QUESTIONÁRIOS INDISPENSÁVEIS DE TODOS OS SEMESTRES FEITOS (ODONTO)
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QUESTIONÁRIOS INDISPENSÁVEIS DE TODOS OS SEMESTRES FEITOS (ODONTO)


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CTBMF:
1. DÊ AS CLASSIFICAÇÕES DE Le Fort EM RELAÇÃO AOS TRAUMAS DA FACE.
Le Fort I: TAMBÉM CONHECIDA COMO FRATURA DE GUÉRIN OU FRATURA TRANSVERSA, É UMA FRATURA HORIZONTAL, REGIÃO ACIMA DOS PROCESSOS ALVEOLARES DA MAXILA QUE TRANSCORRE HORIZONTALMENTE ACOMETENDO O SEPTO NASAL E POSTERIORMENTE OS PROCESSOS PTERIGÓIDES DO OSSO ESFENÓIDE, ENVOLVENDO A MAXILA, SEPARANDO-A DO PALATO. 
COMEÇA NA BASE DA ABERTURA PIRIFORME CORRENDO PELOS SEIOS MAXILARES, BILATERALMENTE ATÉ A PORÇÃO INFERIOR DA APÓFISE PTERIGÓIDE DO OSSO ESFENÓIDE.
Le Fort II: A FRATURA II DE Le Fort, CONHECIDA TAMBÉM COMO FRATURA PIRAMIDAL, TRANSCORRE OSSO MAXILAR PERFURANDO O FORAME INFRA ORBITÁRIO E ACOMETENDO O SEIO MAXILAR TRANSCORRENDO PRÓXIMO A ÓRBITA ACOMETENDO OS OSSOS ETMOIDAIS E LACRIMAIS, ACABANDO AOS OSSOS NASAIS. DISJUNÇÃO DA REGIÃO NASAL JUNTAMENTE COM O PALATO DURO DO RESTO DA FACE.
TRAUMA NA REGIÃO DA SUTURA FRONTO-NASAL, ONDE A FRATURA DESCE PELO ASSOALHO INFRA-ORBITAL, CORRENDO PELA PARTE POSTERIOR DA MAXILA ATÉ A FOSSA PTERIGOMAXILAR. 
Le Fort III: TAMBÉM CONHECIDO COMO DISJUNÇÃO CRÂNIO-FACIAL, LINHA HORIZONTAL CRUZANDO A ÓRBITA, PASSANDO NA FISSURA ORBITAL SUPERIOR DE LADO A LADO, GERANDO UMA GRAVIDADE MAIOR. 
É UM TRAUMA NA REGIÃO DA SUTURA FRONTO-NASAL, DESCE PELO ASSOALHO DA ÓRBITA, ACOMETENDO OSSO LACRIMAL, CORRENDO PELA SUTURA FRONTO-ZIGOMÁTICA, PASSANDO PELA PAREDE POSTERIOR DA MAXILA ALCANÇANDO A FOSSA PTERIGÓIDE.
PPR:
1. QUANTO A EFICIÊNCIA MASTIGATÓRIA, PPR OU PT POSSUI MAIOR EFICIÊNCIA?
PPR É MAIS EFICAZ DO QUE PT NA MASTIGAÇÃO.
2. QUAL É A SEQUÊNCIA CLÍNICA PROTÉTICA?
ANAMNESE, EXAME CLÍNICO, EXAME COMPLEMENTAR, REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES NO PREPARO DE SAÚDE ORAL PARA RECEPÇÃO DO TRATAMENTO PROTÉTICO.
3. QUAIS COMPONENTES RETÉM A PPR?
MUCOSA, SALIVA, DESNTES, GRAMPOS EM CADA DENTE AO LADO DO ESPAÇO PARAPROTÉTICO.
4. O QUE É PREPARO DE BOCA 1 E PREPARO DE BOCA 2?
1: REMOÇÃO DE CÁRIE, TRATAMENTOS PERIODONTAIS, ETC. FORNECENDO SAÚDE BUCAL PARA RECEBER O TRATAMENTO PROTÉTICO.
2: PREPARO EM NÍVEL DE ESMALTE NO INTUITO DE GUIAR A SAÍDA E A ENTRADA DA PPR DE FORMA AJUSTADA, REGULAR E CONFORTÁVEL (EQUILIBRADA).
5. COMO SE DÁ O PLANO DE TRATAMENTO?
O PLANO DE TRATAMENTO VARIA DE ACORDO COM O PACIENTE, SENDO A FORMULAÇÃO DE UMA SEQUÊNCIA LÓGICA PARA REABILITAR O PACIENTE, VISANDO DEVOLVER SUA SAÚDE, FUNÇÃO, FONÉTICA, E ESTÉTICA. DEVENDO HAVER RELAÇÃO ENTRE DIVERSAS ESPECIALIDADES.
6. EXPLIQUE AS FASES DO PLANO DE TRATAMENTO?
FASE INICIAL: VISA ESTABILIZAR E MANTER A SAÚDE ORAL, CRIANDO CONDIÇÃO FAVORÁVEL E UM BOM PROGNÓSTICO PARA O FUTURO TRATAMENTO UTILIZANDO A ODONTOLOGIA PREVENTIVA, PERIODONTIA, CIRURGIA, ENDODONTIA E DENTÍSTICA (QUANDO HÁ CÁRIE).
FASE CORRETIVA: PROCEDIMENTOS DIRETAMENTE LIGADOS À CORREÇÃO E PREPARO PARA A PRÓTESE. (PLANO GUIA=NECESSIDADE DE PREPARAR OS DENTES A NÍVEL DE ESMALTE OU DENTINA NO INTUITO DE GUIAR A SAÍDA E ENTRADA DO APARELHO PROTÉTICO). UTILIZANDO A DENTÍSTICA COM FINALIDADE PROTÉTICA, REALIZANDO ÁREA DE RETENÇÃO, ORTODONTIA, IMPLANTE, PRÓTESES E CIRURGIA PERIODONTAL.
7. QUAIS PARÂMETROS DEVEMOS LEVAR EM CONSIDERAÇÃO DENTRO DA FASE CORRETIVA?
ANAMNESE: QUESTÕES DIRECIONADAS AO HISTÓRICO DE SAÚDE.
EXAME CLÍNICO (INTRAORAL: DENTES, MUCOSA, GENGGIVA, LÍNGUA, ETC. EXTRAORAL:FACE, MÚSCULO, ATM).
EXAME RADIOGRÁFICO: COMPLEMENTAR.
MODELOS DE ESTUDO: VISUALIZAÇÃO DE REBORDO, PALATO, ASSOALHO, ETC.
MODELOS MONTADOS EM ASA: ANÁLISE OCLUSAL.
PREPARO DE BOCA 2: RELACIONADAS A PPR: PREPARO PROTÉTICO.
CONFECÇÃO DO PLANO GUIA: PREPARO PARA APOIO FORNECENDO CONTENÇÃO DE APOIO GARANTINDO ESTABILIDADE E APOIO E ADEQUAÇÃO DAS ÁREAS RETENTIVAS (RESTAURAÇÃO PARA RETENÇÃO).
CONSIDERAÇÕES CIRÚRGICAS;
CONSIDERAÇÕES PERIODONTAIS;
CONSIDERAÇÕES ENDODÔNTICAS;
CONSIDERAÇÕES ORTODONTIAS;
IMPLANTES OSTEOINTEGRADOS;
TRATAMENTO PROTÉTICO E RESTAURADOR PROPRIAMENTE DITO;
MANUTENÇÃO.
8. O QUE É ESPAÇO PROTÉTICO?
É O ESPAÇO EM QUE O DENTE OCUPAVA, E É UTILIZADO ESSE ESPAÇO ENTRE UM DENTE E OUTRO PARA COLOCAÇÃO DE PPR.
9. QUAL É O NOME DADO DO ESPAÇO ENTRE UM DENTE E OUTRO?
ESPAÇO INTERCALAR.
10. O QUE É EXTREMIDADE LIVRE?
É O ESPAÇO EM QUE FOI PERDIDO DENTES NATURAIS, MAS ESSE ESPAÇO NÃO HÁ PILAR DE SUSTENTAÇÃO.
11. O QUE É FASE DE MANUTENÇÃO?
TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR, POSSIBILITANDO A REABILITAÇÃO DO PACIENTE DENTRO DE SUAS CONDIÇÕES ECONÔMICAS POR MEIO DA APRESENTAÇÃO DAS DIVERSAS OPÇÕES COM INTERAÇÃO DAS DIFERENTES ÁREAS.
12. CONCEITUE PPR:
AS PPR SÃO APARELHOS PROTÉTICOS QUE TÊM POR FINALIDADE SUBSTITUIR, FUNCIONAL E ESTETICAMENTE OS DENTES AUSENTES EM PACIENTES PARCIALMENTE EDÊNTULO, QUE PODEM SER REMOVIDOS E REPOSICIONADOS NA BOCA SEM CAUSAR DANOS (PLANO DE GUIA).
13. O QUE É VIA/TRAJETÓRIO DE INSERÇÃO?
É O TRAJETÓRIO DA PPR DESDE O INÍCIO DO CONTATO COM OS DENTES DE SUPORTE ATÉ O ASSENTAMENTO FINAL DETERMINADO.
14. DÊ OUTRO CONCEITO DA PPR?
ESTA PRÓTESE UTILIZA UM SISTEMA DE RETENÇÃO POR GRAMPOS APLICADOS ESTRATÉGICAMENTE EM ALGUNS DENTES REMANESCENTES E PODE SER RETIRADA PELO PACIENTE PARA HIGIENIZAÇÃO.
15. COMO É FEITO A RETENÇÃO DA PPR QUE DIFERE DA PT?
É UTILIZADO O GRAMPO COMO DIFERENCIAL PARA RETENÇÃO DOS DENTES ARTIFICIAIS. CADA DENTE VIZINHO AO ESPAÇO PARAPROTÉTICO DEVE COLOCAR O GRAMPO.
16. QUAIS SÃO OUTRAS TERMINOLOGIAS DA PPR?
PONTES MÓVEIS, APARELHOS PARCIAIS REMOVÍVEIS, APARELHOS PARCIAIS MÓVEIS, APARELHOS DE ROACH.
17. QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES E CONTRAINDICAÇÕES DA PPR RELACIONADAS A PERDA DENTÁRIA?
INDICAÇÕES: 
·	PACIENTES QUE POSSUEM EXTREMIDADES LIVRES UNI OU BILATERAL É INDICAÇÃO EXCLUSIVA (NÃO HÁ PILAR DE SUSTENTAÇÃO).
·	ESPAÇOS MULTIPLOS: É O ESPAÇO ENTRE UM DENTE E OUTRO DE FORMA MÚLTIPLA. COM UM ÚNICO APARELHO PPR É FORNECIDO A RESOLUÇÃO. EX: CLASSE III DE KENNEDY.
·	ESPAÇOS PROTÉTICOS EXTENSOS: ESPAÇO EXTENSO NO QUAL OCORREU PERDA DENTAL DE DENTES SUBJACENTES. EX: CLASSE IV DE KENNEDY.
·	PERDA EXCESSIVA DE TECIDO ÓSSEO: UTILIZAÇÃO DE RESINA PREENCHE ESPAÇO EM QUE OSSO FOI PERDIDO.
·	QUANDO OS DENTES DE SUPORTE APRESENTAM SUSTENTAÇÃO PERIODONTAL REDUZIDA: É UTILIZADA BARRA METÁLICA NO INTUITO DE ASSOCIAR OS ELEMENTOS CONSTITUÍDOS COM DENTES QUE APRESENTAM PROBLEMAS PERIODONTAIS PARA FORNECER ESTABILIDADE.
·	QUANDO HÁ NECESSIDADE DE REABILITAÇÃO: UNIÃO DE VÁRIOS TIPOS DE PRÓTESE: PPR+PPF.
INDICAÇÕES A CASOS SECUNDÁRIOS: 
·	CASOS DE CTBMF OU PRESENÇA DE FISSURA NO PÁLATO;
·	COMO AUXILIARES NA CONTENÇÃO DE FRATURA MAXILARES;
·	PARA PEQUENAS MODIFICAÇÕES DE DENTE INCLINADO OU GIROVERTIDO;
·	NA ODONTOPEDIATRIA;
·	FATOR DE ORDEM ECONÔMICA;
CONTRAINDICAÇÕES: 
·	PARA PACIENTES COM BAIXA RESISTÊNCIA À CÁRIE DENTÁRIA E DOENÇA PERIODONTAL;
·	PACIENTES COM XEROSTOMIA;
·	PACIENTES COM FALTA DE COORDENAÇÃO MOTORA.
18. DIFERENCIE RETENTOR DIRETO DE INDIRETO:
RETENTOR DIRETO: ELEMENTO QUE VAI NO DENTE VIZINHO AO ESPAÇO PARAPROTÉTICO, FORNECENDO RETENÇÃO DA PPR E IMPEDINDO QUE A PPR SÁIA.
RETENTOR INDIRETO: ELEMENTO QUE VAI NO DENTE NÃO VIZINHO AO ESPAÇO PARAPROTÉTICO.
19. QUAIS AS CONSTITUIÇÕES MECÂNICAS E BIOLÓGICAS DE UMA PPR?
MECÂNICOS: RETENTORES, APOIOS, (CONECTOR MAIOR: ELEMENTO DE UNIÃO DE TODOS OS ELEMENTOS DA PPR) E (CONECTOR MENOR: CONECTA O GRAMPO COM O CONECTOR MAIOR), SELAS, DENTES ARTIFICIAIS, GRAMPOS RETENTORES, APOIO (PREPARO NO DENTE), BASE DE RESINA, 
BIOLÓGICOS: SUPORTE: DENTES, FIBROMUCOSA, DENTES E FIBROMUCOSA= AUXILIA NA DISTRIBUIÇÃO DE CARGA.
20. QUAIS FATORES DETERMINANTES DA SELEÇÃO DE DENTES PILARES?
CONDIÇÃO PERIODONTAL, MOBILIDADE DENTAL, SUPERFÍCIE DA COROA DOS DENTES REMANESCENTES (FORMA QUE PERMITA A COLOCAÇÃO DA PPR), NÚMERO E DISTRIBUIÇÃO DOS DENTES NATURAIS.
21. CLASSIFIQUE O NÚMERO E DISTRIBUIÇÃO DOS DENTES?
1 DENTE: PUNTIFORME.
4 DENTES: SUPERFICIAL.
4 DENTES: LINEAR.
O QUE MAIS IMPORTA É A REGIÃO ONDE OS MESMOS ESTÃO. SE ESTÃO BEM DISTRIBUÍDOS, TRARÁ MAIOR SATISFAÇÃO. QUANTO MAIS DENTES MELHOR SERÁ. VERIFICAR DESENHOS.
22. QUAIS SÃO AS LOCALIZAÇÕES E AS CONSIDERAÇÕES DO ESPAÇO PROTÉTICO?
LOCALIZAÇÃO: ANTERIOR, POSTERIOR (UNILATERAL OU BILATERAL), INTERCALAR E EXTREMIDADE. EXTENSÃO