radiologia
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Mic ros c op ia c onf o c al d e re f lec tânc i a i n tr a-or al i n vi vo de um a
tatuage m de am álg am a
Oriol Y élamos , 1, 2 Mi guel Cordova , 1 Gary P eterson , 1
Melis sa P. Pulitz er ,
3 B huvanesh
Si ngh , 4
Mil ind Rajadhyaks ha , 1
e Jennifer L. DeFaz io 5
Inf or m ões do autor Notas do artigo Inf ormações s obre direitos autor ais e lic enç a Is enç ão de
res pons abilidade
Es te artigo f oi citado por outr os ar tigos no PMC.
Abs t rat o Vam os para :
Intr od ução
A maioria d as p igment õ es orais s ão lesões ben i gnas , como n evos, mácu las me lanót icas, m elano acant omas ou
t at uagens de am álga mas [ 1 , 2 ]. Por out ro lado, os melano mas mucosos s ão raros, mas mu it as vez es let ais [ 2 ]. A
micros cop ia confoc al de r efle ct ância (RCM ) p ermit e ima gens com r esolução celu lar e t em e xce lente acur áci a
dia gnóst ica p ara dia gnost icar o m elano ma cutâneo [ 3 ]. N o ent ant o, RCM p ode ser um desafio p ara execut ar na
orofarin ge usando as sondas at uais .
Aqui ap resent amos um p acient e com múlt ip los melanom as p révios ap resent ando uma t at uagem de a mál gama or al na
mucosa buca l, a qua l foi visua liz ada usando uma nova sonda telescóp ica int ra -oral a cop lada a um RCM p ort át il
comerc ial ment e disp onível.
Vam os para :
Caso
Uma mulher d e 70 anos foi en cam inhada p elo dent ist a p ara uma lesão p i gment ada n a mucosa bu cal. Ela t inha h ist ória
de quat ro melano mas cut âneos - t rês in sit u e um invasivo (Breslow 0,25 m m) - e xt irp ados quat ro anos ant es . A o
exame f ísico, ap resent ava uma p áp ula az ulada ass intomática d e 3 mm n a mucosa bu cal esquerda ( F i gura 1 a ,
ast eris co). Para aval iar est a loc aliz ão, foi ut iliz ado um RCM p ort át il (Vivascop e3000, Calib er ID, Rochest er, NY)
equip ado com uma sonda t el es cóp ica ( F i gura 1 b ). A s onda foi p rojetada p ara s er suficient em ente p equena (12 mm)
e lon ga (~ 150 mm) p ara p ermit ir o ac ess o dent ro da cavidad e oral [ 4]. A s onda consist e de um t el escóp io e uma
lente objet iva de abert ura numér ica d e 0,7, fornec endo um c amp o de vis ão de ~ 0,75 × 0,75 mm, sec ções óp t icas de ~
4 µm e resoluç ão lat era l de ~ 1 µ m, p ermit indo ima gens a uma p rofundidade d e ~ 300 µ m. A o fe char a lente, há uma
t amp a com uma la mel a que forne ce cont at o com a mucosa e mant ém o t ecido suav ement e a chat ado e i móvel dur ant e
o p rocediment o de ima gem ( F i gura 1b , cabe ças de set as). São usad as duas cáp s ulas : uma t amp a mais curt a p ermit e a
obt enção de im a gens na jun ção ep it élio- mu cosa-s ubmucosa m ais p rofunda e uma cob ert ura mais lon ga na l âmin a
p p ria sup erficial. A dquir imos im a gens e víd eos que foram convert idos em vid eomos ai cs [ 5 ].
figur a 1
(a ) Im agem clín ica da lesão p igme ntada loc aliza da n a m uco sa buca l e squerda ( aster isco ). Observ e a p resença de um p reen ch im ento
de nt ár io no t er ceiro mo lar in fer io r esquerdo. ( b) Est a le são fo i v isualizada com um a son da t e lescóp ica acop lada a um m icro scó p io
con fo cal de ref lect ân cia port il. An ex ado à son da é um a pe quen a lente o bjet iva, que é fechado e m um a pequen a tamp a co m um a
lam ela (ponta de seta). A abo rdagem de usar t amp as com diferent es comp r im ento s perm it e im agens em dif erentes pro fundidades n o
t ecido o ra l. [ Dir eito s aut orais: © 201 7 Yélamo s et al.]
Durant e a ima ge m, o p aciente est ava acord ado e t olerou be m o p rocediment o. Sup erfic ial ment e, RCM most rou um
ep it élio normal glob al co m áre as focais de d esordem ep it elia l ( Fi gura 2a, b ). M ais p rofundamente, identifica mos
aument o da vascul ariz ão ( F i gur a 2c ) e nu meros as grandes c élul as dendrít icas m ist uradas com cé lulas gordas e
p ont os brilhant es ( F igura 2d ). À luz da hist óriadi ca ant erior, a lesão fo i biop s iada p ara e xclu ir um m elano ma
p rimário ou met ast át ico. A alise hist op at ológica r evelou p i gment o granul ar p ret o fino dent ro da derme sugest ivo de
uma tat uage m de a málgama ( Fi gur a 2e).
Abra em uma janela sep arada
Figura 2
Im a gen s de micro scop ia co nf oca l de ref lect ân cia (p ain éis a - d) e seus correlato s h ist opato lógicos (p ain éis e - f ). Vide om o saco
con fo cal sup erf icial m ostran do cé lulas ep it e liais no rm ais co m n ucléo los p ro em inentes (p ain el a, ret ân gulo bran co e in serção ) e um a
ár ea fo ca l de desarr an jo ep it e lial (p ain el b). Videom o sa co nfo ca l obt ida n a jun ção ep itelial mostran do aumento da v a sc ulariz aç ão
(pontas de flech a, painel c) e área com n umero sas células den dr ít icas at ípicas de gran de po rt e (p ain el d). A co lo r aç ão de
h emato x ilin a e eo sin a da lesão mo str o u p igmento gran ular p reto fin o de ntr o do est ro ma n a der me (p ain el e , amp liaç ão o r iginal ×
4 0) . A co lo r aç ão im uno -h ist o quím ic a p ara A 103 m ostr o u m elanó cito s disp erso s na cam ada basal e na ep iderm e (p ain el g, amp liação
o rigin al x 2 0) . A co lo ra ção imuno -h ist o quím ica p ara CD1a dest aco u n um ero sas c élulas de Lan ge rh an s ao lon go da ep iderm e ( pa inel
f, amp liaçã o or igin al × 2 0) . [Dire ito s auto r ais: © 201 7 Yélamo s et al.]
Vam os para :