ADM Integrada
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A Tri logi a de J u ran é um modelo gere nci al q ue per mei a os n íveis es tratégi cos,
tático s e operacio nai s e tem como p i la res t rês p rocessos i nte r -re la ci onado s q ue
contemp la m o p la ne jame nto , o co ntrole e a melho ri a. É rea li mentado pelas
Li ções Aprendi das ( Learning Lessons). Ide nti fiq ue a e tapa q ue não per tence
ao pla nejame nto :
Re sp osta Selecio nada:
e. Avali ar o desempe nho da o rgani zação.
A empresa Sempre Be la é uma microempresa de bi j uteri as e semijói as
artesa nai s co m p edras b rasi lei ras, semp re a te nta à s te ndênci a s da moda
naci ona l e i nte rnaci o na l . S ua s proprietá rias tê m est udado ta nto o mercado
naci ona l q ua nto o in ter naci o na l para ava li ar as possi bi li dades de cresci me nto e
i dentificaram q ue o mercado e u ropeu é m ui to re cepti vo às b i j uterias à base de
pedras brasilei ras. Por ser trata r de peq ue na emp resa, co meçou a b uscar
organi zações e represe ntantes naq uele mercado, a fim d e co nseg ui r
prospectar se us p rodutos.
Tal prática pode ser associ ad a a q ual dos f unda me ntos de e xcelê nci a dos
modelos a dotados pe la Rede QP C ?
Re sp osta Selecio nada:
e. Atuação em Red e.
A qualid ade é um co ncei to e xi ste nte desde o i ci o da admi ni stração. Ela é
i nerente ao ser h uma no , a fi nal ao alca nçar mos um patama r o u sa ti sfa zer uma
necessi da de, b uscamos um no vo pata mar, s urge uma no va necessi d ade. A
evol ução da gestão é marcada po r in tegrar as vária s e tapas pela s q uai s a
quali dade passou. Ide ntifique a seq uê nci a :
Re sp osta
Sele cionada :
a. Foco no prod uto, foco no processo, fo co no sistema e
foco no negóci o.
Re sp osta Selecio nada:
d. I, II, II I e IV são cor reta s.
Lei a atenta mente:
Estão associ ad os às ati vid ades de medi r e a va lia r as carac ter ís tica s da
quali dade dos prod u tos (be ns o u ser vi ços), os compo ne ntes o u os ma teriai s
uti li zad os para assegurar co nformi dade com especi fi cações. E sta categoria
cobre pri nci palme nte o s c us tos de mão de obra e eq ui pa mentos d e teste
necessári os para a reali za ção de i nspeção e e nsai os de ma téri as -pri mas,
produtos em p rocessame nto e prod uto fi na l .
D e acordo com J ura n, trata -se dos:
Re sp osta Selecio nada:
d. C ustos de a va liaçã o.
O Tribu na l de C o ntas da Uni ã o TC U ela boro u seu pla no es tratégi co para
um horizo nte de 10 a nos , co m compromissos, pla nos e me tas ass umido s
para os per ío dos de c ur to e lo ngo pra zos. D entre a lg uns de se us p la nos
está a i mpla ntação de Gove r nança b li ca com base em pri nc ípi os de
tra nsparê nci a, respo nsa bi lid ade púb lica , p res tação de co ntas e e q ui da de em
empresas p úbli cas da es fera feder al, com base nos Pri nc ípi os de
Gove rna nça b lica da OC D E 2015. C omprome te -se, també m, a di sseminar
o modelo p ara empresas b lica s das esfe ras e stad ual e muni ci pal ao lo ngo
de cinco a nos.
Essa práti ca está associ ada a q ual dos fundame ntos do p rograma da
Gestão P ública GesPúb li ca ?
Re sp osta Selecio nada:
a. Vi são de F ut uro .
Os C írc ulos de C o ntro le de Q uali dade é um mode lo de gestão operacio nal
amplame nte disse mi nado nas orga ni za ções japo nesas e ai nda ho je
adotado em a lg umas o rga ni zaçõ es . Ide nti fique s uas pri nci pai s
caracte r ís tica s:
Re sp osta
Sele cionada :
c.Op erário s ana lisam e se leci onam uma de termi nada
mel horia a fa zer, de p rod uto ou de processo , a pa rti r de
ferrame ntas como A ná li se de P areto, Hi stogra mas, C o nt role
Estat ísti co de P rocesso, D i ag rama de Is hi kawa , fa ze m a
proposta de me l horia , aprese ntam e i mpla ntam , se apro vadas.
Sa be-se que compe te às o rgani zações pro jetar os prod utos e os processos
de produção, le va ndo e m co nsi deração fa tores como :
a- necessi dad es dos cli entes,
b- necessi dad es da socie dade e
c- req ui si tos a mbi entais, de seg ura nça e d e ergo nom i a, qua ndo aplicá vei s.
Esse s ele me ntos e s tão re laci onad os a qua l do s F unda me ntos da
Excelê nci a MEG -21?
Re sp osta Selecio nada:
d. Ori e ntação por Processos .
Uma prá ti ca de de fini r e impleme ntar uma orga ni zação do t rabal ho fle ve l
e uma e st r ut ura de cargos q ue pe rmi tam às p essoas a uto nomia para
defini r, ge rir e mel horar os p rocessos orga ni zaci o nai s, o u se ja , p er mi tind o
o empowe r ment .
Po de ser a ssoci ada a qua l (o u quai s) fundame nto ( Co re Val u es and
C oncep ts) do Modelo Malco lm Ba ld ri ge?
I. A pre ndi zad o Orga ni zaci ona l e Agi li dade .
II. Valori za ção das Pessoa s.
III. Lid era nça Vi si oná ri a.
IV . Ges tão basea da em fatos .
Re sp osta Selecio nada:
e
I e II
Uma prá ti ca de:
Q ui nze na l me nte o s princi pai s di ri gentes to ma m o café da ma nhã” co m
i ntegra ntes da fo rça d e tra bal ho das di fere ntes á reas e p rocessos, a fim
de conhecer o dia a di a das ati vidades das operações co ntato co m os
clientes , prod ução dos prod utos e prestação dos ser vi ços, a rma ze nage m,
ent rega etc . b em co mo conhecer a s e xpecta tivas da fo rça de trabal ho.
Além d i sso, esses e ve ntos propi ci am q ue os l íde res demo nst rem se u
compromi sso com a pere ni da de da organi zação e co m as partes
i nteressada s, com o s valores e compor tame nto éti co e maior sin to ni a
ent re as es tratégi as e o di a a di a”.
A qual f unda me nto do Mode lo E urope u EF Q M é poss ível estabe lecer
a mai s for te co r rela ção des ta práti ca?
Re sp osta Selecio nada:
b. Li de rar co m V i são, Inspi ração e Integ rida de.
A Europea n Fo unda ti on for Qua lit y Ma nage me nt (EFQM , e m po r tug uês
Fund ação Europei a de Gestão de Qua lida de), cria da em 1988, na sce u
com a missã o de mel hora r a co ncor rê nci a glob al de cada orga ni zaçã o -
membro, bem co mo a compe ti tivi dad e do todo e dese n vol ve u se u modelo
de exce lência co m lógica simples e de fáci l aprendi zado. nasce u
hol ística . En tre o utros, possuía foco no mei o ambie nte , a lg o a va nçad o e
i novador para a época. Te ndênci a s:
I. E xcede r as e xpectati vas dos stake hol de rs (p ar tes i nteressada s) , se ndo
i novadores , i de nti ficando li d era nças t ra nsfor madoras, i ndo a lém das
mentali da des conve nci o na i s;
II. Tor nar as pessoas ma i s feli ze s, c ri ar um f ut uro s uste ntáve l, ser um
modelo p ara o s parceiros e e xe rcer lid erança i ntui ti va ;
III. A nteci par o ine sperado, estar à fre nte da co ncorrê nci a e o ferecer a lém
do que é pre vi sto.
Ide n tifiq ue a al ter na ti va verdadei ra:
Re sp osta Selecio nada:
e. I, II e III.
A empresa Sempre Be la é uma microempresa de bi j uteri as e semijoi as
artesa nai s co m p edras b rasi lei ras, semp re a te nta à s te ndênci a s da moda
naci ona l e i nte rnaci o na l . S ua s proprietá rias tê m est udado ta nto o