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Hidraulica - aula 4

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de tubulação
com características distintas (diam, coef. C e
extensão) de modo a conduzir a mesma vazão.
 Pode-se dimensionar os
condutos em série através de
um cálculo de um diâmetro
fictício equivalente aos dois
condutos através da expressão:
L 
=
C1,852 * D4,87
L 1
+
C11,852 * D14,87
L2
+ ...
C21,852 * D24,87
EXERCÍCIO

CONDUTOS PARALELOS
 A vazão em cada um dos tubos é função do diâmetro, do
comprimento, do coeficiente de rugosidade e da diferença de
pressão entre as extremidades desse tubo.
 A diferença de pressão entre as extremidades é igual para
todos os tubos de um sistema em paralelo.
 A vazão do sistema é a soma das vazões de cada tubulação
em paralelo.
593,00
A 750m
600m
Ø2=150 mm
hf1 = hf2 = hf
R1
544,20
B
Ø1=100 mm
PERFIS DE ENCANAMENTO
 A posição do encanamento em relação à linha de
carga tem influência decisiva no seu
funcionamento.
 No caso geral de escoamento de líquidos, são
considerados dois planos de carga estático:
 Plano de Carga Efetiva: referente ao nível de água do
reservatório a montante;
 Plano de Carga Absoluta: situado acima do PCE, da
altura representativa da pressão atmosférica.
PERFIS DE ENCANAMENTO
 No dimensionamento de adutoras devem ser
considerados 7 casos:
 1º Caso: A tubulação AB está inteiramente abaixo da LCE;
 2º Caso: A tubulação AB acompanha a LCE;
 3º Caso: A tubulação AB está acima da LCE e abaixo da LCA;
 4º Caso: A tubulação AB corta a LCA, mas fica abaixo do PCE;
 5º Caso: A tubulação AB está acima do PCE e abaixo da LCA;
 6º Caso: A tubulação AB está acima da LCA e abaixo do PCA;
 7º Caso: A tubulação AB está acima do PCA;
Perfis de Encanamento
(1º Caso) 
PERFIS DE ENCANAMENTO
(2º CASO) 
PERFIS DE ENCANAMENTO
(3º CASO) 
PERFIS DE ENCANAMENTO
(4º CASO) 
PERFIS DE ENCANAMENTO
(5º CASO) 
PERFIS DE ENCANAMENTO
(6º CASO) 
PERFIS DE ENCANAMENTO
(7º CASO)

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