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Institucionalismo Histórico

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ANÁLISE INSTITUCIONAL – ADM/FACE/UnB
INSTITUCIONALISMO HISTÓRICO
OLHAR SOBRE INSTITUIÇÕES
Estudo do poder e interesses – origem weberiana (relações entre política, Estado e sociedade)
Estruturação histórica dos processos e sistemas políticos – conflitos de interesses
Estado, capital e trabalho estruturam os conflitos políticos e interações sociais
As instituições dividem o poder de forma desigual entre os grupos sociais
OLHAR SOBRE INSTITUIÇÕES
As instituições são filtros que favorecem, de forma seletiva, determinadas interpretações dos objetivos ou da melhor forma de alcançá-los
As instituições definem, mobilizam e organizam interesses. Ex.: Constituição, sindicatos e leis trabalhistas, atividade física e saúde...
O contexto histórico molda as instituições. Ex.: Constituição, sindicatos e leis trabalhistas, atividade física e saúde...
A trajetória histórica não é eficiente e lógica, é marcada por acidentes de tempo e circunstâncias, produzindo mudanças inesperadas. Ex.: impeachment
Janelas de oportunidades políticas
RACIONALIDADES
Perspectiva calculadora
Racionalidade instrumental: comportamento orientado por cálculo estratégico
Instituições sustentam a previsibilidade de comportamento (equilíbrio de Nash)
Perspectiva cultural
Comportamento limitado pela visão de mundo do indivíduo
Instituições fornecem modelos cognitivos que permitem a interpretação e a ação
FOCOS RECENTES
Institucionalismo histórico recente: maior ênfase ao papel do indivíduo moldando as instituições
Racionalidades alternativas 
Causalidade é contextual
Papel das contingências históricas: acaso (eventos críticos)
CONCLUSÕES
Poder e instituições não alcançam o equilíbrio – mudança institucional
Instituições não determinam o comportamento, mas oferecem o contexto para a ação
Dependência do caminho – trajetórias institucionais (capacidades e decisões)
Fluxo histórico
Períodos de continuidade
Situações críticas (bifurcações)
Resultado e crítica
As “boas instituições” e os vitoriosos