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– Sabemos que existe uma melhor maneira ou forma de 
executar um trabalho, porém isso só é obtido através de uma série de estudos e 
métodos pela administração. 
• Homo economicus – Através de recompensas e premiações todos os funcionários 
acabam se submetendo a redução de perdas.
• Condições de trabalho – Interferem nos resultados, portanto fatores como: a 
adequação de espaço, maquinário e recursos para minimizar o esforço e perda de 
matéria-prima durante o processo de produção. 
• Padronização – Se faz necessária à padronização de todas as atividades e processos 
para facilitar a eliminação de desperdício e aumentar a eficiência dos métodos e 
tarefas executados na empresa.
• Princípio da exceção – Taylor se atentou em todo aprimoramento do processo, 
não se esquecendo de se preocupar com os resultados negativos apresentados, 
para que tudo ocorra de maneira plena e continua sem perdas, Taylor se baseava 
na aplicação de alguns princípios, que são: 
De�nição
de rotina
de trabalhoUtilização
da régua de cálculo
e de instrumentos
para economizar
tempo
Planejamento das
tarefas e cargos
Princípio
da execução
Padronização
de ferramentas
e instrumentos
Supervisão
funcional
Estudo de
tempo e padrões
de produção
de serviços
Fichas de instruções
de serviços
Prêmios de
produção pela
execução e�ciente
das tarefas
Figura 2
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UNIDADE 
A Administração e as Principais Escolas
Henry Ford (1863-1947) – Engenheiro –Fundador da Ford Motor Co. Foi um 
revolucionário em estratégia comercial da sua época, por fabricar o primeiro carro 
popular e criar um plano de vendas. Montou também a assistência técnica de grande 
alcance, fora a distribuição de agências próprias, com montagem, produção em série, 
padronizada e de custo inferior. 
Todo o processo era feito lá, desde a composição da matéria prima até a entrega do 
produto acabado. 
O Fordismo tornou-se para a produção em massa um exemplo, como um espelho 
que mudou a indústria automobilística, após a metade do século XX. Empregando a risca 
todos os princípios de padronização e simplificação de Taylor. Ford foi que conseguiu a 
abertura no mercado para a grande massa dos automóveis, que antes não era possível. 
Conseguindo assim a façanha de tornar o automóvel acessível pelo seu preço reduzido. 
Tudo obtido graças ao aperfeiçoamento das técnicas de montagem, que na época 
já se utilizavam de esteiras rolantes para que os funcionários permanecessem parados 
durante a sua parte da montagem. Fazendo assim desnecessária uma qualificação 
especial do colaborador. 
Claro que no seu método (Fordista) eram necessários consideráveis investimentos e 
grandes instalações, mas foi justamente o que permitiu Ford a produção de mais de 2 
milhões de carros por ano, durante a segunda década do século XX. Tendo como veículo 
pioneiro o mítico Ford Modelo T, mais conhecido no Brasil como “Ford Bigode”. O For-
dismo teve seu auge nas duas décadas pós-Segunda Guerra Mundial, chamados os Anos 
Dourados pelo capitalismo. A causa do seu declínio foi o seu modelo rígido de gestão. 
Então no inicio dos anos 70, a Ford entra em declínio. O modelo de gestão e a 
produção da General Motors (GM) aumenta. São lançados vários veículos de modelos 
diferentes, com diversas cores e também com um modelo de gestão profissional, 
baseando-se no colegiado. Acarretando na saída da Ford do posto, de maior montadora 
do mundo, agora ocupado pela GM. Nos anos 70, com alguns impactos causados pelo 
petróleo e com o aparecimento dos mercado automobilísticos japonês, entra em colapso 
o modelo fordismo de produção em massa, sendo esse substituído gradativamente por 
um sistema de produção enxuta, conforme adotado pela empresa Toyota. A Toyota vem 
a se tornar a maior montadora do mundo em 2007. Três princípios básicos adotados 
pela Ford, sendo eles:
1. Intensificação: Intensifica a ideia e utilização dos recursos para redução do tempo 
de produção com a inserção imediata e facilitada da matéria prima na produção. 
2. Economia: Ford sempre se preocupou com a redução do volume de matéria- 
-prima e produto final em estoque, um pensamento muito além de seu tempo e 
fator de preocupação nos dias atuais. Segundo ele, a velocidade de fabricação 
deveria ser rápida, para que o tempo fosse otimizado ao máximo. 
3. Produtividade: Confirmado evolução da produtividade com a preparação e 
treinamento adequado dos funcionários, trazendo assim uma excelente resposta 
ao desenvolvimento e crescimento de produção nas indústrias.
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Administração e a Teoria Clássica
Henri Fayol, idealiza uma Teoria mais Clássica da Administração. Foi pensada no 
âmbito organizacional em sua estrutura, por meio da visão econômica do homem, 
buscando a maior eficiência. Salientamos que o conteúdo é de suma importância para o 
entendimento das praticas administrativas mais simples. 
Fayol defendia os princípios que eram utilizados na Europa, por conta de suas 
experiências com administração de alta, sendo ele um grande admirador e entusiasta dos 
métodos e estudos de Taylor. Não só observados por ele, mas por diversos executivos 
europeus, porém os seguidores da Administração Científica só deixaram de ignorar as 
idéias de Fayol quando publicada nos Estados Unidos. Com isso, os princípios de Fayol 
passaram despercebidos por grandes contribuintes do pensamento administrativo. 
Para Fayol, contrário à visão de Taylor e Henry Ford. No final dos anos 80 do 
século XIX, assumindo a direção geral da mineradora de carvão francesa Commentry-
Fourchambault-Decazeville que atravessava um processo de falência na época, Fayol se 
tornou responsável por reequilibrar a saúde econômica e financeira da companhia. 
Depois de algumas publicações e de mais de meio século de estudos e pesquisas, 
Fayol concluiu que, a administração é uma função distinta das demais. Contudo, ele 
identificou quatorze princípios que deveriam ser seguidos para que se obtivesse uma 
Administração contundente. Sendo eles:
Remuneração Trata-se da recompensa pelos esforços que sustentam a 
organização. Tendo que ser justa com o colaborador, não 
se tornando exploração
Centralização O trabalho do chefe é tratado com maior importância por 
um núcleo de comando único, com isso descentralizando 
de forma homogênea as tarefas e atividades para as 
demais pessoas
Hierarquia Trata-se da recompensa pelos esforços que sustentam a 
organização. Tendo que ser justa com o colaborador, não 
se tornando exploração
Iniciativa Procura através dos seus funcionários a resposta aos 
problemas ocorridos no processo mais rapidamente
Ordem Seguimento de tarefas e materiais para o auxilio da 
direção da organização
Equidade É forma da melhora do comportamento dos funcionários 
através da ordem e disciplina
Disciplina Tornando as expectativas claras e punindo as infrações
Divisão
de trabalho Que dividia as tarefas certas a certos executores, evitan-do assim falhas
Segurança
no emprego Através da estabilidade do pessoal as organizações obtém uma redução de custos decorrentes da mini-
mização de novos processos de seleção e treinamentos 
de novos funcionários
Espírito de
equipe (União) É basicamente a interação de todos com os objetivos traçados, o entendimento e consciência dos esforços de 
cada um no processo
Autoridade e
responsabilidade
de todos
A autoridade coordenando e todos os subordinados 
compreendendo as ordens e tarefas pedidas. Responsa-
bilidade da obrigação de prestar contas e deveres
Estabilidade É realizado um controle para a longevidade com satis-
fação do funcionário
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UNIDADE 
A Administração e as Principais Escolas
Remuneração Trata-se da recompensa pelos esforços que sustentam a 
organização. Tendo que ser justa com o colaborador, não 
se tornando exploração
Centralização O trabalho do chefe é tratado com maior importância