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exercico sucessão

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Paulo faleceu no dia 10/02/2018 sem deixar descendentes nem ascendentes vivos.
O Autor da Herança, ao tempo do falecimento, era casado com Marta pelo regime de comunhão parcial de bens, mas o casal estava separado de fato há 30 meses, comprovadamente por culpa de Marta. O falecido possuía os seguintes parentes:
1) Irmãos do Autor da Herança: Pedro e Antônio que são seus irmãos bilaterais e Artur e Vítor que são seus irmãos unilaterais. Todos os irmãos estão vivos e declararam que aceitam a herança, caso tenham algum direito. Marta também está viva e declarou que aceita a sua parte da herança, caso tenha algum direito.
Paulo deixou um testamento público, que já foi apresentado em juízo e registrado para que seja cumprido. A única disposição testamentária de Paulo foi redigida nos seguintes termos: “Instituo como herdeiro o meu sobrinho Tiago Ferreira, a quem destino 20% dos meus bens”. O herdeiro testamentário declarou que aceita a herança a que tiver direito.
Ao tempo do falecimento o "de cujus" Paulo era proprietário de um patrimônio avaliado em R$ 600.000,00, formado por bens adquiridos antes do casamento. O falecido não possuía dívidas conhecidas.
Considerando o caso acima e o que dispõe o Código Civil, responda as peguntas que seguem indicando o valor da meação que teria direito a cônjuge sobrevivente (se houver) e indicando o valor da herança que cada herdeiro teria direito na partilha dos bens deixados pelo autor da herança (se houver): 
marta H:0,00 M:0,00 pedro 160.000, Antônio 160.000, Artur 80.000 ,vitor 80.000 e Tiago 120.000
 
 Paulo faleceu no dia 10/01/2018 sem deixar descendentes, ascendentes, cônjuge ou companheira sobrevivente.
O falecido possuía os seguintes parentes:
1) Irmãos do Autor da Herança: Pedro, Antônio e Artur que são seus irmãos unilaterais e Vítor que é seu irmão bilateral. Artur renunciou a herança e os irmãos Pedro, Antônio e Vitor já haviam falecido antes do autor da herança. 
2) Sobrinhos do Autor da Herança: Sandra e Fábio (filhos de Pedro); Tiago (filho de Artur); Frederico (filho de Antônio); e Ana e Eliana (filhas de Vitor). Desses sobrinhos, sabe-se que Eliana faleceu no dia 22/03/2016, mas deixou um filho vivo chamado Maurício. Todos os demais sobrinhos estão vivos e declararam, assim como Maurício, que aceitam a herança, caso tenham algum direito.
O falecido deixou um patrimônio R$ 1.800.000,00, não possuía dívidas conhecidas e não deixou testamento.
Considerando o caso acima e o que dispõe o Código Civil, responda as perguntas que seguem indicando o valor da herança que cada herdeiro teria direito na partilha dos bens deixados pelo Autor da Herança (se houver): 
sandra 300.000,fabio 300.000,tiago 300,000, frederico 300.000, ana 600.000, mauricio 0,00
 Joaquim que era viúvo faleceu no dia 26/03/2017 sem deixar descendentes, ascendentes ou companheira sobrevivente. Deixou dois irmãos bilaterais chamados Tiago e Carlos. Joaquim deixou um testamento público, que já foi apresentado em juízo e registrado para que seja cumprido. As únicas disposições testamentárias de Joaquim foram redigidas nos seguintes termos: “Cláusula Primeira - Instituo herdeiro testamentário o meu amigo João dos Anzóis a quem destino o meu apartamento nº 312, do Edifício Novo Mundo, localizado na Rua 7 de Setembro, nº 423, na cidade de Rio do Sul – SC, imóvel este que deverá ser entregue a ele 3 (três) anos após finalizado o processo de inventário. Cláusula Segunda – Instituo legatário o meu primo Pedro Almeida e a ele destino 50% dos meus bens, a serem entregues a ele somente depois de 4 (quatro) anos do meu falecimento.” Após o falecimento constatou-se que o falecido era proprietário do apartamento descrito no testamento, avaliado em R$ 300.000,00, além de outros bens no valor de R$ 700.000,00.
Considerando o caso acima, analise as assertivas e depois responda. 
I. A disposição testamentária prevista da Cláusula Segunda do testamento é válida e deverá ser cumprida nos seus exatos termos.
II. A disposição testamentária prevista da Cláusula Segunda do testamento é inválida, pois o Código Civil veda a instituição de herdeiro a termo.
III. A disposição testamentária prevista da Cláusula Primeira do testamento é válida, mas diante da vedação de instituição de herdeiro a termo, será tida como pura e simples, logo, João dos Anzóis poderá receber o apartamento sem necessidade de aguardar-se o prazo de 3 (três) anos. 
IV. A disposição testamentária prevista da Cláusula Segunda do testamento é válida, mas diante da vedação de instituição de herdeiro a termo, será tida como pura e simples, logo, Pedro Almeida receberá a herança sem necessidade de aguardar-se o prazo de 4 (quatro) anos. 
Ao confeccionar seu testamento, em janeiro de 2009, Frederico fez constar as seguintes disposições: “Cláusula Primeira – Ao meu sobrinho Pedro destino o meu apartamento nº 508, situado na rua Duque de Caxias, 485, Centro, na cidade de Rio do Sul/SC, matrícula nº 48.586 do Cartório de Registro de Imóveis de Rio do Sul. Cláusula Segunda – Para minha prima Adriana destino R$ 20.000,00 em moeda corrente nacional. Cláusula Terceira – Nomeio ainda, sucessores universais os meus irmãos Fábio e Beatriz”. Frederico faleceu no dia 14/02/2017 e, logo após, o seu testamento foi apresentado em juízo, tendo sido confirmado e registrado para ser cumprido. Constatou-se então que ao tempo do óbito o testador era viúvo e não possuía herdeiros necessários. Durante o inventário apurou-se que o testador não deixou dívidas e o seu patrimônio era composto pelo apartamento descrito no testamento, avaliado em R$ 200.000,00; um terreno rural com 500.000,00 m², avaliado em R$ 500.000,00 e a quantia de R$ 100.000,00 depositados na conta corrente nº 222-2, agência 111, da Caixa Econômica Federal. Todos os sucessores declararam que aceitavam a herança ou o legado que lhes foi destinado por testamento.
Considerando o caso acima é correto afirmar que:
I. O sobrinho Pedro adquiriu a posse e a propriedade do apartamento que lhe foi legado no momento da abertura da sucessão. 
II. A prima Adriana somente irá adquirir a propriedade e poderá exigir o pagamento do seu legado por ocasião da partilha.
III. Apenas os herdeiros testamentários Fábio e Beatriz adquiriram a propriedade e a posse da herança a que têm direito, por ocasião da abertura da sucessão.