PROCESSO PENAL
676 pág.

PROCESSO PENAL


DisciplinaDireito Processual Penal I19.360 materiais141.620 seguidores
Pré-visualização50 páginas
ISBN 9788547231071
Gonçalves, Victor Eduardo Rios
Direito processual penal esquematizado® / Victor Eduardo Rios Gonçalves, Alexandre Cebrian Araújo Reis. \u2013 7.
ed. \u2013 São Paulo: Saraiva Educação, 2018. (Coleção esquematizado® / coordenador Pedro Lenza)
1. Processo penal \u2013 Legislação \u2013 Brasil I. Reis, Alexandre Cebrian Araújo. II. Lenza, Pedro. III. Título. IV. Série.
17-1368 CDU 343.1(81)(094)
Índices para catálogo sistemático:
1. Brasil : Leis : Processo penal 343.1(81)(094)
2. Leis : Processo penal : Brasil 343.1(81)(094)
Vice-presidente Claudio Lensing
Diretora editorial Flávia Alves Bravin
Conselho editorial
Presidente Carlos Ragazzo
Consultor acadêmico Murilo Angeli
Gerência
Planejamento e novos projetos Renata Pascoal Müller
Editorial Roberto Navarro
Edição Liana Ganiko Brito Catenacci | Patricia Quero
Produção editorial Maria Izabel B. B. Bressan (coord.) | Carolina Massanhi
Arte e digital Mônica Landi (coord.) | Claudirene de Moura Santos Silva | Guilherme H. M. Salvador | Tiago Dela Rosa
| Verônica Pivisan Reis
Planejamento e processos Clarissa Boraschi Maria (coord.) | Juliana Bojczuk Fermino | Kelli Priscila Pinto | Marília
Cordeiro | Fernando Penteado | Tatiana dos Santos Romão
Novos projetos Laura Paraíso Buldrini Filogônio
Diagramação (Livro Físico) Edson Colobone
Revisão PBA Preparação e Revisão de Textos
Comunicação e MKT Carolina Bastos | Elaine Cristina da Silva
Capa Aero Comunicação/Danilo Zanott
Livro digital (E-pub)
Produção do e-pub Verônica Pivisan Reis
Data de fechamento da edição: 5-12-2017
Dúvidas?
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Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem a prévia autorização da Editora
Saraiva.
A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na Lei n. 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.
Aos meus pais, Geová e Célia, dos quais recebi cotidianas lições de
compreensão e de retidão;
Aos meus diletos irmãos, Letícia e Eduardo, pessoas de invulgares virtudes e
amigos de todos os momentos;
Adriana, Helena, Isabel e Luiza: o livro é de vocês, é claro;amadas esposa e
filhas, dentre todas as bênçãos que Deus,em sua infinita bondade, tem concedido
a mim, nenhuma é tão valiosa como a dádiva de conviver com vocês.
Alexandre Cebrian Araújo Reis
Aos meus queridos pais, Carlos e Elbe, e às minhas amadas filhas Isabella e
Valentina, companheiras de todas as horas e razão de meu viver.
Victor Eduardo Rios Gonçalves
SUMÁRIO
METODOLOGIA ESQUEMATIZADO®
NOTA DOS AUTORES À 7ª EDIÇÃO
1. INTRODUÇÃO E ALCANCE DAS NORMAS PROCESSUAIS PENAIS
1.1. CONCEITO DE DIREITO PROCESSUAL PENAL
1.2. SISTEMAS PROCESSUAIS PENAIS
1.3. LEI PROCESSUAL PENAL NO ESPAÇO
1.4. LEI PROCESSUAL PENAL NO TEMPO
1.5. INTERPRETAÇÃO DA LEI (HERMENÊUTICA)
1.6. INTERPRETAÇÃO ANALÓGICA E EXTENSIVA
1.7. INTEGRAÇÃO DA NORMA PROCESSUAL PENAL
1.8. FONTES DO DIREITO PROCESSUAL PENAL
1.9. QUESTÕES
2. INQUÉRITO POLICIAL
2.1. CONCEITO
2.2. CARACTERÍSTICAS
2.3. LOCAL POR ONDE DEVE TRAMITAR O INQUÉRITO
2.4. SUSPEIÇÃO DA AUTORIDADE POLICIAL
2.5. FORMAS DE INSTAURAÇÃO DO INQUÉRITO POLICIAL
2.6. REQUERIMENTO DO OFENDIDO NOS CRIMES DE AÇÃO PRIVADA
2.7. PRAZOS PARA A CONCLUSÃO DO INQUÉRITO
2.8. DILIGÊNCIAS
2.9. REPRODUÇÃO SIMULADA DOS FATOS
2.10. OUTRAS FUNÇÕES DA AUTORIDADE POLICIAL DURANTE O INQUÉRITO
2.11. INCOMUNICABILIDADE
2.12. CONCLUSÃO DO INQUÉRITO POLICIAL
2.13. QUESTÕES
3. DA AÇÃO PENAL
3.1. CONCEITO
3.1.1. Classificação
3.1.2. Condições gerais da ação
3.2. PRINCÍPIOS DA AÇÃO PENAL
3.2.1. Princípios constitucionais da ação penal
3.2.2. Demais princípios da ação penal
3.3. AÇÃO PENAL PÚBLICA
3.3.1. Ação pública incondicionada
3.3.2. Ação pública condicionada à representação
3.3.2.1. A representação não obriga o Ministério Público a oferecer denúncia
3.3.2.2. Conteúdo da representação
3.3.2.3. Aspectos formais da representação
3.3.2.4. Prazo para a representação
3.3.2.5. Titularidade do direito de representação
3.3.2.6. Retratação
3.3.2.7. Representação e Lei Maria da Penha
3.3.3. Ação pública condicionada à requisição do Ministro da Justiça
3.3.3.1. Prazo
3.3.3.2. Retratação
3.3.4. Opções do promotor de justiça ao receber o inquérito policial concluí\u200bdo (em crimes de ação pública
condicionada ou incondicionada)
3.3.4.1. Requerimento de novas diligências
3.3.4.2. Requerimento de remessa a outro juízo
3.3.4.3. Promoção de arquivamento
3.3.4.4. Desencadeamento da ação penal por meio do oferecimento de denúncia
3.3.4.4.1. Requisitos da denúncia
3.3.4.4.2. Elaboração da denúncia
3.3.4.4.3. Cota de oferecimento da denúncia
3.3.4.4.4. Modelos de denúncia
3.3.5. Recebimento da denúncia
3.3.5.1. Aditamento da denúncia
3.3.6. Rejeição da denúncia
3.3.7. Recurso cabível contra a decisão que rejeita a denúncia
3.4. AÇÃO PENAL PRIVADA
3.4.1. Princípios específicos da ação privada
3.4.2. Espécies de ação privada
3.4.2.1. Ação privada exclusiva
3.4.2.1.1. Titularidade do direito de queixa
3.4.2.2. Ação privada personalíssima
3.4.3. Destino do inquérito policial após a conclusão das investigações nos crimes de ação privada
(exclusiva ou personalíssima)
3.4.4. Atuação do Ministério Público na ação privada
3.4.5. Causas extintivas da punibilidade da ação penal privada regulamentadas no Código de Processo
Penal
3.4.5.1. Decadência
3.4.5.2. Perempção
3.4.5.3. Renúncia
3.4.5.4. Perdão do ofendido
3.4.5.5. Quadros comparativos das causas extintivas da punibilidade relacionadas a incidentes
processuais da ação privada
3.4.6. Ação privada subsidiária da pública
3.4.7. Litisconsórcio
3.4.8. Legitimidade concorrente
3.5. QUESTÕES
4. AÇÃO CIVIL EX DELICTO
4.1. AÇÃO CIVIL EX DELICTO E EXECUÇÃO CIVIL DA SENTENÇA CONDENATÓRIA
4.1.1. Legitimidade ativa
4.1.2. Legitimidade passiva
4.1.3. Competência
4.2. QUESTÕES
5. JURISDIÇÃO
5.1. CONCEITO
5.2. PRINCÍPIOS DA JURISDIÇÃO
5.3. UNIDADE DA JURISDIÇÃO E CLASSIFICAÇÕES
6. COMPETÊNCIA
6.1. CONCEITO DE COMPETÊNCIA E CRITÉRIOS PARA SUA FIXAÇÃO
6.1.1. Finalidade de cada um desses critérios
6.2. COMPETÊNCIA PELO LUGAR DA INFRAÇÃO
6.2.1. Local da consumação
6.2.2. Crimes tentados
6.2.3. Crimes permanentes no território de duas ou mais comarcas
6.2.4. Crimes a distância
6.2.5. Crimes praticados fora do território nacional
6.2.6. Crimes cometidos a bordo de embarcação ou aeronave que se aproxima ou se afasta do território
nacional
6.2.7. Crime praticado em local incerto na divisa de duas ou mais comarcas
6.2.8. Crime praticado em local certo, havendo incerteza quanto a pertencer a uma ou outra comarca
6.3. COMPETÊNCIA PELO DOMICÍLIO OU RESIDÊNCIA DO RÉU
6.4. COMPETÊNCIA PELA NATUREZA DA INFRAÇÃO
6.4.1. Justiça Militar
6.4.1.1. Composição da Justiça Militar
6.4.2. Justiça Eleitoral
6.4.3. Justiça Federal
6.4.3.1. Composição da Justiça Federal
6.4.4. Justiça Estadual
6.4.4.1. Composição da Justiça Estadual
6.4.5. A natureza da infração como fator de divisão de competência dentro da mesma Justiça
6.5. PREVENÇÃO E DISTRIBUIÇÃO
6.5.1. Hipóteses em que a prevenção é critério norteador da competência
6.6. FASES PARA A DETERMINAÇÃO DA COMPETÊNCIA
6.7. CONEXÃO E CONTINÊNCIA
6.7.1. Hipóteses de conexão (art. 76)
6.7.1.1. Conexão intersubjetiva (art. 76, I)
6.7.1.2. Conexão objetiva (art. 76, II)
6.7.1.3. Conexão instrumental ou probatória (art. 76, III)
6.7.2. Hipóteses de continência (art. 77)
6.7.3. Regras de prevalência de foro nos casos de conexão ou continência
6.7.4. Conexão entre a jurisdição comum e a do Juizado Especial Criminal
6.7.5. Avocação
6.7.6. Rito
6.7.7. Separação de processos
6.7.7.1. Separação obrigatória
6.7.7.2. Separação facultativa
6.7.8. Desclassificação e competência
6.8. FORO POR PRERROGATIVA DE FUNÇÃO
6.8.1. Hipóteses de foro por prerrogativa de função previstas na Constituição Federal
6.8.2. Exceção da