ATLS 9ª edição

ATLS 9ª edição

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AMERICAN COLLEGE OF SURGEONS 
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Inspiring Quality: 
Highest Standards, Better Outcomes 
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onTrauma 
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Colégio Americano de Cirurgiões 
Comitê de Trauma 
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\u2022 
Presidente do Comitê de Traunza: Michael F. Rotondo, MD, FACS 
Diretor Médico do Programa de Trauma: John Fildes, MD, FACS 
Presidente do Comitê ATLS: Karen J. Brasel, MD, MPH, FACS 
Gerente do Progran\ufffda ATLS: Will Chapleau, EMT-P, RN, TNS 
Gerente do Projeto: Claire Merrick 
Editor de Desenvolvimento: Nancy Peterson 
Serviços de Produção: Anne Seitz and Laura Horowitz, Hearthside Publishing Services 
Serviços de Mídia: Steve Kidd and Alex Menendez, Delve Productions 
Desenhista: Terri Wright Design 
Artista: Dragonfly Media Group 
Layout e Composição do Livro: Greg Johnson/Textbook Perfect 
Nona Edição 
Copyright © 2012 American College of Surgeons 
633 N. Saint Clair Street 
Chicago, IL 60611-3211 
Copyright das edições anteriores 1980, 1982, 1984, 1993, 1997, 2004, e 2008 pelo Colégio 
Americano de Cirurgiões. 
Direitos autorais reconhecidos internacionalmente conforme a Convenção de Berna e a 
Convencão Uniforme de Direitos Autorais. Todos os direitos reservados. Este manual 
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é protegido por direitos autorais. Nenhuma parte deste livro pode ser reproduzida, 
armazenada em sistema recuperável ou transmitida, sob qualquer forma ou por qualquer 
meio, eletrônico, mecânico, fotocópia, gravação ou outro, sem permissão por escrito do 
Colégio Americano de Cirurgiões. 
O Colégio Americano de Cirurgiões, seu Comitê de Trauma e os autores colaboradores 
tomaram todo o cuidado para que as dosagens de drogas e as recomendações de tratamento 
aqui contidas estejam corretas e compatíveis com os padrões geralmente aceitos na 
data da publicação. No entanto, à medida que novas pesquisas e a experiência clínica 
ampliam o nosso conhecimento, podem tornar-se necessárias ou apropriadas alterações 
no tratamento e no uso de drogas. Aconselha-se os leitores e os participantes deste curso 
a checarem as informações mais recentes disponíveis, fornecidas pelo fabricante de cada 
medicamento a ser administrado, a fim de verificar a dosagem recomendada, o método 
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e o tempo de administração e as contraindicações. E responsabilidade do profissional 
informar-se de todos os aspectos do atendimento e escolher o melhor tratamento para cada 
doente individualmente. No te que o colar cervical e a imobilização de coluna continuam 
sendo o padrão atual do PHTLS para o transporte de doentes com lesão vertebromedular. 
Se o colar cervical e os dispositivos de imobilização tiverem de ser retirados no hospital, 
em ambientes controlados, isso só deve ser feito quando a estabilidade da lesão estiver 
assegurada. O colar cervical e os dispositivos de imobilização foram retirados em algumas 
fotos e vídeos para melhor clareza da demonstração da técnica específica. O Colégio 
Americano de Cirurgiões, seu Comitê de Trauma e os autores colaboradores isentam­
se de qualquer responsabilidade, perda ou dano que possa ocorrer como consequência, 
direta ou indireta, do uso e aplicação de qualquer parte do conteúdo desta No na Edição 
do Programa ATLS. 
Advanced Trauma Life Supportli e a sigla ATLS1Y são marcas registradas do Colégio 
Americano de Cirurgiões. 
Impresso nos Estados Unidos da América. 
Advanced Trauma Life Supportl Student Course Manual 
Número de Controle da Biblioteca do Congresso: 2012941519 
ISBN 13: 978-1-880696-02-6 
icatória 
Para Paul "Skip" Coll icott, MD, FACS 
Todos nós deixamos pegadas na areia durante a nossa passagem pela vida. De 
vez em quando, paramos e olhamos para trás, para essas pegadas. Esta Nona 
Edição do manual do ATLS® é realmente a soma das contribuições de muitos 
que deixaram pegadas, direta e indiretamente. Mas não há pegadas maiores 
ou mais firmemente marcadas do que as que foram deixadas por Paul E. "Skip" 
Collicott, MD, FACS. 
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E duro lembrar "dos antigos tempos ruins" quando o doente traumatizado era 
avaliado no pronto-socorro por um interno ou por um estudante de medicina. A 
avaliação começava com a história e o exame físico completos. A menos que o doente 
estivesse morrendo, não se dava nenhuma prioridade especial aos ABC. Imagine o 
interno perguntando à família de um doente com ferimento por arma de fogo no tórax 
sobre as doenças da infância, enquanto o doente estava com desconforto respiratório 
significativo! No entanto, era isso o que acontecia. Como o mesmo doente é atendido 
de forma diferente hoje. 
Hoje, quando os meios de comunicação mostram vários conflitos e outros eventos 
traumáticos em qualquer lugar do mundo, uma coisa evidente é que os primeiros 
socorristas e os médicos que cuidam das vítimas utilizam os princípios e os métodos 
do ATLS. Por quê? Porque esses princípios e métodos funcionam. 
Nós, e os doentes traumatizados que nós tratamos, temos uma dívida de 
gratidão com você, Skip - com você e com o seu pequeno grupo original de autores. 
Se tivéssemos a felicidade de ter a oportunidade de tocar tantas vidas ao redor do 
mundo como a sua visão e o seu esforço fizeram ao longo do nascimento, adolescência 
e agora maturidade do ATLS®, então poderíamos sentir-nos justificadamente 
orgulhosos de nossas realizações. Parece inadequado dizer, mas . . . obrigado pela sua 
visão. O ATLS funciona! 
Esta homenagem a Skip e ao legado que ele deixará vai muito além da dedicação 
desta edição do manual a ele. Valeu, meu amigo. 
Max L. Ramenofsky, MD, FACS 
Professor of Surgery 
Robert Wood Johnson College ofMedicine 
New Brunswick, NJ 
Richard M. Bell, MD, FACS 
Professor, Department of Surgery 
University of South Carolina 
Columbia, SC 
\ufffd . umar1o 
CAPÍTULO 1 Avaliação e Atendimento Iniciais 2 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO 1: Avaliação e Atendimento Iniciais 23 
CAPÍT ULO 2 Via Aérea e Ventilação 30 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO 11: Conduta em Via Aérea e Ventilação 50 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO 111: Cricotireoidostomia 58 
CAPÍTULO 3 Choque 62 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO IV: Avaliação e Tratamento do Choque 82 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO V: Dissecção de Veia (Estação Opcional) 92 
CAPÍTULO 4 Trauma Torácico 94 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO VI: Identificação Radiográfica de 
Lesões Torácicas 1 1 3 
\ufffd\ufffdESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO VIl: Tratamento de Lesões Torácicas 1 1 8 
CAPÍT ULO 5 Trauma Abdominal e Pélvico 122 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO VIII: Avaliação Ultrassonográfica 
Direcionada para Trauma (FAST) 1 4 1 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO IX: Lavagem Peritoneal Diagnóstica 
(Opcional) 145 
CAPÍTULO 6 Trauma Craniencefálico 148 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO X: Avaliação e Tratamento de Trauma 
de Cabeça e Pescoço 1 70 
CAPÍTULO 7 Trauma Vertebromedular 174 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO XI: Identificação Radiográfica de 
Lesões de Coluna 194 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO XII: Avaliação e Tratamento de Lesão 
de Medula 1 99 
CAPÍTULO 8 Trauma Musculoesquelético 206 
\ufffd\ufffd ESTAÇÃO DE TREINAMENTO PRÁTICO XIII: Avaliação e Tratamento de Trauma 
Musculoesquelético 224 
CAPÍTULO 9 Lesões Provocadas por Queimaduras e Frio 230 
CAPÍT ULO 10 Trauma Pediátrico 246 
CAPÍTULO 11 Trauma Geriátrico 272 
CAPÍTULO 12 Trauma na Gestante e Violência Doméstica 286 
CAPÍTULO 13 Transferência para Tratamento Defin itivo 298 
APÊNDICES 309 
ÍNDICE REMISSIVO 355 
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\u2022 VI 
O meu primeiro contato com o ATLS foi em San Diego, 
em 1980, quando era residente. O curso de instrutor 
foi dirigido por Paul E . "Skip" Collicott, MD, FACS 
e incluía entre os estudantes, fellows - um jovem 
cirurgião de San Diego, A. Brent Eastman, MD, FACS, 
e um de San Francisco, Donald D. Trunkey, MD, FACS. 
Durante o ano seguinte ou nos dois anos seguintes, nós 
treinamos