Adm II - Ana Luiza Chalusnhak Unicuritiba
25 pág.

Adm II - Ana Luiza Chalusnhak Unicuritiba


DisciplinaAdministrativo 2206 materiais503 seguidores
Pré-visualização4 páginas
Ana Luiza Chalusnhak
xalu7@hotmail.com
1o Bimestre: 20/09
 2o Bimestre: 16/11
2a Chamada: 22/11
Final: 06/12
27.07.2017
INTERVENÇÃO DO ESTADO NA ECONOMIA (Art 170, CF)
Valoração do trabalho humano - fundamento da república (art. 1)
Livre iniciativa - fundamento da república (art. 1)
Justiça social - objetivo da república (Art 3º). 
1) Princípios
a) Soberania nacional
b) Propriedade privada e função social
c) Livre concorrência
d) Defesa do consumidor
e) Defesa do meio ambiente
f) Redução das desigualdades regionais do pleno emprego
g) Busca do pleno emprego
h) Tratamento diferenciado para empresa de pequeno porte (EPP)
02.08.2017
Art. 171, EC. 06/95
Art. 172
Trata de assuntos que vão tratar da ordem econômica que são economistas. 
Art. 173 - Atividade Econômica
Art. 173, CF: Ressalvados os casos previstos nesta Constituição, a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei.
Imperativo de Segurança Nacional
Relevante Interesse Coletivo
§1º: Estatuto das Empresas Estatais
Lei 13.303/16 - Estatuto das empresas Estatais
As empresas estatais que desempenham atividade econômica se submetem a um regime especifico, e nesse regime será dado por uma lei. 
As empresas que prestam atividade econômica se sujeitam ao mesmo regime privado das outras empresas.
Regimes: Tributário, trabalhista, comercial e civil. 
A lei não faz distinção, t
Art 174 - Forma de intervenção indireta na economia
Fiscalização: 
Incentivo: 
Fomento.
É uma situação em que a administração pública precisa d num resulta e não pode te obrigar a conseguir. 
Planejamento: 
Art. 175 - Serviço Público
Lei 8.987/95
Formas de intervenção:
Direta
Atividade Econômica
Serviço Público
Indireta
Fiscalização
Incentivo
Planejamento
03.08.2017
EC 19/98 - 
Tentativa de reforma do Estado (FHC). 
Os elementos da reforma são muito parecidas de modelos estrangeiros.
O modelo mais adequado e que melhor funciona no Brasil, por hora, é o modelo burocrático. 
Burocracia: forma de controle dos meios e controle dos resultados.
Tentou-se substituir a burocracia por um modelo de \u201cAdministração Gerencial\u201d, que suprime os controles dos meios e se preocupa com o controle do resultado. 
Privatização
Plano Nacional de Privatização 
SERVIÇO PÚBLICO
CELSO ANTONIO DE MELLO
É aquela competência administrativa determinada pela CF. 
Critérios Materiais: tem que ser disponibilizado a todos de forma universal, e fruível singularmente. 
Taxa: tributo cobrado pelo Estado
Tarifa/Preço Público: cobrado por uma instituição privada. 
Art. 175, CF
Conceito
É toda a atividade de oferecimento de utilidade ou comodidade material destinada à satisfação da coletividade em geral, mas fruível singularmente, que o Estado assume por si mesmo ou por quem faça as vezes sob um regime de direito publico. 
a) Substrato material
Utilidade / Comodidade material 
Universalidade: Oferecida a todos
Fruível singularmente
b) Elemento material
Princípios que compõe (Celso Antonio):
Princípios do Dever Inescusável de Promover a Prestação:
O Estado tem o dever de prestar ou promover a escolha de um terceiro par aprestar em nome dele
Princípio da Supremacia do Interesse Público:
Princípio da Adaptabilidade: 
O serviço público é adaptável. 
São imposições unilaterais do concedente para o concessionário. 
Possibilidade de adaptar a prestação do serviço. 
Os usuário não tem pretenção subjetiva de que o serviço será prestado sempre da mesma maneira. 
É um limite. Só é possível adaptar um serviço que já está sendo prestado. 
Princípio da Universalidade: 
O serviço deve atingir a todos da população. 
Princípio da Impessoalidade
O serviço deve ser igual para todos.
Princípio da Continuidade:
O serviço não pode ser paralisado. Se for, ele deve ser avisado. 
Sempre que for programada a prestação do serviço, ele deve ser informado. 
Princípio da Transparência: 
Exige que a adi pública deem ao usuário informações referente à aquele serviço. 
Acesso à composição à tarifa, por exemplo. 
Princípio da Motivação: 
Os atos devem ser motivados. 
Princípio da Modicidade das Tarifas:
Colocar um valor que seja acessível aos usuários do serviço.
Princípio do Controle:
O concessionário sofrem controle.
09.08.2017
****PROVA****
c) Titularidade x Execução do Servidor Público (Celso Antonio B. de Mello)
Titularidade: 
A única forma de alterar a titularidade do serviço público é por Emenda Constitucional. Se a CF que atribui o serviço público a competência de um ente federado, não pode o ente federado transferir esse serviço para um 3º. 
A titularidade nunca se altera, pode-se transferir apenas a execução do serviço.
NUNCA TRANFERE TITULARIDADE. 
Execução: 
Concessão \u2260 privatização. 
Concessionário. 
Possui a obrigação de manter o contrato em boas condições para que o usuário receba o benefício. 
d) Servidor Público por Determinação Constitucional 
i. Serviço Público que o Estado deve prestar de forma exclusiva:
Correios: empresa jurídica criada pela União Federal. 
ii. Serviço Público que o Estado tem obrigação de prestar e conceder;
Rádio e TV: serviços públicos (abertos).
Não existe concessionário para rádio e TV.
Art 223, CF. 
Regulamentação pela União. 
Complementar:
Diferente dos modelos de concessão, radio e TV são gratuitos. Sua remuneração funciona a partir dos meios publicitários. 
Não há censura/controle. 
Tanto a rádio quanto para a TV devem oferecer espaço de propagando eleitoral. 
iii. Serviço público que o Estado deve prestar sem exclusividade
São os serviços que devem ser prestados pelo Estado, mas não são exclusiva a ele. 
Não é proibido no mercado. 
Em geral, todo serviço público, é prestado pelo Estado ou escolhido por ele para prestar o serviço. Mas a Saúde, educação, previdência social e assistência social.
Regime Jurídico Administrativo: \u2026
São os único serviços públicos que são livre par ao mercado. Incluindo, a busca do lucro. 
Apesar de estar aberto para o mercado, o Estado deve prestar esse serviço. 
iv. Serviço Pública que o Estado deve prestar ou promover a prestação através de concessionário ou permissionário
São os grupos de serviço que há uma escolha par ao seu titular. 
Município, Estado e União pode escolher se vai prestar, ou através concessionários para prestar essa atividade. 
Lei do Usuário do Serviço Público
10.08.2017
FOMENTO
Autor: Célia Cunha - Fomento
1) CARACTERÍSTICAS
Função administrativa
Função típica do meio executivo. 
Promoção de um objetivo
Ele é promoção/indução do mercado a atingir esse objetivo. 
Nunca se pode obrigar de fazer ou deixar de fazer algo. Se faz o incentivo para alcançar o objetivo previsto. 
Ausência de Compulsoriedade
Fomento é uma técnica voluntária. 
Exige a manifestação expressa da atividade econômica de que se sujeitará ao fomento. 
O momento não atinge àquele que não se manifestou ao fomento. 
Se dá porque a adi pública oferece a certa categoria um benefício, e essa categoria se sujeita a esse fomento. Quando aceito o fomento, deve-se cumprir as condições do fomento. Caso não conseguir cumprir com as obrigações, perde-se o benefício do fomento. 
Quando há o voluntariado, fica obrigado a cumprir o prometido. 
Satisfação de necessidade pública
2) Pontos em comum com Serviço Público e Poder de Polícia
Atividade Administrativa
Forma de intervenção do Estado na economia
Interesse público
i. Poder de Polícia
Imperativo
Sujeição a uma ordem da administração pública. 
Situação no qual o cidadão se coloca frente a uma ordem da administração pública. 
Autoexecutório: Quando a administração precisa reestabelecer a ordem pública. 
Lei: quando a lei diz. 
Medida urgente: Numa medida urgente, com a polícia armada, por exemplo. 
Não é fomento, porque o fomento é voluntário. Deve-se vonluntariar ao fomento. 
Mantém/Reestabelece ordem pública
Previne/reprime