A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
19 pág.
thais aps

Pré-visualização | Página 1 de 3

Estudo da carga de vento agindo na
estrutura: túnel de vento
 
3 
 
 
 SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
2. OBJETIVO DO ESTUDO SOBRE VENTOS EM EDIFICAÇÕES 
3. A AÇÃO DO VENTO NAS EDIFICAÇÕES
3.2 VENTOS PARALELOS
3.3 VENTOS COM PRESSÃO INTERNA
3.4 VENTOS COM SUCÇÃO INTERNA
3.5 OUTRAS COMBINAÇÕES4. TÚNEL DE VENTO
5. CARGA DE EDIFICIO
5.1 Cargas devidas ao vento
5.2 Coeficientes de Pressão e Forma
5.3 Coeficientes de Pressão Interna
5.4 Forças de arrasto do vento
5.5 Deslocamentos máximo
5.6 Módulos de Elasticidade
6. NBR-6123
7. CURIOSIDADES
8. CONSIDERAÇÕES FINAIS 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
 
 
 
 
 
 
 
 INTRODUÇÃO 
Em tempo memoráveis o homem buscou construir suas edificações em 
vários lugares em rochas, conhecida como cavernas, em áreas abertas com empilhamento de pedras, com dimensões precisas para um maior conforto e proteção, com madeira, palha, enfim uma dive rsidade de materiais e metodologia nos mais diversos lugares e região do planeta. 
 
Com o tempo e avanços tecnológicos dos materiais, métodos 
construtivos, adventos do uso do concreto, a ço entre muitos outros 
materiais/fatores, o individuo buscou -se em sua essên cia demonstrar o seu poder con strutivo, através de alcançar n íve is além de uma rocha "caverna" em nível terrestre e sim a lcançar as nuvens, exercendo uma engenharia na construção de grandes arranha Céu. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. OBJETIVO DO ESTUDO SOBRE VENTOS EM EDIFICAÇÕES
 
O objetivo principal desta visita foi enriquecer os conhecimentos 
dos discentes, no que diz respeito ao processo de concretagem e tomar ciência dos fatores de recursos hídricos utilizados no proce sso de concretos e argamassas, além de co nhecer o processo operacional da empresa. Buscara ainda instigar e estimular o visitante n o âmbito de seu curso de engenharia civil, sendo possível associar conhecimentos teóricos aos utilizados na pratica.
 
 
 
 
 
3. A AÇÃO DO VENTO NAS EDIFICAÇÕES 
O vento exerce pressões e sucções nos edif ícios, de forma variada, 
contínua, intermitente ou repentina causando efeitos indesejáveis, danos 
materiais de monta e, às vezes, vítimas fatais. Muito mal compree ndido, o vento "brasileiro" tem com portamento bastante diferente do vento eu ropeu, do temido vento das monções que sopram no sudeste asiático e também sem nenhuma semelhança com os torn ados muito frequentes nos EUA. Infelizmente não temos laboratórios e nem universidades que tenham estudado a fundo os ventos brasileiros. Pior, dese jando rea lizar um estudo complet o so bre a ação do vento nas edificações, é difícil en contrar, no Brasil, um Túnel de Vento onde o nosso edifício, na forma de maquete, possa t er um modelo redu zido ensaiado. O presente site, elaborado por Engenheiro Civil formado na USP e com trabalhos n o IPT, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do E stado de São Paulo, procura mostrar alguns aspectos da a ção do vento que passa, muitas vezes despercebidos dos profissionais de projeto de edifícios com o os Arquitetos e os Engenheiros de Estruturas. 
Cabe o a lerta de que, dependendo do porte e da importância do edifício, 
não basta ser f ormado em Arquitetura ou Engenharia Civil, necessitando o projetista da estrutura ter especialização em A ção do Vento e, se possível, ter experiência em vento adquirido na passagem por algum Túnel de Vento. 
 PRODUZ UM ESFORÇO DE PRESSÃO SOBRE O COMPONENTE, 
EMPURRANDO-O NA DIREÇÃO E SENTIDO DO VENTO. 
 
É o vento "cl ássico" e sua ação se resume em tentar derrubar a parede. Não conseguindo derruba ra parede, e le desvia e sobe, destruindo o que ele encontrar pelo caminho.
 
 
3.2 VENTOS PARALELOS
PRODUZ UM ESFORÇO DE SUCÇÃO VERTICAL SOBRE O 
COMPONENTE, PUXANDO-O NA DIREÇÃO PERPENDICULAR AO DO 
VENTO. Agem, geralmente, sobre as coberturas leves, telhas de alumínio ou plásticas. Muitos pensam que o vento "empurra o te lhado para baixo" mas o vento paralelo "puxa o telhado pa ra cima" e, se o telhado não estiver b em amarrado nas paredes e pilares, sai voando e se a estrutura metálica do telhado tiver sido bem construída, o telhado "sai inteiro".
3.3 VENTOS COM PRESSÃO INTERNA
PRODUZ UM ESFORÇO DE PRESSÃO SOBRE O COMPONENTE, 
EMPURRANDO-O NA DIREÇÃO E SENTIDO DO VENTO E NA DIREÇÃO 
PERPENDICULAR AO DO VENTO.
No ca so de um galpão cuja porta foi esquecida aberta, o vento que 
penetra para dentro do galpã o irá exercer uma pressão d e dentro para fora, arrancando as telhas. 
 
A ação do vento pode ser potencializada quando combina com a ação 
do vento paralelo. É um empurrando as telhas de baixo para cim a, com, por exemplo, 15 kgf/m2 e o outro puxando por fora com, por exemplo, 27 kgf/m2 resultando numa força de 15 + 27 = 42 kgf/m2 modo que mesmo telhas pesadas como as de barro podem ser arrancadas pela força combinada.
3.4 VENTOS COM SUCÇÃO INTERNA
PRODUZ UM ESFORÇO DE SUCÇÃO SOBRE O COMPONENTE, 
PUXANDO-O NA DI REÇÃO E S ENTIDO DO V ENTO E NA DIREÇÃO 
PERPENDICULAR AO DO VENTO
É um problema parecido com o d o portão esquecido aberto, só que do 
outro lado do galpão. O vento que já passou pelo galpão, é succionado p ela ação a Sotavento que puxa o ar de dentro do galpão e que cria uma pressão negativa dentro do galpã o. O telhado puxado para b aixo e as pa redes sã o puxadas para dentro. Os vidros das jane las podem quebrar e os estilhaços dos vidros ficarão espalhados no interior do galpão
 
No ca so de um galpão cuja porta foi esquecida aberta, o vento que 
penetra para dentro do galpã o irá exercer uma pressão d e dentro para fora, arrancando as telhas. 
 
A ação do vento pode ser potencializada quando combina com a ação 
do vento paralelo. É um empurrando as telhas de baixo para cim a, com, por exemplo, 15 kgf/m2 e o outro puxando por fora com, por exemplo, 27 kgf/m2 resultando numa força de 15 + 27 = 42 kgf/m2 modo que mesmo telhas pesadas como as de barro podem ser arrancadas pela força combinada. 
 
 3.5 OUTRAS COMBINAÇÕES 
O Projetista da estrutura deve analisar todas as combinações possíveis, 
externas e internas, de ação do vento e estudar também os condicionantes da região com o a topografia do terreno, a existência de obstáculos e p rédios que possam aumentar a força dos ventos, levar em consideração que portas e janelas podem se romper sob a ação do vento e criar ventos internos e também tentar adivinhar que tipos de reformas serão realizados no futuro abrindo novas portas e janelas ou fechando-as. 
 
Uma simples depressão no te rreno poderá ocasionar uma c oncentração 
do fluxo do vento, aume ntando a carga de vento que atua sobre uma pa rede a barlavento.
Muitos anos e que nunca foi solicitado a valores significat ivos de vento, passam a receber rajadas de vento nunca antes sentido. 
 
Para tentar entender como é isso, imagine que foi construído um prédio 
numa praia isolada onde não há nenhum outro prédio
Neste caso, o vento caminha suave e age sobre o prédio de forma 
uniforme, uma parte agindo a Sota-vento e a outra parte a Barlavento. O calculista não precisa ter outras preocupações