MACROECONOMIA - Teste Conhec - Aula 6 -2019
4 pág.

MACROECONOMIA - Teste Conhec - Aula 6 -2019


DisciplinaMacroeconomia I5.401 materiais103.519 seguidores
Pré-visualização4 páginas
MACR OEC ONOMI A - T este C onh ec - Au la 6 -2019
1) A ssinale a afi r mati va q ue não se refira a uma co nseq uê nci a da globa li zação :
A di mi nui ção da co mpetiçã o comercial entre pa íses, devi do ao fi m do proteci oni smo .
Aume nto do d esemprego e s tr ut ura l e m m ui to s pa íses.
Mel hori a do pad rão de vi da em esca la m undi al.
Nece ssida de d o E stad o re g ulame ntar e fisca li zar o me rca do d e forma a prote ger o s
cons umido res e e mpresas com me nor poder d e ba rga nha.
D esnaci onali zação do se to r prod uti vo , pri nci palme nte, d os pa íses emerge ntes .
Ex plica ção : A g loba li zação le vo u a um aci rrame nto da competi ção comercial e ntre
empre sas e e ntre p a íses , vi sto q ue a redução das ba rrei ras tari fárias res ul to u na
i ntegração dos mercados em e scala m undi al.
2) O comé rcio e xterio r e ntre o s pa íses abre a po ssi bi li dade de e stes pod ere m obter os
produtos q ue não co nseg uem elaborar , e ai nd a , de i nte r nali zar os processos p ro duti vo s
mai s efici entes dese nvo lvi dos no e xte ri or. Neste se nti do, ob ser ve as co nsi derações a
segui r e a ssi na le o item co rre to.
I - O comé rci o i nter naci o nal p ode se r d efi ni do como o co nj unto d e operações e ntre
países onde há i ntercâmbio de be ns e ser vi ços o u mo vi men to de ca pitai s.
II - O co mérci o i nter naci ona l é regi do p or no r mas e regras res ulta ntes de acordos
ne goci ados em i ns ti tui ções i nter naci onai s, como a Orga ni zação M undi al d o C omérci o e
a C âma ra de C omé rci o In ter naci ona l.
III - P ara prod uzi r mai s e fi cazme nte determi nados tipo s de prod utos , os p a íses b uscam
se especi ali zar nas ati vi dade s produtivas e m q ue são mai s compe ti ti vos. Os e xce de nt e s
dessas prod uçõ es são troca dos po r o utros prod utos necessá ri os às s uas pop ulações.
Assi m, tor nam-se mai s competi ti vo s, s urgindo no vo s p rod utos para ate nder a no vas
demand as.
So mente III es cor reta.
I, II e III são falsas.
So mente I es tá cor reta.
So mente II está correta .
I, II e III são ve rda dei ras.
3) Os mac roecono mistas semp re se di vi dem q uando são c ha mados a exp li car as
vari á vei s q ue mai s i nfl ue nci am, pri nci palme nte , o ve l d e prod ução do pa ís . Neste
senti do, a respei to da macroeco nomi a keynesi ana , c om mode lo simpli fi cado, le ia
atentame nte as co nsi derações a seg ui r e a ssi na le a al ter nati va cor reta.
I) Q ua nd o ob ser va mos o p e nsame nto clássi co e a s i dei as i nt roduzi das p or K e ynes,
veri fi camos que o po nto ce nt ral da d ifere nça e ntre as d uas te ori as econômi cas co nsi ste
no fa to d e K eyne s ter a tri buído à dema nda agregada a gra nde respo nsabi li dade p ela
promo ção d o cresci me nto eco nômico , e ntend ido tal crescime nto como o au me nto do
PIB .
II) A a ná li se ke ynesi ana e xplica bem a di nâmica do c ur to p razo e a clá ssica e s coere nte
com o q ue se pa ssa no lo ngo p ra zo. Mesmo assi m, a mb as co nti nuam di vergindo
profunda mente q ua nto ao papel do gove r no na co nd ução da eco nomi a do pa ís
III) S abemos que a de ma nda agregada é o co nj unto da d ema nda das fam íli as (C ), das
empre sas ( I) e d o go ver no ( G) pa ra uma eco nomia fe c hada e com go ve r no . Mas é
i mp ortante ter e m me nte q ue a de manda das fa m íli as tem um compo ne nte a u nomo
(C a) e que as demanda s ( I e G) d os demai s a gentes tam m são a utô nomas, nã o
depe ndem do n ível de re nda .
I e III o falsas e II é ve rda dei ra
I e II são fa lsas e II I é ve rda dei ra
I, II e III são ve rda dei ras
II e III o fa lsas e I é verdade ira
I, II e III são falsas
4) O Produto In ter no L íq ui do (P IL) pod e ser usad o como re ferê nci a pa ra ava li ar o
cresci mento da a tivi dad e econô mi ca de um pai s em de termi nado per íod o. A ssi m,
assi nale a alte r nativas a bai xo q ue se re fere a o P IL .
C álculo de t udo que é p roduzi do por resi de ntes de um pa is num dete rmi nado per íodo de
tempo ded uzi da a depreciação.
C álculo de toda a pro d uçã o d e um pa ís q ue não é expo rtad a.
Mens uração de toda produção de be ns e se r vi ços dent ro das fro nte iras geográfi cas de
um pai s em dete rmi nado per ío do d e tempo .
C álculo de t udo que é p roduzi do por resi de ntes de um pa is num dete rmi nado per íodo de
tempo.
Mens uração de toda produção d e be ns e se r vi ços dent ro das fro nte iras geográfi cas de
um pai s em dete rmi nado per ío do d e tempo de duzi da a depreci ação.
Ex plicação : O P roduto In ter no L íq ui do é a me ns uração de toda produção de be ns e
servi ços dentro das frontei ra s ge ográfi cas de um p ais em d eter mi nado per íod o de tempo
deduzi da a depreciação.
5) S ão p rática s desleai s do comérci o i nter naci ona l:
Fechame nto de mercado e salvag ua rda s
Exi gênci as de co nfo rmi dade téc ni ca na s i mp ortações
Propag anda eng a nosa dos pa íse s.
D umping e s ubs íd io.
Promoção comerci al às e xp ortações.
Ex plicação : O dumpi ng e o s ub s íd io distorce m o sistema de preços, logo os b e nef íci os
do comércio i nter na cio nal . A propaga nda e nga no sa é tratada pe la leg islação loca l d e
cada pa ís, na defesa do cons umido r. As o utras al ter nati va s d e finem medi das lega is e
leg íti mas de d efesa do mercado domés tico e e stím ulo aos neg ócio s.
6) No s últi mos de z a nos , o a ume nto d os f l uxo s m undi ai s de comérci o se i nte nsi fi cou com
a glo bali zaçã o . P odemos di zer , e ntã o, q ue o co mérci o exteri or é forte mente i nflue nci ado
por esse fato r. A par tir da í, pode mos d efi ni r , de ntre ou tras colo cações, como
glo bali zaçã o:
Ao aume nto d as pa rti ci pações do s estados naci o nai s, se ja nos p a íses e mergentes e
desen vo lvi dos, se ja nos pa íses s ub desenvo lvi dos.
As formas de a tuação po r acordos m ulti la te rai s e nt re go ve r no ou mes mo pela a tuaçã o de
empre sas t rans na cionai s.
A maior i nte nsi dade dos flu xo s i nterf ro ntei ra s dos pa íse s e o a ume nto do g rau de
terri toria li dade das a ti vi dades econô mica s.
As ações loca is d os p a íses que têm si do cada ve z maio res , p ri nci palme nte co m o