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Julie Ivy Ambrosio Alvaro - Esquemas De Direito Civil - Parte Geral

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a extinguir o condomínio) e ação demarcatória.
 
 
 
 
 
 Diferentemente nas ações de exercício definitivo, em regra, assim que o direito for violado já começa a correr o prazo.
 
 
 
 
 
 • Pretensões referentes a bens públicos: Os bens públicos são imprescritíveis, assim não podem ser objeto de usucapião (art. 102 do CC).
 
 
 
 
 
 
 
 • Pretensões que protegem direito de propriedade: O direito de propriedade é perpétuo, assim a ação reivindicatória é imprescritível.
 
 
 
 
 
 • Pretensão de reaver bens deixados em confiança de outrem, a título de depósito, penhor ou mandato.
 
 
 
 
 
 
 
 Esquemas de Direito Civil: Parte Geral
 
 
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 Direito
 
 
 
 
 
 
 1. Etimologia da palavra direito:
 
 
 
 
 A palavra direito tem origem na expressão latina “directum” ou “jus”, que significa o que é reto, ou aquilo que é conforme a regra.
 
 
 
 
 
 
 
 2. Normas de comportamento:
 
 
 
 
 Para a existência de uma sociedade são necessárias regras que disciplinem o comportamento dos homens no grupo social. Tais regras podem ser jurídicas, religiosas, morais etc.
 
 
 
 
 
 
 
 • Normas morais (Moral): São mais amplas, abrangem todas as normas reguladoras da sociedade.
 
 
 
 
 
 
 
 • Bem moral: O bom.
 
 
 
 
 
 
 
 • Sanção: A sanção é implícita, ou seja, esta na consciência do homem.
 
 
 
 
 
 • Norma unilateral: Traz o direito ou a obrigação.
 
 
 
 
 
 • Normas jurídicas (Direito): Abrangem as normas com força coercitiva do Estado, ou seja, aquelas expedidas pelo Poder Competente e impostas coativamente a observância de todos para ordenar a vida em sociedade.
 
 
 
 
 
 
 
 • Bem jurídico: O Justo.
 
 
 
 
 
 
 
 • Sanção: A sanção é explícita, ou seja, é imposta pelo Poder Público.
 
 
 
 
 
 • Norma bilateral: Traz a dicotomia direito x obrigação.
 
 
 
 
 
 
 
 A desobediência às normas de comportamentos provoca uma reação da sociedade, que nada mais é do que a sanção.
 
 
 
 
 
 
 
 3. Conceito de direito:
 
 
 
 
 Não há um consenso sobre a definição do direito. "Direito é o conjunto das normas gerais e positivas, que regulam a vida social" (Radbruch).
 
 
 
 
 
 4. Direito positivo e direito natural:
 
 
 
 
 
 
 
 • Direito positivo: É o ordenamento jurídico em vigor.
 
 
 
 
 
 
 
 • Direito natural: É a idéia abstrata do direito, um ordenamento ideal.
 
 
 
 
 
 
 
 Para o direito positivo, diferentemente do natural, a dívida de jogo e a dívida prescrita não são exigíveis.
 
 
 
 
 
 
 
 5. Direito objetivo e direito subjetivo:
 
 
 
 
 
 
 
 • Direito objetivo: É o conjunto de normas jurídicas impostas pelo Poder Público a toda a sociedade. Esse conjunto de normas é denominado de normas de agir (“norma agendi”)
 
 
 
 
 
 
 
 • Direito subjetivo: É a faculdade conferida ao indivíduo, pelo direito objetivo, de invocar a norma a seu favor. A faculdade de satisfazer suas pretensões denomina-se faculdade de agir (“facultas agendi”).
 
 
 
 
 
 
 
 6. Direito público e direito privado:
 
 
 
 
 A classificação em ramos é puramente acadêmica, pois o direito é uno (indecomponível).
 
 
 
 
 
 
 
 • Vários são os critérios diferenciadores das regras de direito público e privado:
 
 
 
 
 
 
 
 • Critério da pessoa que interage na relação jurídica: Pertence ao Direito Público a relação jurídica que envolva o Estado (Estado com outro Estado ou Estado com o cidadão) e pertence ao Direito Privado a que envolvesse apenas indivíduos.
 
 
 
 
 
 
 
 Entretanto, este critério comportava várias exceções, sendo assim insuficiente.
 
 
 
 
 
 • Critério da natureza da norma jurídica: Direito Público é aquele composto por normas cogentes ou impositivas (normas insuscetíveis de modificação pela vontade das partes), já o direito privado é aquele composto por normas dispositivas (normas que podem ser alteradas pelas partes).
 
 
 
 
 
 
 
 Porém, este critério também apresenta exceções. Exemplo: No direito de família há normas cogentes e dispositivas.
 
 
 
 
 
 
 
 • Critério dos princípios fundamentais: O Direito Público é baseado no princípio da legalidade, decorrente do princípio da indisponibilidade do interesse público, segundo o qual as pessoas só podem fazer aquilo que a lei autoriza, ou seja, não podem fazer o que bem entenderem. O direito privado, diferentemente, é baseado no princípio da autonomia da vontade e no da dignidade da pessoa humana, assim a pessoa pode fazer tudo o que a lei não proíbe e até mesmo o que silencia a respeito.
 
 
 
 
 
 
 
 Todavia, este critério também não resolveu totalmente o problema. Exemplo: Os Direitos reais estão baseados no princípio da legalidade.
 
 
 
 
 
 Lei de Introdução ao Código Civil
 
 
 
 
 (Decreto-lei 4657/42)
 
 
 
 Cover
 
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