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MANUAL DE NORMAS E 
PROCEDIMENTOS DO SERVIÇO DE ENFERMAGEM 
2018
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO
Reitor
Francisco Roberto Brandão Ferreira
Pró-Reitora de Ensino
Ximena Nunes Bandeira Maia da Silva
Diretora de Assuntos Estudantis
Dayse da Silva Rocha Araújo
Comissão de Enfermagem
Cinara Rúbia Portela Correia – Enfermeira - campus Monte Castelo
Danielle Priscilla Sousa Oliveira – Enfermeira – campus Barra do Corda
Elaine Cristina Silva Miranda – Enfermeira – campus Centro Histórico
Solange Sousa Santos – Enfermeira – campus Zé Doca
Janara Leal Silva – Enfermeira – campus São Raimundo das Mangabeiras
Jhonny Marlon Campos Sousa – Enfermeiro – campus São José de Ribamar
Georgiana do Socorro M. da Silva Ramos – Técnica de Enfermagem – campus Centro Histórico
Tardelly Sousa Sipaúba – Técnico de Enfermagem – campus Monte Castelo
Colaboradoras
Andressa Gabrielle Carvalho da Silva – Enfermeira – campus Açailândia
Doralice Limeira da Silva – Enfermeira – campus Caxias
Flávia Costa Ferreira – Enfermeira – campus São João dos Patos
SUMÁRIO
	1
	APRESENTAÇÃO
	3
	2
	PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DO ESTUDANTE
	4
	3
	ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM
	4
	3.1
	Atribuições do Enfermeiro na Assistência ao Educando
	7
	3.2
	Atribuições do Técnico em Enfermagem na Assistência ao Educando
	8
	3.3
	Atribuições da Comissão de Enfermagem
	9
	4
	PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
	10
	
	POP 01 – Atendimento ao aluno 
	10
	
	POP 02 – Consulta de Enfermagem
	12
	
	POP 03 – Atestado de alunos
	13
	
	POP 04 – Atestado de servidores
	14
	
	POP 05 – Materiais necessários para enfermaria
	17
	
	POP 06 – Lavagem de mãos
	19
	
	POP 07 – Verificação de sinais vitais
	21
	
	POP 08 – Curativo em feridas
	26
	
	POP 09 – Coleta de glicemia capilar
	28
	
	POP 10 – Administração de medicamentos via oral
	30
	
	POP 11 – Administração de medicamentos via sublingual
	33
	
	POP 12 – Administração de medicamentos via tópica
	34
	
	POP 13 – Administração de vacinas via intramuscular
	35
	
	POP 14 – Administração de vacinas via subcutânea
	37
	
	POP 15 – Orientações para o Exame Biométrico
	39
	
	POP 16 – Aplicação de compressas frias
	41
	
	POP 17 – Registros de Enfermagem
	43
	
	POP 18 – Relatório de Enfermagem
	45
	
	POP 19 – Escala de Enfermagem
	46
	
	POP 20 – Educação em saúde
	47
	5
	Fluxograma de Atendimento
	50
	6
	CONSIDERAÇÕES FINAIS	
	51
	
	REFERÊNCIAS
	52
	
	APÊNDICES
	53
1 APRESENTAÇÃO
O presente manual de normas e rotinas do serviço de Enfermagem do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) é essencial para garantia da padronização de tarefas a serem realizadas com os alunos e servidores do referido campus. O manual garante ao usuário uma assistência de enfermagem de qualidade, pois permite ao corpo de enfermagem sistematizar suas ações e realizar uma rotina padronizada.
A proposta deste instrumento é divulgar e alinhar orientações administrativas e técnicas de relevância, como subsídio para a eficácia do processo de trabalho da Enfermagem no IFMA. As normas e rotinas apresentadas serão também referência para a capacitação dos profissionais.
Ressaltamos a importância de sistematizar técnicas e procedimentos em consonância com os princípios científicos, na perspectiva do aprimoramento da tecnologia do cuidado e da segurança do cliente. Distintamente do manejo de equipamentos e aparelhos, a tecnologia do cuidado envolve, além de saberes e habilidades, a escuta qualificada, o acolhimento e o estabelecimento de vínculos. 
Neste sentido, este instrumento é apresentado no formato de Procedimento Operacional Padrão (POP), permeando o conteúdo administrativo, que traz as atribuições segundo o órgão de classe, orientações para os procedimentos de atendimento ao aluno, registros de enfermagem, consulta de enfermagem, recebimento de atestados, verificação de sinais vitais, curativo simples, organização de ações de educação em saúde e demais procedimentos de enfermagem realizados no setor de saúde dos campi.
Assim, o presente manual de normas e procedimentos é uma ferramenta de gestão de qualidade que busca a excelência na prestação do serviço, procurando minimizar os erros nas ações rotineiras, de forma dinâmica, passível de evolução no intuito de promover profundas transformações culturais na instituição, nos aspectos técnicos e político-institucionais.
2 PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DO ESTUDANTE
O Programa Nacional de Assistência ao Educando instituído pelo Decreto nº 7234 de 19 de julho de 2010 dispõe sobre ações para o estudante nas mais variadas áreas: moradia, alimentação, transporte, atenção à saúde, entre outras, que devem ser executadas pelas Instituições Federais de Ensino Superior.
Assim, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) foi elaborada a Política de Assistência ao Educando que consiste em um conjunto de princípios e diretrizes que norteia a implantação de programas para garantir o acesso, a permanência e a conclusão do curso com qualidade, na perspectiva da inclusão social, formação ampliada, produção do conhecimento e melhoria do desempenho acadêmico.
Essa Política é estruturada com programas universais, tais como programa de assistência à saúde do estudante, programa de acompanhamento psicológico, programa de apoio às pessoas com necessidades educacionais específicas, entre outros.
O Programa de Assistência à Saúde do Estudante tem por objetivo a promoção da saúde e a prevenção das doenças, na perspectiva do fortalecimento da autoestima, da ressignificação de valores e atitudes socioculturais e pessoais.
O Serviço de Enfermagem do IFMA baseia-se nas competências definidas nesse Programa e encontra-se hierarquicamente conduzido pela Diretoria de Assistência ao Educando, integrando o Núcleo de Assistência ao Educando ou Coordenadoria de Assistência ao Educando.
3 ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM
A prática da Enfermagem exige a observância da legislação profissional, a execução de técnicas corretas e seguras e deve estar centrada no atendimento das necessidades dos clientes.
O Enfermeiro presta assistência ao paciente e/ou usuário em clínicas, hospitais, ambulatórios, navios, postos de saúde e em domicílio, realiza consultas e procedimentos de maior complexidade, implementa ações para a promoção da saúde junto à comunidade, e realiza assessoramento nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
A Lei nº 7.498/86 dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências:
Art. 1º - É livre o exercício da Enfermagem em todo o território nacional, observadas as disposições desta Lei.
(...)
Art. 11 - O Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem, cabendo-lhe:
I - privativamente:
a) direção do órgão de Enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e de unidade de Enfermagem;
b) organização e direção dos serviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços;
c) planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços de assistência de Enfermagem;
d;e;f;g - (vetado)
h) consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de Enfermagem;
i) consulta de Enfermagem;
j) prescrição da assistência de Enfermagem;
l) cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida; 
m) cuidados de Enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas.
O Técnico de Enfermagem desempenha atividades técnicas de enfermagem sob supervisão de enfermeiro em hospitais, clínicas e outros estabelecimentos de assistência médica, embarcações e domicílios, atua em cirurgia, terapia, puericultura,

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