experiencia 6 quimica XI
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experiencia 6 quimica XI


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Experiência 6
Nessa experiência temos três objetos de composição polimérica o metacrilato de metila, a borracha crua e a borracha vulcanizada, nos quais passaram pelo processo de evaporação, aquecimento e embebidos em duas substâncias, uma solução aquosa de NaCl e outra solução de clorofórmio.
Metacrilato de metila => Metil metacrilato, metacrilato de metila ou 2-metilpropenoato de metila, é um composto orgânico, o éster metílico do ácido 2-metilpropenóico, ou ácido metacrílico (MAA, do inglês methacrylic acid), com a fórmula CH2=C(CH3)COOCH3. Este líquido incolor é o monômero produzido em larga escala para produção do acrílico, o poli(metil metacrilato - PMMA). 
Borracha crua =>Pode ser sintética ou natural a sintética, mais comuns atualmente, são as obtidas por meio da polimerização do acetileno (buta-1,3-dieno), que forma o polibutadieno, e a partir do cloropreno (2-clorobut-1,3-dieno), que produz o policloropreno, ou polineopreno, ou, simplesmente, neopreno, a natural é obtida por meio do látex, que é produzido em muitas espécies vegetais tropicais. Mas praticamente toda a produção mundial de borracha natural vem da extração de látex da seringueira (Hevea brasiliensis). 
Borracha vulcanizada => é um processo pelo qual a borracha crua passa afim de torná-la mais resistente ao calor e ao frio, a vulcanização é a adição de enxofre à borracha, sob aquecimento e com o uso de catalisadores, as ligações duplas do poli-isopreno (polímero da borracha) são rompidas e formam-se pontes de enxofre, ou seja, ligações laterais entre as cadeias, tornando-se o polímero tridimensional. Essas pontes de enxofre fazem com que a borracha apresente baixa histerese e baixa deformação permanente. 
Primeira Parte (Formação de filme de Poli(metacrilato de metila) )
Foram colocadas a solução de poli 1%p/v em clorofórmio em uma placa de vidro e a solução aquosa de NaCl 1%p/v ao lado.
Após alguns dias o solvente água (H2O) acaba evaporando, deixando apenas o soluto NaCl (sal) em estado solido, !à medida que a água vai desaparecendo, o sal fica cada vez mais concentrado, até que se atinge o ponto de saturação. O ponto de saturação representa o momento em que a quantidade máxima de
Enquanto a água continua a evaporar, mais NaCl sólido sai da solução, depositando-se como as pequenas partículas já formadas, que assim vão crescendo. A este processo chama-se recristalização. Consiste em dissolver uma substância num solvente e deixar o solvente evaporar, para que o soluto forme cristais puros, libertando-se das impurezas\u201d.
O processo de evaporação é quando algumas moléculas que compõem o líquido possuem energia cinética maior do que o normal e outras possuem energia cinética menor que o normal. As moléculas com mais energia cinética conseguem escapar para o meio externo pelo fato de possuírem maior energia cinética do que outras moléculas. Quando essas moléculas escapam do líquido elas produzem uma vaporização superficial denominada evaporação. 
Caso a quantidade de moléculas que deixam o líquido seja maior do que a quantidade de moléculas que entram, teremos como resultado a evaporação. Porém podemos dizer que a intensidade do processo de evaporação depende da tensão superficial do líquido.
Assim, podemos definir a evaporação como sendo uma vaporização do líquido que se dá na sua superfície livre, a uma temperatura menor do que a temperatura de ebulição. Como a evaporação decorre da grande energia cinética de algumas moléculas, ela é favorecida pelo aumento de temperatura, ou seja, quanto maior for a temperatura, maior será a intensidade da evaporação.
\u201cNo caso do Poli(metacrilato de metila)(PMMA) a 1% p/v em clorofórmio o ocorreu o mesmo processo de evaporação observado no NaCl: o clorofórmio evaporou e na placa restou apenas o PMMA, formando-se filme. Este foi formado devido às características poliméricas do PMMA, que ao contrário do NaCl, não retornou ao seu estado sólido anterior ao ocorrer a evaporação do solvente.\u201c
Segunda parte \u2013 Teste de fusibilidade
Colocou-se em uma panelinha de Alumínio aproximadamente 1 g de Polietileno, em outra se colocou aproximadamente 1g de borracha crua e em outra aproximadamente 1 g de borracha vulcanizada. Após isso, aqueceu-se a panelinha de Polietileno durante o período de um minuto. Em seguida, aqueceu-se a panelinha de borracha crua durante o período de um minuto.
E finalizando, aqueceu-se a panelinha de borracha vulcanizada durante o período de um minuto.
Observou-se que o Polietileno ao ser aquecido por cerca de um minuto se fundiu. Isso ocorre por ele ser um polímero termoplástico, que é um polímero que que é facilmente moldável em alta temperatura.No caso da borracha vulcanizada ocorreu de maneira diferente, observou-se que não se fundiu ao ser aquecida, isso ocorre por ela se tratar de um polímero termorígido, um polímero que não é moldável em altas temperaturas, por serem muito estáveis a variações de temperatura. E por fim, observou-se no caso da borracha crua que a mesma fundiu-se de maneira parcial, e isto ocorreu por ela se tratar de um elastômero, suas características e sua não fusibilidade está entre os termoplásticos e os termorrígidos.
Terceira parte \u2013 Teste de solubilidade 
Utilizou-se quatro tubos de ensaio com tampa. Colocou-se no 1º tubo três pedaços ( aproxidamente 1g) de poli(metacrilato de metila) e preencheu-se aproxidamente três dedos do solvente A.
Colocou-se no 2º tubo de ensaio e três pedaços (aproximadamente 1g) de poli(metacrilato de metila) e preencheu-se com aproximadamente três dedos do solvente B.
Colocou-se no 3º tubo de ensaio 3 pedaços de borracha crua e preencheu-se aproximadamente três dedos do solvente A.
Colocou-se no 4º tubo de ensaio aproximadamente 3 pedaços de borracha crua e preencheu \u2013se aproximadamente três dedos do solvente B.
Colocou-se no 5º tubo de ensaio 3 pedaços de borracha vulcanizada e preencheu-se aproximadamente 3 dedos do solvente A
Por fim, colocou-se no 6º tubo de ensaio 3 pedaços de borracha vulcanizada e preencheu-se com aproximadamente 3 dedos do solvente B.
Resultados tubo 1 e 2:
 
Após a espera necessária de uma semana (reações poliméricas geralmente necessitam de um tempo maior para se efetivarem), foi possível observar que o poli(metacrilato de metila) possui uma diferença considerável entre a sua solubilização em querosene e a sua solubilização em clorofórmio, em que esse polímero possui uma afinidade maior à substância de clorofórmio, visto que ocorreu a formação de um filme e a dissolução da solução. Essa discrepância entre os solventes fica ainda mais reforçada com o fato de que, no tubo 1, não ocorreu praticamente nenhuma mudança ao longo de uma semana.
Resultados tubo 3 e 4:
 Após a semana de espera necessária (pois ao tratarmos de reações de poliméricas, as reações vão demorar mais tempo para acontecer do que o que estamos acostumados a acompanhar nos laboratórios, pois as moléculas dos polímeros são grandes, com altas massas molares, e com alta complexidade em sua estrutura), vimos que a borracha crua aparentemente não reagiu, mas se percebe a formação de algo parecido com um gel, e se supõe que houve solubilização, que é devida a alguma cristalinidade já existente ou às fortes ligações de pontes de hidrogênio. 
 Já no tubo de ensaio n°4, colocou-se a mesma quantidade de borracha crua do experimento anterior do tubo acima com o Solvente B (Clorofórmio) aproximadamente 3 dedos também. Neste tubo podemos perceber que a borracha crua não solubilizou e acabou inchado, e houve uma diminuição na altura do líquido do Solvente no tubo. Isso se mostrou possível pela afinidade entre ambos. Pois o Solvente consegue entrar na massa poliméricas, fazendo com que aja o afastamento das cadeias poliméricas.
Resultados tubo 5 e 6:
Após a semana de espera, observamos que no quinto tubo a borracha vulcanizada praticamente não se alterou, apenas mudou sua coloração para um tom mais claro de marrom e ocoreu um leve inchaço do material. Isto ocorreu devido