Manual de Coleta em Laboratório Clínico- 2ed - 2016_final
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Manual de Coleta em Laboratório Clínico- 2ed - 2016_final


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Manual de
Coleta em
Laboratório 
Clínico
2ª Edição - 2016
Manual de
Coleta em
Laboratório 
Clínico
2ª Edição - 2016
Dr. Marcos Kneip Fleury
Farmacêutico-Bioquímico
Mestrado e Doutorado em Genética Humana pela Universidade Federal do Rio de Janeiro 
Professor Associado de Hematologia da Faculdade de Farmácia da UFRJ
Coordenador do Laboratório de Análises Clínicas da Faculdade de Farmácia - UFRJ
Assessor Científico do Programa Nacional de Controle de Qualidade - PNCQ/SBAC
Desde 2008 a Petrodis distribui no mercado nacional tubos 
de coleta a vácuo e outros produtos de apoio para a fase 
pré-analítica laboratorial. Estabelecemos como nossa missão 
a conquista dos clientes de forma honesta e sincera, como 
também a oferta de qualidade, tanto nos produtos quanto 
nos serviços prestados. 
Nossos produtos são previamente selecionados e possuem 
qualidade reconhecida internacionalmente. Pelo levantamen-
to dos contatos de nossos clientes, após todos esses anos, 
verificamos que a grande maioria das consultas recebidas pelo 
nosso Serviço de Atendimento ao Cliente residia na utilização 
dos produtos. Embora esclarecidas para um grupo de pro-
fissionais, as mesmas perguntas eram feitas de tempos em 
tempos. Optamos por buscar alguma forma de colocar a in-
formação disponível para um número maior de profissionais.
Surgiu então a ideia de prepararmos um Manual de Coleta 
em Laboratório Clínico, que apresentasse e esclarecesse o uso 
correto dos produtos da fase pré-analítica de forma simples, 
direta e em linguagem acessível. Apresentamos nosso projeto 
ao Prof. Marcos Fleury, professor associado da Faculdade de 
Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Assessor 
Científico do PNCQ, e o convidamos a elaborar esse manual, 
o qual prontamente aceitou essa tarefa. Inicialmente a Petro-
dis realizaria a distribuição mas, para nossa surpresa e satisfa-
ção, após sua conclusão, o trabalho despertou o interesse do 
PNCQ na pessoa do seu Coordenador Geral na época, Dr. 
José Abol, o qual reconheceu a qualidade do trabalho e vislum-
brou a importância de divulgá-lo aos associados da SBAC e a 
todos os participantes do PNCQ.
A proposta foi, por nós, aceita de imediato, pois sabemos 
que o resultado de nossa parceria com a SBAC/PNCQ coroará, 
com êxito, o nosso objetivo de expandir o conhecimento na uti-
lização dos produtos da fase pré-analítica a todos os profissionais. 
 
Petrópolis, 01 de outubro de 2016.
Apresentação
Apresentação
Prof. Marcos Fleury
Assistente Científico do PNCQ 
Rafael A. M. de Azeredo
Diretor Administrativo
Sumário
I - INTRODUÇÃO .........................................................09
II - INSTALAÇÕES ..........................................................11
Sala de coleta ..................................................................12
Atividades ........................................................................12
Características do espaço físico........................................ 12
III - EQUIPAMENTOS E SUPRIMENTOS ....................... 13
Cadeiras de coleta .......................................................... 14
Móvel auxiliar ................................................................. 14
Suprimentos .................................................................. 14
IV - PROCEDIMENTOS DE COLETA .............................17
V - MATERIAIS PARA COLETA ...................................... 21
Agulhas para coleta múltipla ............................................ 22
Escalpe para coleta múltipla ............................................ 22
Adaptadores para coleta múltipla .................................... 22
Tubo de coleta de sangue sem aditivos ........................... 23
Tubo de coleta de sangue pró-coagulação ....................... 23
Tubos com ativador de coagulação (Gel&Clot) ................ 24
Tubos com heparina ....................................................... 24
Tubos com fluoreto de sódio .......................................... 25
Tubos com EDTA ........................................................... 25
Tubos com citrato .......................................................... 26
Minitubos para coleta simples ......................................... 26
Minitubos para coleta com capilar ................................... 26
Tubos ESR citrato de sódio ............................................. 26
Equipamentos de coleta .................................................. 27
Swab simples ................................................................. 27
Swab com meio de transporte ....................................... 27
VI - INFORMAÇÕES TÉCNICAS ................................... 29
Princípio ......................................................................... 30
Limitações ..................................................................... 30
Vácuo impreciso \u2013 pouco vácuo ou falta de vácuo .......... 30
Vácuo impreciso \u2013 muito vácuo ...................................... 30
Refluxo .......................................................................... 30
Coleta Lenta .................................................................. 31
VII - CUIDADOS ESPECIAIS .......................................... 33
Pacientes pediátricos ....................................................... 34
Hematoma .................................................................... 34
Hemólise ....................................................................... 34
Intervalos de tempo ....................................................... 34
Testes imuno-hematológicos .......................................... 34
Dispositivos de acesso vascular (DAV) ............................. 34
VIII - COLETA DE SANGUE CAPILAR ............................ 35
Coleta em crianças ......................................................... 36
Coleta em adultos .......................................................... 36
Punção da pele ............................................................... 36
Procedimentos de coleta ................................................ 36
Locais de punção ............................................................ 36
Aquecimento do local de punção .................................... 37
IX - CUIDADOS PRÉ-ANALÍTICOS............................... 39
Separação do plasma ou soro ......................................... 40
Fase pré-centrifugação .................................................... 40
Transporte de amostras .................................................. 40
Agitação e hemólise ....................................................... 40
Centrifugação ................................................................. 40
Fase pós-centrifugação .................................................... 40
Critérios básicos para a rejeição de amostras .................. 41
X - COLETA DE AMOSTRAS MICROBIOLÓGICAS ..... 43
Requisitos biológicos ...................................................... 44
Coleta microbiológica ..................................................... 44
Critérios de Rejeição para Amostras Clínicas em meios de 
transporte ...................................................................... 44
Procedimentos de coleta ................................................ 45
Secreção de orofaringe ................................................... 45
Secreção de queimadura ................................................ 45
Secreção de ouvido ....................................................... 45
Secreção ocular ............................................................. 45
Secreção vaginal ............................................................. 45
Secreção endocervical .................................................... 45
Secreção uretral ............................................................. 46
Secreção anal .................................................................