Reprodução Sexuada
1 pág.

Reprodução Sexuada


DisciplinaBiologia Experimental719 materiais1.201 seguidores
Pré-visualização1 página


REPRODUÇÃO SEXUADA


A reprodução nos seres vivos

A reprodução é fundamental para a manutenção da vida na terra. Ela é uma característica de todas as espécies do planeta, representando um aspecto importante no ciclo dos organismos ao promover a formação de novos organismos e consequentemente a renovação de uma população, além de permitir a renovação natural das espécies.

A reprodução, nesse ponto, é necessária para a permanência da vida em nosso planeta. Ela ocorre em todos os ambientes e em diferentes níveis de organização da vida.

Há atualmente duas formas de reprodução à nível de espécies, organismo: Em um desses extremos observamos aqueles que se reproduzem de maneira assexuada, formando novos indivíduos por simples divisão de células de caráter não reprodutivas, ou seja, essas espécies não apresentam células específicas para o processo de reprodução; Noutro extremo, temos outro tipo de reprodução, a reprodução sexuada em que novas gerações surgem da fusão de células especificas para essa função. Essas células são de diferentes linhagens parentais de uma mesma espécies, isso significa que nesse tipo de reprodução, ocorre a união entre duas células vindas de diferentes indivíduos, porém com origem em uma mesma espécie.



Pré-visualização de imagem de arquivo
Divisão celular por reprodução sexuada com destaque para os cromossomos.

A partir dessa apresentação, é necessário que se defina a reprodução como um processo capaz de garantir a produção ou surgimento de novos indivíduos.


A reprodução sexuada nos organimos vivos

Todos os organismos vivos resultam da reprodução a partir de organismos vivos pré-existentes. e o que caracteriza a reprodução sexuada é a ocorrência de gametas que se unem para formar um novo ser geneticamente diferente dos progenitores.

Esse tipo de reprodução é considerado complexo, pois envolvem gametas meióticos, e consequentemente, pela recombinação de genes, resultando na variabilidade genética. Ou seja, ela é complexa pois há uma formação de gametas haplóides formados pela meiose, e que nelas ocorre a recombinação dos genes, o que possibilita a variação nas diferentes formas de combinação de determinada característica.



Pré-visualização de imagem de arquivo
Fecundação de gametas masculinos e femininos.

Algumas espécies apresentam indivíduos com divisão de sexos, essas espécies são denominadas dioicas. Nesse tipo de organismo, a célula reprodutiva está presente em apenas um dos indivíduos da espécie, enquanto isso outro organismo da mesma espécie produz a outra célula germinativa capaz de unir-se a primeira durante um processo chamado fecundação.

Em algumas outras espécies, as células germinativas podem ser produzidas no mesmo organismo, elas produzem os dois diferentes tipos de células que estão envolvidas no processo de reprodução. Esse organismos são conhecidos como hermafroditas.

A fecundação ocorre de duas maneiras: interna e externamente ao ponto de origem onde ocorrerá o desenvolvimento dessas células. A célula que se origina ao final da fecundação é o zigoto, uma célula-ovo com capacidade de realizar sucessivas divisões algébricas, diferenciando-se em tecidos complexos do novo organismo.

Nos hermafroditas, a fecundação pode acontecer ainda pelo processo de autofecundação, nesse processo, as células germinativas unem-se ainda no mesmo indivíduo.


Diversidade genética na reprodução sexuada meiótica

Na meiose, a produção das células germinativas são formadas com metade do número do material genético nos cromossomos típicos para essa espécie, essas células germinativas são denominadas como haplóides. O número real se estabelece durante a união entre aos dois tipos de células durante a fecundação.

A mistura dos diferentes tipos de organização de uma mesma característica dá origem a um organismo com um arranjo de características vindas de ambas as células germinativas, e desse processo, uma célula-ovo é formada com essa união. Essa mistura ocorre durante a primeira divisão e se potencializa na permuta e na variabilidade genética.



Pré-visualização de imagem de arquivo
Variedade de espécies de sementes de feijões.

Esse tipo de reprodução apresenta inúmeras vantagens, mas que algumas das principais está no fato de que nesse tipo de reprodução pode haver um arranjo e rearranjo de genes ajudando o organismo a sobreviver em um ambiente com condições variáveis. Outra vantagem característica está no fato de ser um tipo de reprodução que apresenta uma capacidade de auxiliar na eliminação de genes ou erros que podem prejudicar a população desses indivíduos.