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HIDROVIA DO PARAGUAI E HIDROVIAS DO SUL

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HIDROVIA DO PARAGUAI E HIDROVIAS DO SUL
ENGENHARIA NAVAL
TASSO CARVALHO DA SILVA
ÊNIO LUSTOSA
HIDROVIA DO PARAGUAI
A Hidrovia do Paraguai flui em território nacional desde Cáceres –MT, por 890 km, delimitando um trecho das fronteiras entre Brasil e Bolívia, por 48 km, e entre Brasil e Paraguai, por 332 km.
Hidrovia do paraguai
Potencialidades:
 A Hidrovia tem influência direta em duas unidades da federação, o MT e MS, sendo notório sua aproximação com regiões ricas em produção de grão e minério. Cujas cargas são muito apropriadas para transporte aquaviário (são cargas com grandes volumes e baixo valor agregado). 
	Conta com 4 terminais de uso privativo, sendo eles, TUP Gregório Curvo, TUP Sobramil, TUP Porto Murtinho e TUP Granel Química.
 
Hidrovia do paraguai
HIDROVIA DO PARAGUAI
Hidrovia do paraguai
Limitações: Falta de sinalização, em alguns trechos há grande quantidade de assoreamento, falta de balizamento, trechos meândricos e estreitos
Projeto:
A hidrovia é um plano dos cinco países da Bacia da Prata (Argentina, Brasil, Paraguai, Bolívia e Uruguai) para transformar os rios Paraguai e Paraná em um canal industrial de navegação. 
HIDROVIA Paraná-Paraguai
Hidrovia paraná-paraguai
Objetivo: 
 Permitir a circulação de comboios durante todo o ano durante às 24 horas do dia.
Limitações: - Os danos com a construção da Hidrovia Paraná Paraguai ocorrerão em todo o Sistema Paraná-Paraguai de Áreas Úmidas, sendo que os maiores impactos ocorrerão nos quase 200 mil km2 do Pantanal, distribuídos por Paraguai, Bolívia e Brasil.
- A alteração na dinâmica das águas e dos processos anuais de cheias e secas trará problemas econômicos e sociais, principalmente para as populações mais vulneráveis que sobrevivem da pesca e do turismo de pesca.
- Na região do rio Paraguai denominada Passo do Jacaré – onde a UFPR fez o projeto da “eterna” dragagem de 4,2 km – tem “validade” de apenas 5 anos -, a comunidade de Porto Esperança vive sob ameaças e resistindo graças ao apoio do Ministério Público Federal e da Secretaria do Patrimônio da União.
Hidrovia paraná-paraguai
Hidrovias do sul
O estado do Rio Grande do Sul e o estado de São Paulo foram os únicos que investiram na construção de um sistema de transporte para a navegação Fluvial. Se em São Paulo a Hidrovia do Rio Tietê foi originada em função das barragens para a geração de energia elétrica, em território gaúcho elas foram construídas com a finalidade especifica para a navegação.
Hidrovias do sul
Pontencialidades: as barragens gaúchas são de pequena altura, suficiente apenas para vencer o desnível dos obstáculos à navegação, têm pequena área inundável e são de baixo custo. Foram construídas quatro barragens e suas respectivas eclusas: Amarópolis, Dom Marco e Fandango no Rio Jacuí e Bom Retiro no Rio Taquari. 
Elas permitem a navegação de um total de 621 km desde o interior do rio-grandense, servindo os portos de Rio Grande, Pelotas, Porto Alegre e Estrela, além do Polo Petroquímico de Triunfo, através de um canal artificial de oito km, e a Usina Termoelétrica de Charqueada.
Atualmente a Hidrovia do Sul é composta pelos rios Jacuí, Taquari, Guaíba, dos Sinos e a Lagoas dos Patos. No futuro, com a navegável comercial no Canal de São Gonçalo, será possível o fluxo de mercadorias entre a Lagoa dos Patos e a Lagoa Mirim, atingindo a divisa com o vizinho Uruguai.
Hidrovias do sul
Em termos de porte de embarcação, predomina, atualmente, o automotor com 90 metros de comprimento, 15 metros de boca e capacidade para aproximadamente 3.000 toneladas, com calado de até 3,2 metros. As cargas principais são carvão, produtos químicos, madeira, grãos e farelos agrícolas e óleo vegetal. A exportação de cavacos de madeira, que não obstante ser transportada nas embarcações de maior porte, em função de sua baixa densidade, não permitem que aquelas embarcações recebam mais de 1.800t.
Hidrovias do sul
Limitações: Assoreamento em algumas áreas, falta de sinalização e balizamento, necessidade de terminais intermodais.
Fim!
Boa notícia!
Fonte: ANTAQ