AV - Responsabilidade Civil
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RESPONSABILIDADE CIVIL 
 
 
 
 1. Ref.: 2581118 Pontos: 1,00 / 1,00 
 
(CESPE - 2012 - MPE-PI - Promotor de Justiça/ADAPTADA) - Assinale a opção correta no que diz 
respeito à responsabilidade civil. 
 
 
 
Como os direitos da personalidade são inerentes à pessoa humana, não é juridicamente 
possível a pretensão de dano moral em relação à pessoa jurídica. 
 
De acordo com a teoria perte d¿une chance, o agente que frustrar expectativas fluidas e 
hipotéticas deverá responder por danos emergentes. 
 
No ordenamento jurídico brasileiro, para que haja responsabilidade civil, é preciso que haja 
conduta ilícita. 
 A correção monetária do valor da indenização do dano moral incide desde a data do 
arbitramento. 
 
A indenização pela publicação não autorizada, com fins econômicos ou comerciais, de 
imagem de pessoa dependerá de prova do prejuízo causado à pessoa. 
 
 
 
 2. Ref.: 2941382 Pontos: 1,00 / 1,00 
 
(TST/2012/FCC) - Segundo o Código Civil, 
 
 
 
o negócio jurídico nulo pode ser confirmado pelas partes, salvo direito de terceiro. 
 
o vício resultante do estado de perigo gera a ineficácia do negócio jurídico. 
 
o negócio jurídico simulado, com subsistência do ato dissimulado, se for eficaz na substância 
e na forma, é anulável. 
 o abuso do direito é um ato ilícito, cometido por quem, ao exercê-lo, excede 
manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé 
ou pelos bons costumes. 
 
a deterioração ou a destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de remover perigo 
iminente, constitui ilícito. 
 
 
 
 3. Ref.: 1080797 Pontos: 1,00 / 1,00 
 
O motorista de um automóvel de passeio trafegava na contra-mão de direção de uma avenida 
quando colidiu com uma ambulância estadual que transitava na mão regular da via, em alta 
velocidade porque acionada a atender uma ocorrência. A responsabilidade civil do acidente deve ser 
imputada 
 
 
 ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contramão, dando causa ao acidente, não 
havendo nexo de causalidade para ensejar a responsabilidade do Estado. 
 
ao civil que conduzia o veículo, que responde sob a modalidade objetiva no que concerne aos 
danos apurados na viatura estadual. 
 
tanto ao civil quanto ao Estado, sob a responsabilidade subjetiva, em razão de culpa 
concorrente. 
 
ao Estado, uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no acidente, o 
que enseja a responsabilidade objetiva. 
 
ao Estado, sob a modalidade subjetiva, devendo ser comprovada a culpa do motorista da 
ambulância. 
 
 
 
 4. Ref.: 1131816 Pontos: 1,00 / 1,00 
 
O Dano é a lesão - diminuição ou destruição - que devido a certo evento, sofre uma pessoa, contra 
sua vontade, em qualquer bem ou interesse jurídico, patrimonial ou moral. Diante dos requisitos 
abaixo relacionados, qual não se aplica ao Dano: 
 
 
 
Efetividade da certeza do Dano. 
 
Ausência de causas excludentes de responsabilidade. 
 
Subsistência do dano no momento da reclamação do lesado. 
 Ausência de legitimidade. 
 
Diminuição ou destruição de um bem jurídico, patrimonial ou moral. 
 
 
 
 5. Ref.: 860822 Pontos: 1,00 / 1,00 
 
(TRT 4ª 2012 - FCC - Juiz do Trabalho Substituto) Ao arbitrar indenização decorrente de 
responsabilidade civil é CORRETO afirmar: 
 
 
 
no caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações, na prestação de 
alimentos às pessoas a quem o morto os devia, a serem pagos até a morte dos alimentados. 
 
se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer seu ofício ou profissão, 
ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento 
e lucros cessantes, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se 
inabilitou, a qual deverá, necessariamente, ser paga mensal e periodicamente. 
 
no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do 
tratamento e dos lucros cessantes, até ao fim da convalescença, excluídos os demais 
prejuízos que tenha sofrido. 
 
o grau de culpa jamais interfere no valor da indenização. 
 se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, o juiz poderá 
reduzir o valor da indenização. 
 
 
 
 6. Ref.: 2941197 Pontos: 1,00 / 1,00 
 
(TRT/20ª Região/2012/FCC) - Os donos de hotéis, hospedarias, casas ou estabelecimentos onde se 
albergue por dinheiro, mesmo para fins de educação, são responsáveis pela reparação civil de seus 
hóspedes, moradores e educandos, porque: 
 
 
 
exercem as pessoas responsáveis, normalmente, atividade que, por sua natureza, representa 
risco a direito de outrem. 
 há determinação legal expressa da solidariedade de tais pessoas com os efetivos 
autores do ilícito. 
 
há presunção legal de que o ilícito não teria ocorrido se as vítimas não estivessem 
hospedadas, morando ou estudando nos estabelecimentos referidos. 
 
as pessoas responsáveis têm obrigação legal de contratar empregados para realizarem a 
segurança dos seus estabelecimentos. 
 
a ocorrência de ilícito nos referidos estabelecimentos caracteriza negligência dos respectivos 
donos. 
 
 
 
 7. Ref.: 2834457 Pontos: 1,00 / 1,00 
 
(FUNESP/2017/TJ/SP- adaptada) - Vítima de acidente automobilístico, Joana fica hospitalizada 
durante 90 (noventa) dias. Joana é contratante individual de plano de assistência médica e 
hospitalar. A administradora do plano de saúde se recusa a cobrir a totalidade dos custos da 
internação, alegando que o contrato limita a obrigação a 30 (trinta) dias. Durante o período de 
hospitalização, Joana deixa de efetuar o pagamento das prestações mensais do plano de saúde. 
Após se recuperar, Joana propõe ação requerendo seja o plano de saúde condenado ao pagamento 
das despesas referentes a todo o período de internação. Por sua vez, a administradora do plano de 
saúde apresenta contestação e propõe reconvenção pleiteando a condenação de Joana ao 
pagamento das prestações em atraso, acrescido da multa contratual de 10% (dez por cento). É 
correto afirmar que a ação de Joana deve ser julgada 
 
 
 
procedente, pois a limitação temporal da internação hospitalar é admitida somente nos 
contratos coletivos de assistência médica; a reconvenção é improcedente, pois a conduta 
abusiva da administradora do plano de saúde exclui a obrigação de Joana efetuar o 
pagamento das mensalidades referentes ao período de hospitalização. 
 
parcialmente procedente, devendo as partes dividirem equitativamente os custos da 
internação hospitalar que ultrapassaram o limite de 30 (trinta) dias, como forma de não 
gerar desequilíbrio contratual; a reconvenção é improcedente, pois ao plano de saúde não é 
lícito, enquanto não cumprir sua obrigação, exigir o cumprimento daquela atribuída a Joana. 
 
Nenhuma das respostas acima. 
 procedente, pois é abusiva a cláusula contratual que limita o tempo de internação 
hospitalar; a reconvenção é parcialmente procedente, pois Joana está obrigada ao 
pagamento das mensalidades do plano de saúde, mesmo diante da recusa de 
cobertura, mas a multa contratual não pode exceder 2% (dois por cento). 
 
improcedente, pois não há abusividade na cláusula contratual que limita o tempo de 
internação hospitalar; a reconvenção é procedente, pois o ilícito contratual foi praticado por 
Joana, que está obrigada ao pagamento das mensalidades do plano de saúde, com acréscimo 
da multa contratual de mora. 
 
 
 
 8. Ref.: 2900673 Pontos: 1,00 / 1,00 
 
João das Couves, pai de Margarida das Couves faleceu a cerca de 10 anos. João era uma pessoa 
conhecida no bairro onde morava