Teoria_Prova_2
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Teoria_Prova_2


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2ª Avaliação: Parte Teórica
1) Se um carro atinge o to po de um morro de forma curva de raio R, para ele
não perder contato com a superfície de rolam ento, a sua velocidade máxima
será v = √gR. quando o carro desce e atin ge uma curva no fundo da
depressão, fica submetido a uma força normal que é maior que o seu peso,
por causa da aceleração centrípeta, que é avaliada pela expressão v2/R.
2) A expressão da aceleração em coordenadas polares é d ada por
 
 
.θ.r2.θr. .θr.-r θr
2uua
com os vetores unitários da direção r e θ. Esses termos podem ser
parcialmente associados à (identifique os termos com os nomes do lado
esquerdo, resposta certa compensa a errada):
aceleração pela variação do raio:
r
aceleração centrípeta polar:
θr.-2
aceleração por efeito angular =
θr.
aceleração por efeito de Coriolis:
θ.r2.
(PS.: não chute!)
3) Observa-se que na realidade, isso não corresponde a o sistema de v etores
tangente, normal e binormal. Por isso, é correto dizer que:
a aceleração tangencial não corresponde à variação do raio ou à radial
a aceleração normal não corresponde à centrípeta polar.
Isso porque a componente tangente e a norm al co rrespondem à dir eção da
velocidade e de posição do centro instantâneo de rotação, respectivamente.
4) Uma força é conservativa, porque depende da posição do corpo. Com isso,
sempre é possível fo rnecer um determinado trabalho (que resulta n a geração
de uma energia potencial) que poderá sempre ser recuperado depois.
5) A conservação da energia mecânica d epende das forças conservativas, por
isso, na existência de forças diss ipativas (como o atrito, por ex emplo), exige-
se que o trabalho das mesmas seja retirado da análise previamente ao
emprego do Princípio.
6) A ener gia potencial da gravidade depende do ponto arbitrado por cota ou
nível de altura. na mola, a energia depende do ponto onde a força na mol a
é nulo. Dessa forma, seja na condição de mola elástica ou o oposto, desde
que as deformações seja m as mínim as, a energia potencial avaliada n ão se
modificará.
7) A força normal e a força da mola são casos clássicos de fo rças cujo momento
é sempre nulo, pois a sua ação é perp endicular à trajetória. P orém, a primeira
está sempre ligada ao atrito, que retira energia do sis tema, visto que seu
trabalho é sempre negativo.