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Programa Hospitais de Excelência a Serviço do SUS
Capacitação dos Profissionais de APH Móvel 
(SAMU 192) e APH Fixo(SAMU 192) e APH Fixo
Módulo III – SUPORTE BÁSICO DE VIDA 
EMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS E NEONATAIS
Coordenadora: Dra. Lucimar Aparecida Françoso
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS EMERGÊNCIAS CLÍNICAS 
GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
Dra. Graziela Sukys
PROGRAMA
Tema Aula Prática Atividade
Aspectos gerais da anatomia e fisiologia da criança 1 0 1
Aspectos epidemiológicos de eventos envolvendo crianças e recém-nascidos 1 0 1 
Módulo III – SUPORTE BÁSICO DE VIDA 
EMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS E NEONATAIS
Aspectos epidemiológicos de eventos envolvendo crianças e recém-nascidos 1 0 1 
Avaliação primária e secundária da criança 1 1 1 
Obstrução das vias aéreas por corpo estranho em pediatria 1 1 1 
Parada respiratória e cardiorrespiratória em pediatria 1 1 1
Emergências clínicas cardiorrespiratórias 1 0 1
Emergências clínicas gastrointestinais e metabólicas 1 0 1
Emergências clínicas neurológicas e toxicológicas 1 0 1
Assistência ao recentemente nascido fora do ambiente hospitalar 1 1 1
Suspeita ou evidências de maus-tratos: papel do APH 1 0 1
Ao final desta aula, o participante deverá ser capaz de:
• Reconhecer um quadro de emergência
gastrointestinal no bebê e na criança;
OBJETIVOS
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
gastrointestinal no bebê e na criança;
• Reconhecer um quadro de emergência metabólica no
bebê e na criança;
• Descrever as condutas de SBV diante de um bebê ou
criança com quadro de emergência gastrointestinal
e/ou metabólica.
• Gastroenterite Aguda
EMERGÊNCIAS GASTROINTESTINAISEMERGÊNCIAS GASTROINTESTINAIS
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Abdome Agudo
• Hemorragia Digestiva
Fonte: Google Images
• Muito frequente em pediatria;
• 5 bilhões de episódios anuais no 
GASTROENTERITE AGUDA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• 5 bilhões de episódios anuais no 
mundo;
• Mortalidade de até 15-30%, nos países 
em desenvolvimento. 
Glass RI, Bresee J, Jiang B,et al. Novartis Found Symp. 2001.
Definição de Diarréia Aguda, OMS: 
Número de evacuações líquidas maior do que 3,
GASTROENTERITE AGUDA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
Número de evacuações líquidas maior do que 3,
ou um único episódio semi-líquido contendo
muco ou sangue no período de 12 horas
(duração menor de 14 dias).
Perda de líquido pelas fezes
Hipovolemia
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
Hipovolemia
Choque
Morte
• Diarréia
Principais manifestações clínicas:
GASTROENTERITE AGUDA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Diarréia
• Vômitos
• Febre
• Anorexia
• Cefaléia
• Mialgia
Guandalini S. Textbook of pediatric gastroenterology and nutrition. 2004.
Fonte: Google Images
Principais objetivos na abordagem inicial:
• Avaliar sinais de desidratação: realizada no APH
GASTROENTERITE AGUDA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Avaliar sinais de desidratação: realizada no APH
• Realizar a reposição de líquidos e eletrólitos
• Prevenir a propagação dos agentes 
enteropatogênicos
Avaliação dos sinais de desidratação deve
ser sistemática e rigorosa:
GASTROENTERITE AGUDA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Mucosas: secas e sem brilho
• Sinais vitais: pressão arterial, frequência
respiratória, frequência cardíaca
• Tempo de enchimento capilar
Avaliação dos sinais de desidratação deve
ser sistemática e rigorosa:
GASTROENTERITE AGUDA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Aspecto: irritada/ deprimida/ comatosa
• Diurese: diminuída ou ausente
• Fontanela: deprimida
• Pele: observar turgor
Classificação da desidratação
Achados clínicos Sem 
desidratação
Desidratação de 
algum grau
Desidratação grave
GASTROENTERITE AGUDA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
desidratação algum grau
Aspecto Alerta Irritada/ com sede Deprimida/Comatosa
Pulsos Cheios Finos Finos/Pouco palpáveis
Turgor Normal Diminuído Diminuído
Olhos e fontanelas Normais Fundos/Deprimidas Fundos /Deprimidas
Mucosas Úmidas Secas Secas
Enchimento Capilar < 3 segundos 3 a 10 segundos > 10 segundos
Diurese Presente Diminuída Ausente
Simon Jr H. Distúrbios de água e sódio. Pronto-Socorro: Pediatria. Coleção Pediatria. Instituto da Criança HC-FMUSP; 2009.
Desafio diagnóstico na faixa etária pediátrica.
Sinais de alerta:
• Vômitos: com bile, fecalóides ou em jato
ABDOME AGUDO
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Vômitos: com bile, fecalóides ou em jato
• Parada de eliminação de gases e fezes
• Distensão abdominal
• Massa abdominal palpável
• Sangramento intestinal
• Peristaltismo visível
Fonte: Google Images
Principais manifestações clínicas:
• Toxemia
• Vômitos
ABDOME AGUDO
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Vômitos
• Febre
• Anorexia
• Tensão abdominal, dor à palpação ou à
manobra de descompressão brusca e
defesa muscular
• Massas e plastrões palpáveis
Principais objetivos na abordagem inicial:
• Verificar presença e tipo de vômitos e evacuações
• Avaliar as características da dor
ABDOME AGUDO
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Avaliar as características da dor
• Checar se existe história de trauma na região 
abdominal
• Avaliar a presença de sangramento digestivo e 
sintomas urinários
• Incomum em crianças
• Pode significar situação de extrema
HEMORRAGIA DIGESTIVA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Pode significar situação de extrema
gravidade
• Na maioria das vezes em pequena
quantidade e auto-limitada
• Dividida em: HD alta e HD baixa
ABORDAGEM EM SBV
Avaliar de acordo com o ABC da reanimação:
Avaliar responsividade
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
A: permeabilidade das vias aéreas
B: avaliação da respiração e oferta de oxigênio 
se necessário
C: avaliação da circulação
• Identificar os sinais clínicos e sintomas presentes
• Iniciar medidas de SBV adequadas a cada etapa 
da avaliação
ABORDAGEM EM SBV
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
da avaliação
• Avaliar oximetria
• Iniciar manobras de ressuscitação se necessário
Informar o Médico-Regulador sobre a avaliação da vítima 
e aguardar orientação sobre condutas adicionais e o 
hospital de destino
• Hipoglicemia
EMERGÊNCIAS METABÓLICASEMERGÊNCIAS METABÓLICAS
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Cetoacidose Diabética 
• Estado Hiperosmolar 
Hiperglicêmico
Fonte: Google Images
Definição:
• Baixa concentração de glicose no plasma 
(em crianças < 40 mg/dL)
HIPOGLICEMIA PATOLÓGICA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
(em crianças < 40 mg/dL)
• Presença de sintomas
• Alívio dos sintomas com administração de 
glicose
Sempre constitui uma urgência médica
Lteif NA, Schwenk WF. Hypoglglycemia in infancy and childhood. Pediatr Clin North Am. 1987.
Crianças com risco para HIPOGLICEMIA: RN e 
portadores de diabete melito. 
HIPOGLICEMIA PATOLÓGICA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
Manifestações clínicas:
• Recém nascidos: sintomas inespecíficos como
letargia, hipotonia, irritabilidade, baixa aceitação da
dieta, cianose, taquipnéia, apnéia, hipotermia,
convulsões e coma.
Manifestações clínicas:
• Nas demais faixa etárias pediátricas:
HIPOGLICEMIA PATOLÓGICA
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Nas demais faixa etárias pediátricas:
sudorese, ansiedade, taquicardia, fraqueza,
cefaléia, irritabilidade,confusão mental,
fadiga, alteração de comportamento,
amnésia, crises convulsivas e coma.
São as complicações agudas mais graves 
relacionadas ao Diabete Melito (DM).
Cetoacidose Diabética e Estado 
Hiperosmolar Hiperglicêmico
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
Cetoacidose Diabética:
• DM Tipo 1
• Quadro agudo e grave
• 15-67% é a primeira 
manifestação da doença
Fonte: Google Images
Estado Hiperosmolar Hiperglicêmico:
Cetoacidose Diabética e Estado 
Hiperosmolar Hiperglicêmico
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• DM Tipo 2
• Raro e muito grave na faixa etária pediátrica
• Alta mortalidade: cerca de 37%
Canarie MF and cols. J Pediatr Endocrinol Metab. 2007.
Cetoacidose Diabética e Estado 
Hiperosmolar Hiperglicêmico
Definição e Classificação
CAD EHH
LEVE MODERADA GRAVE
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
LEVE MODERADA GRAVE
Glicemia(mg/dL) >200 >200 >200 >600
pH sérico <7,3 <7,2 <7,1 >7,3
Bicarbonato sérico 
(mEq/L)
<15 <10 <5 >15
Cetonemia (mmol/L) >3 >3 >3 <3
Cetonúria Presente Presente Presente Ausente
Osmolalidade Sérica 
(mOsm/Kg)
Variável Variável Variável >320
Anion-gap >10 >12 >12 <12
Avaliada 
no APH
Kitabichi AE and cols. Diabetes Care. 2006.
Wolfsdorf JI and cols. Pediatric Diabetes. 2007.
Schvartsman BGS. Pronto-Socorro: Pediatria. 
Coleção Pediatria. Instituto da Criança 
HC-FMUSP; 2009.
Manifestações clínicas:
• O fator precipitante nos dois quadros na
Cetoacidose Diabética e Estado 
Hiperosmolar Hiperglicêmico
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• O fator precipitante nos dois quadros na
faixa etária pediátrica é o infeccioso
• Predomina a desidratação, que pode ser:
leve, moderada ou grave, com instabilidade
hemodinâmica
• A diurese, em geral, está presente
Manifestações clínicas:
• Presença de náuseas, vômitos e dor abdominal
Cetoacidose Diabética e Estado 
Hiperosmolar Hiperglicêmico
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Presença de náuseas, vômitos e dor abdominal
• Taquipnéia leve até respiração de Kussmaul
• Rubor facial
• Hálito cetônico
• Alteração do nível de consciência, até coma
Avaliar de acordo com o ABC da reanimação:
Avaliar responsividade
ABORDAGEM EM SBV
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
A: permeabilidade das vias aéreas
B: avaliação da respiração e oferta de oxigênio 
se necessário
C: avaliação da circulação
ABORDAGEM EM SBV
• Glicemia capilar: às vezes imprecisa 
quando os níveis são muito baixos
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
quando os níveis são muito baixos
• Reavaliação constante do ABC
e dos sinais vitais
Informar o Médico-Regulador sobre a avaliação da vítima 
e aguardar orientação sobre condutas adicionais e o 
hospital de destino
Fonte: Google Images
• Identificação das manifestações clínicas das
principais emergências gastrointestinais;
ASPECTOS ESSENCIAIS
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
• Reconhecimento dos sinais de desidratação;
• Identificação das manifestações clínicas de
hipoglicemia, cetoacidose diabética e estado
hiperosmolar hiperglicêmico;
• Medidas de SBV adequadas.
• Assistir à aula sobre emergências
gastrointestinais e metabólicas
ATIVIDADE DE APRENDIZAGEM
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
gastrointestinais e metabólicas
• Discutir um caso clínico
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1.Glass RI, Bresee J, Jiang B, et al. Gastroenteritis viruses: an overview. Novartis Found Symp. 2001; 238:5.
2. Brasil. Datasus. Ministério da Saúde, Secretaria Executiva. Indicadores Básicos de Saúde, Brasil 2007 (IBD 2007).
Available: http://www.datasus.gov.br . Acessado em 10/01/10.
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4. American Heart Association, Subcommittee on Pediatric ressuscitation. Pediatric advanced life support. Provider manual.
2006.p.98.
5. Simon Jr H, Mattar APL, Castelo GB. Distúrbio de água e eletrólitos. In: Schvartsman BGS, Maluf Jr PT et al. Pronto-
Socorro: Pediatria. Coleção Pediatria. Instituto da Criança HC- FMUSP. Barueri, Manole, 2009.p 489-510.
EMERGÊNCIAS CLÍNICAS GASTROINTESTINAIS E METABÓLICAS
Socorro: Pediatria. Coleção Pediatria. Instituto da Criança HC- FMUSP. Barueri, Manole, 2009.p 489-510.
6. Macksoud Filho JG, Eichelberger MR. Traumatismo abdominal. In: Maksoud JG Cirurgia Pediátrica. 2ª. Ed. Rio de
Janeiro, Revinter; 2003. p.232-40.
7. Tannuri ACA. Abdome Agudo. In Schvartsman BGS, Maluf Jr PT et al. Pronto-Socorro: Pediatria. Coleção Pediatria.
Instituto da Criança HC- FMUSP. Barueri, Manole, 2009.
8. Flynn DM, Booth IW. Investigation and management of gastrointestinal bleeding in children. Current Paediatrics. 2004;
14(7):576-85.
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10. Lteif NA, Schwenk WF. Hypoglycemia in infants and children. Endocrinology and Metabolism Clinics. 1999; 28:619-46.
11. Kitabichi AE, Umpierrez GE, Murphy MB, Kreisberg RA. Hiperglycemic crises in adult patients with diabetes: a consensus
statement from the American Diabetes Association. Diabetes Care. 2006; 29(12):2739-48.
12. Wolfsdorf JI, Craig ME, Dneman D, Dunger D, Edge JÁ, Lee WRW e cols. ISPAD clinical pratice consensus guidelines
2006-2007 – Diabetic Ketoacidosis. Pediatric Diabetes. 2007; 8:28-43.
13. Canarie MF, Bogue CW, Banasiak KJ, Weinzimer AS, Tamborlane WV. Descompensated Hyperglycemic hyperosmolarity
without significant ketoacidosis in the adolescent and youg adult population. J Pediatr Endocrinol Metab. 2007;20:1115-24.
14. Farhat SCL, Manna TD. Cetoacidose diabética e estado hiperosmolar hiperglicêmico. In: Schvartsman BGS, Maluf Jr PT
et al. Pronto-Socorro: Pediatria. Coleção Pediatria. Instituto da Criança HC- FMUSP. Barueri, Manole, 2009.p 466-78.
Programa Hospitais de Excelência a Serviço do SUS
Capacitação dos Profissionais de APH Móvel 
(SAMU 192) e APH Fixo(SAMU 192) e APH Fixo

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