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Arquivamento e Ordenação de Documentos \u2013 Microfilmagem de Documentos II
ARQUIVOLOGIA
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ARQUIVAMENTO E ORDENAÇÃO DE DOCUMENTOS \u2013 
MICROFILMAGEM DE DOCUMENTOS II
Lei n. 5.433/1968 \u2013 Lei do Microfilme:
Art. 1º É autorizada, em todo o território nacional, a microfilmagem de documentos 
particulares e oficiais arquivados, estes de órgãos federais, estaduais e municipais.
Atenção!
A microfilmagem é relativamente famosa porque é realizada com cheques em 
instituições bancárias.
Art. 1º, § 1º Os microfilmes de que trata esta Lei, assim como as certidões, os 
traslados e as cópias fotográficas obtidas diretamente dos filmes produzirão os 
mesmos efeitos legais dos documentos originais em juízo ou fora dele.
17. (CESPE/UNB/ABIN) Embora a microfilmagem constitua importante tecno-
logia para a redução das massas documentais acumuladas nos arquivos, a 
cópia microfilmada de um documento oficial não é reconhecida legalmente.
Comentário
A microfilmagem é uma técnica que tem validade legal. 
18. (CESPE/UNB/TRE\u2013GO) Apesar de ser um processo de reprodução de do-
cumentos tradicionalmente muito utilizado, a microfilmagem não deve ser 
realizada quando houver intenção de eliminar os originais, pois tal processo 
não pode, em circunstância alguma, ter validade em juízo.
Comentário
A microfilmagem tem validade jurídica. 
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19. (CONSULPLAN/CODEVASF) O único meio de reprodução que possui res-
paldo legal regulamentando o conjunto de suas atividades, é o (a)
a. Digitalização
b. Scanneamento
c. Microfilmagem
d. Arquivamento
e. Computadorização
Lei n. 5.433/1968 \u2013 Lei do Microfilme:
Art. 1º, § 2º Os documentos microfilmados poderão, a critério da autoridade com-
petente, ser eliminados por incineração, destruição mecânica ou por outro proces-
so adequado que assegure a sua desintegração.
Comentário
Atualmente, devido à questão da sustentabilidade, não é recomendada a 
incineração, mas a Lei ainda não mudou esse aspecto em seu contexto. 
20. (CESPE/UNB/SEE\u2013DF) A eliminação de microfilmes deve ser feita por meio 
da destruição mecânica, devendo a incineração ser descartada para evitar 
que o material do microfilme polua o ambiente.
Comentário
A Lei prevê a incineração como forma de eliminar o microfilme também. 
Lei n. 5.433/1968 \u2013 Lei do Microfilme:
Art. 1º, § 3º A incineração dos documentos microfilmados ou sua transferência para 
outro local far-se-á mediante lavratura de termo, por autoridade competente, em 
livro próprio.
Art. 1º, § 6º Os originais dos documentos ainda em trânsito, microfilmados não po-
derão ser eliminados antes de seu arquivamento.
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Atenção!
A ideia de microfilmar é para documentos que normalmente já foram resolvidos. 
Art. 1º, § 7º Quando houver conveniência, ou por medida de segurança, poderão 
excepcionalmente ser microfilmados documentos ainda não arquivados, desde que 
autorizados por autoridade competente.
Decreto n. 1.799/1996 \u2013 Regulamenta a Lei do Microfilme:
Art. 1° A microfilmagem, em todo território nacional, autorizada pela Lei n° 5.433, 
de 8 de maio de 1968, abrange os documentos oficiais ou públicos, de qualquer 
espécie e em qualquer suporte, produzidos e recebidos pelos órgãos dos Poderes 
Executivo, Judiciário e Legislativo, inclusive da Administração indireta da União, 
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e os documentos particulares ou 
privados, de pessoas físicas ou jurídicas.
21. (QUADRIX/CRO\u2013PR) O Decreto nº 1.799/96 regulamenta a Lei nº 5.433/68, 
que regula a microfilmagem de documentos oficiais, e dá outras providências. 
Esse decreto estabelece em seu art. 1º que a microfilmagem, em todo o ter-
ritório nacional, autorizada pela lei supracitada, abrange a dos documentos 
oficiais ou públicos, de qualquer espécie e em qualquer suporte, produzidos 
e recebidos pelos órgãos dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, da 
Administração Indireta, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Mu-
nicípios, bem como a dos documentos particulares ou privados, de pessoas 
físicas ou jurídicas.
Art. 3° Entende-se por microfilme, para fins deste Decreto, o resultado do processo 
de reprodução em filme, de documentos, dados e imagens, por meios fotográficos 
ou eletrônicos, em diferentes graus de redução.
Art. 5° A microfilmagem, de qualquer espécie, será feita sempre em filme original, 
com o mínimo de 180 linhas por milímetro de definição, garantida a segurança e a 
qualidade de imagem e de reprodução.
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Comentário
Quando uma cópia em microfilme é criada, existem técnicas específicas para 
conferir a qualidade da imagem. Essa qualidade se dá por meio de linhas por 
milímetro, que são 180. 
Art. 5°, § 1° Será obrigatória, para efeito de segurança, a extração de filme cópia 
do filme original.
Art. 5°, § 2° Fica vedada a utilização de filmes atualizáveis, de qualquer tipo, tanto 
para a confecção do original, como para a extração de cópias.
Art. 5°, § 3° O armazenamento do filme original deverá ser feito em local diferente 
do seu filme cópia.
22. (QUADRIX/CRA\u2013GO) O armazenamento do filme original deverá ser feito 
em local diferente de seu filme cópia.
23. (CETRO/MINISTÉRIO DAS CIDADES) O armazenamento do filme original 
deverá ser realizado no mesmo local de seu filme cópia.
Comentário
O armazenamento deve ser feito em locais separados. 
24. (FUNCAB/PREFEITURA MACHADINHO D´OESTE\u2013RO) O armazenamen-
to do filme original deverá ser feito em local diferente do seu filme cópia.
Art. 6° Na microfilmagem poderá ser utilizado qualquer grau de redução, garantida 
a legibilidade e a qualidade de reprodução.
25. (QUADRIX/CRA\u2013GO) Na microfilmagem poderá ser utilizado qualquer grau 
de redução, garantida a legibilidade e a qualidade de reprodução.
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Art. 6°, parágrafo único. Quando se tratar de original cujo tamanho ultrapasse a 
dimensão máxima do campo fotográfico do equipamento em uso, a microfilmagem 
poderá ser feita por etapas, sendo obrigatória a repetição de uma parte da imagem 
anterior na imagem subsequente, de modo que se possa identificar, por superposi-
ção, a continuidade entre as seções adjacentes microfilmadas.
Comentário
Acontece em microfilmagens de documentos de grandes dimensões, como 
plantas, mapas, jornais etc. 
26. (QUADRIX/CRA\u2013GO) Quando se tratar de original cujo tamanho ultrapasse 
a dimensão máxima do campo fotográfico do equipamento em uso, a micro-
filmagem poderá ser feita por etapas, sendo obrigatória a repetição de uma 
parte da imagem anterior na imagem subsequente, de modo que se possa 
identificar, por superposição, a continuidade entre as seções adjacentes mi-
crofilmadas.
27. (QUADRIX/CRO\u2013PR) Quando se tratar de original cujo tamanho ultrapasse 
a dimensão máxima do campo fotográfico do equipamento em uso, a micro-
filmagem poderá ser feita por etapas, sendo obrigatória a repetição de uma 
parte da imagem anterior na imagem subsequente, de modo que se possa 
identificar, por superposição, a continuidade entre as seções adjacentes mi-
crofilmadas.
Art. 9° Os