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Apostila-materiais e ferramentas 2015

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CENTRO UNIVERSITARIO 
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO 
 
MATERIAIS PARA DESENHO E CONSTRUÇÃO DE MAQUETES FISICAS 
Orientações e sugestões básicas quanto ao uso e manuseio e seus 
processos de transformação. 
 
ESQUADROS 
Par de esquadros médios (45º e 60º) transparentes, sem graduação, com 2mm 
de espessura, sem rebaixo. Modelo sugerido: 45º = 2532 e 60º = 2632. Abaixo 
as referências da marca Trident. 
 
 
ESCALIMETRO 
Escalímetro triangular. Abaixo as referências da marca Trident. Modelo 
sugerido: 7830/1 (30 cm). 
 
TRANSFERIDOR 
Meio círculo ou círculo completo: Abaixo as referências da marca Trident. 
Modelo sugerido: 8115 
 
 
 
COMPASSO 
Compasso de tamanho médio, verificar firmeza da abertura. Existem várias 
marcas no mercado (Kern, Staedler, etc.) Abaixo as referências da marca 
Trident, com adaptadores para qualquer tipo de caneta e extensor para 
ampliação do alcance. 
 
 
 
 
LAPISEIRA 
Existem várias marcas no mercado (Rotring, Faber Castell, Pentel, etc.) Utilizam 
grafites com espessuras de 0,3mm;0,5mm; 0,7mm e 0,9mm. As cores 
geralmente identificam as espessuras. É importante ter pelo menos duas 
espessuras diferentes, preferencialmente 0,5mm e 0,9mm. Abaixo referencias 
da Pentel Graphgear 500. 
 
 
 
 
 
 
 
GRAFITES 
Os grafites utilizados nas lapiseiras observam a seguinte gradação de acordo 
com o quadro abaixo: 
 
 
Grafites mais macios são indicados para desenhos artísticos e croquis e os 
grafites mais duros para desenho técnico. Os grafites “B” e “H”, para uso geral. 
 
LÁPIS 6B (OU BASTÃO DE GRAFITE 6B) 
Extremamente macios além de usados em desenhos artísticos, servem para 
transferir desenhos para os materiais que se queira cortar, preservando os 
desenhos originais. Riscando com o bastão de grafite macio na parte de trás 
dos desenhos ao repassarmos pressionando as linhas do desenho original 
sobre o material, o grafite será depositado somente na área pressionada pela 
caneta ou lapiseira, “imprimindo” no material as linhas que se quer recortar 
 
. 
BORRACHAS 
Podem ser do tipo plásticas brancas, porem optem pelas mais macias. Para 
grafites muito macio tipo 4b e 6b, o mais indicado é a massa limpa-tipos. Abaixo 
algumas referências. 
 
BASE DE CORTE 
Placa de material sintético, emborrachado, resistente a cortes de estilete. 
Existem várias marcas no mercado (Olfa, Pentell, Edding,etc.) e tamanhos 
variados. O ideal para a disciplina é o tamanho A3. 
 
 
 
ESTILETES 
Podem ser de várias marcas (Olfa, Stanley, Edding, etc.) mas o ideal é investir 
em ferramentas de melhor qualidade, pois a probabilidade de acidentes por 
quebra ou imprecisões de seus mecanismos é menor. Suas lâminas trazem 
marcações para o descarte ao perderem o corte, pois as pontas e as lâminas 
devem ser mantidas afiadas para a obtenção de um corte perfeito do material. 
Para trabalhos em materiais mais finos e “leves” recomenda-se os de lâmina 
estreita e para trabalhos em materiais mais grossos e “pesados” os de lâmina 
mais larga. Abaixo referências da marca Olfa. Obs.: Necessário a aquisição de 
lâminas de reposição sempre de boa qualidade. 
 
 LAMINA ESTREITA LAMINA LARGA 
 (Mod: L300– Marca Olfa) (Mod: L2 – Marca Olfa) 
 
 
 
ESTILETE PARA ACRILICO 
Para cortes em materiais mais rígidos e duros, como acrílicos, marcações em 
profundidade em madeiras, poliestireno de alto impacto, etc. No modelo da Olfa 
L450, duas lâminas sobressalentes vêm armazenadas no interior da ferramenta. 
 
 ESTILETE PARA ACRILICO 
 (Mod: l450 – Marca Olfa) 
 
 
TESOURA MÉDIA 
Prefiram as de uso profissional e com pontas que cortem em toda a sua 
extensão. Servem para cortar além de papeis, lâminas de poliestireno, telas 
finas de arame, tecidos, etc. 
 
RÉGUA METÁLICA 
Réguas de aço utilizadas para guias de cortes retos. Nos tamanhos de 15cm, 
30cm, 40cm, 60cm,100cm. Para os trabalhos em sala, sugerimos uma de 15 cm 
para cortes pequenos e outra de 30 ou 40 cm, para cortes maiores. Com o tempo 
suas bordas funcionam como “plainas”, raspadores eficientes para nivelar topos 
de plásticos e acrílicos. É interessante colar uma fina lâmina de borracha, cortiça 
ou uma lixa de gramatura fina com fita dupla face, para que não deslize sobre o 
material a ser cortado. 
 
 
FERRAMENTAS UTILIZADAS NA FABRICAÇÃO DE MAQUETES 
SUGERIDAS PARA MELHOR APROVEITAMENTO DO CURSO PELOS 
ALUNOS. (Indispensáveis para trabalhos que necessitem de precisão e 
perfeito acabamento) 
 
 
1.Arco de serra de ourives (plastico, metais, madeira) 
 
 
2.Serra manual e gabarito (perfis de madeira, plasticos e metais macios) 
 
3.Pinças (cruzadas, retas e curvas) 
 
3.Ferro de solda, Pasta e Fio de Estanho (soldagem de arames) 
 
 
 
 
 
4.Alicates de precisão (Sem estrias são mais indicados para maquetes) 
 
 
 
 
 
5.Espatulas de odontologia (raspagens e calafetagem de precisão) 
 
 
 
 
6.Espátulas de pintura (raspagens e calafetagem de precisão) 
 
 
 
 
 
7.Furadores manuais para ourives (perfurações em qualquer material) 
 
 
8.Marcador permanente (Marcações em plasticos, vidros, metais, etc) 
 
 
 
 
 
OS MATERIAIS LISTADOS A SEGUIR SÃO PARA USO EVENTUAL EM 
MODELOS ESPECÍFICOS E SERÃO SOLICITADOS EM MOMENTO 
OPORTUNO NO DESENVOLVIMENTO DOS EXERCÍCIOS: 
 
CARTÕES 
Feitos com lâminas de papel superfinas coladas entre si (exceto o cartão-pluma). 
As colas utilizadas no processo de laminação (colagem de vários para aumento 
da espessura) devem ser a base de solvente, (colas de contato, colas de 
reposicionamento, etc.) pois as colas a base de água, tendem a deformá-los com 
as variações da humidade do ar. A laminação também pode ser executada com 
fitas dupla face. Podem ser curvados sem a necessidade de marcação com 
estilete (sem “facetar” a curvatura do papel) apenas passando-o sobre uma 
superfície curva, evitando assim as linhas de corte verticais na superfície da 
peça, que podem afetar a aparência geral da maquete. Além disso, nas 
montagens de paredes curvas é necessário que se construa previamente as 
lajes em torno da qual as paredes serão fixadas, ajudando assim a coesão do 
conjunto. 
 
1. Cartão- pluma - O Depron, Poliestireno Extrudado (XPS), mais conhecido 
como cartão pluma, (material semelhante as bandejas de frios) permite o 
corte, a moldagem, o lixamento, a colagem e a pintura, porém para cada 
processo temos um tipo de manipulação específica. Existente no 
mercado em vários tamanhos e espessuras de 3mm, 4mm, 5mm, 25mm 
e 30mm, podem se apresentar crus, isto é, sem revestimentos e com 
revestimentos nas duas faces em cartão tipo tríplex e em cores variadas. 
O corte deve ser efetuado com bisturi ou estilete normal (de lâmina fina 
ou grossa, porém nova e longa) em movimentos de “vai-e-vem”, ou 
“deslizando” a maior parte da lâmina em contato com a superfície, para 
que as células do material sejam cortadas (como no corte do isopor), 
evitando-se assim os cortes “empurrando” a lâmina, que podem 
“emprensar” as celulas e danificar o material. Podem ser adquiridos em 
papelarias”. 
 
2. Cartão-Paraná Cinza – Existentes no mercado em várias espessuras, os 
mais utilizados no Curso são nas medidas de 1mm; 2mm e 3mm. Servem 
bem para