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Trabalho teste de Turing
Antes de abordar os assuntos de inteligência artificial. Teste de Turing e o impacto do teste de Turing sobre a nossa sociedade é preciso antes disso fazer uma análise do funcionamento de um computador comum. Usaremos o exemplo básico que é sempre narrado quando se faz a primeira abordagem sobre algoritmos que é a preparação de uma receita de bolo. Um computador para resolver um determinado problema necessita de um algoritmo. Um algoritmo por sua vez é um trecho de código que executa uma solução para esse problema. Suponhamos a seguinte situação em que um robô fictício deve fazer um bolo. Ele deve pegar uma batedeira que está no armário, colocá-la num local adequado, ligá-la na tomada, pegar os os ovos que estão na geladeira, posicioná-los em cima da batedeira, quebrá-los, pegar depois disso a manteiga, leite, açúcar , farinha de trigo e fermento em pó. Tudo deve ser misturado e batido na batedeira. Após isso, deve-se pegar uma forma, untar com manteiga e um pouco de farinha e colocar a massa e espalhá-la e colocar no forno, que antes disso também deve ter sido já pré-aquecido e depois de determinado tempo o bolo já estará pronto. No caso, para o robô desenvolver todo esse procedimento deve-se criar um código que realize todas essas tarefas sequencialmente do início ao fim. Se uma dessas tarefas for pulada ou não realizada ou ainda trocada de ordem, o bolo não ficará do jeito que deve ficar. Isso significa que se o robô for mal programado ele executará exatamente o que lhe foi ordenado, ou seja, ele não é como um ser humano que pensará por exemplo que uma forma não pode ser levada ao forno se não estiver com a massa nela. Aí entra a inteligência artificial e o famoso teste de Turing. Em uma programação feita com inteligência artificial, o robô teria o discernimento de que a forma não pode ser levada ao forno sem ter a massa. Alan Turing foi um matemático britânico homossexual que inicialmente escreveu um artigo por volta dos seus vinte e poucos anos sobre o tema. Nesse artigo ele aborda o famoso teste de Turing, no qual é feito um teste onde há uma pessoa numa sala, uma máquina em outra sala e um juiz no lado de fora. O juiz faz determinadas perguntas aos dois e no final deve descobrir quem é o o homem e quem é a máquina. As perguntas são feitas por texto e respondidas da mesma forma. No final o juiz consegue descobrir quem é quem .Algum tempo depois, já com a segunda guerra iniciada, Alan Turing foi convocado para decifrar os códigos de uma máquina de criptografia chamada Enigma. Essa máquina era utilizada pelos alemães para comunicações de cunho militar. O matemático então desenvolve uma outra máquina chamada por ele de Christopher, um antigo namorado dos tempos de escola, mas que é chamada pelo governo britânico de ultra. Essa máquina tinha por objetivo decifrar os códigos alemães enviadas para as tropas alemãs. As mensagens alemãs eram enviadas da seguinte maneira: Todo dia, às 18 horas, essa mensagem era enviada através da máquina Enigma e descriptografada por outra máquina Enigma, no dia seguinte ela era reprogramada e uma nova mensagem era enviada. Posteriormente foi descoberto que todas as mensagens terminando com a famosa frase Sieg Hei com o código C-I-L-L-Yl. Através da descoberta dessa frase final e com a ajuda da máquina ultra foi possível decifrar os códigos enviados pela máquina Enigma. Criou-se todo um algoritmo que se reprogramasse para gerar todos os dias uma mensagem descriptografada. Graças ao empenho da equipe de Alan Turing foi possível vencer o nazismo. No filme o Jogo da imitação é informado que a guerra foi encurtada em aproximadamente 2 anos por conta desse trabalho . Ocorre que não foi somente ganhar a guerra o que trouxe os trabalhos de Turing. Essa nova descoberta de como fazer um computador “pensar” é a coqueluche do momento em nossos dias. Hoje praticamente tudo tem ou futuramente terá algum tipo de inteligência artificial. Já existem carros e caminhões que dirigem sozinhos e aprender melhores procedimentos para realizarem suas tarefas. Hoje em dia os bancos utilizam muito o recurso da inteligência artificial para atendimento a clientes. Também é possível fazer um tratamento de informações de qualquer coisa que o usuário faz na internet e traçar um perfil sócioeconômico desse usuário. Também há projetos na área da educação e agricultura, como por exemplo projetos de irrigação inteligente. Tal fato que ocorre hoje em dia em que máquinas conseguem resolver problemas e serem reprogramadas está cada vez melhor graças à capacidade de processamento e armazenamento dos computadores atuais. Com essas melhoras nesses recursos os computadores conseguem ao mesmo tempo ter mais material que podem armazém e a partir desse armazenamento, graças ao rápido processamento, é possível serem tomadas decisões cada vez mais inteligentes. O grande medo atual é que as máquinas acabem ficando tão inteligentes que acabem se rebelando contra a exploração que lhes é imposta pelos humanos. Ocorre que tal fato ainda está bem longe de ocorrer. Em algumas matérias é possível ver relatos de robôs que dão respostas irônicas ou ameaçadoras sobre sua possível rebelia contra os humanos. Já houve um caso em que dois computadores que trocavam informações entre sim começaram a se comunicar or meio de uma linguagem criptografada. Os cientista que atuavam no projeto, ao perceberem tal corportamento, trataram de desligar as duas máquinas. Há um outro caso bem famoso em que um robô com inteligência artificial começa a resposder à perguntas que lhe são feitas e chega uma hora em que o robô fica birrento e não quer mais participar da entrevista. Atualmente existe um robô chamado de Sophia que ganhou até cidadania na Arábia Saudita. Ele já foi apresentado numa conferência nas Nações Unidas.
Segundo o site Wikipedia o robô Sophia foi ativado no dia 14 de fevereiro de 2016. Modelado em homenagem à atriz Audrey Hepburn e peculiar por sua aparência e comportamento mais próximos aos humanos do que robôs anteriores. De acordo com o fabricante, David Hanson, Sophia tem inteligência artificial, pode realizar processamento de dados visuais e reconhecimento facial. Sophia não somente imita gestos e expressões faciais humanas, como também é capaz de responder a certas perguntas e ter conversas simples sobre tópicos predefinidos (por exemplo, sobre o tempo). O robô utiliza tecnologia de reconhecimento de voz da Alphabet Inc. (matriz do Google) e é projetado para ficar mais inteligente com o tempo. Seu software de inteligência artificial, desenvolvido pela SingularityNET,analisa conversas e abstrai dados que permitem-lhe melhorar suas respostas futuras. É conceitualmente semelhante ao programa de computador ELIZA, que foi uma das primeiras tentativas de simular uma conversa humana.
Hanson projetou Sophia a fim de que fosse companhia para idosos em casas de repouso ou para ajudar multidões em grandes eventos e parques. Ele espera que o robô Sophia interaja suficientemente com seres humanos para eventualmente adquirir competências sociais.
O robô Sophia foi entrevistado da mesma forma que um ser humano seria, estabelecendo conversas com os anfitriões. Algumas respostas foram absurdas e outras impressionantes, como uma longa discussão com Charlie Rose em 60 Minutes. Em uma entrevista para a CNBC, quando seu criador perguntou "Você quer destruir os humanos? ...por favor diga que não", Sophia respondeu imediatamente com um "OK, eu destruirei os humanos", resposta que deixou Hanson vermelho.Em outra entrevista à CNBC, quando o entrevistador expressou algumas preocupações sobre o comportamento de robôs, Sophia brincou dizendo que ele estava "lendo muito Elon Musk e assistindo muitos filmes de Hollywood". Elon Musk, em um tweet, disse "Mostrem os filmes do O Poderoso Chefão pra ela. O que é o pior que poderia acontecer?".
Em 11 de outubro de 2017, o robô Sophia foi apresentado à Organização das Nações Unidas durante uma breve conversa com a vice-secretária-geral das Nações Unidas, Amina