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enfrentamento das contradições e crise da ordem capitalista hegemônica na atual etapa de desenvolvimento sustentável, modelo hoje institucionalizado, que, depois do fim da guerra fria e da expansão da etapa de flexibilização de acumulação de capital, alinha os países desenvolvidos e em desenvolvimento, colocando em xeque as possibilidades daqueles que não pertencem ao banquete dos ricos, industrializados, desenvolvidos e felizes versus os pobres, sempre em desenvolvimento dificilmente completado, cuja dinâmica gerou os novos contornos da pobreza e exclusão, novos pequenos “oásis” internos de dinamismo econômico e novos limites para a ação de políticas de welfare state e de proteção social."
Fonte: PATARRA, Neide Lopes. Migrações internacionais: teorias, políticas e movimentos sociais. Estudos Avançados, vol. 20, no. 57, São Paulo. 2006. Fonte: página da citação 7. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ea/v20n57/a02v2057.pdf.
Tendo em conta o trecho citado acima e os conteúdos da disciplina, analise as afirmações abaixo que versam sobre as análises feitas sobre as migrações pelas Teorias das Relações Internacionais, e depois assinale a alternativa que indique apenas as corretas:
I. As abordagens realistas e neorrealistas analisam os processos migratórios a partir da ótica do interesses nacional. Por conseguinte, os estudos sobre a migração para essas correntes está muito mais relacionado com o Estado e a sua segurança, do que com os migrantes. 
II. A Escola de Copenhague entende que a migração é um assunto constantemente securitizado pelos Estados, uma vez que ela se constitui em uma ameaça à esfera societal. Dessa maneira, o controle migratório configura-se em um elemento essencial para a garantia da sobrevivência da identidade nacional. 
III. Os construtivistas, buscando entender como as ideias impactam as políticas migratórias dos Estados, afirmam que as migrações são resultantes de múltiplas identidades transpostas. Por conseguinte, cada Estado irá construir um arcabouço ideacional relativo às migrações que irá engendrar políticas específicas voltadas ao migrante. 
IV. A teoria do sistema-mundo compreende que as migrações configuram-se em uma consequência inevitável da expansão do modo capitalista de produção. Assim, a mão de obra dos países periféricos excedente acaba se deslocando para o centro do sistema, onde há mais postos de trabalho. 
Nota: 0.0
	
	A
	Apenas as afirmações I, III e IV estão corretas
Apenas as afirmações I, III e IV estão corretas. Assim, a afirmação I está correta porque as abordagens realistas e neorrealistas analisam os processos migratórios a partir da ótica do interesses nacional. Por conseguinte, os estudos sobre a migração para essas correntes está muito mais relacionado com o Estado e a sua segurança, do que com os migrantes (p. 48). A afirmação III está correta, por sua vez, porque os  construtivistas, buscando entender como as ideias impactam as políticas migratórias dos Estados, afirmam que as migrações são resultantes de múltiplas identidades transpostas (p. 50). Por conseguinte, cada Estado irá construir um arcabouço ideacional relativo às migrações que irá engendrar políticas específicas voltadas ao migrante. Por fim, a afirmação IV está correta porque a teoria do sistema-mundo compreende que as migrações configuram-se em uma consequência inevitável da expansão do modo capitalista de produção. Assim, a mão-de-obra dos países periféricos excedente acaba se deslocando para o centro do sistema, onde há mais postos de trabalho (p. 51). A firmação II está incorreta porque a Escola de Copenhague entende que a migração é um assunto constantemente securitizado pelos Estados, porque estes entendem as migrações podem engendrar ameaças. Todavia, a abordagem não defende a securitização e nem o controle migratório como essenciais para a garantia da sobrevivência da identidade nacional. Pelo contrário, ela busca criticar e problematizar esse tipo de enquadramento (p. 50).
Fonte: CULPI, Ludmila Andrzejewski. Estudos Migratórios. Curitiba: Intersaberes. 2019.
	
	B
	Apenas as afirmações I, II e IV estão corretas
	
	C
	Apenas as afirmações II, III e IV estão corretas
	
	D
	Apenas as afirmações I, II e III estão corretas
	
	E
	Apenas as afirmações III e IV estão corretas
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Questão 4/5 - Economia Brasileira
Leia o texto e responda ao que se pede:
"Até 1929, o mundo capitalista acreditava no paradigma econômico de que o mercado teria condições de encontrar por si só o equilíbrio para o uso pleno de seus fatores produtivos.  No entanto, como a famosa crise econômica gerada com a queda da bolsa de valores de Nova York parecia desafiar a teoria, o paradigma foi colocado em xeque. E foi nesse cenário de dúvidas que se tornou muito relevante o argumento do economista John Maynard Keynes." 
Fonte: BRAGA, Bernardo Piccoli Medeiros e SILVA, João Ernani. Uma reflexão introdutória sobre o Brasil e sua formação econômica. Curitiba: Intersaberes, 2016, introdução.
Tendo como base a contextualização acima, e os conteúdos da disciplina, examine se os enunciados abaixo são verdadeiros (V) ou falsos (F), e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
 
( ) Até a crise de 1929 acreditava-se que mercado tinha plenas condições de encontrar, por si só, o equilíbrio dos fatores de produção. Era a crença na autorregulação do mercado.
( ) Depois da crise de 1929, as ideias de John Maynard Keynes ganharam força. O economista inglês defendia a intervenção do Estado na economia para reativar o processo econômico. Ou seja, para enfrentar crise.
( ) Até a crise de 1929, as ideias de John Maynard Keynes foram hegemônicas. Acreditava-se na intervenção estatal na economia para conter crises econômicas. Depois da crise ganharam destaque as ideias liberais de Adam Smith.
(  ) Basicamente, Adam Smith defendia que o mercado poderia encontrar o equilíbrio dos fatores de produção. Era contra a intervenção do Estado na economia. Para Keynes, essa intervenção era necessária, para reativar o processo econômico.
Nota: 20.0
	
	A
	V, V, V, V
	
	B
	V, V, F, V
Você acertou!
A sequência correta é “V, V, F, V”. Adam Smith acreditava que o mercado poderia encontrar, sem a intervenção do Estado, o equilíbrio pleno das forças produtivas. Keynes por sua vez, achava necessária intervenção estatal na economia para reativar o processo econômico. 
Fonte: BRAGA, Bernardo Piccoli Medeiros e SILVA, João Ernani. Uma reflexão introdutória sobre o Brasil e sua formação econômica. Curitiba: Intersaberes, 2016, introdução, adaptado.
	
	C
	F, V, V, F
	
	D
	V, V, F, F
	
	E
	F, F, F, F
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Questão 5/5 - Economia Brasileira
Aqueles que se aventuraram a escrever sobre a Formação Econômica do Brasil podem ser divididos em três grupos, assim sendo, não formam um grupo homogêneo.
Fonte: BRAGA, Bernardo Piccoli Medeiros e SILVA, João Ernani. Uma reflexão introdutória sobre o Brasil e sua formação econômica. Curitiba: Intersaberes, 2016, introdução, adaptado.
Tendo como referência a contextualização acima, e o conteúdo da disciplina, assinale a alternativa que indique corretamente os três grupos de autores que escreveram sobre a Formação Econômica do Brasil.
Nota: 20.0
	
	A
	Economistas estudiosos dos processos históricos, historiadores estudiosos das conjunturas históricas, cientistas sociais dedicados a pesquisar tanto o saber histórico quanto o econômico.
Você acertou!
Os três grupos que se aventuraram a escrever sobre a Formação Econômica do Brasil são: (i) economistas estudiosos dos processos históricos; (2) historiadores estudiosos das conjunturas históricas; (3) cientistas sociais dedicados a pesquisar tanto o saber histórico quanto o econômico.
Fonte: BRAGA, Bernardo Piccoli Medeiros e SILVA, João Ernani. Uma reflexão introdutória sobre o Brasil e sua formação econômica. Curitiba: Intersaberes, 2016, introdução, adaptado.
	
	B
	Economistas estudiosos dos processos históricos, historiadores