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arcada de frohse

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arcada de frohse
ULBRA Torres
Curso  de Fisioterapia
Disciplina: Traumato II
Prof: Marcelo Dohnertt
Acadêmcas: Joice Ferreira  e Rossana Ramires Figueiró
Introdução
Em 1908 o anatomista alemão FRÖSHE descreveu, pela primeira vez, uma arcada invertida formada pela porção superficial do músculo curto supinador.
A arcada de Frohse é uma estrutura fibrosa, localizada na borda proximal do músculo supinador, no qual o nervo radial penetra;​
Também chamado como Arco Supinador
Anatomia
O nervo radial é a continuação direta do cordão posterior do plexo braquial.
O nervo se curva ao redor da parte posterior do úmero, no sulco do nervo radial, quando penetra no septo intermuscular lateral próximo ao epicôndilo lateral (radial) do úmero, o nervo segue distalmente entre os músculos braquiorradial e braquial, onde se divide em um ramo profundo e superficial (ramo motor e ramo sensitivo).
Esse ramo profundo passa entre a porção superficial e profunda do músculo supinador (canal do supinador) e continua até o punho.​
www.ufrgs.br/semiologiaortopedica/Modulo_15.pdf
Fisiopatogenia
Muitas vezes essa   síndrome é confundida com epicondilite lateral ou cotovelo de tenista.
A compressão do ramo profundo do nervo radial (ramo motor) na Arcada de Frohse é conhecida como síndrome do supinador ou síndrome de compressão distal do nervo radial.​
ortopediaonline.med.br/sindrome-do-supinador/
Etiologia
A compressão do nervo radial na arcada de Frohse, 1/3 superior do antebraço, também é chamada de paralisia do nervo interósseo posterior ou síndrome do supinador.​
É o nervo mais envolvido em traumas do braço, geralmente em fraturas da parte proximal do antebraço, como a de monteggia.
Deve-se também a compressão circundantes, tais como bursa aumentada de volume, cistos, tumores, fraturas viciosamente consolidadas, hipertrofias musculares, movimentos repetitivos de prono-supinação com força.
Sintomas
O principal sintoma é a dor no terço proximal e volar do antebraço, que se exacerba aos esforços. 
O sinal mais evidente é a diminuição da força de preensão ou até mesmo a paralisia parcial ou total dos músculos inervados pelo ramo motor.
Inicia-se geralmente com quadro de formigamento, dor e dormência no território sensitivo do nervo radial.​
Diagnóstico
O diagnóstico é feito basicamente através de avaliação adequada. Pode ser necessário realizar alguns exames complementares.​
EXAMES
Ressonância magnética
Tomografia
ENMG
Dinâmica
Testes clínicos
O exame físico consta de três testes “provocativos”, nos quais o sintoma doloroso é desencadeado pela contração dos músculos.
Cúbito em 90º, antebraço pronado, punho totalmente fletido.
Cúbito totalmente fletido, antebraço supinado, punho em neutro
Cúbito e punho estendidos, exercendo extensão contra a resistência do dedo médio.
TESTES
Sinal de Tinel
TESTE DE FORÇA
TRATAMENTO CONSERVADOR
 Sendo uma lesão de curto período, será usado medidas para prevenção da mobilidade articular, com exercícios passivos diários de todas as articulações atingidas pela paralisia motora e métodos de estímulos nervosos como; método de KABAT E BOBATH.
Repouso, modificação de hábitos, alongamentos, AINE
portalbiocursos.com.br/ohs/data/docs/33/170_-_Tratamento_na_compressYo_do_nervo_radial_com_mobilizaYYo_neural.pdf​
TRATAMENTO CIRURGICO
Se persistir os sintomas após 6 meses de tratamento conservador, a opção é o tratamento cirúrgico que consiste basicamente  na liberação do nervo das estruturas causadoras da compressão, além de microneurólise do nervo radial, que permite o retorno mais rápido às funções
traumatologiaeortopedia.com/kb.php?mode=article&k=72
www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26112268
The findings from the current systematic review and subsequent meta-analysis suggest that recovery from radial nerve palsy associated with acute humeral shaft fractures is not significantly influenced by the initial management approach (nonoperative or operative). Although instances of radial nerve palsy should be considered on a case-by-case basis, the authors suggest that initial nonoperative management should be favored when possible due to the reduced risk of complications associated with nonoperative
management. Given the potential advantages of initial expectancy and to avoid unnecessary surgery, Shao et al6 recommended that a policy of initial expectancy must be considered. Nonoperative management, such as functional bracing, was also advocated in other reports.18 However, operative intervention is warranted
if radial nerve palsy has not resolved within 6 months of the initial injury.
CONCLUSÃO
                  arcada de frohse
                   oBRIGADA!
ULBRA Torres
Curso  de Fisioterapia
Disciplina: Traumato II
Prof: Marcelo Dohnertt
Alunas: Joice Ferreira  e Rossana Ramires Figueiró