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Slide Projeto de Educação

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PROJETO DE EXTENSÃO EM EDUCAÇÃO E SAÚDE
COMER BEM SE APRENDE CEDO: ORIENTAÇÕES SOBRE AMAMENTAÇÃO E INTRODUÇÃO DA ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR DE LACTENTES.
UEA 
MANAUS 
2018/2
ANA KAROLINE CORDEIRO MAIA; 
NAYARA CAROLINE DOS SANTOS;
YASMIN MARIA PEREIRA DE LIMA; 
YASMIN EPIFÂNIO DE SOUZA.
PÚBLICO ALVO:
30 mulheres gestantes 
Gestantes que recebem acompanhamento pré-natal na UBS Petrópolis, rua Delfim de Souza, S/N, no bairro de Petrópolis, na cidade de Manaus
JUSTIFICATIVA
Tendo em vista que a alimentação é um processo natural e que o indivíduo necessita em qualquer fase da vida, faz-se necessário orientar as mães e futuras mães sobre a contribuição da nutrição no desenvolvimento do bebê, em especial, nos seus dois primeiros anos de vida. 
 O leite materno é o melhor alimento para os recém-nascidos e crianças com até os dois anos. No entanto, cinco em cada 20 bebês (52%) na América Latina e no Caribe não são amamentados em sua primeira hora de vida, o que é uma medida essencial para salvar vidas. (OMS,2018)
OBJETIVOS
Objetivo geral: 
Sensibilizar as gestantes e mães de lactentes em relação ao aleitamento materno exclusivo e a introdução da alimentação complementar adequada.
OBJETIVOS
Objetivos específicos: 
Proporcionar experiência em relação a amamentação.
Levar a prática a construção dos alimentos adequado as mães.
Orientar sobre a obtenção da alimentação através da política pública de saúde.
REFERENCIAL TEORICO
	O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses, o bebê receba somente leite materno, sem necessidade de sucos, chás, água e outros alimentos. Quanto mais tempo o bebê mamar no peito, melhor para ele e para a mãe. Depois dos 6 meses, a amamentação deve ser complementada com outros alimentos saudáveis e de hábitos da família.
	É de mais fácil digestão do que qualquer outro leite e funciona como uma vacina, pois é rico em anticorpos, protegendo a criança de muitas doenças como diarreia, infecções respiratórias, alergias, diminui o risco de hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade.
	A amamentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê.
 (MS, 2018)
	A preferência por determinados alimentos e o controle de sua ingestão se dá por meio de um processo de aprendizagem que começa muito cedo. Acredita-se que a base dos hábitos alimentares seja formada durante o primeiro ano de vida.
	A partir do sexto mês a criança desenvolve ainda mais o paladar e, consequentemente, começa a estabelecer preferências alimentares, processo que a acompanha até a vida adulta
 (BIRCH, 1997)
REFERENCIAL TEORICO
REFERENCIAL TEORICO
	Em torno dos 6 meses de idade, a criança entra num estágio de maturidade fisiológica que torna possível a introdução da alimentação complementar, já que a partir desse momento seu organismo passa a ser capaz de lidar com alimentos diferentes do leite materno.
	O enfermeiro por ser o que possui maior contato com a gestante durante o acompanhamento pré-natal acaba por tomar a frente no processo de educação em saúde durante o período, o que torna maior ainda a necessidade de estudo sobre a nutrição aplicada ao lactente para que as orientações sejam efetivas, evitando a introdução de alimentos inadequados e garantindo desde cedo uma boa base para o saudável desenvolvimento infantil.
(SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA, 2012).
METODOLOGIA
Etapa 1: reunião com a equipe multiprofissional convidada para o planejamento da primeira roda de conversa com um dos dois grupos de 15 gestantes, que compõe um total de 30 mulheres, que terá como tema somente aleitamento materno exclusivo, sua importância e benefícios; 
Etapa 2: na primeira metade do mês seguinte à reunião ocorrerá a realização do que foi planejado, com duração de 2 a 3 horas de encontro, com o primeiro grupo de 15 mães através de instruções faladas, em vídeos e metodologias ativas, nas quais as gestantes poderão praticar a técnica de amamentação em bonecas, conforme instruído durante o encontro; na segunda metade do mês será realizado encontro com o grupo restante onde será discutido o mesmo tema e realizadas as mesmas atividades;
Etapa 3: no terceiro mês será realizada nova reunião para planejamento das ações que serão desenvolvidas no segundo encontro com um dos grupos de 15 mulheres, que terá como tema Introdução da Alimentação complementar;
METODOLOGIA
Etapa 4: No mês seguinte o encontro com o primeiro grupo terá instruções faladas e metodologias ativas nas quais as gestantes poderão praticar a preparação dos alimentos adequados para a introdução alimentar com auxílio e orientação de profissional nutricionista; Na segunda metade do mês será realizado encontro com o grupo restante onde será discutido o mesmo tema e realizadas as mesmas atividades do primeiro encontro;
Etapa 5: no 5º mês será realizado um bate-papo com as gestantes onde as mesmas poderão compartilhar suas experiências boas ou ruins, já vividas ou observadas em outras mães, sobre os temas discutidos nos encontros. Será feita pequena confraternização de encerramento onde serão distribuídos para as gestantes manuais contendo todas as instruções passadas nos encontros de forma mais aprofundada que serão produzidos pelas acadêmicas;
Etapa 6: no 6º mês o mesmo encontro ocorrerá com o grupo de mulheres restante, realizando também um bate-papo com troca de experiências, distribuição dos manuais e confraternização de encerramento.
VI- Cronograma de Execução:
 
Atividades/Descrição das fases
M e s e s
março
abril
maio
junho
julho
agosto
 
 
Reunião do grupo.
 
Etapa 1
 
Etapa 2
 
Etapa 3
 
Etapa 4
 
Etapa 5
 
Etapa 6
 
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CRONOGRAMA
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ORÇAMENTO
 
ORÇAMENTO
Elementos de Despesa
Valor Total de Despesas
Material de Consumo e Xerox
R$ 2.340,00
Serviços de Terceiros – Pessoa Física: Bolsas de Extensão
R$ 7.200,00
Passagens e Locomoção
R$ 1.000,00
Outros Serviços
R$ 1.460,00
TOTAL
R$ 12.000,00
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde, 2018;
BRASIL. Ministério da saúde. Secretaria de Atenção á Saúde. Departamento de Atenção Básica, 2009. Disponível em: www.saúde.gov.br/dab.
GIUGLIANI, Elsa R. J.; VICTORA, Cesar G.. Normas alimentares para crianças brasileiras menores de dois anos. São Paulo, SP. Publicado em: Nov/1997. Disponível em: http://www.saudedireta.com.br/docsupload/1340109397bases.pdf. Acesso em: 27 de Outubro de 2018.
Sociedade Brasileira de Pediatria. Manual de orientação para a alimentação do lactente, do pré-escolar, do escolar, do adolescente e na escola / Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento de Nutrologia , 3 ed. Rio de Janeiro, RJ: SBP, 2012;

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