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Restrição do crescimento fetal

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R es trição do c re s cime nto fe tal Zuga i b, ca p 35
Obs te trícia 12 /09/18
Introd ução
o A res tr ição de c resc ime nto fe ta l é uma da s pr inc ipa is co mp licações da gra vide z e es
assoc iada a a lto s índ ices de morb imor ta lidade per inata l e na infâ nc ia;
o Adaptação fe ta l ao s upr ime nto lim itado ca usa hipert e nsão, d iabe tes, coro nar iopatias,
hip erco leste ro le mia na idade ad ulta ;
o N ão há t rata me nto c n ico espec íf ico q ue pre vina o u cor r ij a o cresc ime nto inad eq uado.
o É uma a no r ma lidade feta l co mum, pre se nte e m 5- 10% das ges tações
o A inc i nc ia é var iá ve l se gundo lit era t ura
De finição
o É o ter mo us ado para descre ver feto s que não a t ingira m se u po te nc ia l de cresc ime nto de vido
a fatore s a mb ie nta is o u ge né t icos.
o Prese nça de pe so fe ta l aba ixo do p erce nt il 10 para idade ge stac io na l, estimada por USG
obstét r ica. Co nfir mação d ia gnó st ica após o nasc ime nto q ua ndo o peso do RN for infer ior ao
P10 para IG ;
o O cresc ime nto e o co ntro le do dese nvo lvime nto feta l depe nde m de fa tores ge nét icos,
endóc r ino, imuno ló gicos, nutr ic io na is e vasc ulare s
o A ma ior ia fica no p erce nt il 50
o Esse peq ue no aba ixo do pe rce nt il 10 pode ser um bebe res tr ito
o P5? P5? P10?
o Pre mat uro é d ifere nte de RC F o u ba ixo peso;
o N ão é uma doe nça e s im co nseq üê nc ia de a lgo
o A o rige m po de s e r fe tal, pla ce n ria o u mate rna co m pos s ibi lida de de s obre pos ição
de ss as patologias .
o IG mui to i mpo rta nte
Morb idade e mor ta lidade per inata is
o Hi pogl ice mia ne ona tal red ução de e stoq ues de glico gê nio hep át ico e mio cárd ico e
redução do tec ido ad ipo so;
o Hi pocalce mia atr aso na int rod ução do le ite para o RN e por conta da hi xia, q ue
aume nta ve is r icos de ca lc ito nina ;
o Hi pote rmia esca sse z de tec ido s ub c u neo
o Pol ici te mia e le vação da er itropo ietina fe ta l por hi xia feta l crô nic a (gera
hip er viscos idad e sanguínea ins f. C ard íac a, tro mbos e cerebra l e ins f. Resp ira tór ia); a ume nta
a viscos idade sa nguinea, ca usa ndo p rejuízo ne uro p s ico motor
o Prej uízo no de se nvo lvime nto ps ico moto r;
Clas s ificação sabe r t ipo I e II e as ca usas de cada um.
o Ti po I (c re s cime nto é s imé t ri co)
Age nte a gresso r no i níc io da ges tação e mbr io nese (a 8 se ma nas );
Prej uízo do p rocesso de multip licaç ão ce lular ( hiperp las ia)
Red ução pro po rc iona l das med idas corpora is
Fatores e nvo lvidos : ge nét icos, infecçõe s co ngê nitas, d ro gas e rad iações io niza ntes ;

10 a 20% dos casos ; me nos i nci de nte é o mais grave .
Ma is as soc iados à má fo r m ão.
Prognós t ico r uim assoc iado à inc i nc ia e le vada de ma lfo r maçõe s (pr inc ipa is
caus as infecções co ngê nita s, dro gas, e tc) ;
Ti po II (c re s cime nto é ass imé trico)
o At uação sobre o fe to no te rce iro t ri me s tre da gest ão
o Prej uízo no p rocesso de a ume nto do ta ma nho das cé lula s ( hipe rt ro fia )
o Red ução desp roporc io na l da s med idas corp ora is (po lo ce fá lico e o ssos lo ngos po uco
at ingido s e abdo me ma is co mp ro me t ido)
o Fator e nvo lvido : i ns f. Pla ce ntá ria, gera lme nt e.
o Bebe gra nde e ma gro.
o 75% dos casos ;
o Bom p rog nós tico
o N o fina l da ges tação
Ti po i nte rme diá rio
o At uação feta l no se gundo tr imes tre de ges tação
o Prej uízo ta nto na hiperp las ia, co mo na hiper tro fia;
o Polo c e fá lico e os sos lo ngo s co mpro metidos, mas e m gra u me no r q ue no t ipo I
o Fator e nvo lvido : de s nut rão, rmacos , ta bagis mo e alcoolis mo;
o 10% dos casos
o D ifíc il d ia gnó st ico ta nto intra- útero e pó s- parto
Fato re s de ris co
o Fatores feta is
Alt erações ge nét icas (13, 18, 21 ) e ma lfor mações feta is
Infecções co ngê nit as (r ub éo la, C M V, HI V, var ice la, To xop las mose)
Gesta ção múlt ip la, um cresce ma is q ue o o ut ro.
o Fatores p lace n r ios : co mp ro me te m o s upr ime nto sa nguíneo da mãe pa ra o bebe.
Alt erações p lace ntár ias (P P, inserção ve la me ntosa do co rdão, ar tér ia umb il ica l única) ;
Ins ufic nc ia p lace ntár ia d iminu ão da per fusão uterop lace n r ia ;
o Fatores mate r nos
nd ro mes hiper te ns ivas
Card iopat ias
Ane mia
Pr inc ipa lme nte as fa lc ifor mes
DM pode ca usa uma p lace nta ins ufic ie nte.
Doe nças a uto imunes
Tro mbo filia s (SAF , mut ão no fato r V de Le ide n) ;
Des nut r ição (1º tr imes tre pre j ud ica hiperp las ia; 2º tr imes tre prejud ica hiper tro fia
ga nho de pe so);
Fatores a mb ie nta is
o Estresse e a ns ied ade

o Dro gas a nt ico nvuls iva ntes o u a nt ineop lás ico s
o Betab loq ueadore s
o Dro gas
o Á lcoo l
o Taba gis mo
D ia gnós t ico
o N ecessár ia de ter minaç ão de idade ge stac io na l pa ra o d ia gnó st ico
o Depe nde do ca lc ulo co rreto d a IG
o Rastrea me nto c línic o
o Rastrea me nto ultra sso no grá fico
o Ga nho po ndera l ma ter no
Ga nho de peso ins ufic ie nte cre sc ime nto feta l d iminuído ? Má nut r ição?
Ava liar peso a cada co ns ulta
Aco mpa nha me nto do peso na c ur va de IMC (ba ixo peso, peso adeq uado, sob repeso
ou obes idade) ;
Fic ar at e nto a ba ixo peso
o Med ida da a lt ura uter ina
UFU me nor q ue o P10 par a IG, s ugere RC F;
Cuidado : fe to e m s itu ão tra ns versa, ge me lar, po lidra mnio, obe s idade mate r na;
24 se ma nas : ac ima da c icat r iz umb ilica l
20- 22 sema na s : c icat r iz umb ilica l
o USG
Dia gnós t ico ma is pro vá ve l, co nfiá ve l
Prese nça de peso feta l aba ixo d e perce nt il 10 para I G
Confir m ão d ia gnos t ica após o nasc ime nto do bebe.
Pre mat uro é d ifere nte de RC F o u ba ixo peso.
Cir c unferê nc ia abdo mina l (C A) é um dos ma rcadores ma is impor ta nte s do es tado
nut r ic io na l do feto ( vo lume do gad o e gord ura s ubc utâ ne a abdo mina l) ;
Med ida do ILA d iminuiçã o está asso c iada à q ueda da d iure se feta l, decor re nte de
ins uficiê nc ia ute rop lace ntár ia ;
o D opp le rve loci me t ria
Dife re nc ia o feto p eq ue no por ins ufic iê nc ia p lac e nr ia do peq ue no co nst it uc io na l;
Mede a c ir c ulação da p lace nta para o beb e.
Dopple r da AA. U mb (s e alte rado, s e gue ) D opple r ACM ( se alte rado s e gue )
D opp le r ducto ve nos o .
Soma tór ia da ve lo c idade de c ada he mác ia por de ter minado se guime nto do va so.
Contr a i: ve loc idade ma ior, ma ior p ico
Re la xa : me no r ve loc idade o nda ma is reba ixada.
Observa r se o vaso te m ba ixa re s i nc ia co m a prese nç a de fluxo d ias lico e le vado
Qua nto me no r a ve loc idade do fluxo d ura nte a d iá sto le , ma io r a res is nc ia per ifér ica
do terr itór io vasc ular e st udado.
O aume nto da res ist ê nc ia ca usado por ob lite ração das ar ter ío las do s is te ma vilos i r io
3º é visto co mo red ução do co mpo ne nte d ias lico.
Pio r : o vaso ma is re s is tê nc ia me nor o fluxo, q ua nto ma is pró ximo de zero es t ive r a
diásto le, p ior é o vaso. A res istê nc ia é tão gr a nde q ue p assa na s ís to le na d sto le o