ED diagnóstico por imagem p2
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ED diagnóstico por imagem p2


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Diagnóstico por Imagem
Estudo Dirigido Monitoria
2ª avaliação
1. Tratando-se da ultrassonografia de um pulmão, identifique as principais estruturas na imagem. 
Pele: Parte mais dorsal da imagem. Subcutâneo: SC. Musculatura intercostal: MIC. Pleura: seta vertical (linha hiperecóica). Reverberação: setas horizontais. A imagem A foi obtida com uma sonda convexa à uma frequência de 3.5 MHz e 11 cm de profundidade; Imagem B foi obtida com uma sonda transretal a uma frequência de 7.5 MHz e 8 cm de profundidade.
2. Um equino foi encaminhado ao Hospital Veterinário. No exame clínico observou-se dispneia e silêncio auscultatório próximo ao 7º EIC. Defina o achado ultrassonográfico.
Não se observa reverberação (comum em pulmões normais). Lembrar que o líquido na USG fica anecóico ou hipoecóico dependendo do seu conteúdo celular. Classificar a efusão pleural quanto ao grau de celularidade (anecóico, hipoecóico ou hiperecóico). Na pleuropneumonia pode-se observar efusão com celularidade, abcessos, placas fibrinosas, além do animal apresentar prostração, emagrecimento, febre, etc.
3. Quais os nomes dos seguintes planos de avaliação ultrassonográfica do rim? 
4. Quais os aspectos (normais) ultrassonográficos do córtex, medula e pelve renal?
Córtex: avaliar ecogenicidade (hipoecóica) e ecotextura (fina e levemente granular). Medular: hipoecóca (anecóica em relação à medular). Pelve: hiperecóica (gordura e tecido fibroso).
5. Dê o diagnóstico. Comente sobre os achados ultrassonográficos. 
Cálculo na pelve renal. Possui superfície refletora formadora de sombra acústca.
6. Qual a técnica de exame representada na imagem? Descreva o procedimento e as fases dessa técnicas.
Urografia excretora. Injeta-se contraste via intravenosa (iônico ou não iônico). Após a aplicação realiza-se a radiografia com 5, 10, 15 e 30 minutos. As fases são nefrograma (5 min), pielograma (10 min) e drenagem (15 min). Evidencia-se córtex, pelve e ureter/ bexiga, respectivamente.
7. Defina o diagnóstico. Cite a técnica de contraste aplicada na imagem. 
Urografia excretora. Ureter ectópco. Bizu: Observar o local de inserção do ureter em uma imagem normal (slide anterior) e essa imagem.
8. Identifique na imagem radiográfica os órgãos abdominais e torácicos. 
1: Fígado. 2: Rim direito. 3: Rim esquerdo. 4: Estômago. 5: Intesino grosso. 6: Bexiga. 7: Intestino delgado. 8: Crura diafragmática.
9. Dê o diagnóstico. 
Megacólon: dilatação do intestino com acúmulo de fezes.
10. Qual o diagnóstico, posicionamento radiográfico, e região radiografada.
Corpo estranho radiopaco no trato gastrointestinal. Projeção Lateral. Região abdominal.
11. Dê o diagnóstico. 
Pneumotórax.
12. Qual a técnica radiográfica utilizada? É possível afirmar que a bexiga não está rompida? Explique. 
Cistografia de contraste positivo. Sim, é possível dizer que não há ruptura de bexiga, pois não se observa
extravasamento de contraste para a cavidade abdominal e o órgão está bem delimitado. Poderia ser urografia excretora na fase final (15-30 min), pois nesse caso, pode não se observar as fases nefrograma e pielograma.
13. Qual a técnica radiográfica empregada na seguinte imagem? Quais alterações poderiam ser observadas na parede e no conteúdo da bexiga (não necessariamente na imagem seguinte)?
Cistografia de duplo contraste (positivo e negativo). Parede: cistite (irregularidade na parede), ruptura (extravasamento de líquido) e neoplasia. Conteúdo: Urólitos, sedimentos e coágulos.
14. Comente os achados radiográficos. Qual o diagnóstico? 
Nota-se aumento de radiopacidade (difusa) na cavidade torácica prejudicando a visualização dos campos pulmonares e silhueta cardíaca.
15. Um cão da raça Pastor Canadense com 2 meses de idade foi atendido no hospital veterinário com queixa principal de regurgitação pós prandial e emagrecimento. Foram realizados exames complementares, dentre eles o RX contrastado. Comente sobre a imagem, dê o diagnóstico e cite uma possível causa para a doença.
Exame radiográfico contrastado com vista lateral mostrando dilatação esofágica cranial à base cardíaca (seta). Diagnóstico: megaesôfago. Uma provável causa para a ocorrência de megaesôfago é a persistência do arco aórtico direito.
16. Foi realizada uma radiografia simples em um cão com histórico de hematúria. Dê o diagnóstico.
Cálculo vesical radiopaco.
17. Um cão da raça York Shire foi levado ao HV com queixa principal de tosse e extrema dificuldade respiratória ao exercício. De acordo com a imagem, dê o diagnóstico.
Colapso Traqueal.
18. Defina o padrão pulmonar, os achados radiográficos e cite as principais doenças que podem manifestar esse padrão. 
Padrão alveolar: Quando o interior do alvéolo é preenchido com material de maior densidade. Consequentemente ocorre aumento da radiopacidade pulmonar por exsudatos, hemorragia e fluido de edema. 
Características do padrão alveolar: broncograma aéreo e sinal lobar (contraste entre dois lobos).
Broncograma aéreo: brônquio preenchido de ar atravessando uma região anormal do pulmão, em que o ar alveolar foi preenchido por conteúdo.
OCORRE EM: Pneumonia, hemorragia, edema pulmonar cardiogênico e não cardiogênico, etc.
19. Qual o padrão pulmonar da imagem abaixo? Por que?. 
Padrão alveolar. Broncograma aéreo (seta preta).
20. Defina o padrão pulmonar e as principais doenças que manifestam esse padrão. 
Padrão Brônquico. Brônquios com parede espessada. Corte transversal (rosquinhas ou \u201cdonetts\u201d). Esse padrão ocorre quando a espessura da parede do brônquio fica aumentada pela infiltração de fluido ou células.
Causas: alergia, irritação crônica.
21. Um poodle de 8 anos foi levado ao HV. O proprietário relatou que o animal apresenta intolerância ao exercício e tosse. No exame físico constatou-se esforço expiratório (ausculta). Foi solicitado um exame radiográfico simples (imagem abaixo). Descreva os achados e os diagnósticos diferenciais. Você indicaria a realização algum outro exame? Se sim, qual e por que?
Padrão Brônquico. Brônquios com parede espessada. Corte transversal (rosquinhas ou \u201cdonetts\u201d). Esse padrão ocorre quando a espessura da parede do brônquio fica aumentada pela infiltração de fluido ou células. As principais causas são alergia, agentes irritantes inalados, infecciosa, irritação crônica. Diante da suspeita clínica (depende de maiores informações durante a anamnese), pode-se solicitar uma broncoscopia para a realização de lavado brocoalveolar. Com o conteúdo retirado pode-se realizar citologia, cultura e antibiograma.
22. Qual o padrão pulmonar observado na imagem? Por que? 
Padrão Brônquico. Corte transversal dos brônquios (setas brancas \u2013 \u201cDonetts\u201d). Corte longitudinal dos brônquios (setas pretas \u2013 \u201cTrilhos de trem\u201d).
23. Defina o padrão pulmonar. Justifique. 
Padrão intersticial (estruturado). Refere-se a lesões nodulares bem definidas ou formação no pulmão. Causa: Osteossarcoma, neoplasia mamária, pneumonia fúngica.
24. Uma cadela foi levada ao HV para retirada de tumor de mama. O animal apresentava dificuldade respiratória. Foi realizado um exame radiográfico da região torácica. Descreva os achados da seguinte imagem. Existe relação entre o tumor de mama e os achados radiográficos? Se o animal não apresentasse sintomatologia clínica compatível com doença respiratória, você solicitaria a radiografia torácica? Por que?
Presença de multiplos nódulos bem delimitados na cavidade torácica (hemitórax direito e esquerdo). Padrão pulmonar intersticial estruturado. Os nódulos podem ser metástase da neoplasia mamária. Mesmo que o animal não apresentasse sintotologia de problema respiratório, realiza-se a radiografia torácica como protocolo pré cirurgico para pesquisa de metástase. Na na imagem VD também se observa aumento de átrio direito.
25. Descreva o padrão pulmonar representado na imagem abaixo.
Padrão intersticial (estruturado).
O fluido ou tecido anormal, não é organizado em uma lesão solitária ou em várias lesões discretas. Envolve o