CONTABILIDADE SOCIAL
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CONTABILIDADE SOCIAL
MOEDA
BALANÇO DE PAGEMENTOS E A SUAS CONTAS
CONTABILIDADE SOCIAL 
A MOEDA E O SISTEMA FINANCEIRO
O que é dinheiro? 
Nem toda economia de mercado é uma economia monetária, pois existem economia de mercado que não conhecem a moeda e nesse caso as trocas são diretas tradando-se de uma economia de escambo. 
As primeiras moedas eram dinheiro commodity com enorme vantagem de consumo e troca, eram mercadorias raras e atendiam a necessidade comum e geral. Ao depender apenas do escambo, a existência de uma economia inteiramente estruturada pelas trocas seria impossível. O que viabiliza a economia é a existência de uma unidade de troca comum e de aceitação denominada moeda, pois essa elimina a necessidade de um mesmo objeto agradar a todos os envolvidos. 
Umas das principais funções da moeda é justamente ser meio de troca, ou seja, ser o elemento que viabiliza a ocorrência das trocas porque ela intermedia o movimento das mercadorias. A função unidade de conta está ligada diretamente a função meio de troca, pois a moeda é um denominador comum de valores. Além disso ela possui a função reserva de valor, pois em uma economia sem inflação, a moeda pode reter o valor de compra ao longo do tempo. 
A oferta da moeda
A moeda ganha o nome técnico como meios de pagamentos quando discutimos o Sistema Monetário. A quantidade de meios de pagamentos presentes em uma economia está relacionando com a quantidade de papel moeda, moeda corrente, existente e com os depósitos á vista do público nos bancos comerciais, moeda escritural. O governo é quem fara a emissão do papel moeda e se responsabilizara por ela, a produção dessa moeda será realizada pela Casa da Moeda instituição responsável pela sua autorização é o Banco Central. 
PMC = PME - CBC
Agregado Monetário \u2013 Meios de pagamentos 
O sistema monetário produz dois tipos de moedas, o papel-moeda ou moeda corrente produzida pelo Bacen e chamada de moeda exógena, e a moeda escritural ou moeda bancária produzida pelos bancos comerciais e chamada de moeda endógena. A criação da moeda endógena
A demanda de moeda
A demanda de moeda pela coletividade corresponde á quantidade de moeda que o setor privado não bancário retém, seja com o público, no cofre das empresas ou em depósitos a vista nos bancos comerciais. A moeda é retida por vários motivos, como, demanda de moeda para transações, as pessoas e empresas precisam de dinheiro para o dia-a-dia; demanda de moeda por precaução, o publico e as empresas precisar de certa reserva para fazer pagamento imprevistos ou atrasados dos recebimentos; a demanda de moeda por especulação, guardada por investidores para rentabilidade e para a realização de algum novo negócio. 
AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
Principais instituições financeiras 
Autoridade monetária, o Banco Central detém o monopólio de imissão de base monetária, que é a soma do papel-moeda emitido mais as reservas bancárias. O papel do banco central está em controlar a emissão de moeda, ser o depositário das reservas internacionais, ser banqueiro do governo e ser banco dos bancos. Bancos comerciais, Bancos Múltiplos com carteira Comercial, são classificados como bancos criadores de moeda por serem habilitados a aceitar e emitir depósitos á vista. Os Bancos Múltiplos são instituições com carteiras comerciais, de investimento, de desenvolvimento, crédito imobiliário e leasing. 
MERCADOS FINANCEIROS
Mercado Monetário \u2013 Faz concessão de empréstimos de curto prazo, com prazos de vencimento inicial de um ano ou menos. 
Mercado de Capitais \u2013 Tem o propósito de proporcionar liquides aos títulos e viabilizar o processo de capitalização. 
Mercado de Crédito \u2013 Parte do sistema financeiro onde ocorre o processo de concessão e tomada de crédito. 
Mercado de Cambio \u2013 Realiza operações de cambio que envolvem a troca de moeda nacional por moeda estrangeira. 
POLÍTICA MONETÁRIA 
Controla a quantidade de moeda, taxa de juros e condições de crédito, esta política é uma das opções que o governo tem para intervir na atividade econômica. A política monetária restritiva engloba um conjunto de medidas que tendem a reduzir o crescimento da quantidade de dinheiro e a encarecer os empréstimos, elevar a taxa de juros. A política monetária expansionista é formada por medida que tendem a acelerar crescimento da quantidade de dinheiro e baratear os empréstimos, baixando as taxas de juros. 
Os instrumentos da política monetária 
Depósitos compulsórios, é a porcentagem sobre o total de depósitos que as empresas financeiras têm que depositar no Banco Central. Se essa porcentagem aumentar, a quantidade de dinheiro que essas instituições dispõem diminui e é de se esperar que a taxa de juros se eleve. 
Compra e venda de títulos públicos, o BACEN pode comprar 
Taxa de redesconto, o Bacon Central concede empréstimos aos bancos comerciais a taxas acimas das praticadas no mercado. 
Condições de crédito, o governo pode usar a política monetária por meio de uma mudança direta nas condições de crédito da economia. 
OS EEITOS DA POLÍTICA MONETÁRIA
No inicio do ano o governo realiza uma estimativa para calcular a evolução das principais variáveis econômicas. A partir disso, o Banco Central irá estimar quanto de dinheiro deve existir na economia. A política monetária terá inicio no conselho Monetário Nacional, passará pelo Banco Central, no sistema bancário e na oferta monetária, para decidir as taxas de juros e as condições creditícias. Então esta política irá incidir sobre a Demanda Agregada, sobre o Consumo e o Investimento, tendo como produto a possibilidade de Produção Real, Emprego e ou Inflação. 
Esta política deve influenciar a atividade econômica em relação ao gasto total da economia, no consumo das famílias e no investimento de empresas. 
O SETOR GOVERNO \u2013 CONCEITOS E MEDIDAS
A intervenção do Estado na economia por meio da Política Fiscal
A Política Fiscal se refere as decisões de tributações e gastos sobre cada esfera do poder público, ou seja, ela é a determinação do orçamento público, composto pelas receitas (T) e despesas (G).
Receitas \u2013 é a principal fonte de receita do governo é a tributação em taxas, impostos e contribuição. A taxa é um tributo que implica relação direta de despesas e benefícios entre o contribuinte e o poder público. A contribuição, são tributos destinados a custear serviços públicos tantos socias e melhorias. Os impostos é o tributo que não depende de qualquer atividade estatal, ele é cobrado sobre renda, patrimônio entre outras transações econômicas para custear a produção de bens e serviços oferecidos a toda coletividade. Dentro dos impostos teremos os diretos e indireto. Os diretos são aqueles que incidem sobre renda e patrimônio, os indiretos sobre tributos cobrados em transações econômicas. 
Despesas \u2013 são os gastos planejados no ano anterior para os governos. Podemos ter a despesas correntes e as despesas de investimentos. Nas correntes se incluem compras que o governas faz e que são necessárias para manter a administração pública. Em investimentos se localiza os gastos que tem por objetivo elevar a oferta de bens e serviços aos cidadãos. Além dessas, podemos ter também as despesas de capital, que fundamentalmente são financeiras e dizem respeito aos pagamentos de juros, amortização de recursos emprestados de terceiros. 
Um governo em equilíbrio terá os valores das receitas iguais ao valor dos gastos (T = G), mas um governo superavitário terá seu valor de receitas maios que o valor de gasto (T > G). Porem o mais comum é encontramos um governo deficitário que possui gastos maiores do que a receita (T < G). Para realizar as análises orçamentais e concluir o tipo de política fiscal existente, é realizado três tipos de registro orçamentários, Orçamento Nominal, Orçamento Operacional e Orçamento Primário. No Orçamento Nominal, constitui-se