: 22,0 ml; .
-Medim os 22, 0ml e m pipet a vol umétric a.
-Medim os em pip eta volum étric a 28 ml ; dep ois c olocamos os q uidos o btidos ac ima n um
c he r e fizem os a an alis e.
- E m um c he r de 50 ml c oloc am os uma me dida q ual qu er e es t imam os o vol ume, de pois
esc oamos o pa ra u ma b uret a.
-Medim os em pip et a gr ad ua da 28 m l, tra ns fe rimos p ara um béch er d e 50 ml a vali amos o
volu me, e em s eg uid a t rans feri mos no vam ente o vol ume p ra um a pr o veta.
Re sulta do s e di scu ssõe s:
Tra n sfe ri u 28 m l , e m um che r de 50m l
Com de svio 0, 01m l
Tra n sfe ri u 22 m l , e m u m a prove ta de 25ml .
De svio da prove ta 0,5m l
Me di da =22, 0+ -0, 5m l
Fix amos uma b uret a no s up ort e u ni vers al, a baix o ut ili z amos o b éche r pa ra a pa rar o H2 O
ve rifi c am os que a t orn eira nos poss i bilit a o es c oa m ento im ediat o ou em got as. Tod as as
medid as realiz a das na prátic a for am r ealiz ad as c om s uc ess o. E perc ebem os que t em os que
esc olher bem o mat eri al a s e r utili z ado n a ho ra d e me dir o volum e, pois alg uns o nos po dem
da exati d ão d a qual i rem os prec is ar. D ent r e t odos os er ros d esc rit os, os erros de p ar alaxe s ão
os m ais c omuns, que é n a verd ad e a leit ur a er ra da d o vol ume d o lí quid o. P ara e vita r c omete r
est e ti po de e rro, a leit u ra d e um d etermi nad o volum e de l íqui do d e ve s er f eit a n a alt ur a dos
olhos, s empr e pel a pa rte in feri or d o liqui do.
C on clus ões:
Conc l m os que par a c ada vid rari a há um val or volu m étric o di fe re nte, es t e val or p ode va ria r em
fu nção d o des loc am ent o d o quid o pa ra o ut ro reci pie nte. A ve rific açã o do vol u m e em c as o d e
q uidos t ra nspa rent es s e faz obs e r van do o me nis c o inf eri or d o líq uid o e pa ra qui dos es c uros
o menis c o s upe rio r. Ter emos uma m edid a c on f vel s om ente c om o us o d e vi dra rias c alib rad as
e c ert ific a das , par a c ada t i p o de me did a há um t i p o de vi dr ari a ad equ ad a. Ex i s t em dis t int os
equi pam ent os pa ra me nsur ar di fe re ntes l íq uid os em um lab orat ório de q mic a e que a esc olha
des t e de pen de d a exat idã o da m edid a qu e s e nec ess ita, pois exi s t em equi pame ntos
gra du ados e o ut ros c alib rad os .