Análise de Custos
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Análise de Custos


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ELEMENTOS DE CUSTO: CONCEITO DE DOIS AUTORES
Elementos de custos na concepção de ------------
MATERIAIS
Materiais - Os materiais que integram fisicamente o produto (Matérias-primas e materiais secundários), e as embalagens quando aplicadas aos produtos dentro da área de produção são chamados de materiais diretos.
Matéria-prima - é a substância bruta principal e indispensável na fabricação de um produto.
Materiais secundários - entram na composição dos produtos, juntamente com a matéria-prima, complementando-a ou até mesmo dando o acabamento necessário ao produto.
Materiais Auxiliares - são todos os materiais que, embora necessários ao processo de fabricação, não entram na composição dos produtos. Ex. Numa indústria de móveis de madeira, são as lixas, as estopas, os pincéis, a graxa etc.
Materiais de embalagem - são os materiais destinados a acondicionar ou embalar os produtos antes que eles deixem a área de produção. Ex: sacos plásticos, caixas de papelão.
MÃO DE OBRA: é o esforço do homem aplicado na fabricação dos produtos. Compreende os gastos com salários, com benefícios a que os empregados têm direito (cestas básicas, vale-transporte, vale-refeição e outros) e com encargos sociais (Previdência Social, FGTS, etc.). 
CUSTOS INDIRETOS DE FABRICAÇÃO (CIF)
Materiais indiretos \u2013 são materiais auxiliares empregados no processo de produção e que não integram fisicamente os produtos (Serras, lixas, estopas, solventes etc.) e os materiais diretos, cujo consumo não pode ser quantificado nos produtos (Colas, vernizes, pregos etc.) em função do princípio da materialidade; 
Mão-de-obra indireta \u2013 corresponde à mão de obra que não trabalha diretamente na transformação da matéria-prima em produto, ou cujo tempo gasto na fabricação dos produtos não pode ser determinado; 
Outros custos indiretos \u2013 são os demais custos indiretos incorridos na fábrica, cujo consumo não pode ser quantificado de forma direta, objetiva nos produtos.
Volume de produção na concepção de ----------------------
Custos Fixos: São aqueles cujos valores são os mesmos qualquer que seja o volume de produção da empresa. É o caso, por exemplo, do aluguel da fábrica. Este será cobrado pelo mesmo valor qualquer que seja o nível da produção, inclusive no caso de a fábrica nada produzir. Os custos fixos se tornam progressivamente menores em termos unitários à medida que o direcionador de custo aumenta. Exemplos: Imposto Predial, depreciação dos equipamentos (pelo método linear), salários de vigias e porteiros da fábrica, prêmios de seguros.
Custos Variáveis: São aqueles cujos valores se alteram em função do volume de produção da empresa. Os custos variáveis aumentam à medida que aumenta o volume de produção. Outros exemplos matéria-prima consumida, materiais indiretos consumidos, depreciação dos equipamentos quando esta for feita em função das horas/máquina trabalhadas, gastos com horas horas-extras na produção. 
Custos semivariáveis: \u2013 São custos que variam com o nível de produção, entretanto, têm uma parcela fixa mesmo que nada seja produzido. Exemplo: conta de energia elétrica da fábrica, na qual a concessionária cobra uma taxa mínima mesmo que nada seja gasto no período. Outros exemplos: aluguel de uma copiadora no qual se cobra uma parcela fixa mesmo que nenhuma cópia seja tirada; gasto com combustível para aquecimento de uma caldeira, já que a caldeira não pode esfriar. 
Custos semifixos: Também chamados Custos por Degraus, são custos que são fixos em uma determinada faixa de produção, mas que variam se houver uma mudança desta faixa. Considere, por exemplo, a necessidade de supervisores de produção de uma empresa. 
Outras classificações de custos 
Custo de Produção = custos com matéria prima + mão de obra direta + custos indiretos. 
Custo Primário = matéria prima + mão de obra direta. 
Custo de Transformação ou de conversão = mão de obra direta + custos indiretos de fabricação.
Elementos de custos na concepção de José Divanil Spósito Berbel
São três os componentes básicos na formação do custo: 
Materiais: são os insumos utilizados na fabricação de um novo produto. Classificam-se em:
Matérias-primas: São os materiais que entram em maior quantidade na fabricação dos produtos. (Ex. Madeira na fabricação de uma mesa). 
Materiais secundários: São os materiais que entram em menor quantidade na fabricação dos produtos. (Ex. Prego, cola, verniz, etc. usados na fabricação de uma mesa). 
Materiais de embalagem: São os materiais destinados a embalar os produtos, antes que eles saiam da área de produção. (Ex. Papelão, ligas metálicas para embalar uma mesa).
Mão-de-obra: Todos os gastos com o pessoal envolvido na produção industrial, englobando: salários, horas extras, 13º salário, férias, encargos sociais, treinamento, alimentação, etc.
Gastos gerais de fabricação: compreendem os demais gastos necessários para a fabricação dos produtos, como: energia elétrica, aluguel, água, depreciação das máquinas. etc.
Volume de produção na concepção de José Divanil Spósito Berbel
Custos fixos: são aqueles cujos valores não se alteram em razão da quantidade produzida (exemplos: aluguel da fábrica, depreciação dos equipamentos). Ou seja, se houver um aumento na produção de uma indústria, certamente o aluguel não sofrerá alteração. Em razão disso, se os custos são fixos, em qualquer volume de atividade eles são constantes.
Custos variáveis: são aqueles que variam em virtude das quantidades produzidas (exemplos: matéria-prima, material secundário, material de embalagem, mão-de-obra direta etc.). Supondo que uma indústria produza 20.000 unidades e aumente sua produção para 22.000, a um custo por unidade de R$ 1,00, haverá em consequência um aumento na quantidade dos insumos utilizados, e nos seus custos. Portanto, Se os custos são variáveis, à medida que aumenta o volume de atividade eles também aumentam.
Custos semifixos: são os custos que se alteram em decorrência de uma mudança na capacidade de produção instalada. Permanecem fixos até uma determinada quantidade produzida e, nessa ocasião, sofre uma alteração. Exemplos: necessidade de aquisição de novos maquinários, alugar novas instalações etc. O inverso também é verdadeiro, ou seja, reduzindo-se a capacidade de produção tais custos também tenderão à redução.