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acessibilidade

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ENGENHARIA CIVIL
MG
Projeto Arquitetônico
Sumário 
Introdução ............................................................................03
Historico................................................................................04
Legislações...........................................................................05
Normas de Instalações e Adaptações................................. .06 
Conclusão..............................................................................14
Bibiografia..............................................................................15
Introdução 
 No passado não existia tanta preocupação em relação a questão de acessibilidade dos portadores de deficiência. A introdução de formas mais acessíveis facilitando a todos as condições necessárias de ir e vir. Nas cidades as calçadas com o uso de faixa especifica, e rampas de travessia de ruas, acesso as lojas e supermercados, banheiros adaptados de fácil utilização, até mesmo nas vagas de veículos próximo ao acesso de entradas nos destinos escolhidos possibilitando a todos sem exceção o mais puro direito de livre circulação e sendo assim esses meios permitem facilitar o processo.
Sempre com respaldo legal as leis estabelecem normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nos espaços públicos.
Histórico 
 O primeiro passo dado pelo Poder Público foi a Lei Federal nº 10.098 de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nos espaços públicos, na construção e reformas de edifícios entre outras providências.
 Segundo dados do IBGE censo 2000, em Campo Grande, existiam 25.982 pessoas com alguma dificuldade de locomoção, 56.168 cidadãos com dificuldade de enxergar, 19.872 cidadãos com incapacidade de ouvir e 3.802 cidadãos tetraplégicos, paraplégicos ou hemiplégicos permanentes, resultando todos os grupos num total de 15,9% da população do município.
 Para que um projeto seja considerado acessível, é necessário que ele seja feito dentro do conceito de desenho universal (processo de criar os produtos e ambientes que são usados por todos, na sua máxima extensão possível independente de suas características pessoais, idade ou habilidades), obedecendo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a legislação em vigor, nas esferas federal, estadual e municipal. 
 Acessibilidade significa a possibilidade de acesso a um lugar ou conjunto de lugares. Não consiste apenas em permitir que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todos os espaços, visando a adaptação e locomoção, eliminando as barreiras. 
 A legislação estabelece com clareza os parâmetros para que as edificações, os mobiliários e equipamentos urbanos sejam projetados, construídos, montados e implantados, ou mesmo reformados e ampliados, proporcionando acessibilidade e segurança aos usuários. 
 
Legislações
 As leis e decretos que servem como base de consulta, são: Lei Federal 10.098/2000 Lei Federal 10.048/2000 Decreto Federal 5.296 de 02/12/2004 Lei municipal 3.670 de 29/10/1999 Decreto Municipal 11.090 13/01/2010 NBR 9050 da ABNT
Cartilhas em processo de reformulação, se faz necessário em decorrência de novos estudos, que estão sendo realizados pela SEMADUR em conjunto com a PLANURB; no intuito de promover as adequações necessárias das cartilhas quanto às novas regras trazidas pela Lei Federal n. 13.146/2015 (Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – Estatuto da Pessoa com Deficiência), nova NBR 9050/2015 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos) e NBR 16.537/16 Acessibilidade – Sinalização tátil no piso – Diretrizes para elaboração de projetos e Instalação).
Normas de Instalações e Adaptações 
Há uma referência ao espaço físico utilizado por uma pessoa que se utiliza de cadeira de rodas para realizar sua locomoção.
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT NBR 9050
 Segundo a norma, considera-se como módulo de referência a projeção ocupada por uma pessoa que utiliza cadeira de rodas. Sua ocupação exige as dimensões de 0,80 m por 1,20 m no piso, conforme representação
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT NBR 9050
 As dimensões necessárias para que duas pessoas de cadeira de rodas possam de deslocar sem dificuldades. 
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT NBR 9050
 Área para manobra sem deslocamento
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT NBR 9050
Área para manobra de cadeira de rodas com deslocamento
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT NBR 9050
Empunhadura de corrimão
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT NBR 9050
Prolongamento de corrimãos
Altura dos corrimãos em rampas e escadas
 Escadas ou rampas com largura superior a 2,40 m, é necessária a instalação de corrimão intermediário. Os corrimãos intermediários somente devem ser interrompidos quando o comprimento do patamar for superior a 1,40 m, garantindo o espaçamento mínimo de 0,80 m entre o término de um segmento e o início do seguinte.
Vista superior de corrimão intermediário
 Empunhadura é o espaço necessário de um corrimão para que este abrigue confortavelmente a palma das mãos no momento de descida de uma escada, por exemplo. Corrimãos devem ter forma circular com diâmetro entre 3,0 cm e 4,5 cm e devem estar afastados no mínimo 4,0 cm da parede ou outro obstáculo. Quando o objeto for embutido em nichos, ou seja, reentrâncias feitas na parede para abrigar armários ou prateleiras, deve-se prever também uma distância livre mínima de 15 cm, conforme demonstração.
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT NBR 9050
 Desníveis de qualquer natureza devem ser evitados em rotas acessíveis. Eventuais desníveis no piso de até 5 mm não demandam tratamento especial.
Desníveis superiores a 5 mm até 15 mm devem ser tratados em forma de rampa, com inclinação máxima de 1:2 (50%), conforme
Tratamento de desníveis (dimensões em milímetros)
 Segundo a Norma, as grelhas e juntas de dilatação devem estar preferencialmente fora do fluxo principal de circulação. Quando instaladas transversalmente em rotas acessíveis, os vãos resultantes devem ter, no sentido transversal ao movimento, dimensão máxima de 15 mm,
Rampas
De acordo com a Norma, as rampas devem ser calculadas conforme aseguinte equação: i = h x 100 / c, onde:
i é a inclinação, em porcentagem;
h é a altura do desnível;
c é o comprimento da projeção horizontal.
Constatamos que essa fórmula
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