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RESUMO REFERENTE AO LIVRO escrava

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RESUMO REFERENTE AO LIVRO “A ESCRAVA ISAURA” – 10 horas
Autor: Bernardo Guimarães
 Isaura era uma escrava linda de pele da cor de marfim, morava em uma bela  fazenda  e foi criada como se fosse filha da esposa do comendador, pois a mesma jurou protege-la e ampara-la após a morte cruel e injusta de Juliana, mãe de Isaura.
 Quando a esposa do comendador morreu, Isaura ficou largada aos caprichos de Leôncio, que gostou de Isaura e queria tê-la para si, mesmo estando casado com Malvina, casamento esse, que Leôncio só aceitara por interesse e ambição, pois  Malvina vinha de uma família muito rica.
 Miguel, pai de Isaura, juntou com muito sacrifício a quantia exigida pelo comendador (pai de Leôncio) para comprar Isaura e assim poder liberta-la, mas justamente no dia em que ele foi compra-la, Leôncio recebeu a notícia que seu pai havia falecido. Sendo assim Leôncio usou a desculpa do luto para evitar a venda de Isaura. 
 Percebendo que Leôncio não iria vender sua filha, Miguel não suportando mais vê-la sendo maltratada e castigada injustamente por despeito de Leôncio, resolveu fugir com sua filha Isaura para o Recife, com a ajuda de um antigo amigo português de Miguel que comandava um navio  Negreiro. O  português levou-os até o Recife e deixou-os lá, até retornar de  sua viajem  da  África, com a pretensão de busca-los após três meses e leva-los para outro país. 
 Miguel e Isaura adotaram nomes falsos para que não fossem reconhecidos, afinal eram fugitivos e estavam se escondendo. 
 Isaura passou a se apresentar como Elvira e conheceu um moço chamado Álvaro, que se apaixonou por ela, e insistiu para que ela e Miguel fossem a um baile para se socializarem. Depois de insistir muito, Álvaro consegue convencê-los a irem ao baile. No baile Isaura encanta a todos como sempre, com sua beleza e postura  perfeita, além de tocar piano  cantar muito bem. 
  Mas no baile tinha um homem chamado Martinho, que era ambicioso e oportunista, e reconheceu Isaura por um folheto de "procura-se". Martinho desmascarou Isaura na frente de todos, inclusive de Álvaro, que mesmo decepcionando-se, protegeu e defendeu Isaura. Álvaro levou Isaura e Miguel para casa deles e não deixou que Martinho e nem os policiais levasse-os de volta ao RJ, e ficou responsável pelos dois. 
  Martinho que estava interessado nos cinco contos de Rés que ganharia  por entregar Isaura, mandou uma carta para Leôncio avisando sobre o paradeiro de Isaura. Quando Leôncio soube, foi para Recife pessoalmente tomar de volta sua cativa. 
 Depois de muita discussão com Álvaro, Leôncio leva Isaura e Miguel de volta para sua
 fazenda. Mas Álvaro jura que não vai esquecê-la.
  Dois meses depois, Leôncio, por vingança, decide obrigar Isaura a se casar com seu Jardineiro, um homem disforme e estranho, e promete dar a liberdade à Isaura se ela aceitar se casar. Sem outra opção para se vir livre de Leôncio, Isaura aceita.
  No dia em que Isaura vai se casar com Belchior, Álvaro aparece na fazenda de Leôncio, assumindo toda a propriedade, pois Leôncio estava falido e Álvaro tratou de pagar todas às dividas de Leôncio, se tornando assim o dono da fazenda, inclusive de todos os escravos.
  Álvaro diz que Isaura está livre  e a pede em casamento, Leôncio não conformado e envergonhado com tanta humilhação, se mata com um tiro na cabeça.
Minha opinião crítica:
   É uma excelente história, um romance literário muito bem elaborado, relata fatos da época da escravidão, que inclua injustiça e maus tratos a outras pessoas só porque eram negras, e infelizmente esses atos eram quase sempre silenciados.
O autor foi muito criativo por unir a realidade da época com um romance fictício marcante e que nos prende a cada capítulo, é muito interessante e nos faz parar e pensar como racismo é cruel, 
E difícil de vence-lo ,pois ate nos dias de hoje vimos diversas situações aonde infelizmente esta presente em nossas vidas seja pela cor da pele, pela religião do individuo ou posição social , o racismo ainda existe.
 Além de tudo, também gostei do fato de ser um livro antigo, pois o autor usou palavras clássicas antigas, que nos leva a nos sentir dentro da época.