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PDF - SOCIOLOGIA

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O CONHECIMENTO E A CIÊNCIA 
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AULA 1 – O CONHECIMENTO HUMANO 
Algumas características dos animais: 
 Defesa 
 Agrupamento 
 Convívio 
 Reprodução 
 Instinto 
 Animais se adaptam ao meio 
 
Características humanas: 
 Instintos 
 Não adaptados ao meio 
 É preciso aprender e conhecer 
 
Como o ser humano aprende e conhece? 
 Com a linguagem 
 Com o trabalho 
 Com a cultura 
 A sociologia estuda as diversas formas de 
cultura 
 
 
 
AULA 2 – A SOCIOLOGIA COMO CIÊNCIA 
Ciência é um modo de conhecimento abstrato e teórico. 
 Antiguidade 
o Filosofia coincide com ciência 
o Surgem áreas como: geometria, 
biologia, astronomia, medicina, ética, 
etc. 
 Idade Média 
o A razão está a serviço da fé 
o A ciência está subordinada à religião 
 Renascimento 
o Retomada da cultura clássica 
o A ciência retoma a autonomia 
o Inicia-se a busca pelo método 
 Modernidade 
o O conhecimento se divide em áreas 
o Surge a física, química, psicologia e 
sociologia. 
o Nasce a sociologia como um estudo 
científico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O QUE É O HOMEM? 
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AULA 1 – CONCEPÇÕES DE HOMEM 
O que é o ser humano? O que o caracteriza? Vejamos as 
respostas de alguns pensadores: 
 Platão: o homem é alma (razão) 
 Aristóteles: o homem é um “animal racional 
político” 
 Descartes: o homem dualista: divide-se em corpo 
e alma 
 Hobbes: “o homem é lobo do próprio homem” 
 Rousseau: O homem é bom por natureza, a 
sociedade o corrompe 
 Marx: O homem depende de suas condições 
históricas e matérias 
 Sartre: O homem está fadado à liberdade 
 
 
 
AULA 2 – FAZERES HUMANOS 
 Linguagem Simbólica 
o Nomear 
o Abstração 
o Relação 
o Comunicar experiências 
o Uso social 
 Política 
o Viver na civilização 
o Vida social 
o Relações de força 
o Redes de poder 
 Trabalho 
o Gasto energético 
o Modificação do meio 
o Produção 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NATUREZA E CULTURA 
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AULA 1 – DEFINIÇÃO DE NATUREZA 
 Seres vivos 
o Plantas 
o Animais 
o Homem 
 Conjunto de tudo o que existe 
o Mar 
o Estrelas 
o Tempo 
o Espaço 
 Essência 
o Qualidade das coisas 
o Propriedade dos objetos 
o Atributos que definem algo 
o Finalidade dos seres 
 Physis 
o Princípio de todas as coisas 
o Força que guia o universo 
 Leis 
o Necessárias 
o Universais 
o Objeto de estudo das ciências 
 O que não sofre influência humana 
o O que não é artificial 
o O que não é cultural 
 
 
 
AULA 2 – DEFINIÇÃO DE CULTURA 
 Do latim, colere: 
 Cultivar 
 Criar 
 Cuidar 
 Tomar conta de 
Exemplo: 
 Agricultura 
 Floricultura 
 Piscicultura 
 
Cultura = transformar a natureza (humana) 
Vide texto de Gordon Childe: 
“O ser humano pode ajustar-se a um número maior de 
ambientes do que qualquer outra criatura, multiplicar-se 
infinitamente mais depressa do que qualquer mamífero 
superior, e derrotar o urso polar, a lebre, o gavião e o tigre, 
em seus recursos especiais. Pelo controle do fogo e pela 
habilidade de fazer roupas e casas, o homem pode viver, e 
vive e viceja, desde os polos da Terra até o equador. Nos 
trens e automóveis que constrói, pode superar a mais 
rápida lebre ou avestruz. Nos aviões e foguetes pode subir 
mais alto do que a águia, e, com os telescópios, ver mais 
longe do que o gavião. Com armas de fogo pode derrubar 
animais que nenhum tigre ousaria atacar. Mas fogo, 
roupas, casas, trens, automóveis, aviões, telescópios e 
armas de fogo não são parte do corpo do homem. Eles 
não são herdados no sentido biológico. O conhecimento 
necessário para sua produção e uso é parte do nosso 
legado social. Resulta de uma tradição acumulada por 
muitas gerações e transmitida, não pelo sangue, mas 
através da linguagem (fala e escrita). A compensação que 
o homem tem pelos seus dotes corporais relativamente 
pobres é o cérebro grande e complexo, centro de um 
extenso e delicado sistema nervoso, que lhe permite 
desenvolver sua própria cultura.” 
 (G. CHILDE. A evolução cultural do homem. P. 40 – 41). 
 
 
 
AULA 3 – CULTIVO DA NATUREZA 
Natureza e cultura são complementares. 
Cultura = cultivar o ser humano 
A natureza humana é: 
 Formada 
 Estruturada 
 Moldada 
 Guiada 
 
Vide texto de Aristóteles: 
“A sociedade que se formou da reunião de várias aldeias 
constitui a Cidade, que tem a faculdade de se bastar a si 
mesma, sendo organizada não apenas para conservar a 
existência, mas também para buscar o bem-estar. Esta 
sociedade, portanto, também está nos desígnios da 
natureza, como todas as outras que são seus elementos. 
Ora, a natureza de cada coisa é propriamente seu fim. 
Assim, quando um ser é perfeito, de qualquer espécie que 
seja – homem, cavalo, família –, dizemos que ele está na 
natureza. [...] É, portanto, evidente que toda Cidade está 
na natureza e que o homem é naturalmente feito para a 
sociedade política.” 
(ARISTÓTELES. Política. Martins Fontes, 1991, p. 3). 
 
 
NATUREZA E CULTURA 
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AULA 4 – NATUREZA vs CULTURA 
Natureza e cultura são distintas. 
Cultura após séc. XVII apresenta resultados: 
 Artes 
 Ciências 
 Filosofia 
 Estados nacionais 
 Industrialização 
 Civilização 
A vida na civilização está distinta da vida na natureza. 
Natureza Cultura 
Causalidade Liberdade 
Necessidade Autonomia 
Universalidade Escolha 
 
A cultura muda as concepções de tempo e espaço. 
Cultura se identifica com história. 
Vide texto de M. Chauí: 
“A distinção entre natureza e cultura passa, então, a levar 
em conta a maneira como o tempo se realiza: na natureza, 
o tempo é repetição (o dia sempre sucede a noite, as 
estações do ano se sucedem sempre da mesma maneira, 
as espécies vegetais e animais se reproduzem sempre da 
mesma maneira, os astros realizam sempre os mesmos 
movimentos, etc.); o tempo da cultura é o da 
transformação (isto é, das mudanças nos costumes, nas 
leis, nas emoções, nos pensamentos, nas técnicas, no 
vestuário, na alimentação, na linguagem, nas instituições 
sociais e políticas, etc.). Para vários filósofos e 
historiadores, a cultura surge quando os homens 
produzem as primeiras transformações na natureza pela 
ação do trabalho. Com o trabalho, os seres humanos 
produzem objetos inexistentes na natureza (casa, 
utensílios, instrumentos), organizam-se socialmente para 
realiza-lo, dividindo as tarefas [...]. “ 
(CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2010, p. 
309). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRABALHO 
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AULA 1 – CARACTERÍSTICAS GERAIS 
 Advogado 
 Engenheiro 
 Médico 
 Músico 
 Professor 
 Marceneiro 
 Etc 
O que essas profissões têm em comum? 
 Gasto de energia 
 Modificação do meio 
 Produção de algo 
 Projeto consciente 
 Subordinação da vontade 
 Autorreconhecimento 
 
Vide texto de Marx: 
“Uma aranha executa operações semelhantes às dotecelão, e a abelha supera mais de um arquiteto ao 
construir sua colmeia. Mas o que distingue o pior arquiteto 
da melhor abelha é que ele figura na mente sua 
construção antes de transformá-la em realidade. No fim do 
processo do trabalho aparece um resultado que já existia 
antes idealmente na imaginação do trabalhador. Ele não 
apenas transforma o material sobre o qual opera; ele 
imprime ao material o projeto que tinha conscientemente 
em mira, o qual constitui a lei determinante do seu modo 
de operar e ao qual tem de subordinar sua vontade. E 
essa subordinação não é um ato fortuito. Além do esforço 
dos órgãos que trabalham, é mister a vontade adequada 
que se manifesta através da atenção durante todo o curso 
do trabalho. 
(MARX. O capital, seção III, cap. V)” 
 
 
 
AULA 2 – FORMAS ANTIGAS DE TRABALHO 
Pré-história 
 Nômades 
o Caça 
o Coleta 
Aprendizado do cultivo 
 Sedentário 
o Construção 
o Ferramentas 
o Utensílios 
 
Antiguidade 
Trabalho manual: 
 Escravo 
o Lavoura 
o Produção braçal 
o Negócio e comércio 
Trabalho intelectual: 
 Cidadão livre 
o Política 
o Conhecimento (ciência, filosofia) 
o Artes 
o Ócio 
 
 
 
AULA 3 - ÓCIO 
Ócio 
 Tempo livre 
 Lazer 
 Produção autônoma, consciente, autoconstrutiva 
 Política 
 Filosofia, ciência, arte 
 
Negócio 
 Negação do ócio 
 Trabalho braçal 
 Agricultura 
 Comércio 
 
Na Antiguidade, o ócio é mais importante que o negócio. 
Na atualidade, o negócio é mais bem visto que o ócio. 
 
 
 
AULA 4 – O TRABALHO MEDIEVAL 
Divisão social 
TRABALHO 
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 Clero 
o Poder intelectual 
o Poder político 
o Poder econômico 
 Nobreza 
o Militares 
 Plebe 
o Sofre com o trabalho 
 
O sofrimento com o trabalho ganha sentido 
 Fortalece o espírito 
 É prova para entrar no paraíso 
 
 
 
AULA 5 – VISÃO MODERNA DE TRABALHO 
A partir do Séc. XVI 
 Ascenção social da burguesia 
 Crise da Igreja Católica 
 Reforma protestante 
o Valorização do trabalho 
o Valorização da riqueza 
 
Ascenção burguesa + reforma protestante = condições 
para se desenvolver o capitalismo 
 
 
 
AULA 6 – O TRABALHO NA IDADE CONTEMPORÂNEA 
Hegel Marx 
Autoconstrução humana Alienação 
Formação do homem Força de trabalho vendida 
Aperfeiçoamento humano Meios de produção 
Libertação Reconhecimento 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRODUÇÃO E DOMINAÇÃO 
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AULA 1 – SOCIEDADE DE CONSUMO 
Sistema Capitalista 
No século XX, principalmente nos EUA, o sistema 
capitalista se consolida como base social. 
A economia é a base da vida social. 
Isso gera o consumismo. 
Consumo 
Gera algumas consequências, como: lucro das empresas, 
mais empregos, consumo de massa, globalização. 
Problemas 
Há também consequências problemáticas: o meio 
ambiente, nossa própria vida, dominação e controle, crises 
econômicas (p. ex., 1929). 
 
 
 
AULA 2 – TAYLORISMO 
Capitalismo Industrial 
É o capitalismo vigente entre os séculos XVIII e XIX. 
É marcado pela concorrência entre as empresas. 
Surgem estratégias de disputa, como: 
 Aumentar jornada de trabalho 
 Diminuir salários 
 Contratar mulheres e crianças (recebem menor 
salário) 
 Modernizar máquinas 
A produção 
Na linha de produção, todo mundo trabalha junto. 
O trabalhador executa o trabalho completo. 
Ele domina a produção, mas com pouco especialização. 
Acaba havendo um desperdício de trabalho. 
Racionalização da produção 
Taylor (1856 – 1915) muda a estrutura da linha de 
produção: 
 Especialização do trabalhador 
 Divisão por tarefas 
 Homem certo no lugar certo 
 Evitar desperdício de movimento 
Hierarquia e Burocracia 
Taylor propõe, ainda, estabelecer uma hierarquia entre 
trabalhadores e melhorar a burocracia. 
Engenheiros e administradores controlam a produção. 
Portanto, a supervisão é humana (não por máquinas). 
Aumenta-se a disciplina, rigor e organização da linha de 
produção. 
Surge a administração científica. 
 
 
 
AULA 3 – FORDISMO 
Objetivos 
 Reduzir os custos da produção 
 Mais trabalho no mesmo intervalo de tempo 
 Baratear a mercadoria 
 Captar mais consumidores 
Esteira 
Ford (1863 – 1947) implementa a esteira na linha de 
produção. 
Antes da esteira, o operário se deslocava. Isso gera perda 
de tempo. 
Com a esteira, o trabalhador fica fixo no lugar. A esteira 
leva o produto até ele. 
A produção aumenta, o custo diminui. 
 
 
 
AULA 4 – TOYOTISMO 
Modelo fordista-taylorista 
 A produção aumenta 
 Os produtos têm pouca diferenciação 
 As mercadorias ficam guardadas no estoque 
 Para manter o estoque, os custos aumentam 
 O lucro diminui. 
Década de 1970 
Globalização: diversas culturas trocam experiências. 
Aparecem novas exigências de consumo. É preciso 
diferenciar os produtos. 
PRODUÇÃO E DOMINAÇÃO 
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Com as crises econômicas, estocar se mostra um 
problema. 
As empresas passam por uma reestruturação: demissões 
em massa, terceirização, empregos temporários, trabalho 
em casa e informal. 
Taiichi Ohno (1912 – 1990) 
Foi trabalhador da fábrica da Toyota. 
Inovou o sistema produtivo no pós segunda guerra 
mundial. Na década de 60, se espalha para outras 
fábricas. 
Características 
 Mão-de-obra qualificada 
 Trabalhador conhece toda a produção 
 Mais qualidade 
 Menos quantidade 
 Produção just in time 
o Produzir conforme a demanda 
o O produto necessário 
o A quantidade necessária 
o No tempo necessário 
 
 
 
AULA 5 – DESEMPREGO 
Taylorismo/Fodismo/Toyotismo 
Melhoram a produção 
Mas diminuem a mão-de-obra 
Geraram o desemprego. 
O que é desemprego? 
É quando o indivíduo procura trabalho mas não consegue. 
Na Grã-Bretanha, em 1930, o desemprego chegou a 20%. 
Brasil, no segundo trimestre de 2016, chegou a 11,2% de 
desemprego. 
Keynes (1883 – 1943) 
Quando o poder aquisitivo diminui, o desemprego 
aumenta. 
Solução: se o trabalhador virar consumidor, ele terá maior 
poder aquisitivo e o desemprego diminuirá. 
Caberá ao Estado cuidar dos empregos. 
Surge o Welfare State (1940 – 1970). 
Globalização 
A parir de 1970 a concorrência internacional aumenta e o 
Welfare State começa a desaparecer. 
A mão-de-obra fica barata. 
O emprego migra para países menos desenvolvidos, como 
o Brasil. 
Causas do desemprego (estrutural) 
 Máquinas no lugar do homem 
 Baixa qualificação do trabalhador 
 Crise econômica: pouco consumo gera 
desemprego 
Pleno emprego: a população consegue emprego 
(Des)Emprego sazonal: trabalho temporário, ex: cultivo de 
cana, fim de ano, etc. 
Consequências: trabalho informal, aceitar o que tem, etc. 
 
 
 
AULA 6 – REIFICAÇÃO 
Significado 
Res = coisa 
Reificação pode ser dita coisificação 
É a transformação de algo em coisa. 
O que vira coisa? 
O ser humano. Nós nos transformamos em coisa, em 
objeto. 
Lukács (1885 – 1971) percebeu que, no capitalismo, 
sujeito e objeto invertem seus papeis. O sujeito passa a 
ser tratado como objeto – eis a reificação. 
Relação entre pessoas 
Nós trataremos um ao outro como coisa. 
O homem perde seu valor como sujeito. 
Viramos mais uma “peça”;podemos ser trocados; somos 
desprezíveis. 
 
 
 
PRODUÇÃO E DOMINAÇÃO 
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AULA 7 – FETICHE 
Dicionário 
“Objeto a que é prestada adoração ou que é considerado 
como tendo poderes mágicos”. 
Origem 
Vem de feitiço: um objeto inanimado ganha vida. 
Karl Marx 
A mercadoria é o objeto que ganha vida. A mercadoria é 
um fetiche. 
O valor do produto vai além do trabalho realizado. 
Fetichismo da mercadoria 
A vontade do capital é superior à vontade humana. É o 
capital que determina o que tem valor e o que não tem. 
Oculta-se o caráter social do trabalho. O produto é mais 
importante que o trabalhador. 
A mercadoria torna-se objeto de adoração e culto; a 
mercadoria ganha valor de sujeito. 
 
 
 
AULA 8 – ALIENAÇÃO 
Reconhecimento 
Alienação é a separação entre: 
Mercadoria e trabalhador; produto/produção e produtor. 
O trabalhador ou produtor é desvalorizado. 
Autorreconhecimento 
O trabalhador não se identifica com seu trabalho. Ele não 
percebe sua reificação. O operário alimenta o fetichismo 
da mercadoria, num consumismo “cego”. O trabalhador 
não tem consciência de si e do mundo. 
 
 
 
AULA 9 – IDEOLOGIA 
Conceito 
Naturalizar o que é cultural. 
Ter um único ponto de vista. Aceitar esse ponto de vista 
como “neutro”. 
O dominado aceita o discurso do dominante. 
Exemplos 
 Explorado do lado do explorador 
 Negro escravocrata 
 Judeu nazista 
 Mulher machista 
 Estudante contra a escola 
 Pobre idolatrando rico 
 Trabalhador defendendo patrão 
 
 
 
AULA 10 – LEGALISMO 
Seguir cegamente a lei 
Aceitar a lei, porque está na lei. Recusar, porque a lei 
proíbe. Obrigar, porque a lei impõe. 
Nesses casos, a lei está acima das pessoas. Não há 
questionamentos: quem elaborou a lei? Quais os 
interesses? Representa que grupo? Está a serviço de 
quem? 
Exemplos de lei 
 Servidão na Europa 
 Escravidão no Brasil 
 Segregação racial 
 Doutrinação religiosa 
 Submissão feminina 
 Exploração trabalhista 
 Regimes autoritários 
 
 
 
 
 
 
MOVIMENTOS SOCIAIS 
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AULA 1 – O QUE SÃO? 
O que são? 
A sociedade moderna contém contradições e conflitos de 
interesses. As classes sociais conflitam com os interesses 
do poder político. As necessidades individuais deferem 
das necessidades públicas. Agrava-se as desigualdades 
sociais. 
Os Movimentos Sociais são organizações de grupos para 
tentar dissolver esses problemas. 
Para quê? 
Mudanças sociais que representem os anseios da parcela 
excluída da população. 
Como? 
Embate político. Atuação contínua e sistemática. 
Denúncia, passeata, marcha, protesto, manifestação 
artística. 
Por quê? 
Solucionar valores e ideias sociais em conflito com a 
realidade. 
Quem? 
Participa qualquer um que esteja interessado pela causa. 
O engajamento ocorre por parte dos mais desfavorecidos. 
Importância. 
Fortalece o Estado Democrático, favorece as minorias. 
 
 
 
AULA 2 – SINDICAL 
Europa (séc. XVIII – XIX) 
 Exploração trabalhista 
o 16h diárias 
o Sem assistência 
o Insalubre 
o Sem descanso 
o Baixo salário 
o Nenhuma proteção 
 Trabalhadores se unem 
o Surgem os sindicatos 
o Exigem melhor condição de trabalho 
o Não aceitam o que é imposto 
Brasil (séc. XX) 
 Imigrantes italianos trazem o sindicalismo para o 
Brasil 
 Ao longo dos anos, os trabalhadores conquistam 
direitos trabalhistas. 
 A partir de 1964, a ditadura militar reprime os 
sindicatos 
 Exemplos de sindicatos: CUT, metroviários, 
comerciários, policiais, professores, etc. 
 
 
 
AULA 3 – NEGRO 
Lutam contra as injustiças históricas sofridas pelos povos 
afrodescendentes. 
 13 de maio (1888) não é uma data tão 
significativa 
o Marca a abolição dada ao invés de 
conquistada 
o Não foi ofertada condições dignas de 
vida 
o Não houve integração social 
o Houve repressão cultural 
 20 de novembro (1695) tem mais valor 
o É marcado pela luta de Zumbi dos 
Palmares 
o Houve engajamento 
o Reivindicação social 
o Contra a defasagem histórica 
 
 
 
AULA 4 – INDÍGENA 
América Latina 
 Havia em torno de 50 milhões de indígenas em 
1500 
 Em 1650 havia apenas 8 milhões 
Brasil 
 Em torno de 5 milhões em 1500 
 Em 2012, o IBGE constatou 900 mil. 
Mobilização 
 Em 1940, começa a mobilização no México. 
 Na década de 1970, os índios brasileiros se 
engajam. 
Objetivo é conseguir terras: 
 Sobrevivência básica 
 Produção 
 Educação 
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 Saúde 
 Cultura 
Problema: os latifúndios não permitem 
 
 
 
AULA 5 – FEMINISTA 
O que é 
Engajamento feminino que busca por igualdade de gênero. 
História 
Ao longo da história, às mulheres eram destinados 
afazeres domésticos. Não tinham acesso à educação. A 
democracia grega não incluía as mulheres. Na Idade 
Média, o corpo feminino era considerado fonte do pecado. 
Europa (séc. XIX) 
Mulheres estavam no mercado de trabalho. Recebiam 
menos que homens. 
Iniciam a luta por reivindicação salarial e igualdade. 
Brasil 
Sufrágio universal a partir de 1932 
Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) 
Lei de proteção feminina contra diversos tipos de violência: 
física, moral, social, psicológica, patrimonial, etc. 
Temas dos movimentos feministas 
Cultura do estupro, aborto, liberdade sexual, políticas 
públicas 
 
 
 
 
AULA 6 – LGBT 
Busca 
Aceitação das pessoas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, 
transexuais, travestis) 
Luta contra 
Discriminação, violência e homofobia 
Dados 
A cada 28h, uma pessoa LGBT é assassinada no Brasil 
Histórico do movimento 
1940: começa em Amsterdam 
1950: EUA aderem ao movimento 
Brasil 
O movimento ganha força no brasil aos poucos: 
1970: homens homossexuais aderem ao movimento 
1980: as mulheres lésbicas começam a participar 
1990: entram travestis e transexuais 
2000: engajamento de bissexuais 
 
 
 
AULA 7 – ESTUDANTIL 
O que é 
Movimento Social na área da educação 
Quem participa 
Docentes (professores) e principalmente Discentes 
(alunos) 
Por quê? 
Para mudar a educação e a sociedade. Aplicar 
conhecimentos à vida. 
Ditadura 
Professores e universitários se mobilizam 
O movimento é violentamente reprimido 
Democracia 
Os movimentos estudantis vão gradualmente ressurgindo 
2016: pela primeira vez, secundaristas assumem a 
liderança de um movimento estudantil 
Como participar? 
Grêmios, atlética, Centro Acadêmico (CA), Diretórios 
(DCE), etc 
 
MOVIMENTOS SOCIAIS 
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AULA 8 – AGRÁRIO 
Tema 
 Democratização das posses de terra 
 Reparação das injustiças sociais sobre o trabalho 
no campo 
Reivindicação 
 Reforma agrária 
 Melhoria das condições de trabalho 
 Combate à mecanização do meio agrário 
Problemas 
 De acordo com a ONU, o Brasil é o segundo país 
em concentração de terras e o maior em número 
de latifúndios 
 As terras são usadas para especulação. Isso 
gera fome e desigualdade 
 Violência no campo 
 Abuso de transgênicos e agrotóxicos 
EUA 
 Lincoln fez a reforma agrária já em 1862 
Brasil 
 Os latifúndios brasileiros são regularizados noséc. XIX 
 O coronelismo se intensifica 
 Pobres e negros não possuem terra 
 Aliança entre Capital e Proprietários de terras 
Liga dos Camponeses 
 Surgem no pós-vargas 
 A ditadura militar reprime o movimento 
 Volta com a redemocratização 
MST 
 Ocupação de latifúndios e terras improdutivas 
 Pressão para ter infraestrutura 
 Apoio às famílias 
 Criação de escolas rurais 
 Agricultura familiar e cooperativas 
 
 
 
 
AULA 9 – ONG 
Surgimento 
 Surge com a ONU, em 1946 
 Na América Latina, em 1960 
 Se posicionavam contra as formas tradicionais 
de poder 
 Ofereciam educação popular às comunidades 
Ditadura militar 
 ONG’s se mobilizam para atuação política 
 Ofereciam conscientização política à população 
Abertura política 
 O Estado começa a auxiliar as ONG’s 
 As ONG’s passam a apoiar o Estado e mudam a 
causa da luta 
 O Estado delega sua responsabilidade às ONG’s 
 
 
 
AULA 10 – AMBIENTALISTA 
O que é 
 Ambientalismo, movimento ecológico, movimento 
verde 
 São indivíduos, grupos ou ONG na luta para 
proteger o meio-ambiente 
Objetivo 
 Salvar espécies em extinção 
 Combater desmatamentos e poluição 
 Desenvolvimento sustentável 
Atuação 
 Política 
 Protestos 
 Conscientização popular 
Séc. XIX - XX 
 Industrialização 
 Poluição ambiental 
 Extinção de espécies 
 Aquecimento global 
 Desertificação e inundação 
 Mudanças climáticas 
 Ameaça Nuclear 
1972 
 A ONU começa a se engajar pelo meio-ambiente 
 1992: Agenda 21, no Rio de Janeiro 
 2014/16: As questões ambientais se tornam 
pauta fundamental da ONU 
 
 
 
MOVIMENTOS SOCIAIS 
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4 
AULA 11 – URBANO 
O que é 
 Mobilização para solucionar os problemas do 
meio urbano 
Exemplo: 
 Moradia 
 Saúde 
 Mobilidade 
 Emprego 
 Cultura 
Características 
 Existem sobretudo nos grandes centros 
 Heterogêneo: diversos grupos e interesses 
diversos 
 Político 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A MODERNIDADE 
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1 
AULA 1 – URBANIZAÇÃO 
Para entender o surgimento da sociologia enquanto 
ciência (séc. XIX), é preciso ter em vista algumas 
mudanças estruturais (séc. XV). 
 População camponesa 
o +- 4/5 da população é rural 
o Sociedade é estamental 
o Economia é agrária 
o Possuir terras é deter o poder político 
 Êxodo rural 
o Início da urbanização 
o Mobilidade social 
o Economia mercantil 
o Mudanças políticas e culturais 
 Estrutura da cidade 
o Dividida em bairros (étnicos e religiosos) 
o Mercado é o ambiente social 
o Igreja no centro 
 Cidadão 
o Do latim civitas (originará os conceitos 
de “cidade” e “cidadania”) 
o Direitos individuais 
o Estado + Leis 
o Cidadão não é mais súdito do reino 
 
 
 
AULA 2 – SENHOR DOS TEMPOS 
Idade Média 
 Deus criou a natureza 
 Deus criou o tempo 
 O homem é passivo ao tempo 
o Não controla o tempo 
o A natureza regula a vida humana 
o Calendário é festivo e sazonal 
 Consequência (exemplo): juros é pecado 
Modernidade 
 Surge o relógio 
 O tempo pode ser medido 
 O homem é ativo ao tempo 
o Controla o tempo 
o A sociedade regula o tempo 
o Calendário se torna mais preciso 
Consequência (exemplo): tempo se torna mercadoria 
 
 
 
AULA 3 – MOBILIDADE SOCIAL 
 Estratificação social 
o Sociedade dividida em estamentos 
o Pouca mobilidade social 
 Viagem 
o Poucas viagens 
o É perigoso 
o Os comerciantes e as feiras viajam 
o É justo ter lucro pelos riscos sofridos 
 Mudanças na estrutura 
o Social 
o Econômica 
o Política 
 
 
 
AULA 4 – RENASCIMENTO 
Europa no século XV 
Idade Média Modernidade 
Fechado Abertura comercial e 
marítima 
Clãs e poder fundiário Nacionalismo, individualismo, 
burguesia 
Deus Homem 
Fé Razão 
 
 Predomínio do homem e da razão 
o Artes 
o Filosofia 
o Ciência 
 Consequências 
o Questionamento 
o Maior conhecimento da natureza 
o Instabilidade e insegurança 
 
 
 
AULA 5 – CIÊNCIA E SOCIOLOGIA 
 Síntese 
A MODERNIDADE 
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o Feiras + lucro + razão = novos 
conhecimentos 
 Conhecimentos científicos 
o Leitura 
o Línguas 
o Cálculo 
o Geografia 
o Sociedade 
 Consequências 
o “Descobrimento” da América 
o Revolução Comercial 
o Iluminismo 
o Revolução Política 
o Revolução Industrial 
 
 
 
AULA 6 – O NOVO MUNDO 
Ciência → Grandes Navegações → Chegada à América 
 Consequências 
o Maior riqueza para a Europa 
o Maior conhecimento 
o Contato com povos diferentes 
 Estranhamento 
 Sentimento de superioridade 
 Dominação 
 
 
 
AULA 7 – REVOLUÇÕES ILUMINISTAS 
 Cultura burguesa  Iluminismo 
o Autonomia X Heteronomia 
o Razão X Fé 
o Ciência X Religião 
o Homem X Deus 
 Mudança dos rumos e ações humanas 
 Revoluções: EUA, Inglaterra, França 
o Novos valores 
 Liberdade, igualdade, 
fraternidade 
o Mudança social 
o Mudança Política 
o Desenvolvimento econômico 
o Fortalecimento da burguesia 
 
 
 
AULA 8 – CIÊNCIA E INDÚSTRIA 
Iluminismo + Razão → Método Científico 
Conhecer a natureza 
 Inglaterra (séc. XVIII) 
o Revolução industrial 
 Novas técnicas 
 Maior produção 
 Urbanização 
 Mudança social 
o Mudança é a norma 
 Troca de mercadorias 
 Concentração dos meios de 
produção 
 Trabalho assalariado (não 
mais autônomo) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O NASCIMENTO DA SOCIOLOGIA 
 
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AULA 1 – QUANDO E POR QUÊ? 
 Condições históricas 
o Revolução industrial 
o Revolução francesa 
o Mudanças 
 Valores 
 Normas 
 Política 
 Economia 
 Vida 
o Insegurança 
 Urbanização 
 Desigualdade 
o Social 
o Política 
o Econômica 
o Ética 
 A sociologia procura responder e encontrar 
soluções 
 
 
 
AULA 2 – CONTRADIÇÕES 
 Se já havia desigualdade social, por que só no 
Séc. XIX ela será objeto de estudo? 
 A resposta está nos valores da modernidade 
Novos valores Prática 
Igualdade Diferenciação social 
Liberdade Escravo do trabalho 
Fraternidade Luta pela sobrevivência 
 
 
 
AULA 3 – LIBERALISMO ECONÔMICO 
 O homem é movido por interesses materiais 
o É da natureza humana cobiçar, 
acumular e querer mais 
 Equilíbrio 
o Adam Smith 
o “Mão invisível” 
 O mercado 
o Organiza a vida das pessoas 
o Dá valor ao que tem valor 
o Tira valor do que não é desejado 
 Base social 
o Compra e venda 
o Mercado é consequência natural 
o Livre curso de ideias, pessoas e 
produtos 
o Progresso e bem-estar 
 
 
 
AULA 4 – INDIVIDUALISMO 
 Progresso econômico é contraditório 
Conforto Exploração 
Emprego Desemprego 
Liberdade Prisão 
Produtos Acesso 
Industrialização Miséria 
 
 O indivíduo 
o As ações humanas não se restringem ao 
interesse econômico 
o Exemplos: política, ideias, religião, 
amor, habitação, profissão 
 Individualismo 
o O ser humano está livre para escolher 
o Problema: equilibrar o bem-estar 
pessoal com os interesses coletivosAULA 5 – O TRABALHO DO SOCIÓLOGO 
 Sociologia 
o Ciência 
o Urbanização 
o Revoluções 
o Capitalismo 
o Contradições 
 Diversas respostas às questões sociais 
o Trata de realidade parcialmente 
conhecida 
o Estuda fatos observáveis 
o Aborda temas do cotidiano 
o Novo ponto de vista 
 
O ESTUDO DA ANTROPOLOGIA 
 
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AULA 1 – O QUE É ANTROPOLOGIA 
 Sociologia 
o Entender o homem no seu espaço e no 
seu tempo 
 Antropologia 
o Antropos = homem 
o Logos = razão 
o Entender a diversidade humana 
o Entender as culturas 
 Diversidade 
o A antropologia procura conhecer outras 
formas de cultura 
o O foco antropológico é o que está 
distante cultural e geograficamente 
o Dar voz aos nativos 
 
 
 
AULA 2 – ETNOCENTRISMO E ALTERIDADE 
 Etnocentrismo 
o Nossa cultura/etnia no centro 
o O outro é marginalizado 
 Alteridade 
o Reconhecer a diferença do outro 
o Sem juízos de valor prévios 
Sem hierarquias 
 
 
 
AULA 3 – EVOLUCIONISMO SOCIAL 
 Progresso científico 
o A ciência é modelo para explicar o 
mundo 
o Explica a sociedade 
o Bases darwinistas 
 Evolução 
o Todas as sociedades passam pelas 
mesmas etapas de desenvolvimento. 
o Povos atrasados, primitivos, selvagens. 
o Povos evoluídos, civilizados, europeus. 
 Consequências 
o O mais evoluído ajuda o menos 
o Isso justifica a dominação racial 
o Hoje: hegemonia europeia 
 
 
 
AULA 4 – RELATIVISMO CULTURAL 
 Franz Boas 
o Cultura ao invés de raça 
o As diferenças entre raças são 
superficiais 
o Não influencia no comportamento nem 
no intelecto 
o Toda diferença é cultural 
 Lévi-Strauss 
o O problema está no conceito de 
progresso 
o Supõe superioridade, desigualdade, 
hierarquia 
o É só um conceito europeu 
o Não pode ser critério para julgar culturas 
 
 
 
AULA 5 – ETNOGRAFIA 
 Método 
o Etno = povo 
o Grafia = escrever 
o Etnografia = descrever povos 
 Prática 
o Sair do gabinete 
o Ir a campo 
o Observar o outro (seus hábitos, valores, 
conceitos) 
 Observação participante 
o O antropólogo participa da outra cultura 
o É ativo ao invés de passivo 
 
 
 
AULA 6 – EXEMPLO ANTROPOLÓGICO 
 Geertz 
O ESTUDO DA ANTROPOLOGIA 
 
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o Aldeia na Indonésia 
o Briga de galo 
 Significado 
o Força, prestígio, honra, respeito, valor, 
etc. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O PODER DA POLÍTICA 
 
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AULA 1 – ORIGEM E SIGNIFICADO 
 
 Sociologia 
o Diferenciação social 
 
 Antropologia 
o Cultura 
 
 Política 
o Poder 
 
 Etimologia 
o Polis → Politikos 
o Relativo ao governo da Cidade-Estado 
grega 
o Discussões públicas 
o Debates sobre temas 
o Relação entre cidadãos 
 
 Questões políticas 
o O que fazer frente ao poder? 
 Obedecer? 
 Desobedecer? 
 Negociar? 
 Enfrentar? 
o Quem exerce o poder? 
 Em nome de quem? 
 Me conhece? 
 Como obteve poder? 
o Como governar? 
 Há diversos lugares 
 Há épocas distintas 
 Há outras necessidades 
 
 
 
AULA 2 – A POLÍTICA MODERNA 
 
O príncipe (Maquiavel) 
 
 Regras para um governo virtuoso 
o Governar bem 
o Resolver conflitos 
o Guerrear 
o Conquistar 
o Administrar a religião 
 
 Estado vs Religião 
o O Estado exerce o poder político 
o O Estado cuida do mundo material 
o O Estado é a finalidade da política 
moderna 
o A finalidade da política moderna é cuidar 
do Estado. 
 
 
AULA 3 – CONTRATUALISMO 
 
 Contexto 
o Guerras (Séc. XIV – XVI) 
 França X Inglaterra 
 Independência holandesa 
 Península Ibérica 
 Formação dos Estados 
Nacionais 
 Religião 
 
 Contrato 
o Acordo entre cidadãos 
o Equilíbrio do poder 
o Fim do Estado de Natureza 
o Início do Estado Moderno 
 
 Hobbes 
o O Estado de Natureza é o conflito de 
todos contra todos 
o O homem é o lobo do homem 
o Solução: entregar o poder ao soberano 
o Poder máximo ao governante 
o Contrato de submissão 
 
 Locke 
o No Estado de Natureza o homem tem 
razão e propriedade 
o Mas os homens violaram o direito à 
propriedade 
o Estado de Guerra 
o Solução: preservar os direitos à 
propriedade 
o Contrato de consentimento 
 
 Rousseau 
o No Estado de Natureza o homem é bom 
o Surge a propriedade privada 
o O homem se torna corrompido, mau e 
egoísta 
o Solução: priorizar a vontade geral em 
vez da vontade particular 
o Contrato social 
 
 
 
AULA 4 – A OBEDIÊNCIA 
 
 Política 
o Alguém manda 
o Alguém obedece 
o Por quê? 
 Competência? 
 Dom? 
 Confiança? 
 Tradição? 
o Aceitar o governante é não sentir o 
exercício do poder como violência 
 
 Como justificar a obediência? 
o Democracia 
 Há vários modelos 
 Em todos há igualdade 
 
 Revolução Francesa 
o Todos são iguais perante a lei 
o Igualdade jurídica e política 
 Todos os membros podem 
exercer o poder 
 Todos os membros devem 
obedecer ao poder 
 
 
O PODER DA POLÍTICA 
 
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2 
 
AULA 5 – CORONELISMO BRASILEIRO 
 
 Democracia brasileira 
o Voto 
o Eleição 
o É mesmo democrático? 
 
 Voto de Cabresto 
o Coronel é fundamental 
 Ponte entre trabalhador rural e 
Estado 
 Político oferece benefícios ao 
Coronel. 
 Coronel consegue votos 
(compra ou ameaça) 
 Há coronelismo hoje? 
 
 
 
AULA 6 – DIREITO E RECONHECIMENTO 
 
 Base da democracia moderna 
o Noção de direito 
 
 Questões 
o Quais são os direitos? 
o Como identificar e barrar os 
desrespeitos? 
 
 Resposta 
o Noção de reconhecimento 
 Pais 
 Comunidade 
 Autorreconhecimento 
 Assumir as obrigações 
 Se pôr no lugar do outro 
 
 Estado democrático 
o Deve garantir os direitos 
 Juridicamente 
 Efetivamente 
 
 
 
AULA 7 – AÇÃO AFIRMATIVA 
 
 Brasil – década de 1980 
o Minorias 
 Negros 
 Mulheres 
 Homossexuais 
o Exigência de reconhecimento 
o Organização social 
o Políticas públicas (ação afirmativa) 
 
 A igualdade 
o Mais que mera formalidade 
o Deve reconhecer as diferenças 
o Compensar o desfavorecimento 
histórico 
o Política de cotas 
 
 
 
AULA 8 – POLÍTICA DE COTAS 
 
Política de cotas para afrodescendentes nas universidades. 
 
 Aspectos favoráveis 
o Compensar um desfavorecimento 
histórico 
o Possibilitar melhor acesso à informação 
e ao conhecimento 
o Mudança estrutural na sociedade 
brasileira 
 
 Aspectos contrários 
o É racismo: prioriza a raça em vez do 
mérito 
o Antidemocrático 
o Não resolve o problema social 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INSTITUIÇÕES SOCIAIS 
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AULA 1 – O QUE SÃO? 
Mauss & Fauconnet 
Instituições Sociais são conjunto de ideias ou atos 
coletivos vivenciados pelos indivíduos. 
Max Weber 
Instituição Social é organização com autoridade legal 
sobre indivíduos ou sobre a sociedade. 
Talcott Parsons 
Instituições Sociais são interações entre indivíduos com 
papeis duráveis. 
Joseph Fichter 
Instituição Social é uma forma de suprir as necessidades 
da sociedade. 
Características das InstituiçõesSociais 
 São algo estrutural para a sociedade 
 Têm função duradoura 
 Procuram dar conta das carências sociais 
 Seguem normas e valores 
 Guiam a conduta dos indivíduos 
 Há coesão entre elas 
Exemplos de Instituições Sociais 
Família, Religião, Educação, Lazer, Economia, Segurança, 
Lei, Estado, etc. 
 
 
 
AULA 2 – TIPOS DE INSTITUIÇÕES 
Espontânea 
Surge das relações entre indivíduos em sua sociedade. 
Ex: família. 
Criadas 
Propositalmente construída para organizar a sociedade. 
Ex: escola, igreja, banco. 
Reguladora 
Estabelece regras para guiar a sociedade. Ex: legislação, 
economia, Estado 
Operacional 
Auxiliam a execução das práticas sociais. Ex: lazer, 
transporte 
 
 
AULA 3 – FAMÍLIA 
Origem 
É a Instituição mais antiga. 
famulus = escravo, servo. 
família = propriedade de alguém. 
Laços 
Sanguíneo ou por afinidade. 
Até séc. XVIII: casamento por arranjo e interesses. 
A partir do séc. XIX: casamento por amor. 
Engels 
A família organiza a sociedade e a produção de bens. 
Destaque para as mulheres. 
Família Tradicional 
 Patriarcalismo: o homem detém o poder. A 
mulher é submissa 
 Monogamia: um(a) único(a) parceiro(a) 
 Heterossexualidade: exclusão da diversidade 
sexual e da questão de gênero. 
Família Contemporânea 
É possível outras configurações, ex: 2 pais, 2 mães, meio-
irmão, enteado, apenas pai ou mãe, sem pai nem mãe, 
flexibilidade sexual. 
 
 
 
AULA 4 – EDUCAÇÃO 
Pré-história 
Base é intuitiva, pela observação, copiando os outros. 
Antiguidade 
Separar as elites. A educação se torna sistemática. 
Na Grécia: paedagogo era o escravo que educava. Surge 
a pedagogia 
Idade Média 
INSTITUIÇÕES SOCIAIS 
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Centro de estudos nos mosteiros. Surgem as primeiras 
Universidades. O conhecimento está relacionado com a 
religião. 
Modernidade 
Separação entre conhecimento e religião. Com o 
capitalismo, surgem as primeiras escolas: ensino em 
massa, mão-de-obra para indústria, educação tecnicista, 
aceitar a opressão, reproduzir os valores burgueses. 
 
 
 
AULA 5 – RELIGIÃO 
Características 
 É a primeira tentativa de explicar o mundo. 
 Sagrado (objetos, seres, fenômenos) 
 Conjunto de crenças 
 Rituais (nascimento, morte, etc) 
 Há um grupo de crentes 
 Estabelecem preceitos morais 
Sociedades tribais 
 O místico tem papel central 
o Organiza a sociedade 
o Estabelece hierarquias 
o Explica os mistérios da natureza 
o Adota regras, leis e princípios 
Sociedades Modernas 
As religiões se institucionalizam, formam sistema e uma 
unidade. Cada religião é geral na sociedade. 
Cristianismo 
 Idade Média: poder político. 
 Idade Moderna: poder econômico. 
 Atribui sentido social. 
 Igreja é Institucionalizada. 
 
 
 
AULA 6 – SAÚDE 
Início 
Curar ferimentos, preocupação com epidemias, medicina e 
filosofia estão juntas. 
Igreja 
Doença é castigo de Deus. Criam os primeiros hospitais. 
Modernidade 
Medicina se torna ciência social. 
Capitalismo e saúde se auxiliam mutuamente. Ex: vacina, 
que passa a ser empregada em massa. 
OMS 
Surge em 1948 para estabelecer um padrão mundial de 
saúde. Teve influência brasileira. 
Brasil 
Colônia: descaso com a saúde brasileira. 
1953: Surge o Ministério da Saúde. 
1999: Surge a FUNASA 
 
 
 
AULA 7 – ECONOMIA 
O que é economia 
oikos = casa, lar 
nomos = costume, lei 
Economia são as regras da casa. Estuda a produção, 
distribuição e consumo de bens e serviços. 
Foco 
Seres humanos possuem necessidade. 
O meio ambiente fornece recursos. 
A economia lida com essas variáveis. 
Problemas 
A produção é um dos maiores problemas: o quê, quando, 
quanto, por quê, para quem? 
Instituição 
Organiza técnicas de produção, extração de matéria-
prima, trabalho. Daí organiza o produto, a mercadoria, as 
utilidades, o consumo. 
Tipos 
 Caça & coleta 
 Agricultura 
 Comunismo primitivo 
 Escravidão/servidão 
 Comércio 
INSTITUIÇÕES SOCIAIS 
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3 
 Dinheiro 
 Exploração 
 Acúmulo 
 Industrialização 
 Bancos e especulação 
 
 
 
AULA 8 – LAZER 
Significado 
licere = ser lícito, ser permitido 
Lazer é aquilo que podemos fazer no tempo livre. Em 
geral, ligamos com o prazer: descansar, exercitar-se, 
distrair-se, etc. 
Profundidade 
Mais que ocupar o tempo livre, o lazer pode estimular o 
raciocínio crítico, desenvolver habilidades, favorecer a 
aprendizagem, etc. É o ócio produtivo. 
Problemas 
 Jogar bola X jogador profissional 
 Viajar X comércio turístico 
Cultura X indústria cultural 
 
 
 
AULA 9 – POLÍTICA 
É a Instituição que controla a sociedade. 
Esse controle são as formas de poder; as normas, regras, 
princípios morais, etc.; legislação e organizações. 
Exemplos: os institutos, os 3 poderes, um pajé, a polícia. 
 
 
 
AULA 10 – SEGURANÇA 
Características 
A população precisa estar segura 
O Estado oferece a segurança. 
Proteção contra: fatores geoclimáticos, epidemias, 
inimigos externos, a própria população (o Estado se 
defende da população). 
Modalidades 
Cadeias, presídios, casas de detenção. 
Forças armadas: marinha, exército, aeronáutica, polícias. 
 
 
 
AULA 11 – ESTADO 
É a instituição social que gerencia as demais instituições. 
Isso é feito pela violência. Só o Estado pode usar 
legitimamente a violência. O Estado tem o monopólio da 
violência, só ele tem esse direito. 
Consequência: o Estado controla a sociedade, as pessoas 
e as outras instituições. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O ESTADO 
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1 
AULA 1 – CONCEITOS BÁSICOS 
Território 
Espaço geográfico delimitado, com soberania e poder: 
possui fronteira, seja fixa, seja imprecisa. 
Estado 
Conjunto de Instituições que organizam e administram um 
território, tais como educação, saúde, segurança, 
legislação, política, economia, etc. 
País 
Território com seus aspectos físicos, sociais, culturais, etc. 
É mais vago que Estado. 
Nação 
União de um ou mais povos com sentimentos de 
pertencimento. 
Engloba o conjunto de cultura, língua, religião, práticas 
sociais, etc. 
1 Estado pode ter várias nações. 1 nação pode ter vários 
Estados. 
 
 
 
AULA 2 – TIPOS DE GOVERNO 
O governo é uma das Instituições que compõe o Estado e 
gerencia as demais. 
Formas 
 Monarquia: poder centralizado. Um chefe de 
Estado, vitalício e hereditário. 
 República: poder distribuído. Chefe de Estado 
eleito e temporário. 
 Oligarquia: Um grupo exerce o poder. 
 Tirania ou Ditadura: autoritarismo sem liberdade. 
 Democracia: o povo detém o poder, governa e é 
soberano. 
Sistemas 
 Parlamentarismo: Executivo e Legislativo estão 
próximos. Legislativo governa. 
 Presidencialismo: Executivo e Legislativo estão 
separados. Executivo governa. 
 
 
 
AULA 3 – TIPOS DE DEMOCRACIA 
Definição 
Demos = povo 
Kratos = poder 
Os cidadãos tomam as decisões 
Direta 
Cada indivíduo participa diretamente do poder 
Indireta ou representativa 
Cidadãos escolhem seus representantes. 
Semidireta 
 Representantes (executivo e legislativo) 
 Plebiscito (consulta popular anterior à lei) 
 Referendo (consulta popular após a lei) 
 Ação popular (questionaratos do poder público) 
 
 
 
AULA 4 – FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS 
Renascimento 
Junção de territórios e povos europeus sob o poder do 
Monarca. 
Os Estados 
Portugal foi o primeiro, iniciando em 1140. 
Séc. XV: Espanha, Inglaterra e França formam seus 
Estados 
Apoio da burguesia 
Unificações: língua, educação, legislação, administração, 
burocracia, exército nacional, sistema financeiro. 
Fundamentam as Instituições. 
Auge 
Séc. XVII – XVIII 
Luís XIV, o rei Sol, na França. “O Estado sou eu”. 
 
 
 
AULA 5 – TRIPARTIÇÃO DOS PODERES 
O ESTADO 
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2 
Aristóteles 
É justo cada qual ter a parte que lhe cabe 
Cada um tem um poder. 
Maquiavel 
Separar os poderes 
Essa separação é vantajosa para o Rei 
Locke 
Divisão em 3 poderes, com maior poder para o Legislativo 
Montesquieu 
Separação dos 3 poderes tal como conhecemos hoje: 
Executivo, Legislativo e Judiciário. 
Freios e Contrapesos 
Findar com o Absolutismo 
O poder é limitado pelo próprio poder 
Legislativo vigia a execução das leis (Executivo) 
O executivo freia o despotismo do Legislativo. 
O Judiciário está a serviço dos dois. 
Consequências 
Estrutura para formação do Estado. 
Garantia de liberdade individual. 
Principal forma até hoje. 
Brasil 
Constituição de 1988: os três poderes são independentes 
e harmônicos 
 
 
 
AULA 6 – DECLARAÇÃO DOS DIREITOS 
Bill of Rights (1689) 
Revolução Gloriosa (1688 – 1689) 
O Rei perde poder, a burguesia e o parlamento ganham 
poder. 
Surge a Monarquia Parlamentar. Fim do absolutismo 
inglês, com Judiciário autônomo. 
Liberdade (individual e impressa) 
Finalmente, a burguesia assume o poder (econômico e 
político) 
Carta de Independência Americana (1776) 
13 colônias britânicas formam EUA. 
Direitos iguais (vida e liberdade) 
Divisão justa de poderes 
Proteção ao Indivíduo 
Soberania popular 
Declaração Universal dos Direitos do Homem e do 
Cidadão (1789) 
Surge com a Revolução Francesa. É o marco do fim do 
Antigo Regime e do Absolutismo. 
Alguns destaques dessa Declaração: 
 Liberdade individual 
 Soberania Nacional 
 Proteção ao direito individual 
 Igualdade e liberdade perante a lei 
 Liberdade de expressão 
 Força Pública 
Marca a formação de um Estado livre, justo, igualitário, 
soberano. 
 
 
 
AULA 7 – ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO 
O Estado garante as liberdades individuais e respeita os 
direitos humanos. 
Início: Fim do Absolutismo 
Habeas Corpus 
Bill of Rights 
Carta de Independência 
Declaração Universal dos Direitos 
Proteção Jurídica 
A Lei emana do cidadão (não da religião, do exército ou 
das oligarquias) 
Essa lei manterá o Estado. 
O ESTADO 
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3 
O Estado será justo, igualitário e justo. 
 
 
 
AULA 8 – SISTEMAS ELEITORAIS 
Sistema Majoritário (simples) 
O candidato com maior número de votos é eleito. 
Vence quem tiver mais votos. 
Sem 2º turno 
Vale para Senador, Prefeito (para cidades com até 200 mil 
habitantes) 
Sistema Majoritário (absoluto) 
É preciso mais da metade dos votos. 
Pode haver 2º turno. 
Vale para Presidente, Governador e Prefeito (em cidade 
com mais de 200 mil habitantes) 
Sistema Proporcional 
Os votos de um partido são distribuídos entre seus 
candidatos 
Vale para vereador e deputado. 
Em 2014, 38 deputados federais foram eleitos, enquanto 
475 foram “arrastados” (eleitos sem voto suficiente). 
Sistema Distrital 
Os estados se dividem em distritos. 
Há um representante por distrito. 
Cada partido com um candidato. 
Não existe sistema distrital no Brasil. Vale nos EUA. 
 
 
 
AULA 9 – LEGISLATIVO 
Funções 
Fiscalizar o Executivo, as contas, abrir CPI 
Criar, extinguir, emendar leis. 
Decidir tributos, avaliar orçamento 
Elaborar um plano educacional. 
Deputado (Estadual e Federal) 
São representantes da população. 
Elaboram leis. 
Aprovar salários (do legislativo, executivo, polícia, 
ministério público, etc). 
Senador 
Representantes dos estados e do Distrito Federal. 
Analisa Projetos de Lei dos Deputados. 
Aprova indicados ao STF, TCU, BC, diretores de 
Empresas Públicas, PGU, diplomatas, etc. 
Averigua orçamento da União. 
Processa Presidência da República. 
Fixa empréstimos e dívidas da União, estados e 
municípios. 
Vereadores 
Criam leis municipais. 
Fiscalizam prefeito e secretários. 
Determinam os tributos municipais. 
Definem bairros e distritos. Estabelecem perímetro urbano. 
 
 
 
AULA 10 – EXECUTIVO 
Funções 
Sancionar ou vetar os projetos de lei 
Apresentar projetos de lei ao legislativo. 
Administrar impostos e contas públicas. 
Políticas Públicas: emprego, saúde, educação, segurança, 
habitação, etc. 
Prefeito 
Aplicar verbas (do estado ou federação) e impostos (da 
cidade) 
O ESTADO 
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4 
Nomear secretários 
Responsável pela saúde municipal 
Estabelecer tarifa de transporte público municipal 
Governador 
Responsável pelo saneamento básico, acesso à água, 
comandar a Polícia Militar, estradas estaduais e transporte 
intermunicipal. 
Presidente 
Representante máximo do povo. 
Representa o país no exterior. 
É o chefe das Forças Armadas. 
Editar Medidas Provisórias. 
Estabelecer Políticas Econômicas. 
Nomear ministros, STF, Banco Central, etc. 
 
 
 
AULA 11 – JUDICIÁRIO 
Funções 
Interpretar leis (julga seu cumprimento) 
Solução de conflitos (entre cidadãos, entidades, Estado) 
Autonomia para determinar o próprio orçamento. 
Órgãos 
 STF: órgão máximo 
 STJ: Interpreta leis federais. Julga governadores, 
juízes, etc. 
 JF: Julga a União, empresas públicas, etc. 
 Julga conflitos entre patrão e funcionário. 
 J Eleitoral: Regulamenta procedimentos 
eleitorais. 
 JM: Julga crimes militares 
 J Estadual: julga causas cíveis e criminais 
 CNJ: Averigua irregularidades dos juízes. 
Combate à impunidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AUGUSTE COMTE 
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1 
AULA 1 – POSITIVISMO 
 Cientificismo 
o Total poder da razão explicar o mundo 
o Explicações por leis 
o Mundo físico e social 
o Predomínio das ciências naturais 
 Positivismo 
o Princípios reguladores do mundo 
o Pensamento sistemático 
 Define objeto 
 Estabelece conceitos 
 Adota um método 
o Três Estados 
 Teológico 
 Metafísico 
 Positivo 
 
 
 
AULA 2 – DARWINISMO SOCIAL 
 Europa Séc. XIX 
o Fim da ordem feudal 
o Industrialização 
o Livre concorrência 
o Monopólios 
o Bancos 
o Capital financeiro 
o Superprodução 
o Conquista da África e Ásia 
 Resistência 
o Politeísmo 
o Poligamia 
o Poder tradicional 
o Castas 
o Economia agrária 
o Indústria de artesanato 
 É preciso mudar para aderir ao capitalismo 
o Como justificar a mudança e 
dominação? 
 Missão civilizatória 
o Levar civilização aos primitivos 
o Introduzir os valores dos colonizadores 
o Europa é o ápice da humanidade 
o África e Ásia são “fósseis” 
 Evolução 
o Darwin 
o As sociedades também evoluem 
o Cabe à Europa evoluir os povos 
atrasados 
 
 
 
AULA 3 – SOCIEDADE E SELEÇÃO 
 Evolução das Espécies 
o O homem é espécie: evolui 
 Cultura 
o Rompe com as leis da naturezao O homem se adapta ao meio 
o Na cultura não há seleção natural 
 Europa 
o Crença de ser o mais forte e o mais 
adaptado 
 Mercado 
o Liberalismo: o mais forte prevalece 
o É seleção natural? 
o Não! 
 É construção humana 
 Tem histórica 
 Não é regido por Leis 
(universais e necessárias) 
 Cultura 
 
 
 
AULA 4 –ORDEM E PROGRESSO 
 Condições históricas 
o Darwinismo social 
o Colonialismo europeu 
o Exploração e miséria 
o Exigência de mudança 
o Resposta positivista 
 Ordem 
o Movimento estático 
o Melhor funcionamento social 
o Aceitar as condições 
o Preservação dos elementos sociais 
 Progresso 
AUGUSTE COMTE 
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2 
o Movimento dinâmico 
o Evolui do mais simples para o mais 
avançado 
o Lei universal 
 
 
 
AULA 5 – ORGANICISMO 
 Albert Schäffle 
o Corpo social 
o Processos biológicos 
o Condutas sociais 
 Herbert Spencer 
o Evolução moral do homem 
o Sobrevivência do mais apto 
o Utilitarismo 
 Alfred Espinas 
o Leis da biologia são válidas para todos 
o Valem para o homem 
o Valem para a sociedade 
 Síntese 
o Características universais 
o Sociedade = organismo 
o Sociedade possui órgãos, sistemas, 
partes 
o Leis biológicas determinam as leis 
sociais 
 
 
 
AULA 6 – ANÁLISE DE TEXTO 
Ideia central: A sociedade determinada por leis é livre. 
 §1 Liberdade 
o Definição 
o Natureza 
o Vida 
o Homem 
 §2 Determinismo 
o Sem lei 
o A lei 
o Analogia 
 §3 Ordem 
o Liberdade 
o Princípio 
 §4 Sociologia 
o 2 partes 
o Aplicação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ÉMILE DURKHEIM 
 
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1 
AULA 1 – QUEM É DURKHEIM? 
 Pai da sociologia 
o Estudou direito e economia 
o Professor na Sorbonne 
o Fundou a Escola sociológica francesa 
 Influência positivista 
o Vida social: leis e método 
o Fenômeno sociológico não é 
experiência individual 
 Sociologia é como um organismo vivo 
o Coesão social 
o Fatos sociais 
o Moral 
o Consciência coletiva 
 
 
 
AULA 2 – FATOS SOCIAIS 
 Fato Social são coisas 
o Sociedade 
o Independentes 
o Determinantes 
o Funcionamento 
 3 características 
o Coerção 
o Exterioridade 
o Generalidade 
 Exemplos 
o Idioma 
o Família 
o Lei 
o Educação 
o Habitação 
 
 
 
AULA 3 – MÉTODO 
Positivismo → Senso comum → neutralidade → fatos 
sociais → prenoções 
 
 
AULA 4 – SOCIEDADE E ORGANISMO 
 Norma 
o Generalidade 
o Consenso geral 
o Vontade coletiva 
 Patologia 
o Fora dos limites 
o Exceção 
o Transitório 
 
 
 
AULA 5 – SOLIDARIEDADE MECÂNICA 
 Sociedade é orgânica. É composta por partes 
 O que torna as partes coesas? 
 Resposta: a solidariedade 
 Solidariedade mecânica: 
o Sociedade simples e homogenia 
o Divisão de tarefas por gênero 
o Especialização familiar 
o Todos estão situados 
o + coletivo, - individual 
 
 
 
AULA 6 – SOLIDARIEDADE ORGÂNICA 
 Sociedade capitalista 
o Baixa coesão social 
o Pouco reconhecimento 
o + individualismo, - coletivo 
o Nova divisão do trabalho 
 
 
 
AULA 7 – DIVISÃO DO TRABALHO 
 Coesão mecânica 
o Aumento populacional 
o Meios de comunicação em massa 
o Transportes novos 
o População sem rumo 
ÉMILE DURKHEIM 
 
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2 
 Após divisão: 
o Especialização 
o Segmentação social 
o Instituições 
 Ligação orgânica entre indivíduos 
 Consciência coletiva 
 
 
 
AULA 8 – CONCIÊNCIA COLETIVA 
 A consciência coletiva 
o Determina a vida e o pensamento das 
pessoas 
o É autônoma (tem vida própria) 
o É um fato social 
 Indivíduos & Grupos 
o São menos relevantes que a sociedade 
o A sociedade determina 
 Os indivíduos 
 A forma moral 
 As regras e os valores 
 
 
 
AULA 9 – MORAL 
 A consciência coletiva determina a moral 
o Suas regras 
o Suas normas 
o Seus valores 
 Direito 
o Penal 
 Ofensa ao conjunto 
 Devolução do desafeto 
o Restitutivo 
 Ofende apenas uma parte 
 Reparar o dano 
 
 
 
AULA 10 – ANOMIA MORAL 
 Divisão do Trabalho + valores coletivos 
o Deveriam se complementar 
o Não se complementam 
o Indivíduos são partes isoladas no todo 
o Prioridade da vontade individual 
 Indivíduo 
o Interesse coletivo X Interesse particular 
o Falta de regras e limites 
 
 
 
11 – CONFLITOS SOCIAIS 
 Individualismo: indivíduo acima do coletivo 
 Desorientação dos cidadãos: O que fazer? A 
quem recorrer? 
 Conflitos sociais 
 Enfraquecimento das Instituições (Igreja, Família) 
 Consequências econômicas 
 
 
 
AULA 12 – IMORALIDADE ECONÔMICA 
 Natureza humana é egoísta 
 A vida em sociedade obriga ao respeito 
 Aprendemos a conviver mutuamente 
 Bem-estar coletivo é maior que o Bem-estar 
individual 
 Respeitar as regras sociais 
 Sociedade permanece justa 
 Ordem econômica não rege esses preceitos 
 O que fazer? 
 
 
 
AULA 13 – ÉTICA DO MERCADO 
 Mercado de trabalho 
o A moral está enfraquecida 
o A família não é fundamental 
o A religião perde espaço 
o As regras de conduta sofrem abalos 
 É preciso uma nova ética 
o Mais forte que o interesse econômico 
ÉMILE DURKHEIM 
 
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3 
o Passamos boa parte do tempo no 
trabalho 
o Necessitamos uns dos outros 
o Regulada pelas corporações 
 
 
 
AULA 14 – ANÁLISE DE TEXTO 
 Ideia central 
o Vida em sociedade 
 §1 – Estudo social sem ciência 
o Pensar nos fatos sociais antes da 
existência da ciência 
o Necessidade prática 
 §2 – As prenoções 
o Vida social foge à consciência 
o É arbitrário ou artificial? 
o Prenoção! 
o Repetição e hábito 
o Ficamos presos 
 §3 – Metodologia sociológica 
o Dúvida cartesiana é modelo 
o Proibir conceitos infundados 
o Libertar-se das prenoções 
 §4 – Dificuldades da libertação 
o Paixão pelas crenças 
o Passividade pelas ideias frágeis e do 
senso comum 
o Autoritarismo, “cegueira”, individualismo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MAX WEBER 
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1 
AULA 1 – QUEM É MAX WEBER? 
Sociólogo alemão 
 Estudou direito, filosofia, história, sociologia 
 Professor em Heidelberg 
Produção intelectual 
 Religião 
 Política 
 Valores capitalistas 
 Tempo 
 Racionalidade 
 Desencanto 
Método 
 Estatística 
 Comparação 
 Interpretação 
 História 
 
 
 
AULA 2 - MÉTODO 
Estatística 
 Coleta de dados 
Comparação 
 Comparar fatos históricos 
Compreensão 
 Interpretar fatos 
História 
 É meio para interpretar a realidade 
 
 
 
AULA 3 – CONTEXTO HISTÓRICO 
 França Alemanha 
Potência Séc. XVII – XIX Séc. XIX – XX 
Capitalismo Comercial Concorrencial 
Nacionalismo Início da 
Modernidade 
Tardio 
Influências Ciência e 
Indústria 
História e 
Antropologia 
Consequências Positivismo 
(universalidade) 
Sociologia 
(diversidade) 
 
 
 
AULA 4 – HISTÓRIA 
Positivismo 
 Processo universal 
 Todos povos passam pelo mesmo estágio 
Weber 
 Cada sociedade tem uma formaçãohistórica 
diferente 
História + Sociologia 
 Particularidades (história) 
 Generalidades (Sociologia) 
 Roma → Idade Média → Capitalismo 
 Dados históricos estão esparsos 
 A sociologia liga e atribui sentido a esses dados 
históricos 
 
 
 
AULA 5 – SENTIDO 
Método compreensivo 
 Atribuir sentido à história e à sociedade 
 Cada sociedade tem sua especificidade 
Sentido 
 Motivação individual para a ação 
 Weber procura entender o sentido 
o Entender a motivação, o objetivo, as 
consequências sociais 
Exemplo: 
 Enviar uma carta 
o Escrever 
o Postar 
o Enviar/receber 
 
 
 
AULA 6 – AÇÃO SOCIAL 
Positivismo 
MAX WEBER 
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2 
 A sociedade determina o indivíduo 
Weber 
 Não há oposição entre indivíduo e sociedade 
 Um determina o outro 
Ação social 
 Sociedade → motivação/sentido individual → 
consequência → sociedade → etc 
 Entender o sentido (individual) é fundamental para 
entender a ação (social) 
 Exemplo: 
 Enviar e receber carta é repleto de ação social, 
com vários sentidos individuais. 
 
 
 
AULA 7 – CIENTISTA SOCIAL 
 
Positivismo 
 Evolucionismo 
 Cientista fora da sociedade 
 Desvalorização do indivíduo e da história 
Durkheim 
 Abandonar as prenoções 
Weber 
 Há motivações pessoais 
 Considerar as influências culturais 
 Parcialidade no dados coletados 
o Selecionar 
o Orientar 
o Atribuir sentido 
Fato social 
 Não é coisa 
 É acontecimento 
Explicação parcial 
 O cientista também é um indivíduo que está 
dentro da realidade social 
 O cientista tem motivação subjetiva 
 Prioriza algum aspecto (econômico, político, 
religioso, etc) 
 Explica a ação social 
 Máxima objetividade possível 
 Descarta as crenças pessoais 
 Procura a melhor explicação 
 
 
 
AULA 8 – RACIONALIDADE 
É a principal característica da Modernidade Ocidental, 
segundo Weber 
 Rompe com sociedades tradicionais e pré-
industriais 
 Tudo passa a ser feito de modo racional 
Exemplo: 
 Economia 
 Política 
 Relações sociais 
 Artes 
 Religião 
 
 
 
AULA 9 – CIÊNCIA E TECNOLOGIA 
 É fruto da extrema racionalidade e 
desenvolvimento econômico 
 Marca o apogeu da razão 
 Extrema especialização da mão-de-obra 
 Mudanças sociais em geral 
 
 
 
AULA 10 – MÁQUINAS MODERNAS 
Capitalismo ↔ Ciência ↔ Tecnologia 
Um alimenta o outro 
Exemplo: feiras de inovações tecnológicas entre séc. XIX 
e XX 
 
 
 
MAX WEBER 
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3 
AULA 11 – TEMPO 
Idade Média 
 Economia rural 
 Trabalho sem pressa 
 Para que produzir mais? 
Cidade 
 Maior produção 
 Patrão otimiza o empregado 
 Surge o relógio para controlar a produção 
Weber 
 Com a cidade, há liberdade 
 Mas se não trabalhar, não recebe 
 A liberdade é aparente 
 Surge o contrato como base do capitalismo 
 
 
 
AULA 12 – RESISTÊNCIAS 
Capitalismo 
 Mudança no ritmo de trabalho 
o Maquinas 
o Salário 
o Tempo 
 Mudanças foram graduais 
o Havia desconfiança 
o Houve resistências (ex: ludismo) 
 
 
 
AULA 13 – TIPO IDEAL 
 É um instrumento de análise 
 Explica os fatos sociais 
o Construção teórica 
o Modelo característico 
o Serve para comparar 
o Não é perfeito 
 Exemplo 
o Patrícios 
o Burguês 
 
 
 
AULA 14 – ÉTICA PROTESTANTE 
Sociologia de Weber 
 Estatística + História = valores protestantes 
Valores católicos 
 Oração 
 Sacrifício 
 Renúncia da vida prática 
Valores protestantes 
 Educação 
o Técnica 
o Não humanística 
Religião & Sociedade 
 O intermédio não é por instituições 
 É por valores 
o São motivos para a ação social 
o Trabalho é a finalidade 
Investimento 
 Recusa os prazeres materiais 
 Vocação para o trabalho 
 Aplicar os investimentos 
 Desenvolve o capitalismo 
Tipo ideal do capitalismo 
 Organização racional 
 Trabalho para o mercado 
 Sem especulação nem rapinagem 
 
 
 
AULA 15 – REFORMA PROTESTANTE 
História 
 Movimento social do século XVI 
 Crítica à Igreja (contra indulgências) 
 Estabelece outro tipo de cristianismo 
(evangélicos) 
Deus 
 Salvação é um dom 
o Não pode ser negociada 
MAX WEBER 
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4 
o Independe dos feitos humanos 
o Não depende da Igreja 
Calvino 
 Deus escolhe quem será salvo 
 Trabalho é uma vocação divina 
 O rendimento do trabalho é sinal de escolha de 
Deus 
 
 
 
AULA 16 – CAPITALISMO E PROTESTANTISMO 
Aproveitar melhor o tempo 
 Menos ócio 
 Mais trabalho 
o Aumento da disciplina e rigor 
o Organização da vida para trabalhar 
o Prova de fé para merecer a salvação 
o O rigor aproxima de Deus 
O capitalismo 
 É condição prática para o protestantismo 
O protestantismo 
 É condição moral para o capitalismo 
 
 
 
AULA 17 – DESENCANTO 
A ciência substitui a religião 
 O racional no lugar do místico 
 Favorece o surgimento de tecnologias 
 Separa o religioso do profano 
 Retira a magia do mundo 
o A razão explica (Positivismo) 
o Mas tem limites (Weber) 
 
 
 
AULA 18 – ANÁLISE DE TEXTO 
Ideia central: 
 O que é disciplina 
§1 Conceito de disciplina 
 Execução de tarefas 
 Impessoal e mecânico 
 Extrema racionalização 
§2 Ética da disciplina 
 Hábito, repetição 
 Normas, dever, consciência 
§3 As origens da disciplina 
 Exercício 
 
KARL MARX 
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1 
AULA 1 – QUEM É KARL MARX? 
Apresentação 
Viveu de 1818 a 1883. 
Estudou filosofia, política, economia e sociologia. 
Foi redator de gazeta. 
Participou da Liga dos Comunistas. 
Integrante da 1ª Internacional. 
Principais Obras 
 Manuscritos Econômicos-filosóficos 
 A ideologia alemã 
 Miséria da Filosofia 
 Manifesto Comunista 
 O 18 de Brumário 
 O Capital 
Práxis 
 Materialismo histórico 
 Luta de classes 
 Alienação 
 Política 
 Dialética 
 
 
 
AULA 2 – DIALÉTICA 
Filosofia de Hegel 
Tese → Antítese → Síntese 
É um movimento interno de negação e superação. 
Exemplo 
Flor: 
Botão (tese) → flor (antítese, negou a tese) → fruto 
(síntese, superou o botão e a flor) 
Marx 
Essa dialética é uma ideia. O que importa é a prática 
(matéria). 
Marx aplica a dialética na história e na sociedade. 
 
 
AULA 3 – SENHOR E ESCRAVO 
Alegoria do senhor e do escravo 
Dois indivíduos lutam. O vencedor se torna senhor. O 
perdedor vira escravo. 
Visão marxista 
Senhor Escravo 
Política Trabalho 
Usufrui e controla Domina os meios de 
produção 
Depende de quem domina 
o trabalho 
Pode controlar quem não 
sabe trabalhar 
Escravo do escravo Senhor do senhor 
É o patrão, burguês, 
capitalista 
É o operário, proletário, 
trabalhador 
 
 
 
AULA 4 – SOCIALISMO UTÓPICO 
Primeiros socialistas 
 Claude Henri de Rouvroy (Conde de Saint-
Simon) 
 François-Charles Fourier 
 Robert Owen 
Pontos em comum 
 Justiça plena 
 Ordem social perfeita 
 Fim do/a: individualismo, competição, 
propriedade privada 
Marx 
Esses socialistas não levam em consideração luta política, 
nem participação do proletariado. 
São idealistas. 
Sua mudançaé externa. 
É preciso levar em conta as condições concretas. 
A mudança deve ser interna (dialética). 
 
 
 
AULA 5 – AS PRIMEIRAS SOCIEDADES 
Dialética 
KARL MARX 
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2 
É um movimento interno. 
O novo surge do interior do velho. 
Contradições internas: solidariedade X conflito. 
Dinamismo: transformação da natureza (pelo trabalho). 
Comunidade Original 
Cooperação e harmonia: não há excedentes nem conflitos 
sociais. 
Sociedade 
Ferramentas e técnicas → melhor produção → excedentes 
→ distribuição não é justa → propriedade privada → 
economia → classes sociais 
 
 
 
AULA 6 – CLASSES SOCIAIS 
Relação entre homens 
Antagonismo – oposição – exploração – complementação 
Relação dialética 
Harmonia → Antagonismo → Divisão do trabalho → 
Hierarquia → Desigualdade/Classes sociais 
Meios de produção 
Proprietários X Não proprietários 
Luta de classes: 
 escravo X cidadão livre 
 servo X senhor feudal 
 operário X patrão 
 
 
 
AULA 7 – ESCRAVO, SERVO, PROLETÁRIO 
Escravo 
Sem direitos. 
Propriedade de alguém. 
Servo 
Propriedade da Terra. 
Protegido pelo Senhor Feudal. 
Proletário 
Livre, com direitos. 
Recebe salário. 
O único comprometimento do patrão é pagar o salário. 
 
 
 
AULA 8 – LUTA DE CLASSES 
Visão liberal (Locke) 
Todos os homens são iguais. 
Todos têm os mesmos direitos. 
Todos têm direito à propriedade. 
Marx 
A propriedade do burguês são os meios de produção. 
A propriedade do proletário é sua força de trabalho. 
O proletário vende sua força de trabalho para o burguês. 
Interesses 
Os interesses são antagônicos e complementares: 
Antagônicos Complementares 
Burguês Proletário Burguês + 
Proletários 
 Mais lucro Dividir lucros Um existe com o 
outro 
 Diminuir o salário Aumentar 
salários 
Meios de produção 
Aumentar a 
jornada de trabalho 
Diminuir jornada 
de trabalho 
Força de trabalho 
 
 
 
AULA 9 – MATERIALISMO HISTÓRICO 
Teoria geral 
Tempo & espaço – produção de bens – estrutura social – 
força produtiva – relações de produção 
Forças produtivas 
KARL MARX 
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3 
Condições práticas e concretas determinadas para 
produção. 
 Matéria-prima 
 Instrumentos e técnicas 
 Homens 
Relações de produção 
É a forma como a sociedade se organiza para produzir. 
Distribuição das forças produtivas e do produto final. 
Forças produtivas + Relações de produção 
Condição material. 
Muda com a história. 
Modos de produção. 
 
 
 
AULA 10 – MODOS DE PRODUÇÃO 
Dialética 
O movimento é interno: da tese surge a antítese. Da 
antítese vem a síntese. 
As mudanças também são internas. 
Modo de Produção Primitivo 
É o modo de produção utilizado pelas primeiras tribos, 
culturas e civilizações. 
Os meios de produção são comuns: toda população 
compartilha as terras, as caças, etc. 
As técnicas ainda eram pouco desenvolvidas. A 
hostilidade da natureza era grande (animais, o clima, etc.). 
Isso favoreceu os homens a se unirem para produzir. 
A produção era repartida entre todos. 
A população cresce e se expande: esse modo de 
produção não dá mais conta das necessidades. 
Modo de Produção Asiático 
É o modo de produção utilizado em civilizações como 
Egito e China. 
Conhecem os ciclos da natureza. 
Os meios de produção não são mais comuns; agora, 
pertencem ao Estado. 
Há mais técnicas. Os homens se dedicam mais ao 
trabalho. Querem tomar posse da terra (deixa de pertencer 
ao Estado). 
Modo de Produção Antigo 
É o modo de produção utilizado na Grécia e em Roma. 
A propriedade é privada. 
Com a expansão e conquistas, aumentam os escravos: 
mão-de-obra escrava. A qualidade do trabalho do escravo 
é menor que a do homem livre. Diminui a expansão, 
diminui os escravos, e esse modo de produção entra em 
declínio. 
Modo de Produção Germânico 
É o modo de produção utilizado pelos povos bárbaros. 
As famílias vivem isoladas. Elas é que cultivam e 
trabalham. Se unem para cultos religiosos e para a guerra. 
Esse modo de produção entra em declínio com a 
ocupação da Europa. 
Modo de produção Feudal 
É o modo de produção utilizado nos Feudos, durante a 
Idade Média. 
Junta as características do Modo de Produção Antigo com 
o Germânico. Da mescla do trabalho escravo (Grécia e 
Roma) com o familiar (Bárbaros), surge o servo. 
A produção aumenta, as invasões bárbaras diminuem: 
guerras internas e revoltas populares. Esse modo de 
produção entra em crise, surgindo o capitalismo. 
 
 
 
AULA 11 - CAPITALISMO 
Trabalho assalariado 
Meio de produção privado: artesanato, oficina, fábrica. 
As cidades ressurgem, se desenvolvem e crescem. 
O comércio se expande. O lucro aumenta. 
Revolução Industrial 
Maior produção → + lucro → + mão-de-obra assalariada 
→ mais poder à burguesia → Revoluções burguesas 
(Inglaterra, França, EUA). 
 
KARL MARX 
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4 
 
 
AULA 12 - SALÁRIO 
Propriedade 
Burguês: proprietário dos meios de produção. 
Operário: proprietário apenas de sua força de trabalho. 
O operário vende a força de trabalho para quem tem os 
meios de produção. 
O que é salário? 
É o valor da força de trabalho considera como mercadoria. 
Deve ser o suficiente para o trabalhador sobreviver. 
Quanto vale o salário? 
Varia conforme: preço do produto, tipo do trabalho, 
habilidade e especialização do trabalhador. 
 
 
 
AULA 13 – FORÇA DE TRABALHO 
Capitalismo 
A força de trabalho produz e consome as mercadorias. 
A. Smith 
Característica da força de trabalho: 
Cria valores, não se desgasta nem desaparece, é a 
verdadeira fonte de riqueza da sociedade. 
K. Marx 
Ressureição: 
As criações estão “mortas”. A força de trabalho reanima o 
produto: gera outro produto, agrega outro valor. 
 
 
 
AULA 14 – VALOR DE MERCADORIA 
Economistas inglesas 
Tempo de trabalho + gastos = preço da mercadoria. 
Marx 
A habilidade individual e as técnicas vigentes também são 
fatores para determinar o preço da mercadoria: 
O valor da mercadoria será: tempo de trabalho 
socialmente necessário à produção da mercadoria. 
 
 
 
AULA 15 - LUCRO 
Exemplo: tênis 
Gastos Quantidade 
Matéria-prima 100 
Instrumentos 20 
Trabalho 30 
Total 150 
 
150 é a despesa, é o preço de custo. 
Hipótese 
Aumentar os preços: + 50 
200 (preço final, com 50 de lucro) 
Problemas 
Arbitrário e transitório. 
Atrai concorrentes. 
Aumenta a oferta, diminui o preço. 
Se todos aumentam o preço, gera inflação e crise 
econômica. 
 
 
 
AULA 16 – MAIS-VALIA 
Vamos supor uma jornada de trabalho de 12h, com um par 
de tênis feito a cada 2h. Serão 6 pares ao dia. Os valores 
ficarão assim: 
Matéria-prima: 100 
 𝑥6 
→ 600 
Instrumento: 20 
 𝑥6 
→ 120 
Trabalhador: 30 
 
→ 30 
KARL MARX 
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5 
Total: 150 
 
→ 750 
Cada par custará: 125 
Lucro por par: 25 
Lucro do dia: 25 x 6 = 150 
Esse 150 é a mais-valia. 
 
 
 
AULA 17 – MAIS-VALIA ABSOLUTA E RELATIVA 
Absoluta 
Valor da força de trabalho (salário) ≠ Rendimento do 
trabalho (mais-valia) 
Para aumentar o

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