Direito Constitucional seção 3 estagio supervisionado I
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Direito Constitucional seção 3 estagio supervisionado I


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EX C ELE NT ÍS SIMO SE N HOR D OU TOR JU IZ D E D IR EITO D A C OM ARC A D E
R OS AN A D O ES TAD O DE S Ã O PAU LO /SP .
PROCESSO XXXXXXXXXX
LU IZ, P romoto r de J us tiça já q ualifica do nos a u tos do p rocesso em ep ígra fe, promo vi da
em face d o M uni c ípi o de Ro sa na/SP , por se u proc urador ao fi nal assi na do,
i nco nfo rmado com a R. S entença , vem, m ui respei tosamente a prese nça de Vo ssa
Excelê nci a, por esta e na mel ho r fo rma de di rei to , interpor RE CU R SO D E AP ELAÇ ÃO
com base nos ar ti gos 1.009 e 1.014 do C PC , (Lei 13.105/15) conforme às razõ es
ane xas, req uere ndo V ossa E xce lê nci a, veri ficada s a opo r t uni dade e cabi me nto,
determi na r s ua j untada ao p rocesso, remete nd o-a a aprecia ção da Sup e rio r Ins tânci a.
Termos em q ue pede e espera de feri me nto.
Osasco, 10 de Abril de 20 19.
XXXXXXXX XX XXXXXX
OAB /SP
AP EL ANTE: L ui z, Promo tor de J usti ça
AP EL AD O: M unic ípi o de Rosa na /SP
PROCESSO N. XXXXXXXXXXXXXX
JU IZ DE D IRE ITO D A C OMA RC A DE ROS ANA/SP .
EGRÉ G IO T RIB U NA L D E JUST IÇA
C OLE ND A C Â MA RA
EMÉR ITOS J UL GA DORE S
D A TE MPE ST IV IDADE
O pra zo p ara i nte rposi ção de recurso de apelação é de 15 (Q ui n ze) dia s, a
contar da p ublicaçã o no di ário ofici al, p orta nto, o prese nte re c urso é te mp es tivo .
D O CAB IMEN TO
O ar tig o 1 .00 9 d o C P C pre vê q ue da Se nte nça cab e Apelação.
D O MÉ R IT O RE CU R SAL
O E xcele n ssi mo J ui z a q uo nã o agi u co m acerto a o p ro feri r a R. se nte nça,
sendo cer to q ue , segundo ente ndemos, a i ntegral re forma do J ulg ado.
D OS FATOS:
AP EL ANTE propôs A ção C i vi l P úb li ca C /C Tutela P ro vi sória de Urgê nci a
cum ulada com pedi do de cumpri me nto d e o brig ação de fa zer e m face do AP ELA D O,
tendo e m vi sta, a fa lta de vagas de ed ucaçã o i nfa nti l bási ca, p a ra crianças em i dade
escolar do M uni c ípi o, à que le q ue de veri a se r fo r ne cido pe la APE LA DA .
O A pelad o foi p rocurado pe la o A pela nte , no i nt ui to, de resol ver a L ID E
amiga velme nte, mas o res ul tad o foi inf r ut ífe ro , o mesmo ale go u fa lta d e recursos para
a criação de no vas vagas escola res.
D O DIRE IT O
D o E feito S usp ensivo Ativo - tutela l imin ar pa ra a ordem d e criação d as
vag as n a forma estabelecida n a AC P, c om a con cessão do efeito sus pens ivo
(ativo ) ao presen te recurso;
A deci são do Juízo a q uo , que i nd efe ri u os p edi dos i nterpos tos pelo
AP EL ANTE, não a tende u a legi slaçã o, poi s, a C ons ti tui ção F ederal ressal ta , a
i mportânci a da educa ção , à qua l fa z pa rte do s d irei tos e gara ntia s f und ame ntai s, como
prevê os ar ti gos 0 6, 205, da CF /88 .
Arti gos 205, 208 e 212 da C ons titui ção Federal que d ete rmi na m a cri ação d e
vagas no e nsi no p úbi co fu nd ame n tal com desti nação de m íni mo orça mentári o para
esse fi m
A rt. S ão d ireitos soc iais a e duc aç ão , a s aúd e, a
alime ntaç ão , o trab al ho, a morad ia, o tr ans po rte , o lazer, a s e guranç a, a
p re vidê nc ia s ocial, a p roteç ão à m aternid ad e e à inf ânc ia, a as sis tência
ao s des amp arad os , na f orma des ta Co ns titu ão .
Ar t. 205. A e d uc ação, d ire ito de tod os e de ve r do
Es tado e da f amí lia, s erá p romo vid a e ince ntivada c o m a colab oraç ão d a
s oc ied ade , visand o ao p le no des e nvolvime nto da p ess oa, seu p rep aro
p ara o exercício da c idadania e s ua qualif i cação p ara o trab alho” .