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Apanhadão de libras

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sentido escrito, é uma proposta de ensino usada por escolas que se 
propõem a tornar acessível à criança duas línguas no contexto escolar. Os estudos têm apontado 
para essa proposta como sendo mais adequada para o ensino de crianças surdas. O Bilinguismo 
na educação dos Surdos consiste em: 
E) A criança primeiro aprenderá a língua de sinais e depois a língua portuguesa na modalidade 
escrita e falada caso haja possibilidade. 
 
104- Define-se como uma filosofia que requer a incorporação de modelos auditivos, manuais e 
orais para assegurar a comunicação eficaz entre as pessoas com surdez. Tem como principal 
preocupação os processos comunicativos entre surdos e surdos, e entre surdos e ouvintes. 
Esta filosofia se preocupa também com a aprendizagem da língua oral pela criança surda, mas 
acredita que os aspectos cognitivos, emocionais e sociais não devem ser deixados de lado só por 
causa da aprendizagem da língua oral. 
Defende assim a utilização de qualquer recurso espaço - visual como facilitador da comunicação. 
Segundo Ciccone (1990), os profissionais que defendem esta filosofia concebem o surdo de forma 
diferente dos oralistas: ele não é visto só como alguém que tem uma patologia que precisa ser 
eliminada, mas sim como uma pessoa, e a surdez como uma marca que repercute nas relações 
sociais e no desenvolvimento afetivo e cognitivo dessa pessoa. 
Uma diferença marcante esta filosofia e as outras abordagens educacionais constitui-se no fato de 
que ela defende a utilização de qualquer recurso linguístico, seja a língua de sinais, a linguagem 
oral ou códigos manuais, para propiciar a comunicação com as pessoas com surdez. 
Os defensores desta filosofia recomendam então o uso simultâneo de diferentes códigos como: a 
Língua de Sinais, a datilologia, o português sinalizado, etc. Todos esses códigos manuais são 
usados obedecendo à estrutura gramatical da língua oral, não se respeitando a estrutura própria 
da Língua de Sinais. 
O texto acima refere-se ao modelo para educação de surdos denominado de: 
E) Comunicação Total 
 
105- O reconhecimento de que a língua de sinais possibilita o desenvolvimento das pessoas surdas 
em todos os seus aspectos, somado à reivindicação das comunidades de surdos quanto ao direito 
de usar esta língua, tem levado, nos últimos anos, muitas instituições a adotarem um modelo na 
educação dos alunos surdos. 
Neste modelo, a primeira língua é a de Sinais, que dará o arcabouço para o aprendizado da 
segunda língua, preferencialmente na modalidade escrita, que, por ser visual, é mais acessível aos 
alunos surdos. 
A aquisição da língua de sinais pelas crianças surdas, filhas de pais ouvintes, só poderá ocorrer na 
interação com adultos surdos que as insiram no funcionamento linguístico da língua de sinais, por 
meio de atividades discursivas que envolvam o seu uso, como diálogos, relatos de histórias, isto é, 
em atividades semelhantes às vivenciadas por crianças ouvintes ou surdas, de pais surdos, na 
interação com os pais. A interação com adultos surdos será propiciada pela escola de 
surdos que conte com professores e profissionais surdos usuários da língua de sinais, de 
professores ouvintes fluentes e que a usem na comunicação e no desenvolvimento do conteúdo 
programático. 
O aprendizado da língua majoritária, na modalidade escrita, se dará por meio da exposição, desde 
cedo, a textos escritos, uma vez que a leitura se constitui como a principal fonte para o aprendizado 
da língua majoritária. Por meio da língua de sinais, o professor deve explicar à criança o conteúdo 
dos textos, bem como mostrar aos alunos semelhanças e diferenças entre as duas línguas. 
Pereira, Maria Cristina da Cunha & Maria Inês da Silva Vieira. Bilinguismo e Educação de 
Surdos. Revista Intercâmbio, volume XIX: 62-67, 2009. São Paulo: LAEL/PUC-SP. ISSN 1806-
275x. O texto acima refere-se ao modelo para educação de surdos denominado de: 
A) Bilinguismo 
 
106- Lopes (2012) em seu estudo sobre a “lnclusão escolar de alunos surdos nas instituições de 
ensino regular” afirma que atualmente a política de inclusão de alunos com Necessidades Especiais 
Educacionais vem tomando grande proporção no Brasil. Diante desta real idade, para atender esta 
camada específica da sociedade que se encontra no interior da escola, o professor necessita 
realizar mudanças em suas práticas pedagógicas afim de proporcionar oportunidades para o 
desenvolvimento cognitivo e social de todas as crianças. No caso das crianças surdas na busca de 
atender adequadamente as especificidades linguísticas os professores devem superar antigos 
pressupostos organicistas e propor atividades de reflexão sobre as duas línguas através de uma 
nova experiência metodológica bilíngue, de forma a: 
I - Possibilitar a aquisição da língua de sinais através de estratégias visuais que contemplem a 
especificidade linguística do surdo de forma a favorecer a aquisição da língua portuguesa na 
modalidade escrita. 
IV - Favorecer a comunicação entre surdos e ouvintes preparando uma aula acessível a todos os 
alunos através do estímulo precoce na língua de sinais e ensino da língua portuguesa como 
segunda língua. 
V - Observar e oportunizar novas formas de avaliação para os surdos e ouvintes através de 
atividades em que as duas línguas estejam em evidência. 
Está correto afirmar: 
d) I, IV e V 
 
107- Assinale a alternativa correta sobre Deficiente Auditivo (DA) segundo o Decreto 5.626/05. 
A) Geralmente o Deficiente Auditivo usa leitura labial para comunicar-se com a sociedade. 
 
108- Assinale a alternativa correta no que diz respeito aos Surdos segundo o Decreto 5.626/05. 
D) Geralmente o surdo usa língua de sinais para comunicar-se com a sociedade. 
 
109- Que instrumento legal regulamentou a formação do tradutor e intérprete de libras? 
C) Decreto nº 5626/2005 
 
110- Questão A formação do ILS, historicamente, tem se baseado em ações diárias, empíricas e 
muitas vezes de cunho religioso. Hoje, o decreto 5626/2005: 
A) A formação do tradutor e intérprete de Libras/Língua Portuguesa deve efetivarse por meio de 
curso superior de Tradução e Interpretação, com habilitação em Libras – Língua Portuguesa. 
 
111- O que é denominada palavra na língua oral-auditiva, em LIBRAS recebe o nome de: 
A) Sinal 
 
112- Sobre a LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais, é correto afirmar que: 
E) É a língua natural da comunidade surda no Brasil. 
 
113- Segundo FERREIRA BRITO, 1995, P.51-52 na língua de sinais podemos obter a quantificação 
e intensidade utilizando quantificadores como muito, mas também podem ser obtidas: 
C) Através da repetição rápido ou lento do movimento do sinal. 
 
114- Os parâmetros básicos necessários para produção de um sinal em Libras são: 
B) Configuração das Mãos, Movimento, Ponto de Articulação e Orientação e expressões não-
manuais. 
 
115- Além dos parâmetros constituintes dos sinais, outros elementos complementam sua formação. 
Quais são? 
B) Expressões faciais e corporais, também conhecidas por Expressões não Manuais. 
 
116- Segundo ROSA, Andréa, 2005, p.135 sobre as expressões faciais e corporais em LIBRAS, é 
correto afirmar: 
D) Fazem parte da língua de sinais e funcionam como parte gramática da Libras. 
 
117- A Libras não tem em suas formas verbais para marcação de tempo como no Português, sendo 
assim identificamos a marcação de tempo usando: 
A) Sinais para marcação de tempo como ontem, hoje, passado, presente futuro e etc 
 
118- A Datilologia é usada para nomear pessoas, animais ou objetos que não tem ou que não se 
conhece o sinal. Sobre a Datilologia é correto afirmar que é: 
E) Nacional 
 
119- A partir do congresso de Milão 1880, foi eleito e imposto como o método mais adequado para 
educação de surdos, pela possibilidade de integração do indivíduo na sociedade, qual foi o Método? 
C) Oralismo 
 
120- O descontentamento com o oralismo e as pesquisas

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