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12 Sistema de Ensino 100% online pedagogia nome do cursO angelica maria de carvalho BNCC e o papel do professor mediador no processo ensino aprendizagem Patrocínio- MG 2018 angelica maria de carvalho BNCC e o papel do professor mediador no processo ensino aprendizagem Trabalho de Produção textual interdisciplinar Individual (PTI) apresentado à Universidade Pitágoras Unopar, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral na disc iplina de: Organização e Didática nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental ; Avaliação da Aprendizagem e Ação Docente ; Ensino de Ciências Naturais e saúde Infantil ; Pratica Pedagógica Interdisciplinar : Ensinar e Aprender na Educação de Jovens e Adultos (online ); Educação de Jovens e Adultos; Seminário Interdisciplinar V I ; Estágio Curricular Obrigatório I: Educação Infantil. . Orientador: Prof. Jackeline Rodirgues Gonçalves, MAri Clair Moro Nascimento, Mirela Ramos Moiamaz, Juliana Bicalho de Carvalho Barrios, Vilze Vidotte Costa, Natalia Germano Gejão Dias, Natalia Gomes dos Santos/ Vilze Vidotte Costa. Patrocínio- MG 2018 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 DESENVOLVIMENTO 4 3 CONCLUSÃO 5 4 REFERÊNCIAS 6 INTRODUÇÃO A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) tem sido um dos assuntos mais falados na educação ultimamente. Trata-se do documento que mais recebeu sugestões e contribuições na história do país! Isso já mostra a importância que possui, não só para os educadores, mas para o país inteiro. A BNCC para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental foi aprovada e homologada em dezembro de 2017. Por sua vez, o documento para o Ensino Médio foi apresentado e encaminhado ao Conselho Nacional de Educação (CNE) em abril de 2018 e está atualmente em fase de discussão. A BNCC é um documento que visa a nortear o que é ensinado nas escolas do Brasil inteiro, englobando todas as fases da educação básica, desde a Educação Infantil até o final do Ensino Médio. Trata-se de uma espécie de referência dos objetivos de aprendizagem de cada uma das etapas de sua formação. Longe de ser um currículo, a Base Nacional é uma ferramenta que visa a orientar a elaboração do currículo específico de cada escola, sem desconsiderar as particularidades metodológicas, sociais e regionais de cada uma. Isso significa que a Base estabelece os objetivos de aprendizagem que se quer alcançar, por meio da definição de competências e habilidades essenciais, enquanto o currículo irá determinar como esses objetivos serão alcançados, traçando as estratégias pedagógicas mais adequadas. O Professor enquanto mediador no processo ensino e aprendizagem, ao mediar às situações de ensino, o professor se coloca entre o aluno e a aprendizagem. A primeira condição para que isso aconteça é a quebra do paradigma do professor como detentor de todo o saber. Mediar é facilitar o processo para que a informação se transforme em conhecimento e gere novas aprendizagens, não basta responder, é necessário fazer boas perguntas, considerar as experiências educativas que o aluno traz, entende-se aqui, a aprendizagem extrapolando a escola. O professor tem um papel fundamental na construção de novos saberes, sua responsabilidade aumenta, pois necessita adaptar-se às diferentes linguagens e criar oportunidades para além das situações educativas, transcendendo a sala de aula. O conhecimento descentraliza-se e flui havendo um encontro democrático, afetivo e efetivo em que os dois, professor e aluno aprendem juntos. DESENVOLVIMENTO Pela primeira vez em sua história, o Brasil tem uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que determina parte significativa do que os estudantes devem aprender a cada ano, da creche ao final do Ensino Fundamental, em todas as instituições públicas e privadas. Durante o ano de 2017, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi pauta dos mais importantes debates sobre educação no país. Em trâmite desde abril, o documento da Base foi homologado pelo Ministério da Educação (MEC), em sua terceira versão, no dia 20 de dezembro de 2017 apenas para as e tapas da Educação Infantil e Ensino Fundamental. A BNCC dessas e tapas será implementada nas escolas a partir de 2019 (o prazo máximo é até o início do ano letivo de 2020), mas instituições e sistemas de ensino estão se preparando para a sua chegada desde já: a começar pela adequação dos currículos, capacitação da equipe docente e atualização dos materiais e recursos didáticos utilizados. A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) nada mais é um documento que determina as competências (gerais e específicas), as habilidades e as aprendizagens essenciais que todo s os alunos de vem desenvolver durante cada etapa da educação básica. A BNCC também determina que essas competências, habilidades e conteúdos devem ser os mesmos, independentemente de onde as crianças, os adolescentes e os jovens moram ou estudam. A Base não deve ser vista com o um currículo, mas como um conjunto de orientações que irá nortear a s equipes pedagógicas na elaboração dos currículos locais. Esse documento deve ser seguido tanto por escolas públicas quanto particulares. Em um primeiro momento, a Base Nacional Comum Curricular será implementada apenas para as etapas da Educação Infantil e do Ensino Fundamental. A Base para o Ensino Médio ainda será discutida e votada ao longo deste ano de 2018. A criação de uma BNCC tem a finalidade de garantir aos estudantes o direito de aprender um conjunto fundamental de conhecimentos e habilidades comuns de norte a sul, nas escolas públicas e privadas, urbanas e rurais de todo o país. Dessa forma, espera-se reduzir as desigualdades educacionais existentes no Brasil, nivelando e, o mais importante, elevando a qualidade do ensino. A Base também tem como objetivo formar estudantes com habilidades e conhecimentos considerados essenciais para o século XXI, incentivando a modernização dos recursos e das práticas pedagógicas e promovendo a atualização do corpo docente das instituições de ensino. A Base Nacional Comum Curricular para a Educação Infantil, que compreende um documento apresentando um caráter obrigatório de todos os conhecimentos que devem ser absorvidos pelos alunos ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. Ele é baseado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e busca contribuir, dentre outras áreas, com a formação de pessoas íntegras e responsáveis na nação brasileira. A BNCC está em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação (PNE). Este documento normativo aplica-se exclusivamente à educação escolar, tal como a define o 1º do Artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), e está orientado pelos princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN). A terceira versão da BNCC para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental foi divulgada no dia 06/04/2017 em apresentação realizada em Brasília. Essa versão foi discutida em audiências públicasrealizadas em todas as regiões do país, que resultaram em 619 colaborações enviadas ao Conselho Nacional de Educação (CNE). A versão final foi aprovada e homologada em dezembro de 2017. A Educação Infantil é organizada por campos de experiências e se baseia em seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento,tais como:1) conviver; 2) brincar; 3) participar; 4) explorar; 5) expressar; 6) conhecer-se.E em cinco campos de experiências, que são: 1) o eu, o outro e o nós; 2) corpo, gestos e movimento; 3) traços, sons, cores e formas; 4) oralidade e escrita; 5) espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. O Ensino Fundamental, por sua vez, parte das quatro áreas do conhecimento definidas pela LDB: 1) Linguagens (Língua Portuguesa, Artes, Educação Física e Língua Inglesa); 2) Matemática; 3) Ciências da Natureza; 4) Ciências Humanas (Geografia e História). Definindo unidades temáticas e habilidades que devem ser aprendidas em cada ano, observando-se a progressão dos alunos. A nova versão da Base prevê que os estudantes devem, ao longo da educação básica, desenvolver competências cognitivas e socioemocionais para sua formação. São 10 as competências gerais determinadas pela BNCC e consideradas fundamentais para os estudantes: 1) Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. 2) Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas. 3) Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural. 4) Utilizar diferentes linguagens - verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital -, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo. 5) Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. 6) Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade. 7) Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. 8) Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas. 9) Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. 10) Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos,democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários. Essas competências serviram de referência para estruturação de toda a Base, desde a Educação Infantil até o fim do Ensino Médio. A importância do professor enquanto mediador no processo de ensino aprendizagem e apresentar os desafios enfrentados pelo professor para conseguir realizar seu objetivo. A tarefa de ensinar não é a mesma que era realizada no passado, onde o professor simplesmente passava para o aluno aquilo que ele mesmo havia aprendido, sem nem mesmo refletir sobre o conteúdo, assim, o aluno simplesmente recebia o conhecimento que lhe era transferido. Hoje, felizmente, na pedagogia aprende-se que se deve ensina o aluno a pensar e questionar sobre todas as informações que recebe, visando assim a formação de um indivíduo que possua suas próprias opiniões, competências e personalidade. A escola é onde se busca a construção do conhecimento e o professor deve ser o agente de transformação deste conhecimento e também mediador da construção de novos conhecimentos. Ao mediar as situações de ensino, o professor se coloca entre o aluno e a aprendizagem. A primeira condição para que isso aconteça é a quebra do paradigma do professor como detentor de todo o saber. É necessário, portanto, despir-se do antigo papel e confiar na nova roupagem. Mediar é facilitar o processo para que a informação se transforme em conhecimento e gere novas aprendizagens, não basta responder, é necessário fazer boas perguntas, considerar as experiências educativas que o aluno traz, entende-se aqui, a aprendizagem extrapolando a escola. O professor tem um papel fundamental na construção de novos saberes, sua responsabilidade aumenta, pois necessita adaptar-se às diferentes linguagens e criar oportunidades para além das situações educativas, transcendendo a sala de aula. O conhecimento descentraliza-se e flui havendo um encontro democrático, afetivo e efetivo em que os dois, professor e aluno aprendem juntos. É necessário ter intencionalidade e disponibilidade para instigar o aluno a abraçar o conhecimento, provocar reflexões, despertar o desejo de aprender, fazer conexões contribuindo para a realização da construção autônoma e crítica do conhecimento. Pensar a dinâmica da sala de aula permitindo que o ambiente seja colaborativo e proporcione o fazer do aluno sob a orientação do professor, agora tutor, é fundamental. Falar menos, ouvir mais, responder menos, perguntar mais! O professor não está à frente do conhecimento, nem atrás. Ele se dispõe no meio da travessia, preocupa-se com uma escola viva, com um ambiente inovador e educador. O tempo e o espaço tomam outra dimensão. Conexão e colaboratividade são características importantes na atuação docente sob essa perspectiva: aprendo com os pares, outros alunos, aprendo com outras pessoas, dentro e fora da escola, conecto-me com o mundo e componho uma rede de saberes sob a perspectiva humana e globalizada. Cabe aqui um professor problematizador, em constante formação, que percorre o mesmo caminho para atualizar-se e aprender. Investir na formação do professor e no compartilhamento de práticas é fundamental no processo. O mundo está mudando e isso está ocorrendo a uma velocidade sem precedentes na evolução histórica da humanidade. A globalização, o surgimento de novas tecnologias, como o avanço das telecomunicações e da informática, contribuem para que ocorra mudanças, também, na Educação. A interação professor - aluno vem se tornando muito mais dinâmica nos últimos anos. O professor tem deixado de ser um mero transmissor de conhecimentos para ser mais um orientador, um estimulador de todos os processos que levam os alunos a construírem seus conceitos, valores, atitudes e habilidades que lhes permitam crescer como pessoas, como cidadãos e futuros trabalhadores, desempenhando uma influência verdadeiramente construtiva.A Educação deve não apenas formar trabalhadores para as exigências do mercado de trabalho, mas cidadãos críticos capazes de transformar um mercado de exploração em um mercado que valorize uma mercadoria cada vez mais importante: o conhecimento. Dentro deste contexto, é imprescindível proporcionar aos educandos uma compreensão racional do mundo que o cerca, levando-os a um posicionamento de vida isento de preconceitos ou superstições e a uma postura mais adequada em relação a sua participação como indivíduo na sociedade em que vive e do ambiente que ocupa. O desafio de contribuir com a educação do jovem e do cidadão, num momento de mudanças e incertezas e a necessidade de resgatar valores tão importantes condizentes com a sociedade contemporânea leva o professor a entender que deverá exercer um novo papel, de acordo com os princípios de ensino-aprendizagem adotados, como saber lidar com os erros, estimular a aprendizagem, ajudar os alunos a se organizarem, educar através do ensino, entre outros. O aluno precisa adquirir habilidades como fazer consultas em livros, entender o que lê, tomar notas, fazer síntese, redigir conclusões, interpretar gráficos e dados, realizar experiências e discutir os resultados obtidos e, ainda, usar instrumentos de medida quando necessário, bem como compreender as relações que existem entre os problemas atuais e o desenvolvimento científico. Isso só será possível, a partir do momento que o professor assumir o seu papel de mediador do processo ensino-aprendizagem, favorecendo a postura reflexiva e investigativa. Desta maneira ele irá colaborar para a construção da autonomia de pensamento e de ação, ampliando a possibilidade de participação social e desenvolvimento mental, capacitando os alunos a exercerem o seu papel de cidadão do mundo. O modo de entender e agir que nos possibilita não nos deixarmos abater pela adversidade e, até mesmo, de utilizá-la para crescer. Uma das causas do fracasso do ensino é que tradicionalmente, a prática mais comum era aquela em que o professor apresentava o conteúdo partindo de definições, exemplos, demonstração de propriedades, seguidos de exercícios de aprendizagem, fixação e aplicação, pressupondo-se que o aluno aprendia pela reprodução. Considerava-se que uma reprodução correta era evidência de que ocorrera a aprendizagem. Essa prática mostrou-se ineficaz, pois a reprodução correta poderia ser apenas uma simples indicação de que o aluno aprendeu a reproduzir, mas não aprendeu o conteúdo. É necessário saber para ensinar. O professor deve se mostrar competente na sua área de atuação, demonstrando domínio na ciência que se propõe a lecionar, pois do contrário, irá apenas "despejar" os conteúdos "decorados" sobre os alunos, sem lhes dar oportunidade de questionamentos e criticidade. Adequar a metodologia e os recursos audiovisuais de forma que haja a comunicação com os alunos, é também, uma forma de fazer da aula um momento propício à aprendizagem. É importantíssimo que o professor tenha, também, competência humana, para que possa valorizar e estimular os alunos, a cada momento do processo ensino-aprendizagem. A motivação é imprescindível para o desenvolvimento do indivíduo, pois bons resultados de aprendizagem só serão possíveis à medida que o professor proporcionar um ambiente de trabalho que estimule o aluno a criar, comparar, discutir, rever, perguntar e ampliar idéias. Dentro das competências: científica, técnica, humana e política desenvolvidas pelo professor, é essencial propiciar aos alunos condições para o desenvolvimento da capacidade de pensar crítica e logicamente, fornecendo-lhes meios para a resolução dos problemas inerentes aos conteúdos trabalhados interligados ao seu cotidiano, fazendo com que ele compreenda que o estudo é mais do que mera memorização de conceitos e termos científicos transmitidos pelo professor ou encontrados em livros. 3 CONCLUSÃO Tornar a BNCC realidade é um passo muito importante para que o Brasil possa promover a equidade, a redução das desigualdades educacionais e efetivar o direito a uma educação pública, gratuita, democrática e de qualidade para todos os brasileiros. Juntos a BNCC e os Professores ajudaram os alunos a se desenvolverem como seres humanos e a criarem suas identidades, porém alguns professores não concordam com o método de ensino da BNCC, questionam e dizem que para isso, é preciso dar liberdade para o professor moldar o currículo. São muitos questionamentos a respeito e muito debate sobre o assunto, mas a BNCC veio para contribuir com o fortalecimento dos professores, para melhor auxilia- lós em seu ensinamento, e a BNCC traz manual de ensino e explicações sobre como aplicá-lo. O mundo esta mudando e é necessário novas mudanças no ensino. Sendo assim, as competências do século XXI prevêem a formação de cidadãos críticos, criativos, participativos e responsáveis, capazes de se comunicar, lidar com as próprias emoções e propor soluções para problemas e desafios.. Isso também só será possível, a partir do momento que o professor assumir o seu papel de mediador do processo ensino-aprendizagem, favorecendo a postura reflexiva e investigativa. Desta maneira ele irá colaborar para a construção da autonomia de pensamento e de ação, ampliando a possibilidade de participação social e desenvolvimento mental, capacitando os alunos a exercerem o seu papel de cidadão do mundo. Essas competências guiaram a elaboração da BNCC e implicam em uma desvinculação da escola do passado, que valoriza a memorização de conteúdos. 4 REFERÊNCIAS Blog Rio Branco, disponível no link: https://educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-rio-branco/a-importancia-do-papel-do-professor-como-mediador/ CURY, Augusto Jorge. Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio de Janeiro: Sextante, 2003. FRANÇA, Luísa ,em 4 de junho de 2018. EDUCAÇÃO BRASILEIRA. Disponível no Link: https://www.somospar.com.br/bncc-base-nacional-comum-curricular/ PENTEADO, Fernanda. Em 18/06/2018, disponível no link: https://blog.sae.digital/conteudo/bncc-o-que-e-qual-e-o-seu-objetivo/ SANTOS, Elenir Souza, Revista Gestão Universitária, Edição 40,disponível no link: http://www.udemo.org.br/RevistaPP_02_05Professor.htm VIGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.